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	<title>Comentários sobre: Transpor água em forma de energia de Tucuruí para o Semi-árido. Qual o motivo da irracionalidade anti- Tranposição do São Francisco?</title>
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		<title>Por: Paulo Afonso da Mata Machado</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/transpor-agua-em-forma-de-energia-de-tucurui-para-o-semi-arido-qual-o-motivo-da-irracionalidade-anti-tranposicao-do-sao-francisco/comment-page-1/#comment-15541</link>
		<dc:creator>Paulo Afonso da Mata Machado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 12:26:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1630#comment-15541</guid>
		<description>O Projeto de Integração de Bacias tem um erro grave de concepção: ao invés de criar rios artificiais, que ajudariam a amenizar as condições ambientais em seu percurso no semi-árido, optou por criar canais de concreto armado, indicando uma falta de visão de futuro.
O Projeto visa a reter o homem na terra. Particularmente com relação às margens dos canais, onde o Incra fará distribuição de terras, espera-se um grande aumento populacional. É possível que novas cidades cresçam as margens dos eixos norte e leste.
Para onde escoarão o esgoto e a drenagem pluvial das comunidades que surgirão à margem desses eixos? Certamente que será para os canais, provocando inundações. Não adiantará nem mesmo fazer campanha pela revitalização dos eixos, visto que não adianta plantar mata ciliar à margem de canais de concreto armado.
Ainda está em tempo de se rever tal política. Como a construção de canais em solo é muito mais barata que a construção em concreto armado, tenho a certeza de que será possível um acordo com as empreiteiras, baixando o custo da obra. Mas, se isso não for possível, qualquer coisa é preferível ao encaixotamento de mais de 700 km de rios (ainda que artificiais).
Como subsídio a esta argumentação, segue endereço de texto de Apolo Heringer Lisboa, coordenador do Projeto Manuelzão:
http://www.manuelzao.ufmg.br/folder_informa/folder_ultima/drenurbs-e-o-projeto-manuelzao</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Projeto de Integração de Bacias tem um erro grave de concepção: ao invés de criar rios artificiais, que ajudariam a amenizar as condições ambientais em seu percurso no semi-árido, optou por criar canais de concreto armado, indicando uma falta de visão de futuro.<br />
O Projeto visa a reter o homem na terra. Particularmente com relação às margens dos canais, onde o Incra fará distribuição de terras, espera-se um grande aumento populacional. É possível que novas cidades cresçam as margens dos eixos norte e leste.<br />
Para onde escoarão o esgoto e a drenagem pluvial das comunidades que surgirão à margem desses eixos? Certamente que será para os canais, provocando inundações. Não adiantará nem mesmo fazer campanha pela revitalização dos eixos, visto que não adianta plantar mata ciliar à margem de canais de concreto armado.<br />
Ainda está em tempo de se rever tal política. Como a construção de canais em solo é muito mais barata que a construção em concreto armado, tenho a certeza de que será possível um acordo com as empreiteiras, baixando o custo da obra. Mas, se isso não for possível, qualquer coisa é preferível ao encaixotamento de mais de 700 km de rios (ainda que artificiais).<br />
Como subsídio a esta argumentação, segue endereço de texto de Apolo Heringer Lisboa, coordenador do Projeto Manuelzão:<br />
<a href="http://www.manuelzao.ufmg.br/folder_informa/folder_ultima/drenurbs-e-o-projeto-manuelzao" rel="nofollow">http://www.manuelzao.ufmg.br/folder_informa/folder_ultima/drenurbs-e-o-projeto-manuelzao</a></p>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/transpor-agua-em-forma-de-energia-de-tucurui-para-o-semi-arido-qual-o-motivo-da-irracionalidade-anti-tranposicao-do-sao-francisco/comment-page-1/#comment-1007</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 21:28:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1630#comment-1007</guid>
		<description>Prezado Paulo Afonso,
sua preocupação é correta e perfeitamente válida.
É provável que aconteça isso que vc está alertando.
Porém, infelizmente acho que a única forma é passar pelo São Francisco, pois se não passar pela calha do São Francisco teria que abrir um canal direto entre o tocantins e os rios do Nordeste sentrentional, o que seria muito provavelmente inviável economicamente em decorrência do relevo e da distância. Custaria muitos bilhões de reais a mais, certamente mais de 15 bilhões de reais.
