Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Seria sensato no momento ter cuidado na condução da política monetária e manter a selic estável, pois um aumento na selic poderia desaquecer a economia. Leia abaixo.
*Postado por Katia Alves
Publicado no: Valor
Por André de M. Modenesi, Miguel Bruno e Salvador Werneck Vianna
Não há duvida de que a existência de defasagens na condução da política monetária torna imperioso um comportamento prospectivo do Banco Central do Brasil (BCB) com relação ao comportamento da inflação. No entanto, o argumento em prol da atual necessidade de se realizar uma alta preventiva da Selic não parece válido. Tanto o lado real quanto as expectativas de inflação da economia brasileira desabonam a tese da necessidade de uma reversão na política monetária.
Na economia real, o balanço entre oferta e demanda agregada parece equilibrado. Primeiro, o lado da oferta. Claros sinais de expansão da capacidade produtiva, aliados a um ritmo saudável de expansão da atividade industrial, apontam para a disponibilidade de o setor atender ao crescimento da demanda por meio de expansão da oferta, e não por elevações de preços, como teme o BCB.
Some-se a isto as reiteradas declarações do setor produtivo de que, em função dos investimentos – em curso ou já realizados -, os empresários estão aptos a e, principalmente, desejosos de ampliar a produção. Por exemplo, o presidente da Anfavea declarou que o setor automotivo tem planos de investimentos da ordem de R$ 5 bilhões em 2008, ampliando-se a capacidade instalada em 280 mil veículos/ano. A cadeia como um todo pretende realizar investimentos de R$ 20 bilhões, até 2010. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Neste artigo Jiane Carvalho mostra o desempenho e mudança no padrão de crescimento em alguns setores da economia entre os anos de 2000 e 2007.
*Postado por Kátia Alves
Publicado no: Gazeta Mercantil
Por Jiane Carvalho
O movimento de queda acentuada do dólar nos últimos anos, associado ao aumento da renda e do nível de emprego, tiraram da indústria o posto de setor de maior crescimento na economia brasileira. Ao analisar 1.600 balanços de empresas, a Serasa – empresa de análise de crédito adquirida no ano passado pela Experian – constatou que entre 2000 e 2007 o setor de comércio foi o que mais cresceu, seguido pela indústria, em segundo e, em terceiro, por serviços. Segundo o estudo da Serasa, no período analisado dois setores cresceram acima do PIB brasileiro, segundo dados já deflacionados pelo IGP-M. Enquanto o PIB brasileiro entre 2000 e 2007 avançou 30,8%, o setor de comércio cresceu 51,9% e a indústria 43,2%. Já o setor de serviços, apesar de ter ganho importância na economia, foi o único que cresceu ligeiramente abaixo do PIB, com expansão de 30,4%. O gerente de análise de crédito da Serasa e coordenador do estudo, Marcio Ferreira Torres, explica a posição alcançada pelo setor de serviços, lembrando a retração econômica em 2003. “Logo após o presidente Lula assumir a presidência, houve uma puxada forte nos juros que derrubou a atividade, com um desempenho no ano muito ruim do segmento de energia”, diz Torres. Só o setor de energia responde por algo próximo de 25% do ramo de serviços. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Uma matéria da jornalista Patrícia Campos, do Estado de São Paulo, sobre abusos na utilização dos cartões corporativos no governo americano. Enquanto aqui no Brasil os desvios foram pontuais, pois não foram identificados desvios sistemáticos, nos EUA a incidência de desvios parece ser bem maior. Mas a grande diferença mesmo é que lá a mídia não transforma um problema de gestão e de transparência pública numa batalha partidária pequena, uma tentativa incessante de fabricar crises virtuais.
Investigação aponta ainda despesas com iPods, lingerie, namoro on line e jantar no valor de US$ 13 mil
Patricia Campos Mello, do Estado de São Paulo
A farra dos cartões corporativos também atinge o governo dos Estados Unidos. Enquanto no Brasil os cartões foram usados para compra de tapioca e produtos em free shop, nos Estados Unidos os funcionários do governo usaram os cartões para comprar iPods e lingerie e para pagar por serviços amorosos online, manicures e um jantar de US$ 13 mil.
