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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 15th, 2008

Propostas para a Amazônia

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Luís Nassif, em sua Coluna Econômica diária, coloca em questão hoje o projeto de desenvolvimento da Amazônia, uma das atuais prioridades do governo. Nassif aborda sobre o desafio da sustentabilidade na conjuntura nacional e o papel do Estado, assim como de importantes organismos internacionais, nesse contexto. O jornalista ainda trata sobre a relevância dos mecanismos, acordos e políticas de controle e redução dos desmatamentos e outras ações ambientalmente degradantes. Por fim, Nassif aponta a necessidade de aprimoramento do manejo florestal e de uma prática sustentável de exploração dos recursos da região amazônica, como também de uma política de integração entre as atividades de mineração paraense e industrial da Zona Franca de Manaus, as duas principais áreas econômicas da região…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Blog do Nassif, na aba Economia

Por Luís Nassif

Coluna Econômica – 15/05/2008

Marina Silva era um ícone da causa ambiental. Tenho minhas dúvidas se era eficiente. E tenho dúvidas se serviu à causa renunciando ao cargo.

O projeto de desenvolvimento da Amazônia tornou-se uma das prioridades do governo. Foi deixado sob responsabilidade de Roberto Mangabeira Unger, Ministro Especial de Ações de Longo Prazo. Foi o melhor caminho. Se ficasse por conta dos ministérios econômicos, o meio ambiente iria para segundo plano; se por conta do Ministério do Meio Ambiente, a ocupação racional iria para o ralo. E, hoje em dia, há quase um consenso de que apenas com uma ocupação racional, econômica e ambientalmente responsável, se preservará a mata.

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O grande desafio da sustentabilidade exige dois tipos de ações: em cima das áreas desmatadas e em cima das áreas de floresta.

Para o economista Ignacy Sachs, a área desmatada deve ser tratada como uma “reserva de desenvolvimento”, com o propósito de evitar que haja maior pressão sobre a área preservada da Amazônia.

Sachs defende uma atuação forte do Estado por meio de políticas de zoneamento econômico-ecológico e de certificação sócio-ambiental de todos os produtos florestais para a preservação da área não desmatada. A proposta é assegurar que a floresta em pé vale mais que a derrubada.

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Para tanto, seria importante um apoio diplomático do governo brasileiro à iniciativa do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) de incluir a preservação de florestas nos projetos de MDL (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo). “As áreas já desmatadas oferecem espaço de sobra para criar o maior laboratório no mundo de uma biocivilização moderna, baseada no aproveitamento da energia solar captada pela fotossíntese”, pontua.

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PARA SALVAR A PELE, SARKOZY IGNORA ORTODOXIA E UE

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – A União Européia deve enviar um “aviso” ao Elysée no que diz respeito à questão fiscal. Segundo o comunicado, a França não deve ter um déficit fiscal que ultrapasse a marca de 3% do PIB em 2009 (clique aqui para ler matéria do diário francês Le Figaro).

 

No entanto, o presidente Nicolas Sarkozy não tem demonstrado muito interesse pela questão. Ele possui a pior avaliação da história da V República. Isto significa que precisa salvar sua pele. E rápido. Nada mais natural do que abandonar a ortodoxia e investir na política fiscal para sustentar o já pífio crescimento francês.

 

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Sobre tempo e jabuticabas

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A crônica abaixo, de autoria desconhecida, nos incita a pensar sobre a maneira como vivemos, sobre as coisas às quais dedicamos nosso tempo.

A vida é efêmera e o tempo escasso e fugidio. Não podemos mais despendê-lo em nada menos do que o essencial das coisas, das situações, dos sentimentos.

Sendo as jabuticabas os anos da nossa vida, percebemos que muitas já foram consumidas e nem sempre sentimos o seu gosto, pois comíamos rápido demais, uma após outra. Agora que as jabuticabas que restam na bacia não são tantas como foram outrora queremos mais do que consumi-las, queremos, e devemos, degustá-las ao máximo…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Autoria desconhecida (até o momento)

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.

Não tolero gabolices.

Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.

Não quero que me convidem para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.

Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.

Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturas.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação” onde “tiramos fatos a limpo”.

