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Blog do Desemprego Zero

ÉTICA PROFISSIONAL por Maria de Fátima de Oliveria

Escrito por NOSSOS AUTORES, postado em 16 dEurope/London maio dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

*Por Maria de Fátima de Oliveira

Na relação cotidiana com as pessoas, seja na família, na sociedade ou no trabalho, às vezes nos defrontamos com problemas nos quais está em jogo a questão do “certo” e do “errado”. “Devo cumprir a promessa que fiz ontem a meu amigo, embora hoje reconheça que tal cumprimento pode me acarretar problemas?” – “Devo avisar meu chefe sobre o projeto de sabotagem contra a empresa, que um colega me revelou em confiança?” Estas e outras questões nos levam a entrar em contato com problemas morais, os quais fazem parte das relações humanas em todas as sociedades.

Em tais situações, as pessoas se defrontam com a necessidade de pautar sua conduta por normas que são consideradas corretas e dignas de ser cumpridas. Essas normas são aceitas intimamente e consideradas obrigatórias. Nestes casos, dizemos que o ser humano age moralmente, ou seja: ele toma atitudes que são o resultado de uma decisão refletida, e não meramente espontânea, segundo princípios que regem sua conduta em sociedade.

São esses princípios e normas, vigentes em todas as culturas, que constituem o campo da Ética.

Mas o que é a Ética? Para nos atermos a uma definição acessível, vejamos a que nos é dada pelo Dicionário Aurélio. Ética: “Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”.

Noutras palavras, “a ética é a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade”, na definição de Adolfo S. Vasquez.

Se os princípios éticos se aplicam à conduta moral dos seres humanos em sociedade, há uma ética própria que rege as relações no mundo do trabalho. Tais relações, múltiplas e variadas, envolvem não apenas o trabalhador e os dirigentes da empresa, mas também os trabalhadores uns com os outros, com os que lhes estão subordinados e com o público em geral.

Os princípios básicos da convivência humana, como o respeito mútuo, a lealdade, a manutenção do sigilo quando necessário, o reconhecimento de que o outro tem direitos iguais aos nossos, são as bases para o relacionamento harmonioso entre qualquer grupo social, com ênfase no universo do trabalho.

Estes princípios são válidos para todos, notadamente para os que lidam com a administração pública, e são responsáveis pelo bom andamento da “pólis”. E o Brasil seria outro, se, desde os primórdios, políticos e administradores tivessem consciência de que não são os donos do país e seus recursos, mas tão somente gestores do patrimônio de todos. Está na hora, portanto, de acordar o gigante, “deitado eternamente em berço esplêndido”, para que todos os seus filhos, das elites dirigentes à população como um todo, tomem consciência dessa ética social e ajam de acordo com ela.

Que assim seja!

* Maria de Fátima de Oliveira: natural do Ceará, veio para o Rio aos 26 anos, filiada a uma instituição religiosa. Na PUC-Rio, fez Licenciatura em Filosofia e Mestrado em Educação. Começou a trabalhar na área de jornalismo em 1976, na Pesquisa do Jornal do Brasil. Depois, na Secretaria de Comunicação Social do ex-BNH e, por último, na TVE. É autora de poemas, letras de cânticos religiosos e do livro inédito Labirintos de Areia.

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Contato: oliveirafatima13@gmail.com



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Uma Resposta para “ÉTICA PROFISSIONAL por Maria de Fátima de Oliveria”

  1. Solange A. Silva falou:

    A ética é essencial para o convívio pacífico e o relacionamento equilibrado entre os colaboradores de uma Organização. Em tempos de competitividade agressiva e individualismo exacerbado, valores como lealdade, responsabilidade, honestidade e solidariedade devem ser maximizados e praticados com dedicação religiosa. O assunto é muito rico e uma reflexão é requisito básico para todo o leitor do artigo.
    Creio que o assunto ética deve ser levantado nas reuniões departamentais, nas faculdades e nos sindicatos, e deve fazer parte dos códigos de conduta das empresas.

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