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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 9th, 2008

ONU retoma ajuda humanitária para sobreviventes em Mianmar

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A ONU havia embargado o envio de ajuda humanitária a Mianmar depois de alegar que a junta militar que governa o país apreendeu os alimentos e os equipamentos” mas a ONU logo voltou atrás e anunciou que vai continuar enviando ajuda.

Por Katia Alves

Publicado originalmente no Estadão

Por Reuters

Horas depois de ter suspendido o envio da ajuda humanitária a Mianmar, a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciou que retomará no sábado, 10, os embarques de itens de primeira necessidade ao empobrecido país asiático devastado por um ciclone no último fim de semana. Segundo a Casa Branca, a junta militar autorizou a entrada de um avião americano com a ajuda humanitária para os atingidos pelo ciclone. Segundo o porta-voz da Casa Branca, Gordon Johndroe, a aeronave chegará no país na segunda-feira.

A ONU havia embargado o envio de ajuda humanitária a Mianmar depois de alegar que a junta militar que governa o país apreendeu os alimentos e os equipamentos enviados pelo Programa Mundial de Alimentação para ajudar as vítimas do ciclone Nargis. Mas Rangum desmentiu a versão da ONU, qualificando-a como “acusação infundada”.

De acordo com o Programa Mundial de Alimentação, mais dois aviões com itens humanitários decolarão no sábado com destino a Rangum. Nancy Roman, porta-voz da entidade em Genebra, disse que a ONU está negociando com Rangum a liberação de toneladas de biscoitos de alto teor energético enviados para alimentar as vítimas. Leia o resto do artigo »

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A lógica dos fundos soberanos

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Em sua Coluna Econômica de hoje, Luís Nassif põe em pauta a questão dos fundos soberanos, de grande relevância dada a criação recente de um fundo deste tipo pelo Brasil. Nassif esclarece o que vem a ser tais fundos e expõe seus prós e contras.

Apesar de se apresentar como uma boa alternativa para a rentabilidade de parte das reservas nacionais de dólares, de permitir que o país conte com um fundo que lhe possibilite ampliar certos investimentos estratégicos e também de poder reter parcela dos saldos comerciais excedentes que serão gerados pela operação dos novos poços petrolíferos da Petrobrás, os quais, se não tributados, valorizariam demasiadamente o Real, é preciso cautela quanto a esses fundos. Isso porque eles funcionam como uma espécie de depósito à vista bancário, isto é, podem ser retirados do país por parte dos investidores a qualquer momento. Logo, precisam ser líquidos. O problema surge quando se considera que a valorização do Real tem deteriorado o saldo das contas externas brasileiras, que já apresentam sinais de instabilidade. Ademais, outra questão delicada a ser considerada é a necessidade de uma estratégia política clara e bem definida para a aplicação desses recursos, minorando, assim, a possibilidade de um uso indevido desse fundo…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Blog do Nassif, na Aba Economia

Por Luís Nassif

Coluna Econômica – 09/05/2008

Esta semana ganhou destaque a notícia da criação de um “fundo soberano” pelo Brasil. Entenda, inicialmente, o que vem a ser esse fundo.

Os Bancos Centrais costumam manter reservas em dólar (a moeda universal por excelência). Esses dólares são aplicados de acordo com regras rígidas, a maior parte em títulos do Tesouro norte-americano.

Quando o volume de reservas é muito alto – como na China, ou quando ocorre uma explosão de vendas de produtos primários – como no Chile – são constituídos “fundos soberanos”, com flexibilidade para aplicar os recursos.

O termo “soberano” significa que pertence ao Estado nacional.

***

Em princípio, é importante a criação dos chamados fundos soberanos, por várias razões:

1. Melhoria da rentabilidade das reservas cambiais.

Hoje em dia, os países que acumulam grandes saldos comerciais são obrigados a constituir grandes reservas cambiais para impedir a valorização excessiva da moeda nacional – o que inviabilizaria a indústria local e tornaria o país refém de desequilíbrio nas contas externas.

Para adquirir os dólares, os BCs emitem títulos públicos. No caso brasileiro, são títulos remunerados pelas mais altas taxas de juros do planeta. Numa ponta, pagam-se esses juros. Na outra, o BC perde com as baixas taxas de remuneração das reservas e com a própria desvalorização do dólar. Transferir parte dos dólares para um fundo que possa investir em ativos mais rentáveis – garantida a segurança do investimento – é boa prática financeira.

