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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

RESUMO DO DIA – 10/04/2008

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

MANCHETES dos principais veículos de notícias do Brasil e do mundo

*Postado por Elizabeth Cardoso

Política

Dengue acomete também o turismo brasileiro, leia na reportagem abaixo:

JB Online: Ministra do Turismo reconhece que dengue traz prejuízos ao setor

Deputado Vic Pires critica Ministro da Pesca, que presta depoimento à CPMI dos cartões hoje, leia na matéria a seguir:

O Estadão: Deputado Vic Pires pede demissão do ministro da Pesca em CPI

Governador Aécio Neves, potencial candidato do PSDB à presidência em 2010, defende o fim da “radicalização política”, para que, após as eleições, vitoriosos e derrotados sentem-se juntos e ponderem as reformas necessárias ao país, leia a seguir:

Reuters Brasil: Aécio quer união de PSDB, PT e PMDB para aprovar reformas

Economia

Segundo Lula, a inflação tem sido resultante da maior pressão sobre os alimentos decorrente do aumento de demanda da população pobre por esse gênero de produto; a solução é produzir mais, leia na reportagem abaixo:

O Estadão: Produção maior é saída contra inflação, diz Lula

Considerado agregadamente, o lucro das empresas brasileiras com ações negociadas na Bovespa foi o maior em 2007, desde os últimos 5 anos, cabendo ao setor bancário mais uma vez o pódio, leia na reportagem da agência Reuters:

Reuters Brasil: Empresas na Bovespa tiveram maior lucro do governo Lula em 2007

Internacional

O Ministro da Defesa afirmou que se as Farc invadirem o Brasil serão recebidas de forma militar, veja a seguir:

O Estadão: Jobim diz que Farc serão recebidas a tiros se invadirem o Brasil

Os problemas nos aeroportos norte-americanos continuam, leia a seguir:

Último Segundo: American Airlines cancela mais 900 vôos nos EUA

Desenvolvimento

Esforço conjunto para o desenvolvimento de biocombustíveis, visto por alguns países como possibilidade de crescimento para os emergentes e por outros como fonte de poluição e elevação de preços, veja na reportagem a seguir:

JB Online: Brasil e Holanda assinam acordo de cooperação em biocombustíveis

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Déficit Comercial Norte-Americano se Deteriora em Fevereiro

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – O déficit comercial dos EUA atingiu a marca de US$ 62,3 bilhões em fevereiro de 2008. Nem a desvalorização do dolar pode mitigar o desastre ja anunciado. Aparentemente, o FED tera de fazer uma escolha muito dificil.

 

Caso opte por uma politica monetaria restritiva, o que não parece o caso até agora, o mundo podera sofrer ainda mais com os desdobramentos da crise mundial. No caso da opção por uma polîtica mais generosa, o dolar pode perder cada vez mais espaço na economia mundial.

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PMDB corteja Aécio para voltar à legenda

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Aécio relembra momentos no PMDB…

*Postado por Kátia Alves

Publicado originalmente no: Valor

Por Paulo de Tarso Lyra

O governador de Minas, Aécio Neves, filiado ao PSDB mas flertando com o PMDB, esteve ontem no Congresso para prestigiar o painel de fotos históricas montado na liderança pemedebista da Câmara, em comemoração aos 42 anos da legenda. Ouviu pedidos de “Volta, Aécio”!. Mais de uma vez, o tucano lembrou que o PMDB foi seu primeiro partido político -, riu com as brincadeiras do líder da bancada na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) – “Eu estou me segurando, poderia colocar uma ficha de filiação em seu bolso, discretamente, mas não o fiz” – e seguiu o roteiro de sempre, definido por um pemedebista mineiro: não fechou nenhuma porta. “Não vejo como, num futuro muito próximo, não estarmos juntos novamente em um projeto de país, independente de filiações partidárias”, ressaltou o neto de Tancredo Neves.

Para não ferir suscetibilidades, antes de comparecer à festa pemedebista, Aécio fez questão de visitar a liderança do PSDB na Câmara, salinha que ocupou no período de 1997 a 2001, antes de ser eleito presidente da Casa. “Minha trajetória política começou aqui, com a ajuda de muitas pessoas que aqui estão”. Pouco depois, o governador declarou que, apesar de ser tucano, e sentir-se muito à vontade na legenda, não escondia que tinha amigos no PMDB. “O resto, é especulação”, insinuou. Leia o resto do artigo »

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Oposição de Esquerda ao Governo Lula

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Paulo Passarinho* 10/04/2008

Para àqueles que acompanham a conjuntura política através de uma rápida leitura diária dos jornais de maior circulação, ou principalmente através dos noticiários de televisão, a oposição ao atual governo se restringe às posições do PSDB – de FHC – e do PFL, o atual DEM. São os grandes derrotados eleitorais de 2002 e 2006.

