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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

Paraguai não pode ser uma ilha entre as outras nações”

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado na: Carta Maior

Por Clarissa Pont

Em Assunção, Carta Maior conversou com Fernando Lugo, candidato apontado como favorito para vencer as eleições presidenciais no Paraguai. Para Lugo, é fundamental consolidar a identidade política e realizar um processo transformador dentro do país.

ASSUNÇÃO – Em um país onde a filiação ao Partido Colorado parecia ser sinônimo exclusivo de participação política, a coligação criada em torno do candidato Fernando Lugo garantiu, pela primeira vez em 60 anos, a dúvida sobre quem ganhará as eleições presidenciais deste ano. A Aliança Patriótica para a Mudança reúne sob uma mesma legenda nove partidos políticos e diversos movimentos sociais, sindicais e indígenas. O Partido Liberal Radical Autêntico, a segunda força partidária paraguaia depois da tradição colorada, forma esta frente com Federico Franco, candidato a vice-presidente.

As contradições entre a base popular que impulsionou a candidatura de Lugo e o partido do vice-presidente, para alguns, são capazes de inviabilizar um governo. De qualquer forma, Lugo e Franco estiveram juntos durante toda campanha e, em discursos, têm apoiado que a Aliança é uma força não apenas eleitoral, também política. Os dois candidatos seguem em primeiro lugar nas pesquisas de boca de urna realizadas esta manhã no Paraguai. Nesta entrevista, Lugo explica como se estabeleceriam as relações entre Brasil e Paraguai caso vença as eleições deste domingo e afirma que “pela primeira vez o país vive uma etapa importante da vida política, com características quase atípicas”. Leia o resto do artigo »

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Novo Capítulo do Dossiê do Nassif x Veja: As relações incestuosas na mídia

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no Blog do Nassif

O modelo de assassinato de reputações, como arma de disputas comerciais, alcançou seu auge na recente fase da revista Veja, especialmente através do colunista Diogo Mainardi.

O último capítulo dessa novela foram colunas e podcasts de Mainardi, a respeito de um dossiê que continha trechos de um inquérito sigiloso do Ministério Público Italiano.

Conforme demonstrado em dois capítulos da série (O post-it de Mainardi e Lula é meu álibi), ao contráriodo que Mainardi afirmava em sua coluna, o dossiê foi escaneado no Brasil, rearrumando papéis do inquérito original da Itália. E a prova maior é que seu conteúdo foi divulgado no mesmo dia em que o arquivo foi gravado, no site de uma ex-jornalista da “Folha”, Janaína Leite.

Tempos depois, a revista Carta Capital entrevistou Angelo Jannone, ex-chefe de Segurança da Telecom Italia, nos tempos de Tronchetti Provera. A entrevista de Jannone foi aproveitada por ambos para tentar demonstrar que os inocentava.

Sobre o caso italiano dedicarei um capítulo especial, dada à sua aparente complexidade e por demonstrar o jogo complicado do qual Mainardi tornou-se participante, sabe-se lá com que propósitos.

O que interessa, neste capítulo, é a explicitação das relações de Mainardi com Janaína, e de ambos com Daniel Dantas.

Vamos entender melhor quem é a parceira de Mainardi nesse jogo.

No seu blog, Janaína Leite se apresenta como “consultora”. Não há nenhuma indicação sobre quem são seus clientes. No seu período na “Folha” atuou em uma série de matérias francamente suspeitas, conforme se demonstrará a seguir. Todas elas seguiam a mesma linha de denúncias utilizada por Mainardi quando trata do tema telefonia.

Vamos à análise de quatro casos.

O caso Cecília Melo

Conforme explicado no capítulo “O post-it de Mainardi”, há dois inquéritos em andamento, um no Brasil, outro na Itália.

O do Brasil é conduzido pela Polícia Federal e Ministério Público Federal em São Paulo, sobre grampos, quebras de sigilo, a partir do dossiê Kroll, divulgado pela “Folha” anos atrás. O da Italia pelo MP italiano, originalmente era sobre as estripulias da Parmalat italiana. Depois, graças a uma manobra engenhosa, foram incluídas as as operações da Telecom Italia no Brasil. No inquérito italiano há grampos ilegais e outras particularidades que poderiam provocar a anulação do inquérito brasileiro – caso fossem juntadas as peças.

Há uma tentativa de misturar os dois inquéritos. Por isso mesmo, toda a luta da PF e do MP é para impedir essa contaminação.

Essa tentativa ficou clara em matéria de Janaína Leite de 24 de julho de 2007 (clique aqui) com o próprio Daniel Dantas, preocupado com a possibilidade dos fundos de pensão fecharem um acordo com o Citigroup que estreitaria sua margem de manobra na Brasil Telecom.

Dois trechos merecem destaque. O primeiro, demonstrando que Dantas atuou pessoalmente para que a atuação da Telecom Italia no Brasil fosse incluída no inquérito italiano.

O banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunity, enviou à Procuradoria Geral da República um pedido para que o Ministério Público investigue supostos atos ilegais praticados no âmbito da disputa entre os sócios da Brasil Telecom, operadora de telefonia fixa que atende três regiões do país.

A segunda, ao mencionar uma testemunha-chave importante:

A principal testemunha dos procuradores italianos, Marco Bernardini, confirmou à Folha ilegalidades no Brasil.

Guarde essas duas informações, ambas obtidas da mesma fonte: a atuação de Dantas e o nome da tal testemunha-chave. Facilitará bastante para entender o próximo capítulo, especialmente quando Mainardi menciona suas misteriosas “fontes italianas”.

O jogo jornalístico em torno do processo italiano consistiu dos seguintes lances.

Lance 1 – no dia 21 de setembro de 2006, matéria da Janaina Leite na Folha: “Polícia italiana prende 20 ligados à Telecom Itália” (clique aqui), a primeira matéria que saiu por aqui, da operação dos promotores italianos, e tentando mostrar correlação entre o escândalo da Parmalat e o dossiê Kroll, divulgado no Brasil.

Três grandes dúvidas ficam em aberto sobre as implicações da ação do Ministério Público italiano, que teria encontrado ligações de organizações que serviram a pagamentos de propinas no “Laziogate” –escândalo de compra de políticos envolvendo empresas privadas– com os implicados na suposta rede de espionagem italiana.

No dia 22 de setembro de 2006, nova matéria: “Crise com tele leva Prodi a depor no Senado” (clique aqui). Nela, Janaína afirma o seguinte:

Anteontem, 20 pessoas foram presas na Itália acusadas de fazer parte do esquema de arapongagem. Segundo a Folha apurou, é possível que o escândalo respingue no Brasil. Isso porque o encarregado da segurança da Telecom Italia na América Latina, Angelo Janonne, está sendo investigado na esteira de seu chefe, Giuliano Tavaroli, tido como braço direito de Tronchetti Provera.

Em 2004, Janonne veio ao Brasil para entregar à Polícia Federal documentos mostrando que a Telecom Italia e integrantes do governo brasileiro vinham sendo espionada pela Kroll, contratada pela Brasil Telecom, então administrada pelo grupo Opportunity, do empresário Daniel Dantas.

À época, Janonne disse que as informações que repassava tinham sido entregues anonimamente à Telecom Italia. Mas a desconfiança dos promotores italianos, que têm poder de polícia em seu país, é a de que os dados foram obtidos a partir da atuação de espiões que atuavam, supostamente, com anuência da operadora de telefonia italiana.

Não informava como obteve informações dos promotores italianos.

Lance 2 – a desembargadora Cecília Melo dá sentença ordenando a anexação de um inquérito no outro. O argumento da desembargadora é justamente a reportagem de Janaína.

Lance 3 – outra matéria da Janaína, agora em reforço à decisão da desembargadora. É de 11 de dezembro de 2006: “Justiça pede dados sobre Telecom Italia” (clique aqui).

A 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu ontem, por unanimidade, requisitar oficialmente da Justiça italiana documentos relativos às investigações de suposta espionagem e supostos pagamentos ilegais feitos pela Telecom Italia no Brasil. Os magistrados, baseados em reportagens da Folha, também determinaram que o Ministério Público Federal tome providências para apurar possíveis ilegalidades promovidas pela tele no Brasil. Procurada, a Telecom Italia preferiu não comentar o assunto.

Lance 4 – Este ano, o Ministério Público e a Polícia Federal convocaram o executivo Rodrigo Bhering Andrade, que trabalha para o Opportunity. Pressionado, Andrade admitiu que Janaína o mantinha informado sobre as fontes que alimentavam o jornal de matérias contrárias ao Opportunity. Essas informações constam do inquérito.

A matéria de Janaína traz duas dicas importantes.

A primeira, a reiteração do nome da testemunha-chave:

Uma das principais testemunhas do Ministério Público italiano é o ex-investigador Mario Bernardini, que concordou em relatar detalhes dos esquemas engendrados dentro da Telecom Italia em troca de não ser preso. Em entrevista à Folha, ele sustentou o que havia dito aos procuradores: no Brasil, o chefe de segurança da tele ordenou a espionagem de ministros, banqueiros, jornalistas, executivos e concorrentes da Pirelli. Disse ainda que a tele italiana mantinha um esquema de pagamentos a políticos e servidores públicos por meio de advogados e consultores.

A segunda, a conexão com o senador Heráclito Fortes, reconhecido publicamente como sendo aliado incondicional de Dantas:

O assunto não deverá ficar restrito ao Judiciário. A Folha apurou que parlamentares brasileiros também pediram a remessa das informações, inclusive a íntegra dos depoimentos, à Italia. Na semana passada, o senador Heráclito Fortes (PFL-PI) viajou ao país para pedir ajuda a parlamentares.

Sobre Bernardini analisaremos no capítulo específico sobre o caso Jannone.

O Caso Márcia Cunha

Dois magistrados foram fundamentais para apear o Opportunity do controle da Brasil Telecom. Um, a desembargadora Márcia Cunha, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que deu a primeira sentença séria desfavorável a Daniel Dantas. O segundo, o Ministro Edson Vidigal, presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Como se recorda, Edson Vidigal foi vítima de um assassinato de reputação praticado pela revista Veja (capítulo O caso Edson Vidigal).

Vamos entender a participação de Janaína Leite no “assassinato de reputação” de Márcia Cunha, aproveitando o bom levantamento feito pelo jornalista Fábio Carvalho, em resposta a uma discussão entre blogs sobre um dos capítulos da série.

É uma série de matérias envolvendo a questão do acordo “guarda-chuva”, que garantia ao Opportunity o controle da Brasil Telecom. Leia o resto do artigo »

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Desequilíbrio no FAT

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no: O Estado de São Paulo

Editorial

Criado para proteger o trabalhador demitido sem justa causa, assegurando-lhe um seguro-desemprego por determinado período, apoiar programas de preparação e treinamento de mão-de-obra e estimular investimentos que gerem emprego e renda, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) pode ficar sem dinheiro para tudo isso. As projeções de suas despesas e receitas feitas pelo Ministério do Trabalho apontam para o surgimento de um déficit já em 2010. Daí em diante, o déficit tenderá a crescer rapidamente.

Entre 2000 e 2007, as despesas do FAT aumentaram 90,3% e suas receitas subiram 43%. Estudo do Ministério do Trabalho prevê que, entre 2008 e 2010, as receitas aumentarão 42%, mas as despesas crescerão 72%, o que provocará o surgimento de um déficit dentro de dois anos.

O valor dos benefícios pagos pelo FAT é vinculado ao salário mínimo, que nos últimos anos teve aumentos reais consideráveis. Por isso, os gastos com abono salarial, que correspondiam a 17,2% das despesas totais em 2000, passaram para 29,5% em 2007. Os pagamentos do seguro-desemprego, por sua vez, aumentaram de 1% para 4% dos gastos totais. Leia o resto do artigo »

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“Quem são esses brasileiros?” Como a Vale muda a mineração mundial

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Para diversificar-se além do minério de ferro, a Vale resolveu crescer fora do Brasil…”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Antonio Regalado

Quando a Companhia Vale do Rio Doce chegou à pequena cidade mineradora de Sudbury, no Canadá, um ano e meio atrás, o prefeito John Rodriguez se lembra de ter se perguntado: “Quem são esses brasileiros?”

Agora que a gigante da mineração abre caminho para a linha de frente do mundo internacional dos negócios, mais e mais pessoas fora do Brasil estão descobrindo. Em 2006, a Vale absorveu a maior empregadora de Sudbury, a produtora de níquel Inco, por US$ 17,8 bilhões. A Vale é hoje a segunda maior mineradora do mundo, e a maior produtora de minério de ferro, um insumo básico do aço.

Graças a uma alta de seis anos nos preços das commodities, a Vale gerou o maior retorno total aos acionistas, entre 2002 e 2006, de um grupo de 5.000 empresas do mundo consideradas pela Boston Consulting Group. Os investidores tomaram nota: a ação da Vale foi a terceira mais negociada de uma empresa estrangeira na Bolsa de Nova York no primeiro trimestre deste ano. A Vale anunciou ontem um lucro líquido de US$ 2 bilhões para o primeiro trimestre, uma queda de 8,8% em relação ao mesmo período do ano passado que atribuiu à fraqueza do dólar e a uma queda no preço do níquel.

A alta dos preços do minério de ferro está começando a se tornar uma grande preocupação estratégica para empresas e governos ao redor do mundo. Na Índia, autoridades do governo têm discutido a adoção de novos impostos sobre as exportações do minério para ajudar a controlar a disparada nos preços do aço. Este mês, a maior siderúrgica do mundo, a ArcelorMittal SA, que tem sede em Luxemburgo, informou que queria aumentar seu “controle” sobre a matéria-prima ao suprir 70% de suas próprias necessidades dentro de cinco anos. Leia o resto do artigo »

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Tese de Doutorado sobre Finanças Funcionais

Postado em 26 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Versão Formato menor (espaço 1,5)

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Banco Central diz que juro subiu para consolidar aportes

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O Copom está de olho em cenários futuros, ou seja, na inflação prospectiva. Estão mais preocupados com a inflação futura do que com a corrente.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: DCI – Comércio, Indústria & Serviços (restrito a assinantes)

Por: Luciano Máximo

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) sinalizou que a elevação dos juros básicos da economia brasileira na semana passada, de 11,25% para 11,75% ao ano, dará tempo para que as empresas possam maturar os investimentos feitos durante um período de inflação controlada e câmbio desvalorizado, enquanto um novo aperto monetário irá interferir no risco de elevação da pressão inflacionária.

De acordo com a ata da última reunião do colegiado, divulgada ontem, o BC está preocupado com o nível de ‘utilização da capacidade instalada da indústria’ (Nuci) nacional, que se elevou bastante nos últimos meses com a importação de máquinas para a renovação das fábricas do País, mas pode não ser suficiente para atender à atual demanda aquecida da economia e, assim, gerar pressão sobre os preços.

O documento aponta que o Nuci calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) atingiu 85,2% no mês passado, 2,1 pontos percentuais acima do nível registrado no mesmo período de 2007. Se considerar os dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o nível da capacidade do setor está hoje um pouco abaixo do recorde da série, de 83,3%, registrado em novembro do ano passado. Leia o resto do artigo »

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Política industrial tem data, mas Miguel Jorge diz faltar acertos

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A nova Política Industrial deve funcionar como um instrumento de atração de investimentos de produtores mundiais, que venham ao Brasil e se disponham a fabricar componentes eletrônicos de forma competitiva.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: DCI – Comércio, Indústria & Serviços

Por: Luciano Máximo

Mesmo com o lançamento agendado para o próximo dia 12, o governo informa que ainda não concluiu as negociações sobre o tamanho das desonerações tributárias da nova Política Industrial. De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, “o valor da desoneração ainda não está calculado”. A decisão final ocorrerá até a próxima semana, quando Receita Federal e Ministério da Fazenda farão uma reunião definitiva sobre o tema.

Na quarta-feira, a equipe econômica se reuniu no Palácio do Planalto para fechar detalhes da proposta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Participaram os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e da Fazenda, Guido Mantega, além dos presidentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Nacional (BNDES), Luciano Coutinho, e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Reginaldo Arcuri.

Existem informações, no entanto, que dão conta do real motivo do atraso da apresentação: o processo burocrático. O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, contou ao DCI que o ministro Miguel Jorge revelou, em conversa na semana passada, que “estava tudo pronto para o lançamento, mas faltava tratar das questões burocráticas relacionadas à redação das diversas portarias e decretos que somos obrigados fazer para que a política entre em vigor”. Segundo Barbato, o ministro havia dito que a equipe incumbida do projeto tratava apenas da fundamentação legal das medidas e que a parte relacionada à desoneração já havia sido acertada entre os diversos Ministérios envolvidos e a Receita. Leia o resto do artigo »

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Inflação tira fôlego da evolução dos salários

Postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A massa real de rendimentos se desacelera há alguns meses devido à pressão inflacionária mais forte e ao crescimento menos vigoroso no rendimento nominal (…) pode já ser um sinal de desaceleração natural do crescimento da economia após a expansão verificada no fim de 2007″.

 Por Katia Alves

 Por Cibelle Bouças e Rafael Rosas*

 Publicado no: Valor

 O rendimento médio real dos trabalhadores apresentou decréscimo em março – conseqüência de ganhos salariais reais mais tímidos -, fato que é apontado por analistas como um sinalizador de desaceleração no crescimento da economia doméstica. De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o rendimento médio real habitual dos ocupados registrou recuo de 0,6% em março, na relação a fevereiro, para R$ 1.188,90. Em comparação com o mesmo intervalo de 2007, houve elevação de 2%.

No acumulado de 12 meses, a massa de rendimentos dos trabalhadores estimada em março também se desacelerou. Após três meses consecutivos de crescimento de 5,3%, o indicador apresentou recuo de 0,1 ponto percentual, atingindo um valor estimado de R$ 25,537 bilhões.

A massa real de rendimentos se desacelera há alguns meses devido à pressão inflacionária mais forte e ao crescimento menos vigoroso no rendimento nominal – o que, para Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, pode já ser um sinal de desaceleração natural do crescimento da economia após a expansão verificada no fim de 2007. O economista projeta para o ano crescimento de 4,3% na massa real, com expansão do rendimento médio real de 1,4% (deflacionado pelo INPC) e de 2,9% na ocupação. “A situação da renda ainda é favorável, mas com uma clara desaceleração na margem, o que é positivo para os objetivos do Banco Central de controlar a demanda.” Leia o resto do artigo »

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