Entranto, devo ressaltar que mesmo havendo a possibilidade de mistura de peixes de diferentes bacias, acho que isso não é algo tão nocivo ao ambiente do São Francisco e os benefícios sócios-econÔmicos e ambientais do projeto superarão em muito esse &quot;custo&quot;.
Primeiro porque já há uma relativa entrada de peixes amazônicos no São Francisco, como o tucunaré que de fato já virou endêmico no são Francisco. Entretanto, os peixes do São Francisco estão muito melhor adaptados à alimentação de seu bioma do que os peixes amazônicos que estão adapatados com uma vegetação e fauna e intervenção humana muito diferente.
Mas o grande argumento em questão é que essa água poderá transformar de fato o Nordeste em uma espécie de califórnia tropical na produção de frutas, hortaliças, sucos e vinhos e aquicultura. além disso, viabilizará a industrialização no interior do Nordeste (que é restrita hoje em grande parte pela falta de água).
Como os sertanejos são a grande fonte de mão de obra barata para as motoserras da amazônia, a geração de milhões de empregos no sertão reduzirá enormemente a devastão do bioma virgem ainda existe da amazônia.
portanto, ao menos na minha opinião, essa possibilidade de peixes entrarem na bacia dos outros não seria razão suficiente para inviabilizar o mérito do projeto.
obrigado,
abraços,
Gustavo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Paulo Afonso,<br />
sua preocupação é correta e perfeitamente válida.<br />
É provável que aconteça isso que vc está alertando.<br />
Porém, infelizmente acho que a única forma é passar pelo São Francisco, pois se não passar pela calha do São Francisco teria que abrir um canal direto entre o tocantins e os rios do Nordeste sentrentional, o que seria muito provavelmente inviável economicamente em decorrência do relevo e da distância. Custaria muitos bilhões de reais a mais, certamente mais de 15 bilhões de reais.<br />
Entranto, devo ressaltar que mesmo havendo a possibilidade de mistura de peixes de diferentes bacias, acho que isso não é algo tão nocivo ao ambiente do São Francisco e os benefícios sócios-econÔmicos e ambientais do projeto superarão em muito esse &#8220;custo&#8221;.<br />
Primeiro porque já há uma relativa entrada de peixes amazônicos no São Francisco, como o tucunaré que de fato já virou endêmico no são Francisco. Entretanto, os peixes do São Francisco estão muito melhor adaptados à alimentação de seu bioma do que os peixes amazônicos que estão adapatados com uma vegetação e fauna e intervenção humana muito diferente.<br />
Mas o grande argumento em questão é que essa água poderá transformar de fato o Nordeste em uma espécie de califórnia tropical na produção de frutas, hortaliças, sucos e vinhos e aquicultura. além disso, viabilizará a industrialização no interior do Nordeste (que é restrita hoje em grande parte pela falta de água).<br />
Como os sertanejos são a grande fonte de mão de obra barata para as motoserras da amazônia, a geração de milhões de empregos no sertão reduzirá enormemente a devastão do bioma virgem ainda existe da amazônia.<br />
portanto, ao menos na minha opinião, essa possibilidade de peixes entrarem na bacia dos outros não seria razão suficiente para inviabilizar o mérito do projeto.<br />
obrigado,<br />
abraços,<br />
Gustavo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Afonso da Mata Machado</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/transpor-agua-em-forma-de-energia-de-tucurui-para-o-semi-arido-qual-o-motivo-da-irracionalidade-anti-tranposicao-do-sao-francisco/comment-page-1/#comment-1008</link>
		<dc:creator>Paulo Afonso da Mata Machado</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 19:33:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1630#comment-1008</guid>
		<description>O grande problema de transferência de água da bacia do Tocantins para o São Francisco é a diferença de faunas aquáticas.
Os peixes oriundos do Tocantins que seriam transeferidos em forma de ovas ou mesmo de alevinos seriam uma fauna exótica no São Francisco e concorreriam com a fauna existente.