É uma oposição que em termos substantivos não tem muito do que reclamar.

Afinal, são os primeiros a destacar que, “apesar dos pesares”, a administração macroeconômica foi preservada de “aventuras”, a disciplina fiscal foi mantida e o Banco Central continua diligente na sua obsessão em controlar a inflação.

Os pesares, para essa turma, são os chamados escândalos: do mensalão, dos sanguessugas, do “dossiê dos aloprados”, ou, o último, o dos cartões corporativos.

No fundo, disputam – com o atual PT e com os aliados desse – a preferência dos grandes grupos econômicos para a condução do modelo econômico em curso, de natureza neoliberal, e fruto dos interesses do sistema financeiro, em especial de bancos e grandes corporações com atuação transnacional.

O quadro político-partidário brasileiro vive uma espécie de esquizofrenia generalizada. Com a guinada doutrinária do PT e de seus aliados históricos – PCdoB e PSB – e a própria adesão do PDT ao governo Lula, nesse seu segundo mandato, o espaço de contestação da direita tradicional – tendo à frente justamente o PSDB e o DEM – fica restrito a essa discussão recorrente das práticas corruptas e anti-republicanas da turma que ora comanda o governo federal, com o deslumbramento típico dos recém-convertidos.

O problema é que essa direita tradicional não tem a mínima condição de criticar a ex-esquerda. Leia o resto do artigo »

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O combate à desregulamentação financeira americana. Ainda há tempo?

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Veja neste artigo uma entrevista com Reinaldo Gonçalves, onde ele fala da crise norte-americana, da política neoliberal como uma das responsáveis por essa crise e entre outros.

*Postado por Katia Alves

Publicado no: Unisinos

Por: Reinaldo Gonçalves

“O neoliberalismo é, sem dúvida alguma, o principal responsável por esta crise”, afirma Reinaldo Gonçalves, economista e professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Entre os principais elementos desse tipo de política, ele destaca o problema da desregulamentação do capital financeiro e comenta a necessidade de intensificar a fiscalização de bancos, fundos de investimentos, companhias de seguros e corretoras. “A fiscalização, tanto do Fed como de outras agências de governo, é fundamental”, considera. E acrescenta: “A questão operacional central consiste na transparência e divulgação de informações referentes às operações financeiras”.

De todas as medidas anunciadas pelo governo americano, Gonçalves diz que as mais significativas dizem respeito a re-regulamentação do sistema financeiro. Entretanto, se demonstra apreensivo quanto à aplicação das iniciativas. “Não é evidente que estas medidas serão implementadas com eficácia visto que o sistema financeiro tem enorme poder e já está resistindo a pressões no sentido da sua regulamentação”, afirma ele, nesta entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line.Gonçalves é graduado em Economia, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e mestre na mesma área, pela Fundação Getúlio Vargas. Cursou o doutorado em Faculty Of Letters And Social Sciences na University of Reading, na Inglaterra. Entre suas obras bibliográficas, destacamos A economia política do Governo Lula (Rio de Janeiro: Contraponto Editora. 2007), escrito com Luiz Filgueiras, da Universidade Federal da Bahia. Leia o resto do artigo »

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A vulnerabilidade externa na história do Brasil

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Por Adriano Benayon*

Implantada no Brasil a partir de agosto de 1954, a estrutura econômica – concentrada e sob controle transnacional – gera repetidas crises de balanço de pagamentos. Fosse a economia descentralizada, com empresas nacionais em competição, essas crises não surgiriam.

Na 1ª metade dos anos 60, após a euforia de gastos e a entrada subsidiada de investimentos estrangeiros nos anos de JK, ocorreu prolongada crise externa, juntamente com a instabilidade política.[1]

A etapa mais perversa dos ciclos em economias dependentes é a da pretensa cura. Aí entra a queda dos investimentos, crédito proibitivo a juros altos etc. O objetivo, como aconteceu recorrentemente desde 1964-1966, é destruir as empresas de capital nacional. As transnacionais, ademais de subsidiadas pelo “poder público brasileiro”, pouco necessitam de crédito para suas operações, além de ter acesso a baixos juros no exterior.

