Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008
O Correio da Cidadania entrevistou Guilherme Delgado, economista do IPEA e membro da Comissão Brasileira de Justiça e Paz, e conversou com ele sobre os principais assuntos econômicos que estão circulando no momento.
‘Investment Grade’ na visão de Delgado, os capitais que entram no país têm uma tradição de ir e vir na hora que quiserem, levando bons rendimentos. Em relação ao Fundo Soberano, diz que é parte de uma briga interna do Ministério da Fazenda com o Banco Central e a Política de Desenvolvimento Produtivo em sua opinião apresenta medidas positivas.
Por Katia Alves
Escrito por Valéria Nader
Publicado originalmente no Correio da Cidadania
Primeiro foi o ‘Investment Grade’, gloriosamente anunciado pelos noticiários econômicos, em meio ainda às incertezas que cercam a economia internacional desde a explosão do mercado de hipotecas nos EUA. Uma pessoa qualquer que tivesse nesse dia chegado ao país e assistido aos jornais das grandes redes, muito provavelmente imaginaria ter desembarcado direto no paraíso.
Mal passados alguns dias, lança-se em grande estilo a Política de Desenvolvimento Produtivo, a partir da desoneração fiscal de vários setores e suporte financeiro do BNDES. Anuncia-se ainda a criação de um Fundo Soberano, para investimentos e apoio a empresas brasileiras no exterior, a ser financiado com o aumento do superávit primário (receitas menos despesas, exceto juros).
Recauchutagem de programas anteriores que rastejam ou ficaram esquecidos, ausência de especificações de critérios concretos de desempenho de setores que irão receber subsídios fiscais, todas essas são questões que, por óbvias, vêm sendo marteladas pelos colunistas da grande mídia. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Márcio Pochmann, presidente do IPEA, afirma que a CPMF era um imposto moderno e declara que o sistema de imposto de renda deve passar por mudanças. Os pobres no Brasil pagam 44%, em proporção do rendimento, em impostos e outras contribuições, contra 23% que os 10% mais ricos do país pagam. De cada R$ 3 que o governo arrecada, apenas R$ 1 fica para ele exercer suas funções. Os mais pobres do Brasil suportam uma carga tributária bastante mais pesada do que os mais ricos, e para Pochmann a reforma tributária enviada pelo governo ao Congresso não ajudará a reduzir a desigualdade.
Por Katia Alves
Publicado originalmente no Diário Digital
O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, afirmou que a CPMF era um imposto moderno e que conversava com futuro, “uma vez que conseguia taxar uma riqueza imaterial, que é a que circula no mercado”.
Quanto ao atual sistema do imposto renda defende mudanças, afirmando que é preciso haver mais faixas de alíquota e que o atual sistema de duas faixas (15% e 27,5%) não é o ideal, já que a primeira seria muito alta e a última muito baixa. Pochmann disse que nos outros países há até cinco faixas, o que também teria ocorrido durante o regime militar brasileiro: – Tínhamos um sistema melhor – lamentou ele, acrescentando que poderia haver faixas de até 40% a 50%.
Os pobres no Brasil pagam 44%, em proporção do rendimento, em impostos e outras contribuições, contra 23% que os 10% mais ricos do país pagam, a desigualdade resulta da política fiscal. Embora uma décima parte dos mais pobres não pague Imposto de Renda, essa faixa da população consome bens com alta carga de impostos indiretos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008
O fundo soberano fará com que o BNDEs financie empresas brasileiras que tenham projetos internacionais, poderá enxugar dólares do mercado interno, valorizando o real e também aumentar a rentabilidade da aplicação dos ativos financeiros, numa referência às reservas já mantidas pelo Banco Central. O fundo soberano também usará o excedente das reservas nacionais para a criação de uma poupança interna para momentos de crise de arrecadação.
Por Katia Alves
Por Gabriela Mascarenhas
Publicado originalmente em PT na camara
O fundo soberano anunciado pelo governo esta semana vai capitalizar o BNDES no exterior, para que o banco possa financiar empresas brasileiras em seus projetos internacionais. Terá como objetivo, em primeiro lugar, apoiar projetos de interesses estratégicos do país no exterior, explicou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
Segundo o ministro, servirá também para enxugar dólares do mercado interno, o que poderá ter efeito na valorização do real. O fundo será ainda instrumento para conter o aumento dos gastos públicos, já que esses recursos não serão aplicados em território nacional.
Mantega afirmou que os recursos serão formados por uma parcela do que exceder do superávit primário, hoje em 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de bens e serviços produzidos no país). Em entrevista, Mantega disse que o fundo soberano atua no exterior, retirando os dólares de dentro (do país) para impedir a valorização maior da moeda.
Outro objetivo importante é ampliar a rentabilidade da aplicação dos ativos financeiros, numa referência às reservas já mantidas pelo Banco Central. “As reservas, por sua própria natureza – porque elas têm que dar cobertura cambial ao país – têm de ser aplicadas de forma conservadora – como o são. E, portanto, o rendimento delas costuma ser menor. Porém, o que estamos falando é de um excedente para além das reservas. As reservas continuarão e nós teremos um excedente, que será aplicado de forma mais rentável”, explicou Mantega. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Neste domingo entregou-se à polícia colombiana a guerrilheira Nelly Ávida, conhecida como Karina. Esse acontecimento representa uma vitória para o governo de Álvaro Uribe.
Por Katia Alves
Publicado originalmente no Estadão
Por Reuters
‘Karina’ comandava uma divisão da guerrilha no noroeste do país e é a mulher de mais alto escalão no grupo
Karina é acusada de ter cometido assassinatos e seqüestros
Uma das principais comandantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), a guerrilheira Nelly Ávila Moreno, conhecida como Karina, se entregou à polícia colombiana no Departamento de Antioquia no domingo, 18. A líder rebelde comandava a “frente 47″ da guerrilha e era considerada a mulher de mais alto escalão dentro do grupo rebelde e é acusada de uma série de assassinatos e seqüestros.
