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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 6th, 2008

RESUMO DO DIA – 06/05/2008

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso, Kátia Alves e Luciana Sergeiro

Política

A CPMI dos Cartões Corporativos identificou contratos entre órgãos públicos e empresas privadas nas quais havia sócios que eram simultaneamente funcionários desses órgãos. Entre estes organismos públicos está a UnB. Acredita-se em possível tráfico de influências na realização desses contratos…

Último Segundo: CPI dos Cartões suspeita de tráfico de influências em contratos com a UnB

Economia

Tensões políticas e militares em alguns países, como Nigéria, Irã e Indonésia, aumentam a preocupação com uma possível redução na oferta de petróleo. Esse clima levou a novo recorde, nesta madrugada, nos preços dessa commodity, pressionando negativamente o mercado asiático…

JB Online: Ásia sem tendência definida; Petróleo bate recorde

IBGE divulgou hoje desempenho da indústria no primeiro trimestre deste ano e mostra que crescimento do setor perdeu velocidade, corroborando a tendência à redução no nível de atividade prevista para este ano…

Agência Reuters: Expansão da indústria desacelera no 1o tri a 6,3%

Internacional

Os pré-candidatos democratas à Casa Branca, Barack Obama e Hillary Clinton, enfrentam hoje mais uma prévia eleitoral, agora nos estados da Indiana e Carolina do Norte. Após as prévias de hoje faltarão apenas seis prévias estaduais para que fiquem definidas as votações pré-convenção, que decidirá quem será o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos…

Agência Reuters: Obama e Hillary enfrentam-se de novo por vaga à Casa Branca

Em declarações à televisão cubana o presidente boliviano, Evo Morales, afirmou que a Embaixada dos Estados Unidos na Bolívia orquestrou conspirações promovendo o plebiscito de autonomia de Santa Cruz

O Estadão: Morales acusa EUA de conspirarem em plebiscito de autonomia

Desenvolvimento

Problemas para liberação de licenças ambientais para construção de novas usinas de pequeno e médio porte e falta de estudos adequados quanto aos impactos no meio ambiente provocam atraso na expansão programada para o setor elétrico, de acordo com relatório da Aneel. As construções previstas representam uma ampliação da capacidade de geração de energia da ordem de aproximadamente 30 mil MW…

Projeto Brasil: Brasil não contará com metade da energia esperada para este ano

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Manifestação de 13 de abril de 2008, em Caracas

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Publicado originalmente no site Aporrea

Enviado por Leonardo Pamplona

Imagens da Manifestação de 13 de abril de 2008, domingo, em Caracas.

Há 6 anos do golpe de Estado da CIA e da oligarquia vende-Pátria contra a Revolução.

Confira também na matéria original o discurso de Chavez em vídeo, dividido em 4 partes de aproximadamente 45 minutos.

Presidente Chávez se reuniu com seu povo em Miraflores

13 Abr. 2008 – A cidadania, como uma forma de exaltar o resgate da dignidade nacional, se concentra na Avenida Urdaneta de Caracas para recordar a luta cívico-militar que permitiu o retorno do presidente Hugo Chávez Frías ao poder há seis anos atrás.

Pontos como a esquina de Santa Capillas e as proximidades da Vice-presidência da República começam a ter a presença do povo, o mesmo que em 2002 saiu às ruas para reclamar o retorno do Chefe de Estado e da linha constitucional.

A Avenida Urdaneta brilhava pela manhã abarrotada de venezuelanos e venezuelanas que se reuniram, como naquele 13 de abril, para devolver ao país sua liberdade e varrer com a tirania. [...]

Clique aqui para ler esta matéria na íntegra em espanhol e para ver os vídeos

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Erram os críticos da nova política industrial”

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Será anunciada neste mês, uma política industrial para o país poder aumentar as exportações e produzir com maior valor agregado. Em entrevista ao Valor, Luciano Coutinho, afirma que em 2008 o país poderá continuar crescendo e se sairá bem da crise internacional. E destaca que o papel do BNDES será de alavancar essa política industrial.

Por Katia Alves

Por Paulo Totti.

Publicado no Valor

Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a política industrial vai consolidar a confiança que os empresários mantêm no crescimento da economia

Ainda neste mês de maio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu  ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciarão que o Brasil terá uma política industrial destinada a aumentar a participação das exportações brasileiras no comércio internacional e agregar maior conteúdo tecnológico a bens e serviços produzidos no país. Não é a primeira vez que tão salutares propósitos são anunciados com pompa. E executados, com maior ou menor eficácia. São conhecidos os Planos de Metas do governo Juscelino Kubitschek, na segunda metade da década de 50 e o Segundo Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), na década de 70, sob regime militar. Geraram, ambos, inflação e endividamento externo, mas legaram ao país a indústria automobilística, Brasília, a integração nacional por rodovias e telecomunicações.