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Miriam dá uma rasteira em Mantega. E ele não reclama

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

MIRIAM DÁ UMA RASTEIRA EM MANTEGA. E ELE NÃO RECLAMA

“Entrevista concedida à Miriam Leitão pelo Ministro Guido Mantega, foi um festival de obviedades, o Ministro elogia o câmbio flutuante porque flutua; o Brasil tem que estar preparado para aumentar a produtividade; e o mundo globalizado é muito competitivo. E Miriam dizia que o grau de investimento foi uma desgraça, sendo esta sua última colocação e não dando direito de resposta ao Ministro e ele tampouco se queixou.”

*Por Luciana Sergeiro.

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, realizou o sonho de todo o Governo Lula: dar uma entrevista à Globo.

E, como acontece freqüentemente, os ministros do Governo Lula servem mais à Globo do que ao Governo ou à sociedade.

O Ministro foi ao programa de entrevistas (palpitantes) da Miriam Leitão na Globo News.

Os dois tinham objetivos que se excluíam: o Ministro queria demonstrar que ele e não o Presidente do Banco Central era o autor da obra “grau de investimento”.

Miriam tinha que provar que o “grau de investimento” foi uma desgraça. Leia o resto do artigo »

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O monarca de toga

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Crítica de Carlos Lopes, do Jornal A Hora do Povo, à entrevista concedida pelo Ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Ayres de Britto, ao Jornal Folha de São Paulo. Lopes aponta as intenções reacionárias das citações do ministro e condena sua postura diante de temas que não pertencem à alçada jurídica…

* Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Jornal Hora do Povo

Por Carlos Lopes*

O ministro Ayres de Britto forneceu ao público mais alguns exemplos de sua afamada escola jurídica, segundo a qual “o Judiciário não governa, mas ele governa quem governa”, agora revista e ampliada para “o Judiciário não governa nem legisla, mas o Ayres de Britto quer governar o governo e legislar o Legislativo”. Pode não haver nisso muita lógica nem fazer muito sentido, se é que faz algum, mas é esse o conteúdo de sua entrevista à “Folha de S. Paulo”, na véspera de assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral.

Diz o ministro que é contra a reeleição do presidente porque “a república é uma forma de governo contraposta da monarquia”. Não pense o leitor que o Conselheiro Acácio ressuscitou e emigrou para o Brasil. Não. Tem mais: “enquanto a monarquia é hereditária, a república é eletiva”. Essa nem o Pedro Bó é capaz de discordar. O interessante é a conclusão que o douto ministro extrai dessas duas obviedades: “… se você possibilita a renovação de mandatos, você golpeia a república nesse seu elemento da renovação dos quadros dirigentes. Quanto mais você prorroga um mandato, mais se aproxima da monarquia e se distancia da república”.

Que nos perdoe o ilustre ministro, mas a isso chama-se, em uma palavra, charlatanice. Desde quando uma reeleição é uma “prorrogação” de mandato? E desde quando o que afasta a república da monarquia é a proibição da reeleição, se na monarquia nem eleição existe para chefe de Estado?

O princípio básico da república é que o povo deve escolher o chefe de Estado. Porém, segundo o ministro Ayres de Britto, impedir o povo de escolher quem ele quiser – inclusive reeleger quem ele acha que merece – é o que caracteriza a república, e não a monarquia. Evidentemente, do ponto de vista do conteúdo político – a restrição à vontade popular -, que é o que importa, a proibição à reeleição está mais próxima da monarquia do que a liberdade republicana do eleitor eleger e reeleger quem ele quiser. No entanto, nesse samba do jurista doido, há ainda o emprego caviloso da palavra “renovação” – ele é contra a “renovação de mandatos” porque é a favor da “renovação dos quadros dirigentes”. Como o personagem de “O Leopardo”, o ministro parece ser a favor de que tudo mude para que tudo continue a mesma coisa. Pois a renovação da cara do presidente não tem relação necessária com a renovação do país. Aliás, freqüentemente substitui-se um presidente por outro para que não haja renovação alguma.

