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Blog do Desemprego Zero

Vladimir Palmeira ataca o PMDB

Escrito por Imprensa, postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Fonte: O Dia Online

Escrito por Michel Alecrim

Mesmo aconselhado por dirigentes do PT a abandonar a pré-candidatura para a Prefeitura do Rio, o ex-deputado Vladimir Palmeira se manteve firme nesse propósito e acredita ter força com a militância para vencer. Sem cerimônias, critica o PMDB por ter se antecipado às prévias e manifestado preferência por Molon.

O senhor acha que está ocorrendo no Rio uma antecipação das eleições presidenciais de 2010?

Claro que em algumas capitais, sobretudo em São Paulo e Belo Horizonte, tramam articulações com vistas às eleições de 2010. Há uma tentativa de levar o Aécio (Neves, governador tucano de Minas Gerais) para o PMDB. Mas no Rio acho que não. O PMDB não tinha alternativa no Rio. Tinha dificuldade em encontrar um candidato. O PT era uma questão de proximidade, por estar no governo do estado. O Sérgio Cabral não se entendia com o Garotinho, e as negociações acabaram desaguando nesse apoio. Os caciques do PMDB estão tentando resolver o problema deles e acabaram interferindo nas prévias do PT.

 Por que o senhor não desistiu de disputar as prévias do partido?

Eu tenho uma plataforma política para a Prefeitura do Rio, e é isso que eu estou defendendo. Numa eventual coligação, o mais importante é a discussão em torno de programas.

Nos debates internos, o senhor criticou a política de Segurança do governo Cabral. Isso influenciou o apoio do PMDB a Molon?

Numa cidade como o Rio, não se pode fazer campanha política sem entrar na questão da Segurança. Nessa matéria, a política do Sérgio Cabral é diferente da defendida pelo governo federal e o PT. No início dos debates, o Molon alegava que não se devia discutir o governo Cabral e recentemente acabou se manifestando a favor do Caveirão. Eu sou contra a política de Segurança que o governo tem. Temos que prender as quadrilhas, e não ficar trocando tiros com os bandidos. Há um ano estamos nisso, e nenhuma favela foi libertada do poder dos traficantes. É um fracasso. Morreram inocentes, e não deu em nada.

 A prefeitura tem como contribuir em termos de Segurança?

A prefeitura pode fazer um trabalho político defendendo a população pobre para que não seja massacrada e investindo na área social, com educação em tempo integral, centros culturais e saneamento. O PAC contempla isso em parte, mas para o Rio é muito pouco.

Como o senhor avalia a força política do prefeito Cesar Maia?

O Cesar Maia vai perder a prefeitura, e todo mundo sabe disso. Se quisesse ganhar, tentaria uma frente de partidos mais ampla, mas não procurou partidos que estavam próximos a ele, como o PV e o PSDB. Ele colocou uma candidatura (Solange Amaral) que não tem expressão eleitoral.

O senhor acredita que a religião terá grande importância nesta campanha, por causa do senador Marcelo Crivella?

Espero que a questão religiosa não seja o principal assunto desta campanha. Apesar de ser católico, o Molon não vai fazer uma campanha religiosa, se for o escolhido pelo PT, e o Gabeira não é nenhum santo. O Crivella é o candidato aberto de uma igreja, e isso só o prejudica. Até hoje, esse é o motivo de ele ter um teto.

 Mas de que lado ficará o presidente Lula na eleição? O fato de apoiar obras no Morro da Providência não favorece Crivella?

Os projetos num governo não têm necessariamente essa lógica. O governo tem que dar força ao que acha justo. Estamos muito satisfeitos que esteja mandando dinheiro para o Rio, inclusive para esse projeto da Providência.

 Por que o senhor acha que deve ser o candidato do PT à Prefeitura do Rio?

 Se eu for o candidato do PT, sei que vou disputar o voto popular. Tenho condições de fazer o partido ganhar força nessa camada da população. Venho defendendo isso no partido há muitos anos. Já o Molon vai disputar o voto da classe média, da Zona Sul.



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