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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio, 2008

Tributos em fúria

Postado em 24 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Thomaz Wood Jr.

Fonte: CartaCapital

O mundo corporativo é cheio de palavras-fetiche, às quais se costumam creditar poderes sobrenaturais. É o caso do conceito de competitividade. Se uma empresa for competitiva, investidores disputarão suas ações, clientes procurarão seus serviços e executivos lhe oferecerão seus préstimos. Em suma, a vida lhe sorrirá. Porém, se uma empresa não for competitiva, poderá ser tragada para o lado escuro do mercado, declinar e desaparecer nas trevas.

De onde vem esse conceito mágico? Segundo os bons manuais do ramo, a competitividade é fruto de três conjuntos de fatores. Primeiro, os fatores internos à empresa, tais como a estratégia, a gestão, a capacidade de produção, a tecnologia e os quadros profissionais. Segundo, os fatores estruturais, tais como a existência de concorrência e o nível de maturidade do mercado. E, terceiro, os fatores sistêmicos, tais como o contexto econômico e a infra-estrutura do país. Conclusão número 1: para que uma empresa seja competitiva, não basta ser excelente nos fatores internos. É preciso contar com os bons ventos do ambiente empresarial e econômico. Leia o resto do artigo »

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Senado libera a venda de bebidas alcoólicas em rodovias brasileiras

Postado em 24 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira a MP (medida provisória) que libera o comércio de bebidas alcoólicas em todas as rodovias urbanas e rurais.

O texto aprovado pelos senadores é mais flexível do que o que foi enviado pela Câmara.

A mudança, segundo aliados do governo, foi provocada pela evolução das discussões. Mas eles asseguram que está mantido o rigor sobre o motorista que for flagrado bêbado.

O relator da medida no Senado, senador Francisco Dornelles (PP-RJ), manteve o rigor da punição aos motoristas flagrados alcoolizados.

A MP considera alcoólica a bebida que contenha concentração igual ou acima de meio grau Gay-Lussac (0,5º GL). Cervejas contêm acima de 3º GL, enquanto uma cachaça pode chegar a 54º GL.

Algumas bebidas expressam essas unidades alcoólicas em porcentagens, mas elas são equivalentes.

Leia mais no site Folha Online

Eu penso que ficou melhor assim, com a tolerância zero para o álcool na corrente sanguínea dos motoristas.

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Petrobrás: dados que impressionam!

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Blog do Chicão publicou um e-mail de um leitor que comenta os impressionantes números dos investimentos e projetos recentes da Petrobrás, divulgados no Jornal Valor Econômico na edição da última terça-feira. Estes dados evidenciam o quanto uma estatal bem administrada é relevante para o desenvolvimento do país e desconcertam o arcaico discurso neoliberal sobre a ineficiência do Estado produtor…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Blog do Chicão

Abaixo um email mandado por um amigo:

Chicão,

Os dados abaixo estão na edição de hoje do Jornal Valor econômico.

São impressionantes e importantíssimos para nosso país.

“A exploração do megacampo de Tupi e seus irmãos Júpiter, Carioca, Parati, Caramba e Bem-te-vi, só para citar alguns, vai exigir aumento da capacidade instalada dos fabricantes de dutos, sondas de perfuração e plataformas, entre outros equipamentos, e também já detonou um processo de desenvolvimento de novas tecnologias entre a Petrobras e seus fornecedores”.

(Estes dados confirmam nossos estudos. Estatal não é boa e nem ruim por si só. Ela é boa quando desenvolve tecnologia, alavanca o crescimento do país e desenvolve projetos prioritários.)

“A Petrobras arrendou quase 80% dos navios-sonda com capacidade de perfurar águas profundas disponíveis no mercado mundial, já contratou mais dez sondas de perfuração que chegam entre 2009 e 2011 e vai colocar 24 barcos de apoio exclusivos para Tupi”.

(Taí mais uma informação relevante. Só uma empresa estatal correria risco de investir no que é prioritário para o país. As empresas privadas não o fariam. Prova é que 80% destas sondas estão trabalhando para a Petrobrás. Mais do que isto, se a Petrobrás não tivesse investido em extração – mais cara – no fundo do mar, nossas reservas de dólares teriam sido comidas pela importação de petróleo. Com isto haveria menos estabilidade econômica. Os pseudo-liberais não fazem estes cálculos quando atacam os pontos fracos de uma empresa estatal).

