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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 18th, 2008

Maior parte do investimento em C&T nos EUA vai para a área de defesa

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: Jornal da Ciência

Segundo a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), orçamento federal para P&D em 2009 terá aumento de 3,4% (4,9 bilhões) em relação ao ano passado, totalizando 147,4 bilhões de dólares.

Um recente estudo divulgado pelo diretor para política e orçamento da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), Kei Koizumi, aponta tendências que revelam as prioridades do Governo dos EUA em matéria de C&T.

Tais tendências podem ser resumidas nos seguintes aspectos, contidos na proposta orçamentária do Executivo para o ano fiscal de 2009, atualmente em tramitação no Congresso:

(a) Se aprovada a proposta, o orçamento federal para pesquisa e desenvolvimento em 2009 terá aumento de 3,4% (4,9 bilhões) em relação a 2008, totalizando 147,4 bilhões de dólares. Desse total, os programas com maior aumento real serão os de desenvolvimento de veículos espaciais (NASA) e de armamentos (Departamento de Defesa – DoD).

(b) Do total orçamentário para o setor, o DoD continuará a receber a maior parcela (80,7 bilhões de dólares). Desse valor, programas de desenvolvimento de armamentos receberão acréscimo de 6,9 por cento em relação a 2008, num total de 69 bilhões de dólares (quase metade de todo o orçamento federal para P&D). O investimento de P&D em defesa, o qual se procura justificar pelo apoio ao esforço de guerra no Iraque, mantém o DoD como a principal agência para o fomento à pesquisa neste país.

(c) As agências contempladas na Iniciativa de Competitividade da América – Instituto Nacional de Padrões Tecnológicos (NIST), Fundação Nacional de Ciências (NSF) e Escritório Científico do Departamento de Energia (DoE-SO) – terão os maiores aumentos percentuais (16,1, 15,5 e 20,7 por cento, respectivamente).

Os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) manterão o mesmo valor nominal de 2007, enquanto que outras agências terão seus orçamentos reduzidos, notadamente nos setores de agricultura, meio ambiente e monitoramento da Terra.

(d) A pesquisa relacionada à segurança interna (“homeland security”) terá acréscimo de 10,2 por cento, totalizando 5,5 bilhões, em apoio a programas de pesquisa em defesa química, defesa biológica e redução de ameaças.

(e) O apoio à pesquisa básica (57,3 bilhões) continuará a ter declínio, em termos reais, pelo quinto ano consecutivo. As disciplinas de física, astronomia e química terão ganhos reais, enquanto que ciências comportamentais, ciências da vida e biológicas e ciências da Terra tendem a ter orçamentos declinantes.

(f) O Governo seguirá priorizando iniciativas de pesquisas multidisciplinares e interagências, como a Iniciativa Nacional de Nanotecnologia (NNI) (que receberá 1,5 bilhão de dólares), a Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias de Informação e Redes (NITRD) (3,5 bilhões) e o Programa Científico sobre Mudança do Clima (CCSP) (2 bilhões). Leia o resto do artigo »

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Marina Silva rebate Lula e vê risco de retrocesso na Amazônia

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: Jornal da Ciência

Ex-ministra afirma que se considera isenta e que poderia ter coordenado o PAS. Petista, que negou que fará oposição ao governo na volta ao Senado, disse que seu sucessor é “qualificado” para vaga no Meio Ambiente.

Com a exoneração publicada no “Diário Oficial” da União e ainda sem ter conversado com o presidente Lula sobre a decisão de deixar o Ministério do Meio Ambiente, Marina Silva (PT-AC) apontou ontem (15/5) o risco de retrocesso no combate ao desmatamento na Amazônia, cujo ritmo voltou a crescer.

“É melhor ter o filho vivo em colo de outro do que vê-lo jazendo em seu próprio colo”, afirmou a ex-ministra, numa referência ao título de “mãe do PAS” (Plano Amazônia Sustentável) dado a ela por Lula na semana passada. “Não podemos aceitar nenhum tipo de retrocesso”, insistiu a petista na primeira entrevista desde que se demitiu, na terça-feira (13/5). Marina assumirá sua vaga no Senado.