Para o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a política industrial vai consolidar a confiança que os empresários mantêm no crescimento da economia.

Sucederam-nos os planos de estabilização, a abertura da economia e as privatizações, com tímidas políticas setoriais de limitados resultados, pois decorriam exatamente de ser maior o compromisso com a estabilização do que com o crescimento da economia. Lograda a estabilidade no segundo mandato do atual governo (no primeiro, houve um ensaio com priorização dos setores de software, semicondutores, fármacos e bens de capital), Lula está em condições de anunciar uma política industrial mais abrangente, voltada para 24 setores, sem a repetição, espera-se, de erros cometidos no país e além-fronteiras. Em entrevista ao Valor , o pernambucano Luciano Coutinho, 61 anos, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e um dos idealizadores da política industrial, revela seu otimismo sobre o futuro do país, não hesita em chamar de metas (como as de JK) os objetivos do  programa e comenta a atuação do BNDES no estímulo ao desenvolvimento “Os críticos estão errados”, diz Coutinho, referindo-se aos que consideram política industrial incompatível com a economia de mercado. Leia o resto do artigo »

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Quando chegaremos lá?

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“Se continuarmos reduzindo nosso Coeficiente de Gini a 0,7 ponto ao ano pelos próximos 24 anos, não será possível ter grandes favelas coexistindo com condomínios de luxo, indivíduos à beira da fome no sertão do Cariri vivendo no mesmo país cujos céus são cruzados por executivos viajando na segunda maior frota de aviões particulares do mundo, nem um exército de empregados particulares passando as roupas, encerando os pisos e lavando os banheiros da classe média”, escreve Sergei Soares.

Por Katia Alves

Por Manoel Schlindwein 

Publicado no Desafios do Desenvolvimento

A desigualdade de renda no Brasil, que permaneceu estável durante várias décadas, passou a apresentar sucessiva queda nos últimos anos. Isto gera esperanças, mas deixa no ar uma pergunta: quando, afinal de contas, chegaremos lá? Dito de outro modo,quando que a diferença entre os mais ricos e os mais pobres será reduzida substancialmente. A resposta está em um Texto para Discussão (TD) lançado em março pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Escrito pelo pesquisador Sergei Suarez Dillon Soares, o trabalho intitulado. A queda na desigualdade no Brasil no contexto histórico e internacional procura responder a essa pergunta comparando o índice brasileiro com o de outros países.

Para encontrar um parâmetro apropriado, Sergei Soares lançou mão de um indicador amplamente empregado pela comunidade científica, o Coeficiente de Gini. Criado pelo estatístico italiano Corrado Gini em 1912, o indicador vai de 0 a 1, sendo 0 a condição ideal de distribuição de renda. Soares observou uma curva descendente no coeficiente de Gini nacional entre 2001 e 2006. No intervalo, o indicador caiu 3,45 pontos centesimais, de 0,594 para 0,559, o que corresponde a um progresso médio de 0,7 ponto centesimal ao ano.

Essa variação equivale a uma redução de 5,8% na desigualdade ao longo dos cinco anos – ou 1,1% ao ano. É um ganho significativo, mas nunca é demais lembrar que o país amarga uma das piores posições no ranking mundial do Coeficiente de Gini veiculado anualmente no Relatório de Desenvolvimento Humano (RDH), elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). Leia o resto do artigo »

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Bric são os piores em ranking de prop. intelectual

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“À medida em que esses países forem se desenvolvendo, que deixarem de ser apenas reservatórios de mão-de-obra barata e passar a estocar conhecimento, um dos seus desafios será como se adaptar para oferecer proteção adequada a esse conhecimento”, afirma o estudo.

Por Katia Alves

Publicado no INESC

Os países do Bric – grupo que inclui Brasil, Rússia, Índia e China – estão na lanterna de um ranking de leis de propriedade intelectual preparado por uma firma de advocacia internacional.

O Índice Global de Propriedade Intelectual (GIPI, na sigla em inglês), preparado pela Taylor Wessing, apresenta dados sobre as 22 maiores economias do mundo em relação ao uso e proteção dos direitos de propriedade intelectual.

O Brasil é o 20º da lista, ficando à frente apenas da Rússia e da China.

Cada país foi classificado de acordo com as leis de cada um para a obtenção, uso e defesa dos três principais tipos de propriedade intelectual – marcas, patentes e copyright.

A análise foi feita com base em um questionário online respondido por representantes de empresas e advogados de vários países e em dados como número de juízes e advogados especializados e de pedidos e registros de marcas ou patentes. Leia o resto do artigo »

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Preço dos alimentos deveria elevar salário mínimo

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A forte alta dos produtos essenciais fizeram com que o salário mínimo necessário correspondesse, em abril, a R$ 1.918,12, o  que representa 4,62 vezes o piso em vigor (R$ 415,00)”.

