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Blog do Desemprego Zero

Juros e superávit altos

Escrito por Imprensa, postado em 21 dEurope/London maio dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

O educador Dermeval Saviani, afirma que há necessidade de priorizar a qualidade do ensino, dar apoio financeiro às cidades com piores índices na educação. E também diz que o serviço da dívida aumentaria com os juros altos e se acrescentar a isso a elevação do superávit, não haverá aumento de arrecadação que resolva o problema da falta de recursos na saúde.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Zé Dirceu

Por José Dirceu

O educador Dermeval Saviani, professor da Faculdade de Educação da Universidade de Campinas (Unicamp) e especialista em políticas públicas da área, concedeu entrevista publicada ao Estadão onde analisa o primeiro ano do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).

Entre os acertos, Saviani aponta a priorização da qualidade do ensino, do magistério e o apoio técnico, com incentivo financeiro, às cidades com piores índices na educação. Mas, ele observa que faltam plano de carreira para manter o educador e outras ações que, em resumo, necessitam de um investimento maior – e a longo prazo – na educação nacional.

A questão é como garantir recursos para as demandas da Educação, Saúde e Meio Ambiente – só para citar três áreas na ordem do dia – com a intenção de elevar o superávit para 5% e a boataria que emana do Banco Central (BC) de aumentar os juros em mais 2,5% até o final do ano, para levar em conta os “desejos e expectativas” do mercado.  

O serviço da divida interna só aumentará com essa alta dos juros e, se acrescermos a isso a elevação do superávit, não haverá aumento de arrecadação que resolva o problema da falta de recursos na saúde, por exemplo, que necessita R$ 5 bi. Isso sem contar os R$ 10 bi a mais necessários, caso a emenda 29, que destina recursos para o setor, seja aprovada; mais o recente aumento dos servidores, assinado pelo presidente Lula; e o buraco que ficou com o fim da CPMF.

Como vemos, leitores, voltamos para o mesmo lugar. Não há como continuar investindo no básico -  educação, saúde, meio ambiente e justiça -  se os juros sobem e, pior, o superávit também. Não há causa que justifique isso. Nem o temor de uma inflação maior, ou mesmo o tão desejado e necessário estímulo às exportações e à inovação.



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