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Blog do Desemprego Zero

Imprensa insiste que dinheiro foi desviado do BNDES

Escrito por Imprensa, postado em 12 dEurope/London maio dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

A imprensa insiste que o dinheiro foi desviado do BNDES. De fato, o dinheiro foi emprestado pelo banco  ao município de Praia Grande, administrado por Alberto Mourão (PSDB), que obteve financiamento de R$ 130 milhões no BNDES, para obras no município. A empreiteira Termaq Terraplenagem Construção Civil e Escavações Ltda foi contratada pelo município para a realização das obras, com o dinheiro do empréstimo. O dinheiro desviado da prefeitura era coberto por notas fiscais frias emitidas pela Progus Consultoria e Assessoria, como se ela estivesse prestando algum tipo de serviço ao município, referente a estas obras. O dinheiro pago pelas notas frias é que ia para o bolso dos recebedores da propina. O prejuízo é do município que terá de pagar ao banco o empréstimo. Entretanto, a imprensa prefere falar mal do BNDES, por ser um órgão federal. Só ao final do texto é que se fala da prefeitura, a verdadeira vítima da safadeza. Leia abaixo.

Publicado originalmente no Estadão

Por Fausto Macedo

PF tem planilha que inclui Paulinho em divisão de propina

Anexada ao inquérito policial, lista indica que R$ 216 mil desviados do BNDES teriam ido para o deputado

Um rascunho em folha de papel sulfite indica o destino que teria sido dado a R$ 2,6 milhões – parte do dinheiro desviado do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pelo grupo desarticulado pela Operação Santa Tereza da Polícia Federal.

A planilha, juntada aos autos do inquérito policial que investiga lobistas, empresários, advogados e servidores públicos, indica o nome Paulinho como o destinatário de R$ 216 mil. Paulinho é “possivelmente” o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força, afirma a PF em relatório de investigação que enviou à Justiça Federal.

O papel que reforça a suspeita de ligação do parlamentar com o suposto esquema de fraudes com recursos do BNDES foi encontrado na manhã de 24 de abril – quando a Operação Santa Tereza foi deflagrada -, em uma sala da Progus Consultoria e Assessoria, situada à Alameda Santos, Jardins, em São Paulo.

A Progus pertence ao empresário Marcos Vieira Mantovani, apontado pela Procuradoria da República como o consultor da organização criminosa e parceiro de João Pedro de Moura, amigo e ex-assessor de Paulinho. Mantovani e Moura estão presos em caráter preventivo na Custódia da PF. Eles não prestaram depoimento no inquérito, sob a proteção do direito constitucional de só falar em juízo.

Os investigadores da Polícia Federal consideram indiscutível que o manuscrito, datado de 21 de janeiro, foi elaborado por Mantovani – eles compararam sua letra lançada em outros documentos recolhidos na Progus e concluíram que a caligrafia é a mesma. A planilha Progus é mais um avanço da PF na direção de Paulinho da Força.

O documento teve peso fundamental no requerimento da Procuradoria da República ao Supremo Tribunal Federal para abertura de investigação sobre o parlamentar, citado em escutas telefônicas da quadrilha como suposto beneficiário de propinas. Na semana passada, acolhendo requerimento da procuradoria, o juiz federal Marcio Ferro Catapani enviou os autos ao STF.

TRÁFICO

A Operação Santa Tereza nasceu para combater o tráfico de mulheres a partir da boate WE, prostíbulo paulistano freqüentado por empresários, policiais e políticos. Seu proprietário, Manuel Bastos, o Maneco, está foragido. Alvos da escuta federal, Maneco e seus parceiros acabaram revelando detalhes sobre outra atividade ilícita, a que envolve desvios de recursos do BNDES.

A PF começou a investigar essa etapa do esquema em dezembro. Descobriu que a quadrilha infiltrou agentes no banco estatal e em administrações municipais. Também constatou que a cúpula da organização mantém laços estreitos com a Força Sindical e com o PDT.

Além de Paulinho, presidente estadual do partido, é mencionado nos grampos José Gaspar, vice-presidente do PDT.

A PF avalia ter provas cabais de fraudes em pelo menos três contratos de financiamento do BNDES com a Prefeitura de Praia Grande e as Lojas Marisa, que somam quase R$ 400 milhões.

Segundo a PF, a administração Alberto Mourão (PSDB), de Praia Grande, obteve financiamento de R$ 130 milhões no BNDES. A empreiteira Termaq Terraplenagem Construção Civil e Escavações Ltda. foi contratada para obras naquele município com o dinheiro do banco estatal. Os desvios eram cobertos por notas fiscais frias emitidas pela Progus.

Os investigadores suspeitam que as fraudes no BNDES foram viabilizadas a partir da atuação do lobista João Pedro de Moura. Ex-conselheiro do BNDES, cargo que ocupou por indicação da Força Sindical durante 5 anos, até agosto de 2007, Moura ainda circulava pelos corredores da instituição e também pelos gabinetes de administrações municipais interessadas em captar verbas públicas para obras que nem sempre saíam do papel.

O lobista foi substituído no BNDES pelo advogado Ricardo Tosto, também citado nas investigações da Polícia Federal. A Procuradoria da República denunciou 13 acusados e pediu a prisão preventiva da organização. Apenas quatro suspeitos estão presos.

Antonio Rosella, advogado de Paulinho, repeliu a suspeita da PF sobre o deputado. “É interpretação de um terceiro, quem interpretou deve estar interpretando porque quer interpretar o que quer”, disse Rosella. “Então, interpretou o que ele quis. Só que não é verdade.”

Para o advogado, insinuar que Paulinho recebeu propina “é uma loucura, um absurdo”. Rosella acentuou que não conhece o documento apreendido pela PF, do qual consta o nome Paulinho. “Não conheço a origem, não posso responder por algo que não é verdade.”



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2 Respostas para “Imprensa insiste que dinheiro foi desviado do BNDES”

  1. Irapuan falou:

    Mesmo depois de falar (brevemente) da Prefeitura, a matéria ainda insiste: “Os investigadores suspeitam que as fraudes no BNDES…”
    Induzem o leitor a pensar que houve fraudes dentro do Banco, o que presume corrupção de funcionários, ausência de controles internos/externos, desmandos.
    Pô! Que saco! Bando de jornalistas-canalhas!

  2. Gustavo dos Santos (meus artigos clique) falou:

    Caro Irapuan,
    agradecemos o comentário. De fato, você tem razão, parece estar havendo um complô contra o BNDES, como já houve nos últimos meses em relação a outras instâncias do governo. Só faço uma ressalva, os jornalistas seguem a linha de seus editores…
    Resta saber se isso tem relação com o fato do banco ser um dos principais gestores do PAC da Ministra Dilma e ou para desviar a opinião pública da grande escorregada cometida pelo Meirelles com o inusitado e sem qualquer razão aumento dos juros.
    abraços

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