As crises retornam sempre, porque a política econômica, determinada de fora do País e contrária aos seus interesses, favorece as exportações intensivas de recursos naturais, agrava a inferioridade tecnológica e facilita as transferências de recursos reais e financeiros para o exterior.

As metas e os resultados da política econômica, sob os governos que se têm sucedido há muito tempo, são: propiciar ganhos aos investimentos estrangeiros diretos; servir dívidas geradas pela própria estrutura econômica e por juros abusivos; impor agudo desgaste social e o sucateamento das infra-estruturas materiais, da educação e da saúde.

A incompetência de alguns até pode ajudar a obtenção desses efeitos, mas não lhes é essencial. Eles são desejados por quem dirige o processo. O acesso ao desenvolvimento é acenado, mas jamais alcançado.

A soma dos saldos positivos da balança comercial atingiu, de 2003 a 2007, US$ 190,2 bilhões. O total dos déficits de serviços e de rendas foi maior que a diferença (US$ 143,8 bilhões) entre os superávits da balança comercial e os das transações correntes com o exterior (US$ 46,4 bilhões), porque há as transferências unilaterais, com saldo positivo (principalmente dinheiro remetido para o Brasil pelos expatriados). Leia o resto do artigo »

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Caixa do BNDES pode ter reforço, diz ministro

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O BNDES terá novos recursos e financiará empresas com base na nova política industrial. Leia a seguir.

*Postado por Katia Alves

Por: Rafael Rosas

Publicado no: Valor

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pode contribuir com até R$ 250 bilhões em recursos até 2010 para financiar empresas com base na nova política industrial, que deve ser anunciada pelo governo federal ainda neste semestre. A informação foi dada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que não detalhou como a instituição de fomento conseguirá os recursos.

“O BNDES vai ter recursos novos. De algum lugar sairá e com um banco como o BNDES você pode buscar funding em organismos internacionais”, frisou Jorge. “Parte dos recursos deve vir de fora e parte de captação do Tesouro”, acrescentou. O ministro garantiu que o banco de fomento será capaz de buscar o funding e admitiu que, em um cenário internacional de redução da liquidez, a necessidade por recursos do BNDES por parte de empresas beneficiadas pela política industrial pode até superar os R$ 250 bilhões.

Jorge evitou dar maiores detalhes sobre a política industrial, que preferiu chamar de “Projeto de Desenvolvimento Produtivo” e reafirmou as metas de aumento do investimento na economia brasileira, que segundo ele deve passar dos 17,6% do PIB, registrados em 2007, para 21% em 2010. Além disso, o ministro confirmou a expectativa de participação no Brasil no comércio mundial, que deve chegar a 1,25% do total no último ano do governo Lula, diante dos atuais 0,96%. Leia o resto do artigo »

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O Copom é autônomo

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Leia abaixo: Delfim discorda com os argumentos usados para aumentar a Selic.

*Postado por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por: Antonio Delfim Netto

NA ÚLTIMA semana, o Brasil assistiu a um espetáculo de intrigas nos meios de comunicação para “afirmar” a autonomia do Banco Central diante do “jurássico” Ministério da Fazenda. Como? Iniciando já um movimento de elevação da taxa de juros. O “merchandising” financeiro conseguiu quase unanimidade na direção do movimento. Para evitar eventual processo de formação de cartel, os agentes “fixaram” taxas de juros diferenciadas para a Selic em dezembro: de acordo com a “qualidade” da pseudociência, elas variaram de um modesto 12,5% até um fantástico 13,75%! Tratou-se de um evidente suporte do “mercado” ao ridículo “terrorismo” da última ata do Copom. A coisa tem um ar estranho. Ouvindo a autoridade monetária e lendo as análises do sistema financeiro, alguém que ontem tivesse chegado de Marte concluiria que o Brasil está sob grave ameaça de voltar a uma superinflação, que deve ser “preventivamente” combatida por um “superjuros”. O “Relatório de Inflação”, nos seus números (quando não afirma o óbvio, “que o Banco Central vai fazer o que tem que fazer”!), é mais tranqüilizador. No seu cenário básico (crescimento de 4,8%, taxa Selic de 11,25% e taxa de câmbio de R$ 1,70). Leia o resto do artigo »

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