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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 27th, 2008

A concentração na economia

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A estrutura de pequenas e medias empresas é essencial não apenas para garantir emprego e distribuição da renda, fortalecimento do mercado de consumo como agentes de inovação – desde que o segmento receba o apoio de políticas públicas adequadas. E a grande empresa tem importância como agente de inovação e de modernização da cadeia produtiva.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

O modelo econômico que sempre esteve na cabeça de Fernando Henrique Cardoso era de uma economia aberta, sendo conduzida por grandes corporações associadas ao capital externo. Clique aqui.

Abordo isto no meu livro “Os Cabeças de Planilha”, falo da importância da grande empresa como agente de inovação e de modernização da cadeia produtiva. Mas mostro, também, o lado reverso do processo: a concentração se deu em cima do esmagamento de pequenas, micro e medias empresas, através da segregação do mercado de crédito. Enquanto as grandes tinham acesso a dólares baratos, as pequenas e médias tinham acesso ao crédito em reais ou do BNDES – em um período em que as taxas do banco explodiram

O resultado está em um bom material de Cristiane Barbieri, na “Folha”, mostrando que as dez maiores companhias brasileiras aumentaram de 6,3% para 20% sua participação no PIB de 1998 para cá. Leia o resto do artigo »

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A economia bem-temperada de Wilson Cano

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Wilson Cano, professor da Unicamp e um dos mais respeitados economistas do país, foi contemplado com o Prêmio de Pesquisador Emérito 2008, concedido pelo CNPq.

Para homenageá-lo, o Jornal da Unicamp publicou um pequeno relato sobre a sua trajetória acadêmica na instituição, além de relatar um pouco sobre sua vida.

A obra acadêmica de Wilson Cano contribuiu, e ainda contribui, sobremaneira para o pensamento econômico crítico no Brasil. Como cepalino e furtadiano, Cano sempre ofereceu uma análise sólida do (sub)desenvolvimento brasileiro…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Jornal da Unicamp

Por Clayton Levy

Professor do Instituto de Economia acaba de receber do CNPq o prêmio de Pesquisador Emérito 2008

Traz os ingredientes na ponta da língua: frango, arroz, camarão, tomate, alho, pimentão. A receita é herança dos pais, imigrantes espanhóis que se conheceram no Brasil e aqui tiveram seis filhos. Ele é o caçula, e também o único a ter entrado para a universidade. Mas não se engane imaginando que o prato principal se limite à iguaria valenciana. Uma conversa com Wilson Cano pode ser tão ou mais saborosa que a paella que costuma preparar no fogão a lenha de sua casa, onde gosta de receber amigos para relembrar episódios e evocar personagens que povoam uma carreira acadêmica das mais produtivas, cujo brilho acaba de ser reconhecido com o prêmio de Pesquisador Emérito 2008, concedido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Docente chegou à Unicamp há 40 anos

Escolha uma época, qualquer uma da história recente brasileira, e ele encaixará um caso, descreverá cenários, fará desfilar os protagonistas. Sem papas na língua, também tecerá uma análise crítica com fundamentos históricos, sociais e políticos. Revelará detalhes como quem descasca uma cebola e emitirá opiniões quase sempre apimentadas, espalhando um aroma intelectual dos mais refinados, que só faz abrir o apetite de quem está por perto.

Da infância modesta no Tucuruvi, em São Paulo, onde chegou a trabalhar como office-boy, aos bastidores da política nacional, onde aguçou sua antena socialista e consolidou sua visão de mundo, Cano firmou-se como uma espécie de mestre-cuca da economia. Conhece os ingredientes para a estabilidade social tão bem quanto os erros que podem desandar o processo de crescimento. “A China está pondo o mundo de pernas para cima, mas é bom lembrar que o impacto disso no Brasil não vai além de um efeito exógeno, que amanhã pode passar”.

O tom cordial da conversa não esconde a crítica aguda, que atravessa um tema após o outro sem poupar personagens ou omitir fatos. “Uma economia subdesenvolvida não pode ser escancarada para o capital internacional”; “o Lula ouve conselhos do Delfin (Neto, ex-ministro da Fazenda), mas acata as diretrizes do Meireles (Henrique, presidente do Banco Central); “a reforma agrária era uma das principais bandeiras do governo, mas caiu no esquecimento”; “esquerda? que esquerda? cada vez vejo menos gente de esquerda em Brasília”.

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Os custos da “independência” do Banco Central

Postado em 27 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Rodrigo L. Medeiros *

 

Entre as máximas da finança ortodoxa, seguramente nenhuma é mais anti-social que o fetiche da liquidez, a doutrina que diz ser uma das virtudes positivas das instituições investidoras concentrar seus recursos na posse de valores ‘líquidos’. A finalidade social do investimento bem orientado deveria ser o domínio das forças obscuras do tempo e da ignorância que rodeiam o nosso futuro. Não há evidência clara que a política de investimento socialmente mais vantajosa coincida com a mais lucrativa (KEYNES, 1982, Capítulo 12, V) [I].

 

O Banco Central do Brasil, em seu relatório de mercado, o Boletim Focus, de 23 de maio de 2008, aponta no sentido de déficits nas transações correntes para 2008 e 2009. Além disso, ele aponta também no sentido do viés de alta para a taxa básica de juros, a Selic: 13,50% a.a. para o final de 2008.

Não é preciso muito esforço para se perceber quais os efeitos negativos reais na economia brasileira. Câmbio valorizado acima do diferencial de produtividade do Brasil em relação aos seus principais parceiros comerciais só pode mesmo gerar perda de competitividade e desinvestimento [II]. A elevação dos juros impacta na formação bruta de capital (investimento produtivo), que tem girado abaixo dos 18% do PIB brasileiro. Abaixo, portanto, dos 25% necessários para que se ingresse em um ciclo virtuoso de crescimento sustentado.

Investimentos produtivos são contidos pelo viés de alta dos juros e, conseqüentemente, a precarização das relações de trabalho (desemprego mais subemprego), hoje realidade para 49% da população economicamente ativa brasileira, não é combatida de forma eficaz [III]. O governo do presidente Lula, por sua vez, aposta na nova política industrial para compensar o pesadelo que é a administração da política monetária vigente. Seria melhor se o bom senso prevalecesse. Leia o resto do artigo »

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