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Blog do Desemprego Zero

Archive for maio 3rd, 2008

Poeira e conspiração

Postado em 3 dEurope/London maio dEurope/London 2008

“A cidade de Marechal Estigarribia, no Paraguai, é vítima de uma teoria propagada principalmente pela internet, que os Estados Unidos farão uma base “capaz de alojar 20 mil soldados”.

Por Kátia Alves

Por Luiz Carlos Azenha

Publicado originalmente no Carta Capital

Setecentos quilômetros de asfalto cortam o Paraguai de Assunção à fronteira com a Bolívia. Se o Paraguai da soja e dos sacoleiros tem a vivacidade de uma feira livre, o Chaco ainda não acordou. A palavra significa “território de caça”, em quéchua. Vimos mais bicho do que gente: a região é tão vazia que no trecho mais movimentado cruzamos com um veículo a cada 2 quilômetros. 

O coração da América do Sul ainda está dormente: às margens da rodovia, há pastagens a perder de vista e só onde os tratores ainda não devastaram a mata é possível ver a vegetação densa e espinhosa de um lugar onde a temperatura, de acordo com a estação, pode variar de zero a 50 graus.

Aqui os países mais pobres do continente, os únicos sem saída para o mar, lutaram a guerra dos desesperados, que deixou, numa estimativa conservadora, 80 mil soldados mortos. A Guerra do Chaco terminou há 70 anos. O Paraguai tentou ocupar a região, mas quem se deu bem foi o gado. Há dez cabeças para cada pessoa e quase nenhuma infra-estrutura para o ser humano.

Pela geografia, é possível imaginar o desastre que esperava o Exército da Bolívia, que buscava conquistar, através do rio Paraguai, uma saída para o Oceano Atlântico, para compensar a que havia perdido para o Chile no Pacífico. Leia o resto do artigo »

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Plano Verão deve abarrotar Justiça

Postado em 3 dEurope/London maio dEurope/London 2008

O Plano verão foi um plano econômico lançado pelo governo do presidente José Sarney em 1989 gerando grandes desajustes às cadernetas de poupança, e por tal motivo e recebeu em 2007 vários processos e isso deve se repertir no ano de 2008.

Por Katia Alves

Por Zínia Baeta

 Publicado originalmente no Valor

Em 2007, milhares de investidores foram à Justiça brasileira pedir o pagamento da diferença da correção monetária aplicada durante o Plano Bresser às cadernetas de poupança e outras aplicações financeiras em 1997. Neste ano a história deve se repetir: uma nova avalanche de processos – desta vez envolvendo o Plano Verão, de 1989 – está prestes a ocorrer no Judiciário. Isto porque o prazo para que os interessados proponham ações relativas ao plano vence em janeiro do ano que vem – embora alguns advogados afirmem que a data-limite é fevereiro de 2009. O que os poupadores buscam agora é o pagamento de uma diferença de 20,3611% que deveria ser aplicada às poupanças e outros investimentos com aniversário até 15 de janeiro de 1989.

O advogado Tullio Vicentini Paulino, sócio do escritório De Léo e Paulino Advogados, afirma que em janeiro de 1989 o governo alterou o índice de correção da poupança e demais aplicações por meio da Medida Provisória nº 32, posteriormente convertida em lei. O governo passou a utilizar a Letra Financeira do Tesouro (LTF) em substituição ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC). Como a medida provisória entrou em vigor em 15 de janeiro de 1989, os poupadores alegam que na primeira quinzena daquele mês a correção deveria ser pelo IPC – cuja diferença para a LTF correspondeu a 20,3611%. No entanto, conforme o advogado, os bancos corrigiram todos os investimentos pela LTF, independentemente da data de aniversário. De acordo com Paulino, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já reconheceu o direito à diferença tanto para o Plano Bresser quanto para o Plano Verão. A controvérsia ainda existe para os planos Collor I e Collor II – de 1990 e 1991, respectivamente.

Advogado, que já propôs cerca de 300 ações sobre o tema, aconselha os interessados a ingressarem na Justiça até dezembro. Segundo ele, a obtenção dos extratos nos bancos é demorada, complicada e a Justiça deve receber um número enorme de ações. “No juizado especial de Belo Horizonte as filas eram de quarteirões e muita gente que deixou para o último dia não consegui protocolar a ação”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Consumidores (ABC), Danilo Santana, ao referir-se ao Plano Bresser. Leia o resto do artigo »

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MEMORIAL SOBRE A ATUAÇÃO DO BANQUEIRO DANIEL DANTAS E DO GRUPO OPPORTUNITY

Postado em 3 dEurope/London maio dEurope/London 2008

Fonte: Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (ANAPAR)

Doze fundos de pensão aportaram recursos em fundos de investimentos e participações acionárias em empresas de telefonia e infra-estrutura, em sociedade com o Banco Opportunity, controlado por Daniel Dantas. Apesar de ter investido grande parte do capital, os fundos de pensão foram alijados pelo Opportunity das decisões e do controle destas empresas, o que lhes tem causado graves prejuízos ao longo do tempo.

Os fundos de pensão têm obtido vitórias judiciais sucessivas na Justiça brasileira e em denúncias apresentadas à Comissão de Valores Mobiliários, com base no descumprimento do dever fiduciário e em prejuízos impostos a cotistas e acionistas por parte dos controladores do Opportunity. O banco e seus prepostos vêm sendo afastados do controle e administração de fundos de investimento e empresas-veículo que controlam a Brasil Telecom, Amazônia Celular, Telemig Celular, Metrô do Rio de Janeiro e Santos Brasil. Os fundos de pensão e o fundo CVC Brazil, acionistas majoritários, nomeiam novos administradores para as empresas.

Aos poucos vão se comprovando os descalabros praticados pelo Opportunity e seus prepostos. Mostram-se evidentes os prejuízos causados a centenas de milhares de trabalhadores cuja aposentadoria, para a qual contribuíram durante toda uma vida de trabalho, depende dos investimentos dos fundos de pensão.

A ANAPAR oferece à opinião pública este Memorial que elucida a atuação do senhor Daniel Dantas. Tudo foi elaborado a partir de informações publicadas nos veículos de imprensa e de processos públicos, que podem ser acessados por qualquer cidadão brasileiro.

Os participantes da PREVI, PETROS, FUNCEF, CENTRUS, ELETROCEEE. CELOS, FORLUZ, FACHESF, VALIA, TELOS, FUNDAÇÃO COPEL, SISTEL e FUNDAÇÃO 14 querem ver apuradas as denúncias e ressarcidos eventuais prejuízos.

Leiam mais em: anapar

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