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10% mais ricos no Brasil detêm 75% da riqueza, diz Ipea

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Pesquisa realizada pelo IPEA, mostra que apenas 10% da população brasileira detêm 75,4% da riqueza do país e as capitais que mais concentram renda são São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. Isso ressalta como o nosso país tem um elevado nível de concentração de renda. Tal pesquisa tem objetivo de apresentar elementos para se discutir a reforma tributária. Porque, segundo Márcio Pochmann, presidente do IPEA, no Brasil há uma má distribuição no que diz respeito ao pagamento de impostos, o rico paga pouco. E o peso da carga tributária incide 44,5% a mais para o pobre. Sendo de extrema importância resolver o problema tributário no país para diminuir as desigualdades sociais.

Por Katia Alves

Karen Camacho

Publicado originalmente Folha online

O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) elaborou um levantamento que aponta as desigualdades no Brasil. Um dos dados mostra que os 10% mais ricos concentram 75,4% da riqueza do país.

Os dados, obtidos pela Folha Online, serão apresentados pelo presidente do Ipea, Márcio Pochmann, nesta quinta-feira ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social). O objetivo, segundo ele, é oferecer elementos para a discussão da reforma tributária.

A pesquisa também mostra como é essa concentração em três capitais brasileiras. Em São Paulo, a concentração na mão dos 10% mais ricos é de 73,4%, em Salvador é de 67% e, no Rio, de 62,9%.

Para Pochmann, a injustiça do sistema tributário é uma das responsáveis pelas diferenças. “O dado mostra que o Brasil, a despeito das mudanças políticas, continua sem alterações nas desigualdades estruturais. O rico continua pagando pouco imposto”, afirmou. Leia o resto do artigo »

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A proposta de universalização do SUS

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), no Brasil, existe um médico para cada 500 habitantes. Isso significa o dobro do que a Organização Mundial de Saúde recomenda e, no entanto, grande parte da população sofre com a falta de atendimento. Faltam nos centros e postos de saúde materiais elementares como torneiras de água corrente, sabão, pias e toalhas para a lavagem de mãos; lençóis de papel para as macas de exames, médicos, termômetros e balanças…

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Projeto Brasil

Por Lílian Milena

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), no Brasil, existe um médico para cada 500 habitantes. Isso significa o dobro do que a Organização Mundial de Saúde recomenda e, no entanto, grande parte da população sofre com a falta de atendimento adequando por problemas de infra-estrutura e concentração de especialistas nas regiões urbanas mais desenvolvidas do país.

O presidente da entidade, Dioclécio Campos Jr., denunciou em carta aberta às autoridades e à população: “Faltam nos centros e postos de saúde materiais elementares como torneiras de água corrente, sabão, pias e toalhas para a lavagem de mãos; lençóis de papel para as macas de exames, médicos, termômetros e balanças”.

Plano Nacional de Saúde

Em 2005, o Ministério da Saúde criou uma Agenda de Compromissos pela Saúde, definindo três áreas prioritárias de investimentos (Pacto em Defesa do Sistema Único de Saúde/ SUS, Pacto de Defesa da Vida e Pacto de Gestão). No ano seguinte, o governo federal publicou uma série de documentos divididos em sete volumes, com as diretrizes, regulamentos e orientações do plano. Leia o resto do artigo »

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Mais etanol e mais alimento

Postado em 15 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Segundo o ministro, Reinhold Stephanes, o biocombustível não é o principal culpado para o aumento de preços, como apontou o relator das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, Olivier de Schutter. Além disso, a expansão da plantação de cana-de-açúcar para a produção de etanol, de acordo com o ministro, não ocupará terras destinadas ao plantio de alimentos.
Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Carta capital

Por: Filipe Coutinho

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, foi nesta quarta-feira (14) ao Senado para explicar o posicionamento do governo brasileiro em relação à crise mundial na produção de alimentos. Segundo o ministro, o biocombustível não é o principal culpado para o aumento de preços, como apontou o relator das Nações Unidas para o Direito à Alimentação, Olivier de Schutter. Além disso, a expansão da plantação de cana-de-açúcar para a produção de etanol, de acordo com o ministro, não ocupará terras destinadas ao plantio de alimentos.

A exposição do ministro da Agricultura aconteceu em audiência pública realizada em conjunto pelas comissões de Agricultura e Relações Exteriores do Senado. Stephanes argumentou que é a primeira vez, desde a década de 1970, que a economia mundial cresce de maneira contínua. Como conseqüência, as pessoas consomem mais e o agronegócio ainda não conseguiu acompanhar as novas demandas. E no Brasil, segundo o ministro, a inflação dos alimentos verificada nos últimos meses será controlada e ficará estável até 2009. Leia o resto do artigo »

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