Uma investigação do Escritório de Responsabilidade do Governo dos EUA, divulgada ontem, revela que 41% das transações efetuadas com cartões corporativos do governo são irregulares. Segundo o relatório do escritório, a incidência de irregularidades com os cartões é “muito alta, inaceitável”. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008
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Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Veja que interessante o artigo escrito por Vinni Correa. Ele faz uma crítica ao sensacionalismo feito sobre alguns casos de violência que atingem a classe média e ressalta outros casos que passam despercebidos por afetarem a classe baixa.
*Postado por Kátia Alves
Publicado originalmente no: Vinni Web
Por Vinni Correa
Todos têm acompanhado, recentemente, o caso da menina Isabella Nardoni, possivelmente assassinada pelo pai e pela madrasta ao ser espancada e depois jogada pela janela do 6º andar do apartamento onde morava. O mistério do caso tem tido alta repercussão na mídia. Não era pra menos, tal fato impressiona e choca a sociedade. Afinal, como pode algum ser humano cometer tal barbaridade contra uma menininha? Mas o que venho discutir aqui não é o crime, mas sim, a bestial classe média e suas campanhas contra a violência.
O caso da jovem de 14 anos, Gabriela Prado Maia Ribeiro, que cresceu assustada com a violência, morta por uma bala perdida, em 2003, é um exemplo de que a classe média é uma das mais responsáveis pela violência nas grandes cidades. Desde que as favelas foram dominadas pelas facções do narcotráfico que há tiroteio por disputa de ponto, e, conseqüentemente, dezenas de pessoas eram vítimas dessa guerra, entre elas, crianças, mas sempre moradoras das favelas. Tal violência veio ganhando mais destaque conforme vinha aumentando o confronto e o número de membros da classe média vítimas dos tiroteios. E quando Gabriela tornou-se vítima da guerra do tráfico, um grande movimento “pela paz” foi organizado. Milhares de pessoas se juntaram no movimento “Gabriela Sou da Paz” pedindo justiça, lutando contra a impunidade. Após ter a idéia de escrever algo sobre o assunto, devido ao fato da popularidade do caso da menina Isabella Nardoni, resolvi navegar no orkut e ver quantos membros possuem as comunidades que se solidarizam com crianças de classe média vítimas da violência: Comunidade Gabriela Sou da Paz (47.708 membros); Comunidade Em Memória, João Hélio (102.472 membros); Comunidade Justiça Para Isabela Nardoni (63.696 membros).
Gostaria, antes de continuar a minha crítica, de informar que tenho solidariedade com esses casos, pois sou contra a violência. Mas, não posso deixar aqui o meu comentário contra a supervalorização e do sensacionalismo para com esses casos, uma vez que nenhuma criança pobre, moradora de favela, tornou-se “slogan” de campanha contra a violência, cujo número de vítimas é aterrorizante. E estando certo de minha crítica à classe média, no mesmo orkut, resolvi buscar comunidades sobre trabalho infantil. A maior comunidade (Sou Contra o Trabalho Infantil) possui apenas 3.379 membros. Leia o resto do artigo »
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Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Livro: Leituras em Economia e Administração
Organizador: Wilson Alves de Araújo
ISBN: 978-85-60951-02-4
Ano: 2008
Páginas: 150p
Editora: Opção livraria e editora
Contatos: editora@opcaolivros.com.br
Resenha escrita por Rodrigo Loureiro Medeiros*
Desde a década de 1970 observa-se uma seqüência de fatos que influenciou os rumos do sistema economia-mundo. A ruptura do padrão dólar-ouro, os choques do petróleo e a emergência do paradigma de produção flexível integram esse complexo quadro. O paradigma fordista foi cedendo gradualmente espaços para a eficiência do Sistema Toyota de Produção.