Por Katia Alves

Publicado no: Vermelho

Para ler o artigo na íntegra Clique aqui

Nesta segunda-feira (05), o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) divulgou os dados referentes à Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada mensalmente em 16 capitais brasileiras, onde os preços dos alimentos básicos subiram no último mês. Segundo o Dieese, com a cesta básica atual, o mínimo deveria ser R$ 1.918,12.

Os maiores aumentos ocorreram em Fortaleza (7,84%), Belo Horizonte (6,95%), Brasília (6,67%), João Pessoa (6,51%), Belém (6,40%) e Curitiba (6,37%). Já os menores aumentos ocorreram em São Paulo (1,73%) e Goiânia (1,97%).

O forte aumento verificado na capital mineira fez com que Belo Horizonte registrasse o maior custo para os produtos básicos: R$ 228,32. Apesar de São Paulo ser a cidade onde houve a menor elevação, sua cesta foi a segunda mais cara, com o valor de R$227,81. Porto Alegre teve o terceiro maior valor (R$ 226,78). Os menores custos foram purados em Recife (R$ 172,18), Aracaju (R$ 173,29) e Salvador(R$ 176,66). Leia o resto do artigo »

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Paraguai: agroindústria será prioridade, diz futuro ministro

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“O Paraguai não pode deixar de ser agrícola e pecuarista, é aí que está a sua força. É nossa plataforma de produção e continuará sendo”, disse o ministro Borda. O país tem um dos menores índices de industrialização da América Latina. A agricultura responde por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega um terço da mão de obra”.

Por Katia Alves

Publicado no Vermelho

O economista Dionísio Borda será o ministro da Fazenda do novo governo do Paraguai. Ele é o primeiro nome confirmado do futuro gabinete do presidente eleito, Fernando Lugo. Em entrevista concedida ao Valor Econômico, ele disse que o agronegócio é o caminho para o desenvolvimento do país e que o Estado deve adotar políticas mais incisivas de apoio ao setor, benefiaciando principalmente as pequenas e médias empresas e os pequenos e médios proprietários rurais.

Para Borda, essa seria a receita para ampliar a geração de empregos e, conseqüentemente, reduzir o fluxo de migração de paraguaios em busca de emprego e renda no exterior. Só no ano passado, cinco mil pessoas em média deixaram por mês o país.

O fortalecimento da agroindústria teria ainda um efeito secundário, na opinião do futuro ministro: diminuir o peso da triangulação comercial (a venda de eletrônicos ao Brasil, por exemplo), atividade importante para o país em termos de arrecadação, mas que é pouco eficiente em geração de empregos, além de representar um caminho fácil para o contrabando. Leia o resto do artigo »

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A inevitável disputa entre Brasil e Argentina

Postado em 6 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Um estudo realizado aponta que há muita similaridade entre as indústrias brasileiras com as argentinas. No entanto, o “número de grandes empresas brasileiras que inovam e diferenciam produtos é maior que o de empresas argentinas, mas, em termos percentuais, 18% das firmas da Argentina investem em pesquisa e desenvolvimento (P&D), ante apenas 7% no Brasil”.

Pesquisadores concluem que a “Argentina deveria aumentar os seus investimentos em P&D, enquanto o Brasil deveria dar prioridade ao aumento do número de pesquisadores em todos os setores do seu parque industrial”.

Por Katia Alves

Por Sérgio Garschagen

Publicado no Desafios do Desenvolvimento

 Há mais similaridades produtivas do que diferenças entre os parques industriais do Brasil e da Argentina. Essas similaridades é que tornam as duas economias competidoras no mercado internacional, segundo conclusão do pesquisador Bruno César Araújo, do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).

Ele é um dos 21 pesquisadores - 13 brasileiros e oito argentinos - que analisaram as inovações tecnológicas e o potencial exportador dos dois países. Uma das observações dos pesquisadores é a de que há no Brasil muitas empresas de médio porte que têm todas as condições para exportar, mas esbarram no fato de os argentinos já terem conquistado o nicho de mercado que elas almejam. “A recíproca também é verdadeira. Os argentinos encontram dificuldades de exportar porque empresas do Brasil já dominam o mercado”, diz.

As coincidências têm bases históricas. Os dois países, que basicamente exportavam produtos agrícolas até os anos 1930, investiram em políticas de substituição de importações no pós-guerra, praticamente nos mesmos setores  metalurgia, mineração e bens de capital -, sofreram restrições macroeconômicas nos anos 1980 e abriram as economias na década de 1990. Leia o resto do artigo »

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