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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

Provavelmente, Deus não é africano

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Provavelmente, Deus não é africano

“Depois da Guerra Fria e no auge da globalização financeira, o continente africano ficou à margem dos fluxos de comércio e de investimento globais.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por José Luis Fiori*

A África ocupou mais da metade do tempo da última reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas nesta terceira semana do mês de abril de 2008. Na pauta: o impasse nas eleições presidenciais do Zimbabwe e as crises políticas da República Democrática do Congo e da Kenya, além dos conflitos armados, na Somália, e em Darfur, no Sudão. Trazendo de volta a imagem de um continente aparentemente inviável com “Estados falidos”, “guerras civis” e “genocídios tribais”, com apenas 1% do PIB mundial, 2% das transações comerciais globais e menos de 2% do investimento direto estrangeiro dos últimos anos. Mas a África não é tão simples nem homogênea, com seus quase 800 milhões de habitantes e seus 53 Estados nacionais, que foram criados pelas potências coloniais européias, e foram mantidos juntos graças à Guerra Fria, que chegou à África Setentrional, com a crise do Canal de Suez, em 1956; à África Central, com a guerra do Congo, dos anos 60; e finalmente, à África Austral, com a independência de Angola e Moçambique, e a sua guerra com a África do Sul nos anos 80.

A independência africana, depois da Segunda Guerra Mundial, despertou grandes expectativas com relação aos seus novos governos de “libertação nacional” e seus projetos de desenvolvimento, que foram muito bem-sucedidos – em alguns casos – durante os primeiros tempos de vida independente. Este desempenho inicial, entretanto, foi atropelado por sucessivos golpes e regimes militares e pela crise econômica mundial da década de 1970, que atingiu todas as economias periféricas e provocou um prolongado declínio da economia africana até o início do Século XXI. Mesmo na década de 90, depois do fim do mundo socialista e da Guerra Fria e no auge da globalização financeira, o continente africano ficou praticamente à margem dos novos fluxos de comércio e de investimento globais. Leia o resto do artigo »

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Biagi: Sucesso do Etanol Provoca Gritaria

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Brasil consegue substituir 50% do consumo de gasolina com 1% das terras agricultáveis.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

Acabei de conversar com Maurílio Biagi, presidente do Conselho da Usina Moema e do Conselho da Única, entidade que reúne os produtores de cana e álcool sobre a acusação de que o etanol brasileiro é responsável pelo aumento do preço dos alimentos no resto do mundo:

Disse Biagi: Essa gritaria é a consagração do modelo brasileiro. Eles não engolem o Brasil conseguir substituir 50% do consumo de gasolina com 1% das terras agriculturáveis.

Então, de quem é a culpa pelo aumento do preço dos alimentos ?

Disse Biagi: O maior responsável é o subsídio à agricultura dos países ricos.

O etanol americano, que usa o milho, também não tem culpa ?

Disse Biagi: Também, mas, há dois anos visitei uma usina na França que produzia etanol a partir de trigo. Trigo ! O engraçado é que eles queimam milho e trigo para fazer etanol e não taxam o petróleo.

Mas é verdade que vocês vão destruir a Amazônia para produzir etanol ?

Disse Biagi: Eu bem que tentei. Nos anos 70, o Governo brasileiro tentou consolidar a ocupação da Amazônia. E eu fui convidado para instalar a usina Abraham Lincoln, no quilômetro 46 da Transamazônica. A usina está lá abandonada, porque a Amazônia não presta para produzir cana. Na Amazônia, chove e faz calor, mas não tem o friozinho que dá a sacarose. Outro dia, na Holanda, me perguntaram a mesma coisa e eu respondi o seguinte: vocês saíram daqui duas vezes para conquistar o Brasil e produzir cana. A distância da Amazônia para São Paulo é menor que a distância da Holanda ao Brasil. Você acha que se desse para produzir cana na Amazônia nós já não teríamos feito isso? Leia o resto do artigo »

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Ponto de inflexão na gestão da economia

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Enquanto os mais importantes países de alta renda tropeçam, o quadro para as economias emergentes é de crescimento modestamente reduzido (…)”.

Por Katia Alves

Por Martin Wolf

Publicado no: Valor

Como observa a mais recente edição da “Perspectiva Econômica Mundial” (PEM), do Fundo Monetário Internacional, “a economia mundial penetrou num território novo e precário”. O mais impressionante talvez sejam os contrastes entre a disparada nos preços das commodities e os colapsos no mercado de crédito e entre o crescimento aquecido nas economias emergentes e a recessão incipiente nos EUA. Como chegamos a esse ponto? E o que deveríamos fazer?

