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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

Direto ao ponto

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Mesmo a mídia conservadora admite irrelevância do caso do dossiê…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog Luís Nassif Online

Por Luís Nassif

Já não entendo mais nada. Jogo a toalha nesse exercício insano de entender que o jornalismo é a busca objetiva da notícia.

Em sua coluna de hoje na “Folha”, a Eliane Cantanhêde diz o seguinte (clique aqui):

BRASÍLIA – Quanto mais a imprensa mexe, remexe e junta os “ossinhos de galinha”, mais vai surgindo um “dinossauro” dentro da Casa Civil. A estratégia de comunicação do governo tem enorme responsabilidade nisso. Quando surgiu a história do dossiê, Dilma Rousseff e Franklin Martins deveriam ter ido direto ao ponto: existe, está sendo coletado a partir do dia tal, pela equipe tal, abrangendo o período tal. Não é por nada. Só para a necessidade de a CPI pedir os dados ao Planalto.

A gritaria continuaria um pouco, com a imprensa cobrando e condenando o uso da máquina do Estado para constranger adversários políticos. Mas a novela do dossiê, sem novos capítulos, tenderia a perder audiência até porque o governo tem maioria na CPI da Tapioca, e a oposição late, mas não morde.

Ou seja, assim como a Dora Kramer, ontem, admite que o levantamento nada tem de irregular, e pode ser plenamente justificável. “A gritaria continuaria um pouco” etc. etc. Leia o resto do artigo »

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O grande enigma chinês

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Leia e veja que interessante o artigo escrito por Mauro Santayana ao falar da China, ele conta o processo de colonização e cita também o grande desenvolvimento econômico e militar chinês.

*Postado por Kátia Alves

Publicado originalmente na Revista do Brasil

Por Mauro Santayana

Ao fazer a famosa observação – “Quando a China despertar, o mundo tremerá”

Napoleão Bonaparte sabia do que estava falando.

Em 1816, ao regressar da China, lorde Amherst passou pela Ilha de Santa Helena, no Atlântico. Não havia ainda o Canal de Suez, e a rota para a China contornava a África do Sul, seguindo o caminho descoberto pelos portugueses. Os navios se abasteciam ali de água potável e de alimentos. Era também a prisão de Napoleão Bonaparte, depois de ter sido derrotado pelos ingleses na batalha de Waterloo. Era a segunda vez que a missão inglesa fracassara ao tentar estabelecer relações diplomáticas com o governo imperial da China. A primeira fora conduzida por lorde McCartney. O motivo dos insucessos fora singelo: os ingleses se recusaram a expressar sua obediência ao imperador, mediante a cerimônia do kou-tou, que era prostrar-se e bater nove vezes com a cabeça no piso.

Amherst visitou o prisioneiro. Ao saber que a missão do interlocutor à China fora frustrada, Napoleão fez a observação famosa: “Quando a China despertar, o mundo tremerá”. Sabia do que falava. A China era inquietante realidade. Durante milênios, o “Celeste Império do Meio” estivera tão distante quanto o outro lado da lua. E não era só a China, eram todos os “amarelos”: japoneses, coreanos, indochineses, que, no fundamental, tinham a mesma forma de ser, pensar e agir. Os ingleses se vingaram da “desfeita” do imperador. A partir de modesta concessão dos chineses, iniciaram o comércio nas costas do grande país. Leia o resto do artigo »

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Sobre farsa e um pênis escondido

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Nesta crônica, o blogueiro critica a hipocrisia da grande mídia e de seus métodos golpistas para alcançar o poder…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Blog AbundaCanalha

Por Jurandir Paulo

A tradição golpista brasileira tem bons exemplos de engodos praticados com a cumplicidade da mídia. Dois momentos são exemplares: o Plano Cohen, arquitetado por militares integralistas, que serviu como motivo para a instauração da ditadura do Estado Novo e a Carta Brandi, enganação de Carlos Lacerda para interferir nas eleições de 1955. Nos dois casos existiram pinceladas de tragédia. O primeiro levou a forte repressão aos comunistas, que pagaram um alto preço pela mentira a eles imputada. O segundo, mesmo que tenham descoberto a fraude meses depois, ajudou a aglutinar militares golpistas, que passaram a atuar organizadamente e no sonho do poder, concretizado finalmente no golpe em 1964.