Por outro lado, uma reeleição muitas vezes é a garantia de que a renovação prosseguirá – como foram, por exemplo, as três reeleições de Franklin Delano Roosevelt. O que veio nos EUA depois que a direita impôs a limitação da reeleição a um mandato é suficiente para que não haja muita dúvida a esse respeito. Porém, há exemplo mais próximo – basta imaginar o que aconteceria se Lula não pudesse ser reeleito em 2006.

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A SEMANA A LIMPO

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

A grande mídia divulgou nos últimos dias acusações sobre a existência de um suposto esquema de desvio de verbas no BNDES. Entretanto, a cobertura da oligarquia midiática não lembrou que a prefeitura envolvida na suspeita é tucana. Ademais, nada se falou sobre o papel do Tribunal de Contas do Estado, órgão responsável pela auditoria das notas fiscais. Também é necessário lembrar que a auditória não é da competência dos funcionários do BNDES (clique aqui para ler mais).

 

Economia

 

No campo econômico, o aumento dos alimentos puxou os índices de inflação internos para cima. Frente a tal questão, a autoridade monetária só enxerga soluções recessivas e ortodoxas, substantivadas no aumento de 0,5% da Selic.

 

Internacional

 

A indicação do nome do Partido Democrata para a disputa das eleições presidenciais de novembro, nos EUA, permanece incerta. A senadora Hillary Clintou não jogou a toalha. Entretanto, já é dada como certa a vitória do Barack Obama considerando os votos diretos. Se o impasse não for resolvido, os Democratas podem ter problemas nas eleições de novembro.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 

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O dia que o PSDB perdeu a elegância

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Valor Econômico – 8 de maio de 2008 – Quinta-feira

 Maria Inês Nassif

 O PSDB perdeu a elegância. A reunião do diretório municipal que decidiu na segunda-feira à noite, sob troca de insultos, levar à convenção o nome do ex-governador Geraldo Alckmin para disputar a Prefeitura de São Paulo, não ficou a dever aos episódios que culminaram, no passado, com o fim da hegemonia do grupo de Ulysses Guimarães no PMDB.

 O PMDB mantinha uma frágil coesão, dada pela ascendência de alguns líderes sobre a massa partidária e pela habilidade deles de trocar acordos regionais por apoio político nacional. O equilíbrio pressupunha a ação de um mediador, um líder capaz de neutralizar tanto a direita como a esquerda partidárias. Ulysses Guimarães cumpria esse papel, ora estimulando um lado, ora reforçando outro – e, por meio das lideranças de grupos ideológicos que rivalizavam e se compunham sob a sua batuta, mantinha controle relativo sobre lideranças regionais e colocava o partido em movimento. Era o suficiente para não abalar a composição nacional.

 O ocaso de Ulysses veio pelas mãos do ex-governador Orestes Quércia, que alterou a lógica interna de poder. Saía o acordo de cúpula, entrava em cena o compadrio. Quércia conquistou a hegemonia baseando-se nos votos de convencionais – seduzidos, um a um, por trocas, pequenos favores e até simples atenção – e em alianças inusuais para o partido, como com o ex-revolucionário MR-8, que introduziu nas convenções os apupos, as vaias e até a agressão física. Acabou a elegância e as articulações nos bastidores. Quando Quércia disputou a presidência com Ulysses, era difícil acreditar que um político sem pedigree e sobre o qual se insinuavam suspeitas variadas iria dar um nó no velho dirigente. Deu. Quando já tinham se ido os dedos, Ulysses compôs com Quércia e perdeu, por isso, a banda paulista liderada por Mário Covas.

