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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

Não mergulhar de novo em armadilha

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Valor

Por Carlos Lessa*

A história somente se repete como farsa. Porém, é útil ter presente o que ela ensina, para não se mergulhar em tragédia. O Brasil, no final dos anos 60, a partir do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e das facilidades de endividar-se no euromercado para financiar crédito ao consumo, deu início a uma prodigiosa expansão do endividamento familiar. Até aquela época, era insignificante o crédito às pessoas para aquisição de imóveis, autos e eletrodomésticos. A partir de um convidativo juro internacional no mercado de eurodólares, alimentamos um rápido crescimento das reservas internacionais, financiamos investimentos públicos e gestou-se o chamado “milagre dos anos 70″.

Desconhecemos os sinais de crise financeira internacional. A ditadura falou do Brasil como uma “ilha de prosperidade”. O general Médici teve um índice elevadíssimo de aprovação popular – afinal, a inflação estava cedendo e o emprego e a produção crescendo. O general Geisel pretendeu desconhecer a crise mundial: partiu da hipótese que o Brasil daria um “grande salto” e seria “potência mundial” no ano 2000. Nossas reservas se evaporaram e o mercado financeiro mundial penalizou o Brasil afogado na crise da dívida externa. Para os donos de dinheiro, havia a regra da moeda indexada. Todo o custo da inflação caía sobre os salários e setores empresariais mais frágeis. Foi preservada a moeda indexada.

A restauração da democracia instalou o Estado de Direito. A tentativa autoritária de Collor de cortar a inflação abriu a temporada de mutilações do espírito da Constituição de 1988. O Brasil mergulhou em 25 anos de estagnação. Os anos 80, denominados “Década Perdida”, são sucedidos pela sucessão de governos de Fernandos e, até o primeiro quadriênio do presidente Lula, foram 25 anos de estagnação econômica. Na América Latina, o pior desempenho, à exceção do Haiti. Leia o resto do artigo »

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Caminhoneiros ameaçam greve contra rodízio em SP

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logistica e Transporte

Por José Augusto Valente*

Descontentes com a inclusão dos caminhões no rodízio municipal e também com as restrições de carga e descarga das 5 às 21 horas na área do centro expandido- anunciadas na semana passada pela Prefeitura de São Paulo -, os cerca de 50 mil caminhoneiros autônomos da capital paulista ameaçam paralisar as atividades, caso não sejam ouvidos pela Prefeitura. A mobilização contra as novas regras não pára por aí: hoje, o Sindicato das Empresas de Carga (Setcesp) deve divulgar um manifesto contra as medidas anticaminhão. As duas entidades reclamam que não foram ouvidas pelo governo municipal, que teria imposto as restrições ao setor, fundamental para o abastecimento da capital.

Leia mais no site do Yahoo, matéria da Agência Estado

Nós já nos manifestamos várias vezes sobre o assunto. Os vilões do apagão diário no trânsito de São Paulo não são os caminhões, mas os automóveis, a Prefeitura e o Governo do Estado de São Paulo.

As autoridades se tivessem implantado os 300 km de corredores de ônibus, avançado na construção do metrô e tivessem imposto restrições à circulação de automóveis teriam reduzido as proporções desse drama diário enfrentado pelos paulistanos. Colocar o ônus no transporte rodoviário de cargas é um acinte à inteligência do cidadão médio. Basta medir o que acontecerá com a greve dos caminhoneiros.Se ela ocorrer, os caminhões deixarão de circular, e será um inferno para a cidade, que ficará desabastecida. Leia o resto do artigo »

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Quando o livre mercado pede socorro

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Valor Econômico, 11/04/2008

Por Cristiane Perini Lucchesi

“Agora somos todos keynesianos”. A famosa frase – dita pelo monetarista Milton Friedman em 1965 à revista “Time” e pelo ex-presidente americano Richard Nixon ao acabar com o padrão ouro, em 1971 – está de volta à ordem do dia. Afinal, o livre e desregulamentado mercado dá sinais de fraqueza inconteste e tem pedido cada vez mais a ajuda do Estado. A inadimplência nas hipotecas americanas gerou uma crise de solvência entre os bancos dos países ricos que foram, pouco a pouco, socorridos pelos diversos governos.

