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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio, 2008

O risco Meirelles

Postado em 17 dEurope/London maio dEurope/London 2008

André Siqueira e Márcia Pinheiro

Fonte: CartaCapital

Entre intermináveis consultas ao palm top e leves bocejos, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, costuma atravessar incólume as reuniões ministeriais no Palácio do Planalto. Mas há quem perceba, nos gestos afáveis ou na recorrente expressão de esfinge, o espírito sempre pronto a evitar que prospere qualquer idéia capaz de abalar os alicerces dos fundamentos da política macroeconômica, na acepção do próprio Meirelles e da turma do BC.

Tivesse o restante da equipe econômica não atrelada ao BC soluções brilhantes para os impasses atuais da economia, e a vida na Esplanada, compartilhada com o guardião Meirelles, já seria difícil. Nestes meados de maio, por exemplo, enquanto uma parte do governo tentava dar sentido ao pacote de política industrial e à criação do fundo soberano, o presidente do Banco Central deixava escapar, à boca pequena, a ameaça de um aumento de 1 ponto porcentual na taxa de juro na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em 4 de junho, caso a União não decida promover um corte substancial nos gastos públicos. O Brasil sustenta hoje um dos juros nominais mais altos do mundo, 11,75% ao ano.

As posições nos mercados futuros das últimas semanas já refletem essa intenção do BC. Postura, no mais, afinada com os principais defensores da ortodoxia econômica na academia e nas finanças. Os efeitos de um aumento nessa proporção são conhecidos: mais entrada de recursos de investidores estrangeiros, maior valorização do real perante outras moedas e a conseqüente piora do déficit das contas externas, cujo rombo, nas condições atuais, deve atingir 20 bilhões de dólares até o fim do ano. Sem falar no freio à expansão dos investimentos privados e no ritmo de crescimento da economia.

Em resumo, Meirelles pretende exercer a função de quem foi eleito pelo voto nas últimas eleições. Segundo o coordenador do Núcleo de Economia Industrial da UFRJ, David Kupfer, “exigir que o presidente corte gastos, simplesmente, é tentar convencê-lo a não governar, diante de tantas demandas da sociedade. Com o câmbio e o juro fora do lugar, resta a alternativa de buscar metas mais flexíveis para a gestão monetária, sem medo de mexer em um time que parece estar ganhando, mas pode ser responsável por uma nova trombada, como a do fim de 2004, quando o ciclo de crescimento foi abruptamente interrompido”, argumenta o economista. Leia o resto do artigo »

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Se acabó la hegemonía de EU en América Latina (Council on Foreign Relations, o CFR)

Postado em 17 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Nueva York, 14 de mayo. “Si hubo una era de hegemonía de Estados Unidos en América Latina, se acabó”, concluye un informe sobre las relaciones de Washington con la región emitido hoy por el centro de estudios de relaciones internacionales más influyente del país.

El informe Relaciones Estados Unidos-América Latina: Una nueva dirección para una nueva realidad fue elaborado por un grupo independiente de expertos patrocinado por el Consejo sobre Relaciones Exteriores (Council on Foreign Relations, o CFR), el cual afirma que “la política estadunidense ya no puede ser basada sobre la suposición de que Estados Unidos es el actor exterior más importante en América Latina”.

Establece que “por más de 150 años la Doctrina Monroe ofreció los principios que guiaban la política estadunidense hacia América Latina, afirmando la primacía de Estados Unidos en las relaciones exteriores de la región. Durante las últimas dos décadas estos principios se han vuelto cada vez más obsoletos”.

El problema ahora, añade, es que “el marco básico de la política en Washington no ha cambiado lo suficiente para reflejar esa nueva realidad”. Por lo tanto, sugiere que los formuladores de política hacia la región tienen que cambiar la manera de pensar: “América Latina no es de Washington para perderla; tampoco es de Washington para salvarla. El destino de América Latina está, en gran medida, en las manos de América Latina”. Leia o resto do artigo »

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“Petrolíferas estão por trás de pressão contra etanol”, diz Lula

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O presidente Lula afirma que há uma disputa comercial no mundo, tendo as indústrias petrolíferas que culpam os biocombustíveis na crise dos alimentos. E há a necessidade de se preparar para essa disputa, pois está apenas começando. Declarou que é contraditório que haja várias preocupações em despoluir o planeta, pois quando o Brasil apresenta um meio de não emitir CO2 preferem usar um combustível que emita.