 O PMDB sob o comando de Quércia não teve mais volta: a partir de então, grudaram na folha corrida do partido uma sucessão de deselegâncias, normalmente expostas em disputas nacionais de poder. O ex-presidente da República Itamar Franco, por exemplo, em 1998, foi humilhado na convenção, quando tentava obter o apoio da maioria para disputar um novo mandato presidencial. O PMDB governista de então, que apoiava a reeleição de FHC, submeteu-o a humilhações. No vídeos e nas fotos, era possível ver parlamentares e políticos pemedebistas se despojarem de imagens públicas de altivez e dignidade e assumirem o papel de torcidas de futebol nos plenários da convenção nacional, até que não sobrasse outra alternativa a um ex-presidente da República senão calar a boca. Esse é apenas um exemplo. Quase todas as convenções nacionais do PMDB depois que Ulysses foi destituído de seu papel de mediador foram assim. Leia o resto do artigo »

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Mayer Amschel d Rothschild

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

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Mayer Amschel Rothschild (1744-1812)

Mayer Amschel Rothschild (Francoforte do Meno, 23 de fevereiro de 1744Francoforte do Meno, 19 de setembro de 1812) foi um banqueiro alemão de origem judaica, fundador do império bancário da Família Rothschild, que ficaria conhecida como uma das mais bem-sucedidas dinastias capitalistas da história. Em 2005, ele foi classificado em 7o lugar na lista organizada pela revista Forbes dos Vinte Mais Influentes Homens de Negócios de Todos os Tempos. A revista referiu-se a ele como um “pai fundador das finanças internacionais”. Leia o resto do artigo »

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Meirelles tem às mãos poder e autonomia mais do que suficientes para sabotar o desenvolvimento do Brasil e as eleições de 2010.

Postado em 9 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Gustavo Antônio Galvão dos Santos *

“Dêem-me o controle do Banco Central

de qualquer país e não me interessa

quem venha a produzir o restante das lei…”

Mayer Amschel Rothschild

Ao contrário do que tentam difundir certos candidatos a “sábios modernos”, economia não tem grandes mistérios. Qualquer estudante de economia sabe que existem três tipos de políticas macroeconômicas indutoras do crescimento: juros baixos, expansão dos investimentos e gastos públicos e câmbio desvalorizado.

Qualquer estudante sabe também que existem três tipos de políticas para redução da taxa de crescimento: juros altos, redução dos investimentos públicos e câmbio valorizado.

Qualquer estudante sabe também que, se os empresários estiverem muito otimistas e investindo muito, pode não ser necessário realizar políticas macroeconômicas adicionais indutoras do crescimento; mas se estiverem muito pessimistas ou não tão otimistas, será, sim, necessário colocar em prática políticas indutoras do crescimento. Desde que o governo tenha realmente como meta o crescimento e o desenvolvimento.

Essas proposições são matéria básica em qualquer curso de economia há pelo menos 55 anos. O jornalismo econômico e o debate político já as consideram triviais há ainda mais tempo.

Nesse sentido, o motivo pelo qual a economia brasileira seguiu na média dos últimos 5 anos com um crescimento abaixo da metade dos emergentes é cristalino. O “governo” mantém há muito tempo fortes políticas de contenção do crescimento. Essas políticas são tão firmes que nos mantivemos semi-estagnados apesar de termos vivido e ainda estarmos vivendo o período contínuo de mais rápido crescimento da história da humanidade. Nem a crise do subprime ainda foi capaz de barrar o crescimento mundial.

As razões desse atraso relativo são evidentes. As três políticas macroeconômicas são escancaradamente estagnacionistas no Brasil. A política monetária, com os maiores juros do mundo, é incrivelmente recessiva, restringindo não só os investimentos, como o consumo baseado em crediário. Restrigem em relação ao que poderíamos ser se tivéssemos uma política monetária normal. Os maiores juros do mundo fazem com que o crédito em relação ao PIB seja o menor entre os emergentes.

A política fiscal também é estagnacionista, pois ela é passiva e não permite expansões contracíclicas como em qualquer país civilizado.

A política cambial também é recessiva, pois manter o câmbio valorizado afunda a rentabilidade dos investidores potenciais na indústria e na agricultura. Com um câmbio supervalorizado, apenas a explosão do preço das commodities e o diferencial da taxa de crescimento brasileira com relação resto do mundo é capaz de sustentar o superávit em conta corrente. Mas mesmo esse, que significa o fim da vulnerabilidade externa e que já foi a grande vitória econômica do início do governo Lula, agora acabou.

É preciso ter claro que o câmbio brasileiro está muito valorizado e isso não foi captado antes pelo saldo em conta corrente, porque a taxa de crescimento do PIB – muito baixa dada nossas carências sociais – limitava a taxa de crescimento das importações. Leia o resto do artigo »

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