A resposta da PEM à primeira pergunta é que a economia dos EUA poderá encolher em 0,7% entre o 4º trimestre do ano passado e o 4º trimestre de 2008. Isso representa uma grande guinada em relação ao aumento de 0,9% ao longo daquele período, projetado no relatório de janeiro da PEM. Mais do que isso, o crescimento deverá ser de apenas 1,6% ao longo dos próximos quatro trimestres. Enquanto isso, o crescimento na zona do euro deverá cair para apenas 0,9% entre o 4º trimestre de 2007 e o 4º trimestre de 2008. Leia o resto do artigo »

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Mercado agora busca a experiência dos “quarentões”

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Seguem abaixo dois artigos, o primeiro destaca o crescimento da demanda por profissionais com mais de quarenta anos. E no segundo artigo é realizada uma entrevista com a Ana Dutra, que trabalha numa empresa considerada a maior empresa de recrutamento de executivos do mundo, e afirma que “os líderes brasileiros estão extremamente bem posicionados, tem uma formação global, muitos estudaram, trabalharam fora, estão muito preparados para atender a essa globalização dos mercados”.

Por Katia Alves

Por Andrea Giardino

Publicado no: Valor

A falta de executivos preparados para lidar em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e ao mesmo tempo permeado por maiores exigências de governança, vem quebrando um velho paradigma nas empresas: o de que quem chegou aos 40 anos já tem prazo de validade no mercado de trabalho. Esses profissionais não só passaram a ser mais valorizados, como são disputados a peso de ouro pelas companhias.

É o que revela pesquisa feita pela DBM, consultoria especializada em capital humano, com exclusividade para o Valor. “Há uma necessidade de se contratar gente para posições-chave que reúnam conhecimento técnico e experiência”, explica Cláudio Garcia, novo presidente da DBM para o Brasil e América Latina. Uma mudança significativa no que se via até então, sobretudo porque o peso da idade sempre foi um fator negativo na contratação de executivos.

 Antes, quando um profissional chegava aos 40 anos se considerava carta fora do baralho, tinha dificuldade de encontrar um novo emprego caso fosse demitido e não raro se sentia na linha de tiro por, em geral, ocupar cargos de chefia e ter salários altos. Hoje, ele é bastante assediado pelas empresas que pagam o que for preciso para contratá-los. Leia o resto do artigo »

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A Lei Geral em compasso de espera

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se uma empresa está isenta de ICMS, o comprador não tem direito a esse crédito. Essa questão cria resistências para que grandes redes comprem de MPEs. Agora se está tentando resolver a situação com o projeto de lei complementar 126, em tramitação na Câmara.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

O Supersimples pode ser uma revolução. Não apenas pelos benefícios que traz às pequenas e micro empresas, mas pelo fato de ser um ensaio geral para uma ampliação do modelo para outros setores da economia.

Simplifica a tributação, reduz a carga tributária e, com isso, permite a ampliação da formalidade das empresas.

Mas, para ser implantado, há a necessidade da aprovação de leis estaduais e municipais. E aí a roda está emperrando.

O problema é que vários estados implementaram leis de ampliação da arrecadação do ICMS. E as novas determinações – feitas para arrecadar – colidem com o espírito do Supersimples.

Segundo Bruno Quick, gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, as maiores dificuldades estão em instrumentos como a substituição tributária, a antecipação do imposto em fronteira e um entendimento equivocado de que benefícios às MPEs fazem parte da guerra fiscal Leia o resto do artigo »

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O modelo elétrico

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no: Blog do Nassif

Por Luis Nassif

Em 23 de janeiro, a probabilidade de racionamento era de 22%. Em fevereiro, passou a zero. O que aconteceu nesse período, se nenhuma hidrelétrica foi construída, nenhuma medida tomada? E só mudou o ritmo das chuvas?

O problema maior é o da não uniformização dos critérios de avaliação de riscos no sistema. Essa foi a conclusão unânime dos especialistas que participaram do primeiro painel do seminário do Projeto Brasil sobre Energia Elétrica.

Estavam presentes os principais agentes do sistema.

Os desencontros de informação custarão caro ao consumidor e aos investidores.

A crise foi causada pela interrupção do fornecimento de gás da Bolívia e da Argentina – que tiraram do mercado brasileiro o equivalente a 6,5 mwh.

O Brasil tinha uma alternativa de última instância: desviar todo o gás veicular e das indústrias para produzir energia. Nesse caso, considerando esse gás, o risco de racionamento seria reduzido a zero. Leia o resto do artigo »

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Mantida por aparelhos

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Um panorama das teorias econômicas que influenciaram o mercado desde a Primeira Guerra Mundial aos anos 80.

*Por Luciana Sergeiro.

Publicado em: Carta Capital

Por: Luiz Gonzaga Belluzzo

Ao longo do tumultuado período encravado entre a Primeira Guerra Mundial e a vitória dos Aliados em 1945, a fúria e a desordem dos mercados haviam colocado em risco a ordem social e econômica. Esse intervalo histórico foi marcado por instabilidades monetárias e cambiais devastadoras transmitidas por circuitos financeiros internacionais.