E lula saiu em defesa à democracia no que diz respeito as “possíveis tensões que poderão haver entre os mandatários que participam da Cúpula, em alusão ao atrito entre Hugo Chávez e a chanceler alemã Angela Merkel e com o mandatário colombiano Álvaro Uribe”.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Estadão

Em Lima, presidente afirma que debate sobre biocombustíveis será ‘longo e duradouro’.

Com um discurso em defesa do etanol, o presidente afirmou que as indústrias petrolíferas estão por trás da crise que coloca os biocombustíveis como vilões da recente crise de inflação dos alimentos. “Há uma disputa comercial no mundo. Obviamente as petroleiras estão por trás disso, obviamente que os países não querem mudar suas matrizes (tecnológicas)”, afirmou Lula na noite da última quinta-feira em sua chegada a Lima, onde participará da 5ª Cúpula de Chefes de Estado da América Latina, Caribe e União Européia.

Lula disse que o debate em torno dos biocombustíveis “está só começando”. “Nós precisamos estar preparados porque vem um debate longo e duradouro”, ponderou. O presidente brasileiro chega a Lima para protagonizar um dos pontos que prometem ser o alvo de polêmicas durante o encontro dos chefes de Estado.

De um lado, encontrará líderes latino-americanos preocupados com a produção de etanol à base de alimentos, leia-se Evo Morales (Bolívia), Alan Garcia (Peru) e os mandatários centro-americanos, e os europeus, que não estão convencidos que a revolução energética defendida por Lula seja o caminho para a produção da chamada “energia limpa”. Leia o resto do artigo »

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Aumenta a tensão no Paraná

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Na última semana ocorreu no Paraná a destruição de um acampamento do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST). Segundo o coordenador nacional do MLST, foi o quarto ataque pela mesma milícia. O Procurador-geral do Ministério Público do Paraná, “relaciona os conflitos no campo à omissão da União por não efetivar a reforma agrária”.

Por Katia Alves

Publicado originalmente na Carta Capital

A destruição de um acampamento do Movimento de Libertação dos Sem-Terra (MLST) próximo a Cascavel, na região oeste do Paraná, chamou atenção por usar um artefato até então inédito no campo. Um caminhão com carroceria blindada e pequenas janelas de onde, segundo testemunhas, pistoleiros atiravam. Lembra o “Caveirão”, blindado que a polícia carioca usa em favelas. Na madrugada da quinta-feira 8, homens encapuzados destruíram a lavoura, a igreja e a escola, construídas na Fazenda Bom Sucesso, lar de 250 famílias do MLST. Chamada, a polícia efetuou dez prisões.

“Foi o quarto ataque da mesma milícia armada”, afirma Joaquim Ribeiro, coordenador nacional do MLST. O arcebispo dom Mauro Aparecido dos Santos, divulgou em seu site fotos do caminhão e uma carta condenando a violência. Leia o resto do artigo »

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Diminui atraso nos estudos dos jovens brasileiros, segundo pesquisa

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Devido à diminuição do atraso na escolaridade dos jovens brasileiros, ministro da Educação diz que isso pode ser por causa das políticas públicas de estados e municípios para atrair jovens pra a escola. Portanto, estudiosos da área comentam que é necessário melhorar a qualidade da educação brasileira.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Tribuna on line

Dados obtidos a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, a PNAD, do IBGE, mostram que há uma redução do atraso na escolaridade dos jovens brasileiros.

Em 99, quase 25% dos estudantes brasileiros de 15 anos concluíram o ensino fundamental. Terminaram essa fase dos estudos na idade correta. Em 2006, o índice subiu para 39%.

Entre os alunos de 18 anos, o índice passou de 52,6% para 70,6%. E entre os de 25 anos, o salto foi de 50,2% para 69,9%. Leia o resto do artigo »

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Economia do Japão cresce 3,3% no primeiro trimestre

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Considerada a segunda maior economia do mundo, Japão, obteve crescimento acima das previsões, incentivado pelas exportações na Ásia, pelos mercados emergentes e também pelo seu mercado interno. E importou a petróleo e gás natural. Mas alguns analistas não descartam a idéia de que o Japão em breve entrará em uma recessão. Pois, algumas grandes empresas já prevêem queda de seu lucro líquido.

Por Katia Alves

Por Isabel Conde

Publicado originalmente na Folha on line

A economia do Japão cresceu entre janeiro e março a um ritmo de 3,3% ao ano, acima das previsões, apesar da instabilidade financeira global dos últimos meses.

No ano fiscal de 2007, que terminou em 31 de março, o PIB (Produto Interno Bruto) da segunda maior economia do mundo aumentou 1,5% em termos reais, o que significa o sexto ano consecutivo de expansão econômica no Japão.