Se antes a tragédia, agora a farsa. Basta um par de neurônios para perceber o circo armado pelos herdeiros dos velhos golpistas com a conivência da mídia. O objetivo está claro: interferir nas próximas eleições. O alvo do momento é a ministra Dilma Rousseff, nome que desponta com força para 2010. A acusação sobre um possível dossiê é totalmente farisaica. O método da mídia, um embuste, tenta até esconder a confissão de um senador das hostes golpistas.

A fraude é hipócrita. Dossiês e informações sobre possíveis gastos da presidência há muito circulam, sendo citados por parlamentares e notas em jornais. Não podemos esquecer que pouco antes do início desta mais recente campanha, a mesma mídia registrava a tentativa de acordo entre governo e oposição para evitar a baixaria com a divulgação dos gastos deste governo e do de FHC. Em 19/3/2008, o jornal Estado de S.Paulo publicou que o presidente Lula vetara o uso de informações conhecidas, como a de um pênis de borracha nos gastos do ex-presidente. Isto foi esquecido e perfeitamente escondido pela mídia golpista. Talvez com o temor que as forças aliadas ao governo usassem tal apetrecho com assemelhado simbolismo ao da tal “tapioca”. Uma compra de R$ 8 que virou exemplo no PIG de abuso de dinheiro público, ao ponto de senadores da república distribuírem sorvete de tapioca em sessão plenária, para posar para as filmagens e as fotos.

Como tudo virou uma grande farsa, eu agora discordo de Lula. Não vamos esquecer do pênis de borracha de FHC. Queremos saber detalhes. Custos, quantidade, dimensões, usos e abusos. E quero ver didlos sendo distribuídos no Senado, farão sucesso. Estou enfurecido, dane-se a república.

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** POLÊMICA ** Entrevista no Jornal O GLOBO afirma: DESEMPREGO ZERO NÃO É desenvolvimento

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Leitores o que vocês acham da entrevista deste economista ao O GLOBO?

Fabiana Ribeiro – 05/04/2008 20:09:27 em O Globo

O economista Flávio Comim, consultor do Pnud, sustenta que desemprego zero não traz necessariamente alto índice de desenvolvimento humano.

RIO. O economista Flávio Comim, consultor do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), sustenta que desemprego zero não traz ne cessariamente alto índice de desenvolvimento humano. Se gundo ele, emprego de baixa qualidade deveria ser encara do como uma estratégia de curto prazo: “Essas cidades são o primeiro passo. Resol vem a questão num primeiro momento, sem ter um caráter assistencialista”.

Desemprego zero traz desenvolvimento humano? Leia o resto do artigo »

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Real forte pode ser “canal de vulnerabilidade” para Brasil, diz FMI

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Até o FMI afirma que política do BC é perigosamente conservadora…

*Postado por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Último Segundo

A supervalorização do real pode ser um fator de vulnerabilidade da economia brasileira em caso de um novo pico de volatilidade nos mercados internacionais, na avaliação de um relatório divulgado nesta terça-feira pelo FMI (Fundo Monetário Internacional).

O relatório, chamado “Assessing Risks to Global Financial Stability” (Avaliando os Riscos à Estabilidade Financeira Global), analisa as razões da atual crise financeira internacional e faz uma série de recomendações para evitar o alastramento e agravamento da turbulência.

Em um capítulo do relatório dedicado a avaliar o quão vulnerável à crise estão os países emergentes, como o Brasil, o FMI afirma que a força continuada de moedas como o real brasileiro ou a rupia indiana sugere a persistência de operações conhecidas como “carry trades”. Leia o resto do artigo »

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Vale abre pós-graduação em ferrovia

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transportes

Por José Augusto Valente*

A Vale iniciou sua pós-graduação em Engenharia Ferroviária para profissionais formados entre dezembro de 2004 e 2007, em Engenharia Civil, Elétrica, Eletrotécnica, Eletrônica, Eletroeletrônica, Mecânica, Mecatrônica, Meio Ambiente, Segurança e Telecomunicações.