As disputas comerciais e as desvalorizações competitivas promoveram a contração do comércio internacional e os países envolvidos tratavam de despejar o desemprego no território do vizinho. Tudo isso em meio à intensificação dos conflitos sociais. A luta política, cada vez mais radicalizada entre a extrema-esquerda e a ultradireita, foi coroada com os espinhos da experiência nazi-fascista. Neste clima cresceu o convencimento de que o capitalismo, entregue à sua própria lógica, era uma ameaça à vida civilizada.

No pós-guerra, para evitar a repetição do desastre era necessário, antes de tudo, constituir uma ordem econômica internacional capaz de alentar o desenvolvimento. Em primeiro lugar, remover os obstáculos à expansão do comércio entre as nações e conceber regras monetárias aptas a garantir a confiança na moeda-reserva e, ao mesmo tempo, impedir o ajustamento deflacionário do balanço de pagamentos. Tratava-se, portanto, de erigir um ambiente econômico internacional destinado a propiciar um amplo raio de manobra para as políticas nacionais de desenvolvimento, industrialização e progresso social.

As novas instituições e as políticas econômicas do Estado Social estavam comprometidas com a manutenção do pleno emprego, com a atenuação, em nome da igualdade, dos danos causados ao indivíduo pela operação sem peias do “mecanismo econômico”. Eric Alliez escreveu que, durante mais de duas décadas, realizou-se a criação de um mundo fundado sobre o direito ao trabalho, que tinha como objetivo o pleno emprego, o crescimento dos salários reais. Leia o resto do artigo »

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RESUMO DO DIA – 24/04/2008

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Por Elizabeth Cardoso e Luciana Sergeiro

Política

O tema candente que mobiliza as partes em confronto na arena federal são os aloprados esforços do Planalto para sumir com o escândalo do dossiê…

O Estadão: A desconstrução do dossiê

Marta Suplicy deixa claro que provavelmente aceitará ser a candidata petista à Prefeitura de São Paulo e para isso deve abrir mão do cargo de Ministra do Turismo já no próximo mês…

O Estadão: Marta deve antecipar saída do ministério para disputar eleição

De olho nos elevados índices de aprovação popular do governo Lula, deputados do PT querem pegar carona na popularidade do presidente para conquistar prefeituras…

Último Segundo: Aliados pegam carona no governo nas eleições 2008

Economia

Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa de juro neste mês e disse que continuará atuando com “prudência”, disse ainda que suas previsões para a inflação neste ano e em 2009 aumentaram desde a reunião de março…

Reuters Brasil: Copom reitera preocupações; mercado vê nova alta de 0,5 ponto.

A taxa de desemprego nacional marcou 8,6% da população economicamente ativa (PEA) em março, com ligeira queda em relação a fevereiro (8,7%) e inferior aos 10,1% registrados no terceiro mês de 2007. Este é o menor nível para o mês de março desde 2002…

Uol Economia: Desemprego de 8,6% em março é o menor para o mês desde 2002

Um relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC), divulgado hoje, mostrou que o crescimento das exportações brasileiras em 2007 (17%) foi o menor, ao lado da Rússia, entre os chamados Brics (grupo de países emergentes que é formado por Brasil, Rússia, China e Índia)…

JB Online: Brasil tem menor crescimento dos países emergentes

Internacional

Hillary Clinton venceu o rival Barack Obama nas primárias da Pensilvânia nesta terça-feira…

JB online: Hillary vence na Pensilvânia e sobrevive na campanha

Haitianos em desespero prometem aproveitar a primeira oportunidade de embarcar num navio que os levem aos Estados Unidos e os tirem da miséria no país mais pobre do Ocidente…

JB Online: Crise de alimentos no Haiti leva a fuga pelo mar

Direitos para a natureza, constitucionalmente garantidos… Equador discute a possibilidade de tipificar direitos para a natureza, em sua nova Constituição, garantindo juridicamente sua proteção e sua existência. O escritor uruguaio Eduardo Galeano discorre sobre essa novidade histórica, aparente insana para a concepção de muitos, que não estranham, entretanto, que empresas possam ser tratadas como “pessoas”, pessoas jurídicas, que dispõem de amplos direitos…

Agência Carta Maior: A natureza não é muda

Desenvolvimento

A confiança do empresário industrial brasileiro aumentou pelo quarto trimestre consecutivo e atingiu, em abril, o maior nível desde janeiro de 2005…

Folha Online: Confiança da indústria é a maior desde janeiro de 2005, diz CNI

Os centros de estudos sismológicos nacionais começaram a ser avaliados para verificar a necessidade de investimentos na área de detecção de fenômenos como terremotos…

JB Online: Governo avalia laboratórios de sismologia

Para o biênio 2008-2009, Brasil apresenta desequilíbrio entre oferta e demanda energética, que tem implicado em um balanço negativo de energia firme, prenunciando uma possível crise no setor. Contudo, o país detém boas perspectivas de desenvolvimento futuro de novas matrizes energéticas, pois possui um elevado potencial para o uso de fontes alternativas de energia…

Projeto Brasil: Energia: fatores de risco e novas possibilidades

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