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Blog do Desemprego Zero

Os insumos agrícolas

Escrito por Imprensa, postado em 14 dEurope/London maio dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Nassif em seu artigo fala sobre a importância da redução da dependência de insumos agrícolas importados, assunto que foi debatido no Seminário do Projeto Brasil sobre Agrocombustíveis. O país é muito dependente de insumos importados usados na agricultura e isso faz com que a procura por insumos produzidos internamente diminua, e desta forma cai a produção interna, e como citado por Dechen, diretor da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), a situação tende a piorar nos próximos anos, porque o país tem poucas alternativas para buscar a auto-suficiência.

Por Katia Alves

Publicado originalmente na Coluna Econômica

Por Luis Nassif

Na quinta-feira passada, o Seminário do Projeto Brasil sobre Agrocombustíveis chegou à conclusão unânime sobre a importância da redução da dependência de insumos agrícolas importados.

Trata-se de questão central – já apontada pela coluna – na estratégia de transformar o Brasil na maior potencia agrícola do planeta.

Segundo dados da MB Associados, entre 1983 e 2006 a produção interna caiu de 66% para 35% dos insumos consumidos pela agricultura.

Na avaliação de Antonio Roque Dechen, diretor da Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), a situação tende a piorar nos próximos anos. “O Brasil tem uma grande dependência da importação de fertilizantes e isso é um gargalo na produção agrícola. Nossa produção é extremamente dependente dos insumos”, pontua.

Nesse período apontado, a produção de nitrogênio no Brasil caiu de 96% para 37%. Já o fósforo caiu de 100% para 59%, ao passo que a produção nacional de potássio cresceu de 0% em 1983 para 12%.

Para Dechen, são poucas as alternativas para o país buscar a auto-suficiência em insumos agrícolas. A produção de fósforo pode ser aumentada com a exploração das minas em Araxá. Para potássio, a opção é a exploração das jazidas de Sergipe. “Outra opção é o Amazonas, mas é praticamente impossível por se tratar de uma área indígena.”

Governador de Sergipe, Marcelo Déda lembra que os estudos sobre o potássio do Estado remontam os anos 70. Primeiro via Petrobrás, através da subsidiária Petromisa extinta no governo Collor que defendia o fechamento puro e simples da mina.

“Houve muita resistência da sociedade sergipana e, no fim, prevaleceu o bom-senso e a Vale – ainda estatal – ‘botou a mão na cumbuca (mina subterrânea a 500 metros de profundidade”, explica.

Por meio da Fafen, a Petrobras duplicou a planta, construída há 25 anos, com condições para ampliá-la. “Hoje, Sergipe é um pólo de fertilizantes produzindo cloreto de potássio e uréia. Várias empresas misturadoras já se incorporaram à cadeia produtiva e estão sediadas no Estado”, completa Deda.

Papel central, para reduzir esta dependência, está com a Petrobrás. No plano de negócios para 2008-2012, a empresa incluiu entre suas prioridades a ampliação do mercado de fertilizantes nitrogenados.

A empresa é uma das maiores produtoras de matérias-primas para fertilizantes do país: uréia e amônia. Essa produção é vendida para empresas misturadoras.

Essa visão estratégica precisa ser estendida para a questão da venda de terras para estrangeiros. Todos os países do mundo têm limitações a essas vendas. Menos Brasil e Argentina. Nos últimos anos houve uma invasão de americanos adquirindo terras no centro-oeste. Agora, se comenta de uma estratégia chinesa de adquirir grandes extensões de terras.

Há que se colocar limitações a essas compras. Primeiro, para evitar enclaves estrangeiros no território nacional. Depois, para que a lógica da produção agrícola não seja transferida para o exterior. Pelo contrario: há uma nova fronteira agrícola surgindo, da integração com os vizinhos latino-americanos. A liderança precisa ser brasileira.



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