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Blog do Desemprego Zero

A nova política industrial

Escrito por Imprensa, postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Veja no artigo abaixo e acompanhe as constatações que Nassif faz sobre a política industrial e afirma que ela não compensa a apreciação cambial.

Por Katia Alves

Por Luis Nassif

Publicado no Blog do Nassif

Vamos aguardar a divulgação dos dados finais sobre a política industrial.

Algumas constatações prévias:

1. A tal política industrial não compensa a apreciação cambial. O câmbio interfere em todos os preços da economia. Afeta empresas grandes e pequenas. No quadro atual, praticamente todos os setores estão (ou serão em breve) afetados pela competição com produtos chineses, devido à violenta apreciação do real. Políticas industriais, quase sempre, beneficiam setores de grandes e médias empresas.

2. O PAC avançou em várias medidas (que estavam pendentes) de desoneração de investimentos. Não há muito mais a se pensar. O estoque passa pela depreciação acelerada (poder abater do Imposto de Renda de forma mais rápida que o habitual), e isenção de alguns tributos.

3. Não dá para falar  em perdas tributárias com as medidas. Nessa conta, em geral calcula-se quanto as empresas deixariam de pagar com os impostos perdoados, mas não se contabilizam os ganhos com outros tributos, ou outros setores, com o crescimento maior decorrente da desoneração.

4. Há tempos existem duas linhas de pensamento em relação a políticas de competitividade (termo mais adequado que política industrial). Aquela que advoga que as medidas devem ter caráter horizontal (beneficiando o ambiente econômico como um todo). E os defensores do velho modelo, de políticas com benefícios setoriais. O segundo modelo é politicamente atraente para o governo – não necessariamente para o pais.

5. É importante a desoneração da folha salarial do setor de informática. É medida de competitividade. Mas não se pode jogar mais uma vez a conta nas costas do INSS. Deveria haver algum mecanismo que direcionasse obrigatoriamente os demais tributos pagos pelo setor para fechar a conta aberta no INSS com a desoneração da folha.



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