Burocracia tributária prejudica crescimento
Escrito por Imprensa, postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“Apesar da fase positiva da economia brasileira, o diretor do Banco Mundial para o Brasil, John Bricoe, sustenta que problemas estruturais estão impedindo que o crescimento do PIB cresça de forma sustentável, os encargos tributários e a burocracia de recolhimentos precisam ser revistos.”
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Projeto Brasil
Por: Lílian Milena
Do que o Brasil precisa para conduzir a reforma tributária? “Maturidade política”. Essa é a visão do diretor do Banco Mundial para o Brasil, John Bricoe.
Apesar da fase positiva da economia brasileira, o diretor sustenta que problemas estruturais estão impedindo que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) cresça de forma sustentável.
Para o diretor, as reformas tributárias e previdenciárias devem fazer parte de um plano que viabilize a sustentabilidade brasileira. Além disso, os encargos tributários e a burocracia de recolhimentos precisam ser revistos.
Bricoe comparou o sistema brasileiro aos de outros países: “São quase 40% do PIB em comparação aos 20% dos concorrentes do Brasil”. Ainda segundo o representante do Banco Mundial, o sistema se tornou tão complexo e difícil, que até ele próprio tem dificuldades para entender todas as leis do setor.
O especialista vê que o problema da reforma não está na falta de conhecimento técnico, mas sim de medidas que dizem respeito a forma como essas mudanças devem ser implementadas, ou seja, “quem vai perder, quem vai ganhar e como fazer um caminho” que leve o país a ter uma tributação mais eficiente. “Esse é um problema que precisa de maturidade política, porque é um processo altamente político e muito menos técnico”, declarou.
Em fase de aprovação
“Está no forno”, foi a reposta do presidente do Senado, Garibaldi Alves, sobre o atual andamento da reforma tributária. É possível, segundo o senador, que a proposta seja aprovada ainda neste ano na Casa. Para tanto, o projeto precisará antes ser validado pela Câmara até o final desse semestre.
Garibaldi disse que já existe uma comissão especial formada por senadores que tem um relatório sobre a reforma; esse documento agilizaria a análise do projeto que aguarda aprovação na Câmara dos Deputados.
Com Informações da Agência Brasil










