prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 10th, 2008

O valor do diploma no Brasil

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Há poucos países no mundo onde o retorno da educação é tão valioso como no Brasil, pelo fato de ser um país em desenvolvimento. E, numa economia em desenvolvimento, o prêmio à educação é muito alto. Pessoas bem preparadas são escassas e se tornam um ativo importante na estrutura produtiva.”

Por Katia Alves

Por Fátima Belchior

Publicado no Desafios do Desenvolvimento

Nos últimos anos, tornou-se comum perceber entre os brasileiros um certo pessimismo quanto à validade dos estudos para alavancar rendimentos. Não há dúvidas de que o antigo conselho de avós, pais e tios – “Vá estudar menino, para crescer na vida” – tem sua razão de ser. Está provado com números, em trabalho que acaba de ser concluído pelos pesquisadores Anna Crespo e Maurício Cortez Reis, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que cada ano de estudo tem efeito sobre a renda. Porém, com o passar do tempo, caiu a diferença entre os ganhos dos que estudaram e os dos trabalhadores sem escolarização. 

Em 1982, por exemplo, uma pessoa com 11 anos de estudos tinha um rendimento 139,12% acima do ganho de outra pessoa sem qualquer escolaridade, e essa diferença saltava para 252,67% se fossem 15 anos de estudos. Já em 2004, os ganhos das pessoas que chegavam a 11 anos de escolaridade superavam em apenas 83,69% os rendimentos daquelas que nunca haviam freqüentado a escola, e, no caso de 15 anos de estudos, a diferença também diminuía, ficando em 178,26%.

Essa menor vantagem da escolaridade sobre a não escolaridade,no entanto, está longe de ser um desestímulo ao estudo ou de ter implicações negativas sobre o mercado de trabalho. Na verdade, significa uma aproximação do panorama brasileiro com o de países desenvolvidos. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, Política Social | Sem Comentários »

atrair investimentos chineses e elevar as exportações para a China são dois itens importantes que o Brasil

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

A economia chinesa está em uma situação que necessita diminuir seu ritmo de crescimento, pois há uma preocupação com o nível geral de preços, por isso a China começa a ter que desaquecer sua economia. E as medidas macroeconômicas adotadas para isso poderão beneficiar países emergentes como o Brasil, pois a redução dos investimentos na economia doméstica obrigará a China a exportar seus excedentes de capitais.

“E depois da redução dos superávits comerciais a China poderá importar mais”, Desta forma, atrair investimentos chineses e elevar as exportações para a China são dois itens importantes que o Brasil precisa considera.

Por Katia Alves

Por Wladimir Pomar

Publicado no Correio da Cidadania 

As principais questões macroeconômicas com as quais a China se defronta consistem em evitar que o ritmo do crescimento econômico torne sua economia superaquecida e que o aumento estrutural dos preços se transforme em inflação. Em outras palavras, trata-se de reduzir realmente o ritmo de crescimento para 8%, manter a inflação no patamar máximo de 4,8% e o desemprego no nível de 4,5%, criando, em 2008, 10 milhões de postos urbanos de trabalho e 8 milhões de postos de trabalho nas zonas rurais.

As autoridades chinesas reconhecem que para alcançar tais metas será necessário fortalecer a agricultura como fundamento da nação, mudar o padrão de desenvolvimento, conservar energia, reduzir as emissões de gases, proteger o meio ambiente, assegurar o desenvolvimento social e o bem-estar do povo, aprofundar o desenvolvimento cultural, desenvolver a democracia e o sistema legal socialistas e acelerar a reforma do sistema governamental, sem esmorecer na realização das reformas e na abertura externa. 

Isto exige, de imediato, uma forte intensificação da regulação sobre o mercado. Será necessário controlar o suprimento de terras e créditos, aumentar as exigências de acesso ao mercado, reajustar as políticas monetária e fiscal e reduzir tanto o ritmo de investimentos em ativos fixos quanto os superávits comerciais externos. Isso tudo num contexto em que o mercado não deve ser desestimulado a continuar desenvolvendo os meios de produção, mas deve ser contido em sua tendência anárquica de produção de lucros independentemente das conseqüências.  

Postado em Assuntos, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Rodada adiada

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: CartaCapital

Márcia Pinheiro, de Genebra*

A última reunião da Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), não deve acontecer em 23 de maio, em Genebra (Suíça), conforme agendado. Tampouco ocorrerá neste ano. Esta é a avaliação da maioria dos técnicos que trabalham no documento final do acordo, para que tudo esteja pronto quando os ministros de Estado se reunirem.

Há três motivos básicos para o atraso. Com a crise global dos alimentos, perderam força os países desenvolvidos que dependem dos produtos exportados pelos emergentes. O jogo está mudando na OMC. Não há consenso entre os 151 integrantes da organização em relação à redução das tarifas de exportação. Nos discursos, a União Européia e os Estados Unidos acenam com a queda substancial dos subsídios agrícolas que praticam. Em troca, querem a abertura dos mercados emergentes ao setor industrial e de serviços. Há um claro impasse. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Ministro sinaliza investimentos em novas usinas nucleares

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Ministro de Ciência e Tecnologia anunciou a intenção do governo em construir novas usinas nucleares no país. O programa nuclear brasileiro está sendo discutido de forma mais aberta dentro do governo e o presidente Lula esta em vias de assinar um decreto criando o Comitê de Desenvolvimento Nuclear Brasileiro. A defesa da instalação de usinas nucleares no país é devido as tarifas competitivas frente a outras fontes de energias e pela disponibilidade de urânio no país, o País possui a sexta maior reserva comprovada do mundo.

