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	<title>Comentários sobre: Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do Brasil e as eleições de 2010.</title>
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		<title>Por: BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
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		<dc:creator>BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2008 17:00:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] do BNDES12 Maio, 2008Em descompasso com a Nação, Meirelles tenta frear crescimento9 Maio, 2008Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do ...9 Maio, 2008Pesquisa no Google mostra claro desvio de Assunto: Imprensa esconde prefeitura do PSDB e [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] do BNDES12 Maio, 2008Em descompasso com a Nação, Meirelles tenta frear crescimento9 Maio, 2008Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do &#8230;9 Maio, 2008Pesquisa no Google mostra claro desvio de Assunto: Imprensa esconde prefeitura do PSDB e [...]</p>
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		<title>Por: Rodrigo Medeiros</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/meirelles-tem-as-maos-poder-e-autonomia-mais-do-que-suficientes-para-sabotar-o-desenvolvimento-do-brasil-e-as-eleicoes-de-2010/comment-page-1/#comment-1024</link>
		<dc:creator>Rodrigo Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 03:36:42 +0000</pubDate>
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		<description>A sociedade, pelo menos seus elementos mais progressistas, ainda não compreendeu o pesadelo que é a atual administração da política monetária. O fato é que o Banco Central do Brasil decide quanto o Tesouro Nacional irá pagar em termos de juros e encargos da dívida pública. Custe o que custar.

Seus dirigentes, muitos conhecidos por possuírem históricos vínculos profissionais com o mercado financeiro, possuem uma equação que legitima tal postura: a da meta de inflação. Creio que o tal produto potencial não pode nem merecer uma linha de discussão. Quanto à meta de inflação, penso que essa sim é a vaca sagrada da legitimação da administração ruinosa da política monetária. E agora irão lutar para &quot;manter&quot; o grau de investimento. Custe o que custar.

O BC brasileiro não consegue nem mesmo fazer um trade-off razoável entre emprego formal, desempenho da economia e inflação módica? Que pelo menos não confunda poder de mercado com pressão de demanda. A média das taxas básicas de juros nominais dos países está na casa de um dígito. Até o FMI, conhecido internacionalmente como um anexo do Tesouro norte-americano, vem recomendando políticas keynesianas.

Ao manter uma das taxas básicas de juros mais elevadas do planeta, o real se aprecia em relação ao dólar e os especuladores ganham um seguro espaço de acumulação do capital. Enquanto isso, 49% dos trabalhadores brasileiros encontram-se desempregados ou na informalidade e a economia cresce abaixo de suas possibilidades.

Na crise cambial do 1998, o governo brasileiro queimou 50 bilhões de dólares para manter o real supervalorizado. Naquele momento, o FMI, sob a orientação do governo Clinton, apoiou a reeleição de FHC. Não é preciso dizer quem pagou a conta daquele jantar.

Será que Lula irá permitir que a história se repita como tragédia e farsa? Eis uma questão instigante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade, pelo menos seus elementos mais progressistas, ainda não compreendeu o pesadelo que é a atual administração da política monetária. O fato é que o Banco Central do Brasil decide quanto o Tesouro Nacional irá pagar em termos de juros e encargos da dívida pública. Custe o que custar.</p>
<p>Seus dirigentes, muitos conhecidos por possuírem históricos vínculos profissionais com o mercado financeiro, possuem uma equação que legitima tal postura: a da meta de inflação. Creio que o tal produto potencial não pode nem merecer uma linha de discussão. Quanto à meta de inflação, penso que essa sim é a vaca sagrada da legitimação da administração ruinosa da política monetária. E agora irão lutar para &#8220;manter&#8221; o grau de investimento. Custe o que custar.</p>
<p>O BC brasileiro não consegue nem mesmo fazer um trade-off razoável entre emprego formal, desempenho da economia e inflação módica? Que pelo menos não confunda poder de mercado com pressão de demanda. A média das taxas básicas de juros nominais dos países está na casa de um dígito. Até o FMI, conhecido internacionalmente como um anexo do Tesouro norte-americano, vem recomendando políticas keynesianas.</p>
<p>Ao manter uma das taxas básicas de juros mais elevadas do planeta, o real se aprecia em relação ao dólar e os especuladores ganham um seguro espaço de acumulação do capital. Enquanto isso, 49% dos trabalhadores brasileiros encontram-se desempregados ou na informalidade e a economia cresce abaixo de suas possibilidades.</p>
<p>Na crise cambial do 1998, o governo brasileiro queimou 50 bilhões de dólares para manter o real supervalorizado. Naquele momento, o FMI, sob a orientação do governo Clinton, apoiou a reeleição de FHC. Não é preciso dizer quem pagou a conta daquele jantar.</p>
<p>Será que Lula irá permitir que a história se repita como tragédia e farsa? Eis uma questão instigante.</p>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/meirelles-tem-as-maos-poder-e-autonomia-mais-do-que-suficientes-para-sabotar-o-desenvolvimento-do-brasil-e-as-eleicoes-de-2010/comment-page-1/#comment-1023</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 15:31:24 +0000</pubDate>
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		<description>Heldo,
hoje mesmo os ortodoxos acham que a velocidade de circulação da moeda não é constante.
hoje, o mainstream ortodoxo acha que a moeda é endógena em uma economia aberta.
portanto, a questão da inflação não é a teoria quantitativa da moeda, mas basicamente o mercado de trabalho.
abraços,
Gustavo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Heldo,<br />
hoje mesmo os ortodoxos acham que a velocidade de circulação da moeda não é constante.<br />
hoje, o mainstream ortodoxo acha que a moeda é endógena em uma economia aberta.<br />
portanto, a questão da inflação não é a teoria quantitativa da moeda, mas basicamente o mercado de trabalho.<br />
abraços,<br />
Gustavo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Heldo Siqueira</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/meirelles-tem-as-maos-poder-e-autonomia-mais-do-que-suficientes-para-sabotar-o-desenvolvimento-do-brasil-e-as-eleicoes-de-2010/comment-page-1/#comment-1021</link>
		<dc:creator>Heldo Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 14:03:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=2114#comment-1021</guid>
		<description>Gustavo,

acho que a questão fundamental, e que não é abordada pelos &quot;teóricos&quot; é que a tal da &quot;velocidade de circulação da moeda&quot; não é um parâmetro (como dizia um professor meu, parâmetro é o que fica parado). Ela não é fixa e não existe nenhuma razão econômica para supor que é! Aliás, para os bancos comerciais, a maior parte da estrutura de passivos é de curto (curtíssimo) prazo, de forma que aumentar ou reduzir a alavancagem é uma operação que não dura mais que alguns dias...

Cada vez que o BC aumenta absurdamente a taxa de juros, os bancos diminuem sua alavancagem e quando a taxa de juros torna a cair, o novo aumento é mais demorado (o que explica o spread e sua &quot;insistência&quot; em não baixar). A questão é que os preços diminuem relativamente mais que a taxa de juros. Aí os agentes resolvem reter mais moeda e, procuram menos ativos reais. Assim, temos um novo ponto de equilíbrio e uma nova &quot;taxa natural de desemprego&quot;, maior que a anterior. (como a &quot;fenomenal&quot; inflação de 2006, que foi abaixo da meta e sepultou o foco de crescimento de 2005)

Quando a economia volta a se aquecer, com um desemprego natural mais elevado, a pressão inflacionária volta a uma taxa de juros acima da anterior. O que, para os &quot;brilhantes&quot; economistas do BC, deve funcionar como um freio para as diminuições da taxa de juros (e eventualmente é um argumento para aumentos na mesma).

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo,</p>
<p>acho que a questão fundamental, e que não é abordada pelos &#8220;teóricos&#8221; é que a tal da &#8220;velocidade de circulação da moeda&#8221; não é um parâmetro (como dizia um professor meu, parâmetro é o que fica parado). Ela não é fixa e não existe nenhuma razão econômica para supor que é! Aliás, para os bancos comerciais, a maior parte da estrutura de passivos é de curto (curtíssimo) prazo, de forma que aumentar ou reduzir a alavancagem é uma operação que não dura mais que alguns dias&#8230;</p>
<p>Cada vez que o BC aumenta absurdamente a taxa de juros, os bancos diminuem sua alavancagem e quando a taxa de juros torna a cair, o novo aumento é mais demorado (o que explica o spread e sua &#8220;insistência&#8221; em não baixar). A questão é que os preços diminuem relativamente mais que a taxa de juros. Aí os agentes resolvem reter mais moeda e, procuram menos ativos reais. Assim, temos um novo ponto de equilíbrio e uma nova &#8220;taxa natural de desemprego&#8221;, maior que a anterior. (como a &#8220;fenomenal&#8221; inflação de 2006, que foi abaixo da meta e sepultou o foco de crescimento de 2005)</p>
<p>Quando a economia volta a se aquecer, com um desemprego natural mais elevado, a pressão inflacionária volta a uma taxa de juros acima da anterior. O que, para os &#8220;brilhantes&#8221; economistas do BC, deve funcionar como um freio para as diminuições da taxa de juros (e eventualmente é um argumento para aumentos na mesma).</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ** DEBATE VI ** Os juros são um péssimo instrumento de combate à inflação. Um ótimo instrumento é o câmbio estável, porém competitivo &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/05/meirelles-tem-as-maos-poder-e-autonomia-mais-do-que-suficientes-para-sabotar-o-desenvolvimento-do-brasil-e-as-eleicoes-de-2010/comment-page-1/#comment-1022</link>
		<dc:creator>** DEBATE VI ** Os juros são um péssimo instrumento de combate à inflação. Um ótimo instrumento é o câmbio estável, porém competitivo &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 13:09:30 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do ... [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do &#8230; [...]</p>
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