A necessidade de ampliação dos gastos públicos para evitar uma recessão maior passou a ser defendida por personalidades tão díspares quanto o presidente americano George W. Bush, passando por seu secretário do Tesouro, Henry Paulson, pelo diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, e pelos candidatos democratas à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Barack Obama. Bancos centrais, governos e até mesmo instituições financeiras privadas passaram a discursar em favor de mudanças na regulamentação para o sistema financeiro e de melhorias na atuação de entidades regulatórias em todo o mundo.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o ministro da Economia, Alistair Darling, tiveram de explicar a nacionalização do Northern Rock em fevereiro, após o socorro público ao banco, com empréstimos que chegaram a 55 bilhões de libras esterlinas (US$ 109 bilhões). O presidente do Fed, Ben Bernanke, teve de ir ao Congresso na semana passada para justificar o empréstimo de US$ 30 bilhões feito para o JPMorgan comprar o quebrado Bear Stearns, aceitando como garantia justamente títulos chamados de “lixo tóxico”, vinculados a hipotecas. Leia o resto do artigo »

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Preconceitos da imprensa brasileira, segundo o BIRD

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jefferson Milton Marinho do Blog do jefferson

Uma visão de fora de nossa imprensa foi exposta pelo Banco Mundial. Segundo o banco, a imprensa brasileira é preconceituosa na análise dos programas sociais do governo Lula. Em vez de concentrar nos aspectos positivos e nas possíveis melhorias dos programas, a imprensa centra principalmente nos supostos desvios dos programas sociais.

A preocupação do BIRD é quanto ao risco da opinião pública brasileira de não compreenderam os objetivos dos programas sociais. Ou seja, a mídia não exerce o seu papel de informar adequadamente a opinião pública. A verdade é que ela costuma fornecer desinformação para seu público. Nesse sentido, o déficit de informação aqui é gigantesco, em qualquer assunto que entra na pauta política.

Esse blog já escreveu sobre o partidarismo (clique aqui para ler) que se vê na mídia brasileira. Ultimamente, a mídia nem é mais direitista, esquerdista ou centrista, mas defensora de interesses puramente partidários. Passaram a ser meros defensores de projetos ou estratégias ligados ao PSDB, DEM e PPS, independente do mérito da questão. Ninguém mais defende nossos jornalões, até o BIRD pulou fora desse barco.

Este blog defende as idéias do Manifesto de Mídia Livre. Vejam o artigo abaixo:

Do Sítio do Partido dos Trabalhadores

Rui Falcão*

Uma avaliação do Banco Mundial (BIRD) sobre como a imprensa brasileira (escrita) cobre os fatos associados ao Bolsa Família constitui-se em testemunha eloqüente do preconceito, da má vontade, má fé e ignorância de grandes veículos de comunicação em relação ao programa e, por extensão, à implementação de ações do governo Lula em cumprimento ao preceito constitucional que obriga o Estado brasileiro a respeitar os direitos sociais. Leia o resto do artigo »

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O Crescimento Econômico e as Contas Externas

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

*Paulo Passarinho

O Brasil atualmente, sob o governo Lula, tem apresentado taxas de crescimento econômico um pouco maiores do que no período relativo aos governos de FHC.

Os setores que apóiam o atual governo têm se utilizado desse fato para procurar sustentar que essa é a melhor prova da correção dos caminhos escolhidos por Lula para conduzir a política econômica, principalmente em função dos efeitos positivos que esse processo gera para o aumento do emprego formal no país.

Contudo, levando-se em conta que a atual política macroeconômica – baseada no tripé câmbio flutuante/superávit primário alto/taxas de juros reais elevadas – é idêntica a do governo anterior – em alguns aspectos até mais rigorosa, como é o caso do arrocho fiscal -, cabe a pergunta: por que os resultados alcançados, em um e no outro governo, são diferentes?

A resposta pode ser encontrada nos resultados apresentados pelas nossas contas externas. Leia o resto do artigo »

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BCE MANTÉM JUROS E EURO BATE RECORDE

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – O Banco Central Europeu decidiu, por unanimidade, manter a taxa de juros básica da União Européia, em reunião realizada nesta  quinta-feira em Frankfurt. A taxa de juros está fixada em 4% ao ano.

 

A justificativa da autoridade monetária é a de que pressões inflacionárias podem comprometer o funcionamento da economia européia. Como conseqüência, o euro atingiu um nível recorde em relação ao dólar. Cada euro chegou a ser negociado por 1,59 dólar.

