Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“Cento e vinte anos depois da proclamação da Lei Áurea, a situação de parte dos 90 milhões de afrodescendentes do país ainda é lamentável, segundo pesquisadores e organizações que defendem as políticas afirmativas para os negros.”
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Agência Carta Maior
Por: Ivan Richard
No dia 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinava o documento que declarava livres todos os escravos do Brasil. Cento e vinte anos depois da Lei Áurea, a situação de parte dos 90 milhões de afrodescendentes do país ainda é lamentável, segundo pesquisadores e organizações que defendem as políticas afirmativas para os negros.
“O melhor presente que a população negra pode receber nesses 120 anos de ‘desescravização’ é, precisamente, o Estado brasileiro aprofundar as políticas de igualdade social. Só assim vamos, de fato, construir uma nação mais eqüitativa e mais igualitária entre as diferentes populações que aqui habitam”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros e coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), Valter Roberto Silvério.
Silvério diz que houve melhoras de condições, “mas tanto o acesso ao mercado de trabalho, quanto à escolarização, ainda são insuficientes para gerar um padrão de igual acesso, igual oportunidade da população negra quando comparada à população branca”. Para ele, as políticas públicas de discriminação positiva, como a definição de cotas nas universidades, são a melhor forma de promover a igualdade racial. Leia o resto do artigo »
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Após cinco anos e meio à frente do Ministério do Meio Ambiente e diversas batalhas políticas travadas dentro do governo, Marina Silva envia carta ao presidente Lula comunicando seu pedido de demissão “em caráter irrevogável”. O secretário do Ambiente do RJ, Carlos Minc, foi convidado para seu lugar.
*Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Agência Carta Maior
Por: Maurício Thuswohl
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, pediu demissão do cargo nesta terça-feira (13). Para o seu lugar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou o secretário estadual do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, ex-deputado petista com longa trajetória de militância ecológica. Marina, que estava à frente do Ministério do Meio Ambiente (MMA) desde o primeiro dia do governo Lula e é uma das figuras políticas brasileiras com maior prestígio no cenário internacional, voltará a ocupar sua cadeira no Senado. Ela retomará o lugar de Sibá Machado (PT-AC), que voltará à suplência após cumprir o mandato de senador por cinco anos e meio.
Na carta enviada a Lula no começo da tarde, Marina afirmou o caráter “pessoal e irrevogável” do pedido e explicou os motivos de sua saída: “Essa difícil decisão, presidente, decorre das dificuldades que tenho enfrentado há algum tempo para dar prosseguimento à agenda ambiental federal (…) Vossa excelência é testemunha das crescentes resistências encontradas por nossa equipe junto a setores importantes do governo e da sociedade. Ao mesmo tempo, de outros setores tivemos parceria e solidariedade. Em muitos momentos, só conseguimos avançar devido ao seu acolhimento direto e pessoal. No entanto, as difíceis tarefas que o governo ainda tem pela frente sinalizam que é necessária a reconstrução da sustentação política para a agenda ambiental”, disse.
Protagonista de diversas batalhas políticas dentro do governo, nas quais acumulou vitórias e derrotas, a ex-ministra decidiu deixar o cargo, segundo fontes de Brasília, após o lançamento do Programa Amazônia Sustentável (PAS) pelo governo na última quinta-feira (8), mas esperou pelo término da III Conferência Nacional de Meio Ambiente, que se encerrou no sábado, para comunicar sua decisão ao presidente Lula. Leia o resto do artigo »
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Semanalmente estaremos divulgando uma lista com oportunidades de emprego e concursos públicos aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) oferece 355 vagas Leia o resto do artigo »
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Foram aprovados cerca de R$ 450 milhões para uma nova linha de crédito de financiamento voltado para a inovação em empresas (pequenas, médias e grandes), essa modalidade de financiamento é não-reembolsável.
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Projeto Brasil
Por: Lílian Milena
O Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), lançou neste mês uma nova linha de crédito de financiamento voltado para a inovação em empresas (pequenas, médias e grandes) que se enquadrem às regras do Edital de Subvenção Econômica e Tecnológica.
Foram aprovados cerca de R$ 450 milhões para o plano sendo que essa modalidade de financiamento é não-reembolsável (as empresas que tiverem seus projetos aprovados não precisam devolver o valor recebido).
Para serem selecionados entre as seis áreas apoiadas pelo edital do programa (Tecnologias da Informação e Comunicação; Biotecnologia; Saúde; Programas Estratégicos; Energia e Desenvolvimento Social), os candidatos deverão passar por duas etapas classificatórias. Leia o resto do artigo »
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Nassif em seu artigo fala sobre a importância da redução da dependência de insumos agrícolas importados, assunto que foi debatido no Seminário do Projeto Brasil sobre Agrocombustíveis. O país é muito dependente de insumos importados usados na agricultura e isso faz com que a procura por insumos produzidos internamente diminua, e desta forma cai a produção interna, e como citado por Dechen, diretor da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), a situação tende a piorar nos próximos anos, porque o país tem poucas alternativas para buscar a auto-suficiência.
Por Katia Alves
Publicado originalmente na Coluna Econômica
Por Luis Nassif
Na quinta-feira passada, o Seminário do Projeto Brasil sobre Agrocombustíveis chegou à conclusão unânime sobre a importância da redução da dependência de insumos agrícolas importados.
Trata-se de questão central – já apontada pela coluna – na estratégia de transformar o Brasil na maior potencia agrícola do planeta.
Segundo dados da MB Associados, entre 1983 e 2006 a produção interna caiu de 66% para 35% dos insumos consumidos pela agricultura.