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Para diretor da Finep, Brasil deve mudar “modelo mental”

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Eduardo Costa, diretor da Finep, em resposta a crítica ao novo edital de subvenção econômica da Finep para as micro e pequenas empresas, declara que é necessário ao Brasil mudar seu modelo mental, pois o novo cenário econômico é um momento “muito diferente” dos anos 1990, sendo hoje possível financiamento de um montante muito maior.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Jornal da Ciência

Por Tatiana Fiúza

Eduardo Costa ressalta que recursos hoje permitem operar programas com mais de R$ 100 milhões, ou projetos com mais de R$ 1 milhão

O diretor de Inovação da Finep, Eduardo Costa, convidou nesta segunda-feira (19) os participantes da 8ª Conferência Anpei para fazerem uma reflexão e mudar o “modelo mental” para entender o cenário de inovação que está sendo adotado no Brasil.

Costa lembrou o novo cenário econômico mundial, que registra o grande crescimento das empresas asiáticas. Segundo ele, a partir de uma avaliação minuciosa sobre esse cenário é possível se pensar em quais ações o Brasil deve desenvolver para ingressar no mercado mundial.

Ele salientou que a Finep opera hoje recursos na ordem de R$ 1,8 bilhão do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e com mais os créditos, os recursos operados pela financiadora podem chegar a R$ 3 bilhões. “Há dez anos, operávamos R$ 300 mil. Só que o pensamento de que temos hoje é o de dez anos atrás, em que temos que ter projetos pequenos para caber nos R$ 300 mil” enfatizou. Leia o resto do artigo »

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Petrobras investe no futuro do País

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A Petrobras arrendou quase 80% dos navios-sonda com capacidade de perfurar águas profundas disponíveis no mercado mundial, só uma empresa estatal correria risco de investir no que é prioritário para o país. Se a Petrobras não tivesse investido em extração as reservas de dólares teriam sido destinadas para a importação de petróleo”.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Blog do Chicão

Abaixo um email mandado por um amigo:

Chicão,

Os dados abaixo estão na edição de hoje do Jornal Valor econômico.

São impressionantes e importantíssimos para nosso país.

A exploração do megacampo de Tupi e seus irmãos Júpiter, Carioca, Parati, Caramba e Bem-te-vi, só para citar alguns, vai exigir aumento da capacidade instalada dos fabricantes de dutos, sondas de perfuração e plataformas, entre outros equipamentos, e também já detonou um processo de desenvolvimento de novas tecnologias entre a Petrobras e seus fornecedores”.

(Estes dados confirmam nossos estudos. Estatal não é boa e nem ruim por si só. Ela boa quando desenvolve tecnologia, alavanca o crescimento do país e desenvolve projetos prioritários).

“A Petrobras arrendou quase 80% dos navios-sonda com capacidade de perfurar águas profundas disponíveis no mercado mundial, já contratou mais dez sondas de perfuração que chegam entre 2009 e 2011 e vai colocar 24 barcos de apoio exclusivos para Tupi”.

(Taí mais uma informação relevante. Só uma empresa estatal correria risco de investir no que é prioritário para o país. As empresas privadas não o fariam. Prova é que 80% destas sondas estão trabalhando para a Petrobrás. Mais do que isto, se a Petrobrás não tivesse investido em extração – mais cara – no fundo do mar, nossas reservas de dólares teriam sido comidas pela importação de petróleo. Com isto haveria menos estabilidade econômica. Os pseudo-liberais não fazem estes cálculos quando atacam os pontos fracos de uma empresa estatal). Leia o resto do artigo »

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A base governista planeja criar um novo tributo para a pasta da Saúde. Neste ínterim, integrantes da oposição já começam a esbravejar. A antiga CPMF tinha várias virtudes. O fato é que o governo perdeu, do dia para a noite, uma receita de quase R$ 40 bilhões. Mais uma vez transparece a luta entre os interesses da elite e da classe média, maiores beneficiárias da extinção do imposto, e o interesse dos menos favorecidos, beneficiados pelos recursos da contribuição.

