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Blog do Desemprego Zero

O presidente do BC e o câmbio

Escrito por Imprensa, postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

“Meirelles aposta no aumento dos investimentos diretos ao país. E diz que a presença de capital especulativo tende a se reduzir.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

Declaração do presidente do Banco Central Henrique Meirelles ao “Estadão” de hoje (clique aqui):

“O capital que é investido no País tende a ser de melhor qualidade. Nas aplicações de mercado financeiro, por exemplo, a tendência é que tenha um prazo de permanência maior”, disse ainda Meirelles que aposta no aumento dos investimentos diretos ao país. A presença de capital especulativo, o chamado “smart money”, na avaliação do presidente do BC, tende a se reduzir.

Meirelles comentou ainda que o Brasil já registra um aumento progressivo dos investimentos de longo prazo, porque o mercado se antecipou às agências de ratings e direcionou as aplicações para o país. Alguns fundos de investimento, segundo ele, têm autorização para investir a partir da concessão do grau de investimento.

Outros aguardam que a mesma classificação seja aplicada por outra agência de ratings para investir no Brasil.

Quais os furos desse raciocínio.

Os capitais especulativos vão atrás de boas oportunidades de investimento. A crise do subprime restringiu bastante sua base de atuação em operações estruturadas. Há muito mais fiscalização sobre esse jogo, tornando-o muito caro. Por isso mesmo, procura alternativas de especulação mais simples.

O maior pudim do mercado internacional nos últimos anos foi o real. Ganhava-se com juros altos e com apreciação cambial. Tão simples quanto tirar doce de criança.

No ano passado, quando parecia que o ciclo de apreciação tinha terminado – e, com isso, o espaço para os ganhos fáceis – o BC implementou a política de acumulação de reservas e reduziu o ritmo de queda da Selic, dando um fôlego adicional à queda do dólar.

O dólar veio para baixo novamente. Quando parecia que o ciclo estava terminando, os anúncios de elevação da Selic produziram uma nova rodada. Do último decêndio de março para cá o real se valorizou perante todas as moedas dos principais parceiros comerciais.

Aí as contas externas começam a se deteriorar rapidamente. Aparentemente o ciclo de apreciação tinha se esgotado. Nesse momento entra o grau de investimento da Standard & Poor’s somado ao carnaval em torno da suposta explosão da inflação. Isso, mais a tranqüilidade com o nível atual das reservas cambiais (que dá segurança para se tirar o time de campo quando necessário), é uma garantia de um novo ciclo de apreciação do real.

O risco é de se repetir o período 94/98. Se todos (inclusive a S&P) julgam que proximamente haverá uma reversão nesse movimento de apreciação do real, o dono do capital de longo prazo vai aguardar, é óbvio. O de curto prazo entrará para morder durante alguns meses.

 



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