Segundo o correspondente da BBC em Medellín, Jeremy McDermott, a rendição de Karina representa uma vitória para o governo de Álvaro Uribe. Há duas semanas, Uribe enviou uma mensagem pública à Karina, garantindo que ela estaria segura caso se entregasse. De acordo a BBC, Karina é lembrada pelas crueldades cometidas contra moradores de Antioquia, ao noroeste do país. Segundo o correspondente, muitos moradores, comerciantes e fazendeiros sofreram com a extorsão, seqüestros e assassinatos realizados pela líder rebelde. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008
Diversos setores da economia aguardam melhoras com o Investment Grade. Espera-se que os investidores sejam mais de longo prazo, que é o perfil, entre outros casos, dos investidores em Fundos de Investimento em Direito Creditório (FIDC). Mas deve ser ter cuidado, a novidade do ‘Investment Grade’ nas operações financeiras internacionais poderá aumentar valorização do câmbio devido a maior entrada de dólares e ocasionará maior inibição das exportações, não diminuindo o déficit em conta corrente.
Por Katia Alves
Por Angela Ferreira
Publicado originalmente no Gazeta Mercantil
A melhora na política econômica brasileira, a boa manutenção macroeconômica frente à crise internacional – promovida, principalmente, pela crise do subprime nos Estados Unidos -, e as perspectivas de um cenário positivo e crescimento para os próximos tempos foram as principais variáveis que fizeram com que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s elevasse o Brasil para o título de grau de investimento.
Com o Investment Grade, diversos setores da economia aguardam melhoras. Isto porque, com o título obtido pelo País, a tendência é que novos investidores passem a alocar seus recursos no Brasil. Um destes setores que estão aguardando novos fluxos para seus caixas é o segmento de fundos de investimentos.
Entre estes, a oportunidade pode ser muito boa para os Fundos de Investimento em Direito Creditório (FIDC). “O Investment Grade traz um novo perfil de investidores para o País. Embora a nossa economia estava e está performando bem, uma grande parcela dos investidores que aplicam no Brasil são investidores especulativos.”, analisa Patrícia Bentes, sócia-diretora da Hampton Solfise, empresa especializada em operações financeiras estruturadas. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008
“O governo não apresentará ao Congresso proposta de criação de um novo imposto nos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para arrecadar recursos a serem destinados ao setor de saúde”.
Por Katia Alves
Publicado originalmente no Estadão
Por Leonencio Nossa
Para ministro, ‘quem vai dar essa idéia é o Congresso’, mas nega responsabilidade à base para articulação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros da Coordenação Política, reunidos nesta segunda-feira, 19, no Palácio do Planalto, decidiram que o governo não apresentará ao Congresso proposta de criação de um novo imposto nos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para arrecadar recursos a serem destinados ao setor de saúde. A informação sobre o resultado da reunião foi divulgada pelo ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, responsável pela articulação política do governo. “Quem vai dar a idéia é o Congresso”, acrescentou. O ministro deu a entender que o Palácio do Planalto não transferirá aos parlamentares da base aliada a tarefa de se articularem para a criação de um eventual novo imposto.
E completou: “O governo espera que, da mesma forma que a Casa (o Congresso) aprova uma nova despesa (com a Emenda 29), que será agora apreciada pela Câmara, proponha e encontre uma nova forma de receita”, disse Múcio. Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008
A construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, vai baratear o custo da energia fornecida no país para o consumidor final.
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Portal VERMELHO
A construção da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, vai baratear o custo da energia fornecida no país para o consumidor final, na avaliação do presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim.
Tolmasquim acredita que, apesar de apenas dois grupos estarem participando da disputa pela construção da usina, cujo leilão será nesta segunda-feira (19), haverá forte concorrência, com deságio e benefícios para o consumidor.
”As nossas expectativas para o leilão de Jirau são boas. Existem dois consórcios fortes participando e a expectativa é de que haja uma boa disputa”, afirmou. A disputa será travada pelos consórcios Jirau Energia, formado pelas empresas Odebrecht e Furnas, e Energia Sustentável do Brasil, composto por Suez Energy, Camargo Corrêa e pelas estatais Eletrosul e Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). Leia o resto do artigo »
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Postado em 19 dEurope/London maio dEurope/London 2008
União Européia investiu um volume bem maior no Brasil do que na China, colocando o Brasil em terceiro lugar entre as quatro principais economias emergentes, o bloco investiu 7,1 bilhões de euros no Brasil.
Por Luciana Sergeiro
Publicado em: Portal VERMELHO
O volume de investimentos diretos da União Européia no Brasil durante o ano passado foi maior do que o recebido pela China e colocou o país em terceiro lugar entre as quatro principais economias emergentes, grupo chamado de Bric que inclui também Rússia e Índia. Dados divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Gabinete de Estatísticas da União Européia (Eurostat) mostram que o bloco investiu 7,1 bilhões de euros no Brasil em 2007. A Rússia liderou o grupo, ficando com 17,1 bilhões de euros.
A Índia, em segundo, recebeu 10,9 bilhões de euros, mais de cinco vezes os 2,5 bilhões de euros que havia recebido em 2006.
Já os investimentos diretos da União Européia na China – excluindo Hong Kong – despencaram para 1,8 bilhão de euros, ante 6 bilhões de euros em 2006, a despeito do forte interesse da mídia no país oriental, apontado como força econômica emergente na Ásia. A queda colocou a China como o destino menos preferido dos investimentos da União Européia entre as quatro grandes economias emergentes. Leia o resto do artigo »
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