Gostaria de saber se, tecnicamente, é viável a transferência direta de água de Tucuruí para o Nordeste Setentrional sem passar pelo São Francisco. Como a fauna aquática do Nordeste Setentrional é muito pequena, a transferência de peixes do Tocantins para os rios atualmente intermitentes pode ser algo que faça os pescadores agradecerem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O grande problema de transferência de água da bacia do Tocantins para o São Francisco é a diferença de faunas aquáticas.<br />
Os peixes oriundos do Tocantins que seriam transeferidos em forma de ovas ou mesmo de alevinos seriam uma fauna exótica no São Francisco e concorreriam com a fauna existente.<br />
Gostaria de saber se, tecnicamente, é viável a transferência direta de água de Tucuruí para o Nordeste Setentrional sem passar pelo São Francisco. Como a fauna aquática do Nordeste Setentrional é muito pequena, a transferência de peixes do Tocantins para os rios atualmente intermitentes pode ser algo que faça os pescadores agradecerem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/transpor-agua-em-forma-de-energia-de-tucurui-para-o-semi-arido-qual-o-motivo-da-irracionalidade-anti-tranposicao-do-sao-francisco/comment-page-1/#comment-1006</link>
		<dc:creator>BOLETIM SEMANAL DO BLOG DO DESEMPREGO ZERO &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 20:02:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1630#comment-1006</guid>
		<description>[...] Enviado em Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr &#124; Editar &#124; 1 Comentário » [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Enviado em Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, O que deu na Imprensa, Política Brasileira, Transposição do São Francisco: redenção ou desastr | Editar | 1 Comentário » [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eduardo Kaplan</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/transpor-agua-em-forma-de-energia-de-tucurui-para-o-semi-arido-qual-o-motivo-da-irracionalidade-anti-tranposicao-do-sao-francisco/comment-page-1/#comment-1005</link>
		<dc:creator>Eduardo Kaplan</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 02:31:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://plenoemprego.wordpress.com/?p=1630#comment-1005</guid>
		<description>É uma proposta interessante, mas gostaria de manifestar uma dúvida:

Caso uma hidrelétrica da CHESF deixe de produzir energia por conta do maior aproveitamento de Tucuruí, a água que desceria o rio pelas turbinas se acumula nos reservatórios - o que poderia significar &quot;economia de água&quot; suficiente para compensar a &quot;perda de água&quot; para as bacias do nordeste setentrional.

O estoque de água dos reservatórios do São Francisco aumentaria, mas o estoque de água do rio a jusante dos reservatórios diminuiria na mesma proporção. Na prática, não haveria apenas uma realocação da água do S. Francisco, sem afetar sua vazão?

A integração do sistema elétrico nacional permite compensar variações sazonais do estoque de água dos reservatórios (variando o uso da água armazenada em cada reservatório), mas não permite aumentar o fluxo de água de um rio por conta da redução da produção de energia...

Concordo que água atualmente vertida em Tucuruí demonstra conservadorismo do ONS em intensificar a produção hidrelétrica. E acredito que transferir 26m³/s de água do São Francisco para as bacias setentrionais permitirá um uso socialmente e economicamente mais nobre da água.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É uma proposta interessante, mas gostaria de manifestar uma dúvida:</p>
<p>Caso uma hidrelétrica da CHESF deixe de produzir energia por conta do maior aproveitamento de Tucuruí, a água que desceria o rio pelas turbinas se acumula nos reservatórios &#8211; o que poderia significar &#8220;economia de água&#8221; suficiente para compensar a &#8220;perda de água&#8221; para as bacias do nordeste setentrional.</p>
<p>O estoque de água dos reservatórios do São Francisco aumentaria, mas o estoque de água do rio a jusante dos reservatórios diminuiria na mesma proporção. Na prática, não haveria apenas uma realocação da água do S. Francisco, sem afetar sua vazão?</p>
<p>A integração do sistema elétrico nacional permite compensar variações sazonais do estoque de água dos reservatórios (variando o uso da água armazenada em cada reservatório), mas não permite aumentar o fluxo de água de um rio por conta da redução da produção de energia&#8230;</p>
<p>Concordo que água atualmente vertida em Tucuruí demonstra conservadorismo do ONS em intensificar a produção hidrelétrica. E acredito que transferir 26m³/s de água do São Francisco para as bacias setentrionais permitirá um uso socialmente e economicamente mais nobre da água.</p>
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