Ao longo de quase duas horas de entrevista, a senadora apontou pressões contra a política de desenvolvimento sustentável da Amazônia. Os principais alvos dessas pressões seriam: 1) a exigência de licença ambiental na concessão de crédito a partir de julho; 2) a criação de novas áreas de conservação ambiental; e 3) a restrição de que os proprietários de terras na Amazônia não desmatem mais do que 20% de suas áreas.

Marina, 50, evitou prognósticos sobre a gestão de seu sucessor na pasta. Disse que Carlos Minc é um ambientalista “qualificado” para a tarefa, mas afirmou desconhecer em que termos o ex-secretário do Ambiente do Rio aceitou, por telefone, o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Conheci o Minc quando ele ainda tinha cabelo. E corre o risco de perder mais”, disse a ex-ministra sobre as dificuldades que o sucessor deve encontrar no comando do Meio Ambiente. Os obstáculos, segundo a petista, não decorrem do fato de Minc ter declarado desconhecer a Amazônia: “Eu não faria essa simplificação, nenhum ministro é capaz de conhecer questões de A a Z”. Leia o resto do artigo »

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Emergentes fortes

Postado em 18 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Márcia Pinheiro, de Genebra*

Fonte: CartaCapital

Pascoal Lamy é um dos homens mais importantes do mundo globalizado. Diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), comanda as negociações da Rodada de Doha, que pretende renovar os marcos regulatórios das transações internacionais. Ele recebeu, em Genebra, um pequeno grupo de jornalistas latino-americanos e caribenhos. Em uma conversa franca, criticou os subsídios dos países ricos aos agricultores, que provocam distorções de preços e escassez de comida, admitiu que as eleições nos Estados Unidos afetam as negociações e deixou claro que, hoje, os países em desenvolvimento sentam-se à mesa da plenária da OMC em condições de igualdade com os ricos. Insistiu, ainda, que a negociação é a única saída para resolver os conflitos comerciais que a globalização gerou. Disse que a instituição não dá conselhos, mas tenta ser um árbitro dos conflitos. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Pergunta: Quais são as perspectivas reais, do ponto de vista político, de que a Rodada de Doha se encerre nos próximos meses?

Pascal Lamy: É preciso entender uma coisa. Todos os negociadores na OMC têm um mandato e orgulho profissional, ao voltar para seus países, de ter feito o melhor possível. Existem dois aspectos: o político e o técnico. Do ponto de vista político, converso com presidentes e ministros duas a três vezes por dia. Todos de maior peso querem concluir a rodada até o fim deste ano. Há um consenso sobre isso. Claro que nem sempre Bush, Lula ou Singh (da Índia) têm a mesma visão do que seria uma rodada justa. Mas eles têm uma determinação coletiva para chegar a um acordo. Todos investiram capital político em Doha, também por estarmos em uma fase de crise econômica internacional, com escassez de alimentos. O fato é que estamos chegando ao fim de um ciclo político nos Estados Unidos e todos os grandes players estão dispostos a fazer concessões substanciais, especialmente os norte-americanos. Do aspecto técnico, há muitas especificidades, necessidades específicas. Há países discutindo o comércio de manteiga, aves, têxteis e produtos químicos. Pela complexidade, pode-se sentir uma certa frustração. Acredito que ambos os ingredientes estão à mesa, o que não é uma condição suficiente para a convergência de um acordo. Vai dar certo? Não sei. Estou empenhado que sim. Minha função é tentar chegarmos a um acordo. Não é um assunto de teoria dos jogos, mas psicológica e política. É uma grande maionese: os ingredientes estão na receita, tento ter uma certa flexibilidade, mas às vezes o tempo fica um pouco turbulento e nada funciona. Leia o resto do artigo »

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