 

A decisão do BCE não ajuda os EUA e tampouco indica uma preocupação com a crise econômica mundial. O dólar continua no penhasco, o crescimento econômico segue comprometido, inclusive na zona do euro, mas a autoridade monetária privilegia a inflação. Em breve, a União Européia receberá a amarga fatura.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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A tediosa sucessão de factóides

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Idelber Avelar levanta algumas difíceis questões sobre os porquês da insistência da oposição em tentar pelas vias mais descabidas atingir negativamente o governo, desqualificando a discussão política séria e construtiva. Seguem importantes sugestões do blogueiro sobre leituras acerca do tema, para aqueles que quiserem acompanhar esta novela em seus diversos episódios…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog O Biscoito Fino e a Massa

Por Idelber Avelar*

Às vezes, sinceramente, sinto um pouco de compaixão da oposição tucano-pefelê. Idolatram tanto o capitalismo laissez-faire, mas não aprenderam nada com o Tio Sam sobre como construir uma direita verdadeiramente golpista, fria e implacável. Parecem a zaga do Íbis batendo cabeças em cobranças de escanteio. Será que a única coisa que a oposição consegue contra o governo Lula é martelar a possibilidade de que alguém do Planalto tenha elaborado um anódino dossiê de 13 páginas sobre os gastos de FHC? E requentar durante mais de uma semana o escarcéu artificial criado sobre o tema? Será que eles têm alguma esperança de, com isso, produzir algum arranhão na presidência mais popular de todos os tempos? Por que não falam de projetos políticos? Por que não debatem, por exemplo, o projeto de taxação de milionários apresentado pelo deputado Maurício Rands (PT-PE) com argumentos um pouco melhores que os de Dornelles? Por que se recusam a entender que essa história de dossiê não cola mais? Será que têm alguma ilusão de que vão ganhar votos com isso? Será que não perceberam que alguma transformação ocorreu no Brasil nos últimos anos e que a democracia tupinambá se encontra em outra fase, mais madura? Por que a Folha de São Paulo embarcou nessa? Leia o resto do artigo »

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O jornalismo aloprado

Postado em 10 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Lula Miranda critica, em ácida crônica, os “alopramentos” do jornalismo brasileiro que enfatizam escândalos de ocasião, como o badalado “dossiê”, e sem relevância nacional em detrimento de debates sérios e sólidos…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

A divulgação açodada e estrepitosa de suposto “dossiê” sobre gastos sigilosos do governo Fernando Henrique Cardoso expõe a grande imprensa, mais uma vez, ao descrédito e ao ridículo.

Por Lula Miranda*

“Aloprados” e sabujos nunca faltaram no jornalismo brasileiro, cumprindo a função de assumir a responsabilidade por iniciativas infames com as quais os seus patrões, ou mesmo seus superiores imediatos, não desejam sujar suas sujas mãos. O exemplo mais recente desse tipo de jornalismo, uma vez que são variados/diversos os exemplos e estes se acentuaram, curiosamente, a partir do ano de 2003, início da gestão Lula, é a repercussão do episódio do suposto “dossiê” sobre os gastos miúdos do governo FHC. A tapioca do ministro já não rendia um beiju ou cuscuz, quero dizer, uma notícia.

Decerto que o alopramento da nossa imprensa já fez coisas piores que dar repercussão, com o devido estardalhaço e forçada gravidade, a um papelucho de 13 páginas contendo registros de gastos miúdos de um ex-presidente da República e batizado de “dossiê”. Nesse alentado “dossiê” constam coisas como o custo de codornas desossadas que abastecem a cozinha do planalto, de lixas de unha, passagens aéreas internacionais, de garrafas de champanhe etc. Teve até gente que se apressou (e se alegrou) em divulgar, numa outra ocasião, a aquisição de um pênis de borracha, como se esse artefato pudesse ter sido utilizado para fins outros que não aulas sobre reprodução humana ou ensinamentos correlatos. É enfim de uma baixaria atroz, indigna do grande país que pretende ser o Brasil e de suas respeitáveis instituições.

Assim como o presidente Lula e a primeira-dama Marisa Letícia merecem todo o respeito dos cidadãos desse país (o que deveria incluir aí também os jornalistas), Fernando Henrique, apesar de seu governo sabidamente deletério ao país, e Ruth Cardoso merecem igual respeito, sigilo e privacidade em seus pretéritos (ou atuais) gastos com miudezas no exercício do poder. A quem interessa, a essa altura do campeonato, inverter e apequenar a pauta do país? Ao governo Lula? A grande imprensa, ao que parece, se apraz e se regozija com essa infame e indesejável inversão – não só da pauta como de valores. Leia o resto do artigo »

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