Ao término do curso, três anos após o início das aulas, o profissional pode ser efetivado na Vale.

O objetivo é desenvolver mão-de-obra especializada para atuação em Mineração, Porto e Ferrovia, já que além de Engenharia Ferroviária, a Vale abre pós graduação também em Porto e especialização em Mineração. Leia o resto do artigo »

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PF prende 44 pessoas acusadas de fraude no Fundo de Participação dos Municípios

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Mais um caso de corrupção

*Postado por Kátia Alves

Publicado originalmente no Noticias UOL

A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (9), como parte Operação Pasárgada, 44 pessoas acusadas de envolvimento em um esquema de liberação irregular de verbas do Fundo de Participação dos Municípios – FPM com prejuízo para os cofres públicos que pode ultrapassar R$ 200 milhões.

Entre os presos estão os prefeitos das cidades mineiras de Juiz de Fora, Almenara, Conselheiro Lafaiete, Timóteo, Divinópolis, Ervália, Minas Novas, Salto da Divisa, Medina e dos municípios baianos de Sobradinho e Itabela. Além disso, um juiz federal, nove advogados, quatro procuradores, quatro funcionários do Judiciário, um gerente da Caixa um lobista também foram detidos.

Reportagem publicada na Folha revela controvertido negócio imobiliário feito pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Na gestão passada, o tribunal alugou por R$ 36 milhões, pelo prazo de 54 meses, o prédio do antigo Hilton Hotel, mas ainda não ocupou o local. Leia o resto do artigo »

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Estratégia de desenvolvimento: símbolos e sociedade

Postado em 11 dEurope/London abril dEurope/London 2008

No artigo a seguir João Sicsú destaca a importância da sociedade lutar por aquilo que acredita e deixar fluir o nacionalismo, e desta forma, caminhar para o desenvolvimento.

*Postado por Kátia Alves

Publicado originalmente no Valor

Por João Sicsú

“Nenhuma questão me obcecou tanto como esta: porque eles encontraram o caminho certo, o do desenvolvimento, e nós o errado, o do subdesenvolvimento?” – Celso Furtado

Uma estratégia de desenvolvimento para o Brasil deve ser composta de três partes. A primeira é o ponto final, ou seja, para onde se quer levar a sociedade. A segunda é a trajetória macroeconômica que deve facilitar a chegada ao ponto final. E a terceira são políticas públicas que devem objetivar, por um lado, fazer justiça social e, por outro, auxiliar a continuidade do desenvolvimento – por exemplo, políticas educacionais, políticas ambientais, políticas de redução das desigualdades de renda e de riqueza.

Uma estratégia de desenvolvimento, entretanto, para ser factível deve, acima de tudo, emular o imaginário da sociedade, transformando-se em sonho, em utopia e orgulho. Políticas sociais, políticas macroeconômicas, instrumentos, objetivos, metas, atores e mecanismos de avaliação devem, de forma inescapável, compor uma estratégia de desenvolvimento, mas se ela não for transformada em sonho que movimenta a maioria dos cidadãos permanecerá apenas como uma carta de belas intenções.

A sociedade desejada deve ser sonhada. Por vezes, a sociedade sonhada situa se no passado ou em outro lugar, sonhá-la significa imaginá-la e desejá-la. O que faz os sonhos e as atitudes emergirem é a sensação de “unidade rompida”, é a indignação com a falta de alguma coisa idealizada (e desejada) que se contrapõe à realidade presente não desejada (“a vida como ela é”, na expressão de Nelson Rodrigues). Uma estratégia de desenvolvimento deve, portanto, buscar romper com qualquer tipo de conformismo e mostrar que um futuro melhor é factível através da ação da sociedade. Leia o resto do artigo »

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