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Blog do Desemprego Zero

Helio Costa crê que investir em novas tecnologias é dar acesso ao conhecimento

Escrito por Imprensa, postado em 5 dEurope/London maio dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

“A atual política nacional de telecomunicações deve investir em um novo ciclo de desenvolvimento, mais virtuoso que o anterior, que é o acesso ao conhecimento.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Projeto Brasil

Por: Lilian Milena

Em 1996 o governo Fernando Henrique Cardoso privatizou o sistema Telebrás obtendo R$ 130 bilhões em investimentos privados nos dez anos que se seguiram. A ação promoveu um “ciclo virtuoso” e “bem-sucedido”, na opinião do atual ministro das comunicações, Hélio Costa.

No entanto, apesar do bom momento, Costa acredita que a atual política nacional de telecomunicações deva investir em um “novo ciclo de desenvolvimento, mais virtuoso que o anterior (…), que é o acesso ao conhecimento”, declarou.

O Ministério das Comunicações expediu um documento reconhecendo que “para possibilitar o atendimento da diversidade de demandas nacionais, levando ao desenvolvimento sustentado do país, serão necessárias ações conjuntas dos agentes econômicos e do Estado”.

Essas ações incluem a ampliação dos sistemas de transmissão de dados e investimentos em convergência digital na telefonia, facilitando o acesso da população à telefonia móvel, por exemplo.  

Segundo dados do governo, em todos os municípios do país (cerca de 5,6 mil) há rede de telefonia fixa. Já a telefonia móvel celular alcança perto de 3,7 mil cidades. Por conta disso, Hélio Costa prometeu que até 2010 os outros 1,8 mil municípios receberão atendimento similar, graças à licitação de 3G realizada em dezembro passado.

Para tanto, o modelo de plantas de telefones fixos deverá ser atualizado para atender a realidade atual – a perda da competitividade nos últimos anos desse setor para o móvel se dá, segundo o ministro, pela “comodidade e flexibilidade da voz móvel, além do custo incomparável”.

Nos próximos dez anos o governo espera que o “eixo seja o acesso em banda larga” e a “oferta convergente de serviços de voz, dados e vídeo” esteja acessível em todo o país.

 



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