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal Vermelho

O ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, anunciou na noite dessa quarta-feira (7) a intenção de construir novas usinas nucleares no país. Em entrevista a jornalistas da imprensa internacional organizada pela Presidência da República no Rio, Rezende disse que a discussão sobre o programa nuclear brasileiro ganhou força no governo e, em breve, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aprovar um fórum composto por oito ministérios com a meta de traçar estratégias para o setor.

“Nos últimos três meses, o programa nuclear brasileiro passou a ser discutido de maneira mais aberta dentro do governo e o presidente da República está em vias de assinar um decreto criando o Comitê de Desenvolvimento Nuclear Brasileiro, formado por oito ministros e dirigentes da área nuclear”, informou Rezende. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Operação da PF reduz em 80% desmatamento na Amazônia

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A Operação Arco de Fogo tem caráter permanente e conta com a participação de vários órgãos públicos: Polícia Rodoviária Federal, Ibama e a Força Nacional de Segurança Pública e as forças de segurança estaduais, esta operação fez com que diminuísse o desmatamento na Amazônia, uma redução de 80%. A principal queda ocorreu em Mato Grosso. A operação inclui o combate à extração e comercialização ilegal de madeira.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Portal VERMELHO

O desmatamento na Amazônia sofreu uma redução de 80% de fevereiro a março deste ano, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), baseado nos levantamentos do Sistema de Detecção em Tempo Real (Deter). São os primeiros números divulgados pelo Inpe desde o início da Operação Arco de Fogo, desencadeada pela Polícia Federal no Pará, Rondônia e Mato Grosso.

A principal queda do desmatamento ocorreu em Mato Grosso: 82,4% a menos no índice de devastação de novas áreas dentro do bioma.  A Operação, que prossegue, inclui o combate à extração e comercialização ilegal de madeira. Além da PF, participam o Ibama (Instituto de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) e a Força Nacional de Segurança Pública. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Transnacionais de alimentos lucram com aumento da fome

Postado em 10 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Análise do sociólogo português Boaventura de Sousa Santos sobre o atual aumento da fome no mundo. Tal aumento tem como uma de suas principais causas, embora esta não seja divulgada pela mídia, a presença cada vez maior do capital financeiro especulativo no mercado internacional de produtos agrícolas. Essa migração do capital financeiro se deu principalmente depois da grave crise que acometeu os investimentos no mercado imobiliário. Não é por outro motivo que a expansão dos lucros de grandes empresas do setor agrícola e alimentício tem mantido uma relação direta com o aumento da fome em todo o planeta…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

Por Boaventura de Sousa Santos

A fome no mundo é a nova grande fonte de lucros do grande capital financeiro e os lucros aumentam na mesma proporção que a fome. Nos últimos meses, os meses do aumento da fome, os lucros da maior empresa de sementes e de cereais aumentaram 83%. Ou seja, a fome de lucros da Cargill alimenta-se da fome de milhões de seres humanos. A análise é de Boaventura de Sousa Santos.

Há muito conhecido dos que estudam a questão alimentar, o escândalo finalmente estalou na opinião pública: a substituição da agricultura familiar, camponesa, orientada para a auto-suficiência alimentar e os mercados locais, pela grande agroindústria, orientada para a monocultura de produtos de exportação (flores ou tomates), longe de resolver o problema alimentar do mundo, agravou-o.

Tendo prometido erradicar a fome do mundo no espaço de vinte anos, confrontamo-nos hoje com uma situação pior do que a que existia há quarenta anos. Cerca de um sexto da humanidade passa fome; segundo o Banco Mundial, 33 países estão à beira de uma crise alimentar grave; mesmo nos países mais desenvolvidos os bancos alimentares estão a perder as suas reservas; e voltaram as revoltas da fome que em alguns países já causaram mortes. Entretanto, a ajuda alimentar da ONU está hoje a comprar a 780 dólares a tonelada de alimentos que no passado mês de março comprava a 460 dólares.

A opinião pública está a ser sistematicamente desinformada sobre esta matéria para que se não dê conta do que se está a passar. E que o que se está a passar é explosivo e pode ser resumido do seguinte modo: a fome do mundo é a nova grande fonte de lucros do grande capital financeiro e os lucros aumentam na mesma proporção que a fome.

A fome no mundo não é um fenômeno novo. Ficaram famosas na Europa as revoltas da fome (com o saque dos comerciantes e a imposição da distribuição gratuita do pão) desde a Idade Média até ao século XIX. O que é novo na fome do século XXI diz respeito às suas causas e ao modo como as principais são ocultadas. A opinião pública tem sido informada que o surto da fome está ligado à escassez de produtos agrícolas, e que esta se deve às más colheitas provocadas pelo aquecimento global e às alterações climáticas; ao aumento de consumo de cereais na Índia e na China; ao aumento dos custos dos transportes devido à subida do petróleo; à crescente reserva de terra agrícola para produção dos agro-combustíveis.

Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »