Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Leia a íntegra na: Isto é Dinheiro
Por: Leonardo Attuch
Megainvestidor fala à DINHEIRO sobre a crise americana, lança livro e diz que a situação ainda pode piorar muito
A VISÃO DE SOROS: queda do dólar pode ser positiva para países como o Brasil GEORGE SOROS, novamente, foi rápido no gatilho. O mais temido especulador global, que já conseguiu dobrar o Banco da Inglaterra e derrubar a libra esterlina, lançou, na quinta-feira 3, o livro Um novo paradigma para os mercados financeiros – em escala planetária, mas apenas numa versão eletrônica, que pode ser baixada pela internet Public Affairs Books. Quando muitos ainda tentam compreender o que está ocorrendo, Soros, gestor de US$ 17 bilhões com seu Quantum Fund, explica: “Vivemos hoje a maior crise desde 1929, que é fruto da crença cega no fundamentalismo de mercado”, diz ele.
Segundo Soros, a bolha financeira vai além do mercado imobiliário ele já fala até em “superbolha” – e diz que a crise está só começando. “Os preços dos imóveis nos Estados Unidos ainda vão cair mais 20%, o que irá afetar a produção, o consumo e o emprego”.Um dia depois, na sexta-feira 4, Soros organizou uma teleconferência de imprensa, da qual DINHEIRO participou (leia trechos da entrevista ao lado). Embora esteja prevendo uma recessão profunda na economia americana, ele vê sinais positivos para os países emergentes. “Há uma fuga generalizada do dólar, mas as outras moedas, como o euro, já estão muito valorizadas”, diz ele. “Isso faz com que investidores migrem para commodities, o que pode causar efeitos positivos para países como o Brasil”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Audiência de chávez sobe, veja no artigo a seguir. Katia
Publicado originalmente no: Vi o Mundo
Escrito por: Luiz Carlos Azenha
SÃO PAULO – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, reconquistou o apoio político que tinha antes do referendo aprovatório em que sua proposta de reforma constitucional foi derrotada com cerca de 50% de votos contrários e 49% a favor, em dezembro de 2007.
Chávez foi reeleito em 2006 com mais de 62% dos votos. A grande abstenção no referendo foi atribuída a chavistas que desistiram de votar. Muitos discordavam da reeleição indefinida, vendida na Venezuela como “mandato perpétuo” para Chávez.
Agora, o Instituto Venezuelano de Análise de Dados (IVAD), cujas pesquisas quase sempre foram confirmadas pelos resultados eleitorais, mostra que 66,5% dos venezuelanos apóiam Chávez. A margem de erro é de 1% a 2,3% Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado originalmente no: Conversa Afiada
Por Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 1058
QUEM VAI ASSINAR O PERDÃO A DANTAS ?
. O respeitado jornalista Rubens Glasberg, da Teletime, informa – leia abaixo -que pelo menos um diretor da Brasil Telecom se recusa assinar o acordo da “BrOi” que vai perdoar Daniel Dantas.
. Só um ?
. E se Dantas for em cana ?
. E se os Fundos procurarem saber como a Brasil Telecom assinou contrato bilionário com Alcatel, mesmo depois de uma auditoria feita após a saída de Dantas localizar sérias irregularidades nas relações entre a BrT e a Alcatel ?
. Clique aqui para ler “Alcatel BrT: os Fundos e o Citi estão nessa ?”
. Será que os diretores do BNDES vão assinar um empréstimo aos empresários (?) Carlos Jereissati e Sérgio Andrade em que eles não entram com um tusta ?
. Clique aqui para ler sobre a Pegasus, a mãe de todas as “BrOi” .
. Será que a diretoria da Anatel vai assinar uma mudança na lei só para beneficiar um banqueiro que a Polícia Federal, o Citibank (na Corte de Nova York) e a Justiça de Sua Majestade a Rainha da Inglaterra consideram um formador de quadrilha, um criminoso ? Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008
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Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008
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Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado no: DCI
Escrito por: Luciano Maximo
Ao contrário do que já se tornou consenso no mercado, João Nogueira, presidente do conselho do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (Ibri), não acredita na elevação da taxa básica de juros nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). O executivo aposta que, neste ano, a Selic será, no máximo, mantida.
Segundo Nogueira, a inflação, controlada, com ajuda do real valorizado, e o bom desempenho internacional do País, puxado pelos altos preços das principais matérias-primas de exportação, garantem margem para redução nos juros. “Eu acho que há espaço para uma redução de juros, sim, não no ritmo que nós vimos num passado muito recente, mas nós podemos baixar os juros em função da inflação controlada e do cenário internacional favorável”, afirmou Nogueira.
Ele também destaca que a manutenção da Selic elevada foi uma medida inteligente tomada pelo governo durante a crise norte-americana. “Você ajuda os investidores que estão tendo prejuízos em função da crise. Eles podem auferir rentabilidade mantendo seus ativos no Brasil, compensando parte dos prejuízos.” O presidente do Ibri ainda prevê que a crise do subprime renderá notícias negativas com a apresentação dos balanços dos bancos internacionais. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado no: Valor
Escrito por: Cristiano Romero
Há um debate em curso no governo para a adoção de uma nova política econômica. Não se trata de nada que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já tenha abençoado, mas a ofensiva para convencer o Palácio do Planalto está em pleno andamento. No modelo em discussão, o governo adotaria, em vez de um regime de metas para a inflação como o atual, um sistema de metas para o câmbio, como faz a Argentina.
Inspirada em discussões de dois conselheiros informais de Lula – o ex-ministro Delfim Netto e o professor Luiz Gonzaga Belluzzo, da Unicamp -, a proposta é polêmica e, se adotada, representará uma guinada no modelo adotado pelo país em 1999 e reforçado pelo atual governo desde 2003. O principal propósito é desvalorizar o real, estimulando as exportações e supostamente eliminando o risco de uma crise cambial no país.
Numa reunião no Palácio do Planalto, há pouco mais de três semanas, Delfim e Belluzzo advertiram o presidente da possibilidade de o Brasil viver uma crise externa ainda no espaço de seu mandato, ou seja, antes da eleição que escolherá o sucessor. Lula tem três temores na vida – inflação, apagão de energia e bancarrota. Controversa, a tese é a de que, com o câmbio apreciado e a continuação do derretimento do dólar, o país acumulará, rapidamente, elevados e insustentáveis déficits em conta corrente nos próximos anos. Leia o resto do artigo »
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Postado em 8 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Petistas cobram nome de “espião”
Publicado originalmente na: Folha on line
Escrito por: Gabriela Guerreiro
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) disse nesta quarta-feira que recebeu o suposto dossiê com informações sobre gastos sigilosos do ex-presidente FHC (PSDB) com cartões corporativos. Dias, entretanto, evitou admitir ser o responsável pelo vazamento do dossiê para a imprensa. Em seguida, argumentou que a Constituição Federal permite que os parlamentares usem dados que chegam às suas mãos como acharem mais conveniente, inclusive para repassá-los para a imprensa. “Os senadores não são obrigados a prestar informações sobre o que recebem. Se um parlamentar vazou informações para a imprensa, o fez dentro das suas atribuições parlamentares”, afirmou.
Questionado pelo senador Tião Viana (PT-AC), Dias afirmou que a Constituição concede liberdade para que os parlamentares usem ou divulguem as informações que recebem. Leia o resto do artigo »
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