No primeiro trimestre de 2008, as previsões do mercado indicavam um crescimento de 2,6%, mas o PIB foi impulsionado pelas exportações para a Ásia e aos mercados emergentes e pelo consumo interno, disse hoje a ministra de Economia, Hiroko Ota.

De fato, as vendas de bens japoneses no exterior cresceram pelo 12º mês consecutivo, até 4,5%, enquanto as importações subiram 2%. Leia o resto do artigo »

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Suspeito do dossiê é indiciado pela PF por violação de sigilo

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008

José Aparecido Nunes, o ex-secretário de controle interno da Casa Civil, foi indiciado pela polícia Federal por violação de sigilo funcional, o depoimento foi importante para esclarecer o caso e a PF informou que já sabe quem são os envolvidos na elaboração do documento.

Por Katia Alves

Por Vannildo Mendes

Publicado originalmente no Estadão

PF confirma tese de que Aparecido violou sigilo e vazou dossiê; pena para crime pode variar de multa a prisão

Depois de três horas e meia de depoimento na Superintendência da Polícia Federal, o ex-secretário de controle interno da Casa Civil José Aparecido Nunes foi indiciado pela Polícia Federal por violação de sigilo funcional, com base no artigo 325, parágrafo 2º do Código Penal. A pena para esse crime é de detenção, de seis meses a dois anos, ou multa, se o fato não constituir crime mais grave. Com o indiciamento, o delegado da PF, Sérgio Menezes, confirma a tese de que Pires é responsável pelo vazamento de informações sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. José Aparecido Nunes Pires deixou a Superintendência da PF escoltado pelo delegado, diante do tumulto provocado por repórteres, fotógrafos e cinegrafistas. Ele é o primeiro indiciado no inquérito.

O depoimento de Aparecido foi considerado essencial para o esclarecimento total do caso, segundo a PF. Seu advogado, Luis Maximiliano Telesca, acertou com o delegado os detalhes do interrogatório e havia avisado que ele iria colaborar. Leia o resto do artigo »

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Fiz muitos gestos’

Postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A ex-ministra, Marina Silva, em entrevista exclusiva para Carta Capital, esclarece alguns pontos importantes de sua gestão. A ex-ministra afirma que houve avanço no combate às práticas ilegais em sua gestão e que a luta continua, porque vai para o senado onde batalha há 16 anos para ser aprovada uma lei de acesso à biodiversidade. E há quase 12 tenta aprovar um fundo de desenvolvimento sustentável.

Em relação a sua carta de demissão, Marina Silva afirmou que muitas vezes quando uns ministros pedem demissão pessoalmente, isso pode levar a entender que estão querendo alguma coisa. Diz que fez vários gestos. ‘Na questão dos transgênicos, na questão da hidrelétrica do Madeira, da transposição do São Francisco”. Principalmente quando o desmatamento aumentou.

Por Katia Alves

Por Cynara Menezes

Publicado originalmente na Carta Capital

Marina Silva saiu do governo para criar um fato novo que fizesse a agenda ambiental do governo andar, depois de “muitos gestos” em que mostrou inconformidade, sem sucesso. Foi o que ela disse durante esta entrevista exclusiva em sua casa, em Brasília. Afirmou se sentir orgulhosa da atuação diante da pasta e se mostrou satisfeita com a nomeação de Carlos Minc, de quem foi aprendiz, como seu substituto.

“Se é uma honra para um mestre deixar um pupilo no lugar, é uma grande honra que, quando o pupilo saia, para substituí-lo seja preciso recorrer ao mestre”, avaliou. Segundo a ex-ministra, seria “reducionismo” atribuir sua demissão à indicação, pelo presidente Lula, de Mangabeira Unger ao cargo de coordenador do Plano da Amazônia Sustentável (PAS).

CartaCapital: Como a senhora está se sentindo, aliviada?

Marina Silva: Tranqüila.

CC: Tira um peso das costas deixar o governo depois de tantos embates?

MS: Olha, minha vida sempre foi feita de embates. Não posso dizer que é um peso fazer o que a gente acredita. Quando se faz as coisas com convicção, mesmo com dificuldades elas não são pesadas.

CC: A senhora falou que não sai se sentindo derrotada.

MS: Não foi exatamente assim. Falei que derrota e vitória são algo que se afirma no tempo. Olhando para a história, derrotados são aqueles que botaram Mandela na cadeia, que vilipendiaram Martin Luther King, que assassinaram Gandhi. Derrotados eticamente, humanamente, porque estavam na contramão da vida. Tudo que está a favor da vida é constitutivo da vitória, mesmo que não seja agora. Leia o resto do artigo »

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