Para os países do denominado Terceiro Mundo, essas transformações viriam acompanhadas da elevação brutal da taxa básica de juros nos EUA. Governos conservadores anglo-saxônicos – Margaret Thatcher (GB) e Ronald Reagen (EUA) – promoviam ideologicamente um retorno ao clássico liberalismo econômico. A América ibérica, por sua vez, iria encarar a crise da dívida externa e a desorganização das finanças públicas ao longo dos anos 80. Na década seguinte, a onda neoliberal – desregulamentação, privatização e liberalização da conta de capitais – marcaria um processo de destruição não-criadora vivenciado pelos povos da região. O desemprego e a informalidade nos mercados avançavam nas respectivas economias e o tão sonhado projeto de integração sul-americana perdia fôlego.
Imersos em problemas internos e presos a uma agenda do passado, as sociedades ibero-americanas ingressariam no terceiro milênio com a árdua tarefa de enfrentar desafios de naturezas diversas. No campo das demandas sociais, as agendas de urgência não poderiam ser abandonadas. A estrutura econômico-produtiva, por sua vez, reclamava uma revisão em prol de uma maior competitividade internacional. O Leste asiático caminhava a passos largos para se tornar a oficina do mundo. Como os países ibero-americanos deveriam se posicionar? Leia o resto do artigo »
Postado em Desenvolvimento, Rodrigo Medeiros | Sem Comentários »
Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Jefferson Milton Marinho do Blog do Jefferson
Um traço marcante das crises do governo Lula é a presença marcante das digitais tucanas. A primeira, a “Máfia dos Hemoderivados ou dos Vampiros” surgiu de uma investigação da Polícia Federal a pedido do ministro da Saúde da época, Humberto Costa (PT). O esquema teve início no governo Collor, em 1990, mas só foi desmantelada em 2004. Eram desviados anualmente cerca de R$ 120 milhões dos cofres públicos por meio de licitações fraudulentas. A oposição e a mídia caíram de pau no governo, mesmo não tendo realizado sequer uma licitação de compra de hemoderivados. É o governo sendo atacado justamente por fazer o seu dever: investigar e prender fraudadores de dinheiro público. A mídia na época definiu seu padrão de cobertura com relação ao governo, numa completa e incrível inversão dos fatos.
Durante todo o governo tucano a máfia dos vampiros agiu impunemente, a despeito de relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) apontando irregularidades nas compras. Os quatros anos da gestão de José Serra na Saúde conviveram com a máfia do sangue. Com a descoberta do esquema criminoso, a mídia e os tucanos partiram pra cima do ministro Humberto Costa (PT). A justificativa era que um dos presos na operação foi trazido para o ministério por ele. O que houve na verdade foi proteção de um grão tucano, José Serra, que corria risco de ser arrastado no escândalo. O PSDB e os aliados do ex-ministro José Serra nunca explicaram porque pagavam 41 centavos de dólares, enquanto o mesmo medicamento foi comprado por 12 centavos de dólares. E trata-se de uma despesa relevante do Ministério da Saúde. É o início de uma série em que o governo é vítima de seu sucesso investigativo no combate às fraudes. Leia o resto do artigo »
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Postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado em: Logística e Transportes
Por José Augusto Valente*
Os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) manifestaram sua discordância com o segundo
balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) feito pelo governo federal. A despeito de o Palácio do Planalto e a Casa Civil anunciarem que 80% das ações do PAC estão em dia, a baixíssima execução orçamentária dos recursos reservados ao programa fazem o tribunal tirar conclusão distinta.
Em julgamento realizado no dia 19 de março, só ontem conhecido através do acórdão, o plenário da corte aprovou avaliação do ministro-relator Benjamin Zymler, que classificou como um “espanto” a distorção entre as informações repassadas pelo governo à sociedade e os números dos acompanhamentos das obras feitos pelo TCU. “A informação de que 80% das ações estão dentro do cronograma causa certo espanto diante da baixa execução orçamentária”, escreveu o ministro, no Acórdão nº 429, de 2008, do processo 027.527/2007-8.
A análise da corte se refere aos oito primeiros meses de 2007.
Leia mais no Valor Online
Este é o post mais extenso – e talvez mais cansativo de ler – que já produzi. Mas como pretendo mostrar porque discordo totalmente da avaliação feita pelo TCU, não há como fazê-lo com menos bits e bytes do que os aqui utilizados. Leia o resto do artigo »
Postado em José Augusto Valente, Logística e Transporte, política industrial | 1 Comentário »