 

Economia

 

O presidente Lula adiou a decisão de criar um fundo soberano. Os recursos seriam oriundos do superávit primário e serviriam para dar rentabilidade aos recursos e para financiar empresas brasileiras no exterior. De fato, não parece ser a melhor idéia utilizar dinheiro de impostos para este fundo. O ideal seria a utilização de parte das reservas internacionais. Entretanto, o Rei Meirelles não quer e parece que o governo não tem apitado muito nas decisões do Banco Central.

 

Internacional

 

A revista Times publicou uma reportagem afirmando que uma chapa Obama/Clinton pode estar próxima de ser concretizada. Segundo a publicação, o comando da campanha do senador por Illinois já dá como certa sua vitória. Já os partidários de Hillary Clinton querem o segundo posto da chapa, para que ela possa voltar em 2016.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Vivas à produtividade

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Delfim Netto analisa o recente estudo, sobre a produtividade da agricultura brasileira, do economista José Garcia Gasques, pesquisador do IPEA e coordenador de Planejamento estratégico do Ministério da Agricultura.

O estudo intitulado “Produtividade e Crescimento da Agricultura Brasileira” abrange o período 1975-2007.

Delfim Netto faz uma breve síntese do trabalho de José Garcia Gasques, enfatizando os bons indicadores e resultados mostrados no estudo.

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Valor Online (restrito a assinantes)

Por Antônio Delfim Netto*

José Garcia Gasques é, com toda a certeza, um dos economistas agrícolas mais sofisticados de que dispõe o Brasil. Pesquisador do Ipea e coordenador do planejamento estratégico do Ministério da Agricultura, acaba de divulgar um curto, mas denso (e definitivo!), trabalho sobre a produtividade da agricultura brasileira. Ele foi realizado em companhia de outros dois competentes pesquisadores, Eliana Teles Bastos e Miriam Bacchi.

“Produtividade e Crescimento da Agricultura Brasileira” cobre o período de 1975 a 2007. Incorpora pesquisas anteriores e aperfeiçoa a forma de medir algumas variáveis, mas mantém a metodologia e as mesmas fontes de dados de trabalhos já publicados. O índice que compõe o “produto” inclui 70 itens: lavouras permanentes (35); lavouras temporárias (29) e produtos de origem animal (6). O índice dos “Insumos” inclui terras de lavoura, terras de pastagens naturais e plantadas, mão-de-obra, máquinas agrícolas automotrizes, fertilizantes e defensivos.

Para agregar o conjunto de produtos e o conjunto de insumos serve-se do conhecido índice de Torniqvist, o mesmo utilizado pelo Departamento de Agricultura dos EUA. O crescimento da produtividade total dos fatores é a diferença entre o crescimento do produto agregado e o crescimento do insumo agregado. A produtividade é, portanto, uma medida da eficiência com que os “insumos” são transformados em “produtos”.

Uma síntese dos resultados do trabalho pode ser apreciada nos gráficos abaixo. O primeiro gráfico revela que entre 1975 (=100) e 2007 (340,64), a produção agropecuária brasileira cresceu à taxa média geométrica da ordem de 3,9% ao ano, enquanto os insumos utilizados naquela produção cresceram, no período, de 100 para 119,90, ou seja à taxa média geométrica de 0,57%! Isso nos deixa com um crescimento médio geométrico anual da produtividade total dos fatores (PTF) de 3,3% ao ano. Trata-se da mais elevada taxa de crescimento do mundo quando comparada com os resultados registrados num trabalho do Banco Mundial da mesma natureza em diversos outros países. No período mais recente (2000-07), a PTF cresceu no Brasil à taxa de 4,75%.

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PT explica por que quer nova contribuição para a saúde

Postado em 23 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O deputado Maurício Rands, defende contribuição para garantir recursos adicionais para a saúde, esses recursos viriam de duas fontes, do aumento do IPI que incide sobre cigarros e bebidas e da criação de uma contribuição sobre as movimentações financeiras.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

A Emenda 29, aprovada pelo Senado, prevê o aumento dos recursos para a saúde, mas não identifica a fonte desses recursos.

Por isso, o líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PT-PE), em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta quarta-feira, dia 21, defendeu contribuição para garantir recursos adicionais para a saúde.

Segundo Rands, os recursos viriam de duas fontes. Do aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que incide sobre cigarros e bebidas e da criação de uma contribuição de 0,08% ou de 0,1% sobre as movimentações financeiras, nos moldes da antiga CPMF. Leia o resto do artigo »

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