Na avaliação de Antonio Roque Dechen, diretor da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), a situação tende a piorar nos próximos anos. “O Brasil tem uma grande dependência da importação de fertilizantes e isso é um gargalo na produção agrícola. Nossa produção é extremamente dependente dos insumos”, pontua. Leia o resto do artigo »
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De acordo com os dados da pesquisa da consultoria Target, o Nordeste vem apresentando nos últimos cinco anos um crescimento no consumo e tal crescimento é puxado pela classe C. Como explicado por Marcos Pazzini, diretor da Target, esse aumento de consumo foi beneficiado por políticas sociais realizadas pelo governo federal e estabilidade da economia como também novas indústrias nessa região. A região Nordeste passou a região Sul no ranking de potencialidade de consumo das regiões brasileiras.
Por Katia Alves
Publicado originalmente em Conversa Afiada
Por Paulo Henrique Amorim
Uma pesquisa da consultoria Target, especializada em consumo, mostra que o consumo da região Nordeste cresce expressivamente há cinco anos seguidos. Este ano, com um crescimento de 25,4% em relação ao ano passado, a região Nordeste passou a região Sul no ranking do consumo nacional.
A região que mais consome no país é a Sudeste, que é responsável por 51,8% do consumo do Brasil. Em seguida vem a região Nordeste (18,2%), região Sul (16,8%), região Centro-Oeste (7,8%) e região Norte (5,4%).
O diretor da Target Marcos Pazzini disse em entrevista ao Conversa Afiada que o consumo da região Nordeste cresce principalmente na classe C, que se divide em C1 (com renda entre R$ 1,4 mil e R$ 1,5 mil) e C2 (com renda de R$ 900).
“Você tendo uma região como a Nordeste, com essa concentração ainda na classe C1 e C2, você tem um movimento anterior ao que já aconteceu no Brasil de migração social, ou seja, domicílios das classes mais baixas migrando para as classes sociais mais elevadas”, disse Pazzini. Leia o resto do artigo »
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Um estudo realizado observa que os países em desenvolvimento têm um grande problema com sonegação de impostos entre as empresas e os super-ricos e o total desse dinheiro sonegado seria suficiente para salvar um grande número de crianças que morrem de fome e de doenças.
E infelizmente, esse dinheiro sonegado nos países emergentes é enviado para paraísos fiscais para evitar taxação, evadir-se do pagamento de impostos, operar secretamente e burlar regulamentos financeiros e dissimular práticas monopolistas, é o que diz a organização inglesa, Christian Aid.
Por Katia Alves
Por Carlos Drummond
Publicado em Terra Magazine
O dinheiro dos impostos sonegados por grandes empresas e super-ricos nos países em desenvolvimento permitiria salvar, a cada ano, as vidas de 350 mil crianças vitimadas pela fome e por doenças, calcula a organização inglesa Christian Aid. No estudo intitulado Morte e Impostos: o Custo Verdadeiro da Sonegação, divulgado no fim de semana pelo jornal The Independent, a entidade considera que a sonegação de grandes contribuintes, entre pessoas jurídicas e físicas, chega a US$ 160 bilhões por ano nos países em desenvolvimento.
O total supera os US$ 40 bilhões a US$ 60 bilhões anuais que o Banco Mundial estima serem necessários para atingir as Metas de Desenvolvimento do Milênio da Organização das Nações Unidas. O cálculo considera o período de 2000 a 2015 e resulta em cerca de 5,6 milhões de crianças salvas nesse período, quase mil por dia.
O dinheiro de impostos sonegado aos governos dos países em desenvolvimento é canalizado, na maior parte, para paraísos fiscais, que acumulariam mais de US$ 11 trilhões em recursos ilegais, provenientes também do tráfico de drogas e de armas e do terrorismo. Leia o resto do artigo »
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Postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2008
A nova política industrial lançada nesta semana tem preocupado a União Européia, pois a EU vai estudar o pacote de incentivo dado por essa política para analisar se o governo brasileiro está seguindo os acordos internacionais comerciais. Com essa atitude, a EU demonstra sua preocupação com a concorrência dos produtos industriais dos países em crescimento. Mas não é a primeira vez que isso ocorre, porque quando Lula deu incentivo a produção industrial e a Zona Franca de Manaus, esses incentivos também foram questionados pelas grandes potências comerciais.
Por Katia Alves
Por Jamil Chade
Publicado originalmente no Estadão
Países do bloco estão acompanhando medidas de incentivo ao setor no Brasil desde a ?MP do Bem?
A União Européia (UE) vai avaliar o pacote de incentivos dados pelo Brasil para sua política industrial anunciados nesta semana. Bruxelas quer saber se as medidas não ferem os acordos internacionais que proíbem subsídios à produção industrial.
“Vamos estudar cuidadosamente cada uma das medidas para ver se são compatíveis com as regras internacionais”, disse uma fonte em Bruxelas. Segundo a UE, a idéia no momento não é abrir uma disputa contra o Brasil. “Nem sabemos como essas medidas serão implementadas”, afirmou outro funcionário da UE em Brasília. “Mas vamos analisá-las.”
Nos últimos meses, a UE esteve de olho nas medidas de incentivo dados pelo Brasil à sua indústria. A chamada MP do Bem também foi avaliada pelos europeus.
A iniciativa de Bruxelas demonstra a atenção que a UE está dando ao Brasil e a uma eventual concorrência no setor industrial com países emergentes. A China já foi questionada na Organização Mundial do Comércio (OMC) por sua política industrial. Pelas regras internacionais, os subsídios à produção de manufaturas é proibido. Leia o resto do artigo »
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