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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

Dilma apanha, apanha, e cresce

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Quanto mais criticas Dilma Rousseff recebe,mais sobe sua popularidade!”

*Postado por Luciana Sergeiro

Publicado originalmente em: BLOG Ricardo Noblat

Por Leandro Mazzini, do Jornal do Brasil

O PSDB levou um grande susto esta semana. Os grão-tucanos descobriram que a chefe da Casa Civil e presidenciável Dilma Rousseff, de tão grudada no presidente Lula, conseguiu atrair para ela uma peculiaridade até então reservada ao chefe. Pesquisas comprovam – e a oposição não entende – que, quanto mais Lula é criticado, mais sobe sua popularidade. Qual não foi o susto da cúpula do PSDB quando uma pesquisa encomendada chegou há pouco às mãos do presidente da legenda, Sérgio Guerra, e do governador de São Paulo, José Serra. Leia o resto do artigo »

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A CRISE ALIMENTAR PLANETÁRIA

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – Os principais diários europeus destacam a possibilidade concreta de uma crise alimentar planetária, que pode colocar cerca 100 milhões de pessoas na miséria. O aumento significativo dos preços dos itens alimentícios tem preocupado até as organizações multilaterais. O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, fez um apelo para que os governos intervenham de forma a evitar a escalada dos preços dos alimentos.

 

O Banco Mundial estima que o preço dos alimentos tenha aumentado em 83% nos três últimos anos. Só o trigo aumentou 181% no mesmo período. De fato, uma crise de tal magnitude pode, e deve, agravar as tensões sociais. O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, alerta para o fato de que tais crises inevitavelmente terminam em guerras.

 

A crise alimentar pode ter três causas. A primeira delas pode ser o aumento considerável da população mundial. A segunda causa seria o fato de que o aumento da produtividade agrícola não se daria de forma satisfatória. Quanto a estes dois pontos, não há muito a fazer no curto prazo. Por fim, a escassez de alimentos está associada ao uso da terra. Um mundo com terras concentradas e / ou utilizadas para fins não alimentares é o palco propício para crises deste tipo. Vale uma reflexão para o governo brasileiro no que tange ao projeto do biodiesel, que significa plantar cana para encher tanque de gasolina para a classe média norte-americana e européia.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Prosperidade do país é superficial e frágil, diz Mangabeira

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Cristiano Romero

Fonte: Valor Econômico ( 14/04/2008 )

Trabalhando a toque de caixa num “projeto de desenvolvimento” para o país, o filósofo Roberto Mangabeira Unger diz que a atual prosperidade brasileira, decantada em prosa e verso por seu chefe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é “aparente”, “superficial” e “frágil”. Ela é muito dependente, diz o ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, do boom dos preços de commodities e da exportação de produtos primários. Se nada for feito, alerta, o Brasil se transformará no resultado da combinação de uma “grande fazenda” com uma “grande maquiladora”.

“Essa prosperidade superficial e frágil não nos deve enganar a respeito da situação em que estamos. Ainda não encontramos o caminho necessário da reconstrução industrial”, sustenta o ministro, que embarcou há oito meses no governo sob o olhar desconfiado do próprio presidente da República, que o nomeou num gesto de deferência ao vice-presidente José Alencar, colega de partido de Mangabeira – o PRB. Graças à sua ligação com o empresário Daniel Dantas, arquiinimigo de petistas próximos de Lula, o professor quase foi desconvidado na véspera da posse. Leia o resto do artigo »

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Crivella lidera com folga e candidato petista dispara em pesquisa no Rio de Janeiro

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

A aliança PT-PMDB pode mesmo surpreender na eleição carioca. Isso já era esperado. O ritmo de crescimento da candidatura de Alessandro Molon, candidato do PT à prefeitura do Rio de Janeiro, é que pegou todos de surpresa. Semanas atrás aparecia com míseros 1% dos votos. Em nova pesquisa, agora pelo Instituto GERP realizada entre os dias 8 a 11 de abril, o candidato petista saltou para 9%, empatado tecnicamente com Jandira Feghalli (PC do B), que aparece com 11%. Leia o resto do artigo »

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O drama da oposição política

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

Duas matérias que saíram hoje na Folha de São Paulo evidenciam o drama que vive a oposição – PSDB, DEM e PPS – às voltas das eleições municipais deste ano. Na primeira, a matéria da Folha mostra que a oposição só governa hoje 25 das cem principais cidades brasileiras. Aponta ainda como fator de enfraquecimento da oposição o fato de que apenas 64% dos prefeitos que lhes restaram são pré-candidatos, contra 76% dos partidos governistas. Leia o resto do artigo »

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Marta Suplicy e a nova norma do TSE

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

A Folha de São Paulo destacou hoje que norma do TSE põe em risco a candidatura de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo. A primeira observação a ser feita é que o título da matéria poderia ser outro: “Norma do TSE põe em risco a candidatura de Alckmin em SP“. Explico. É que a nova norma do TSE fixa a aprovação da prestação contas em eleições anteriores como exigência para registro de candidatura no país. Acontece que tanto a candidatura de Marta Suplicy em 2004 quanto de Geraldo Alckmin em 2006 não foram aprovadas, portanto, os dois pré-candidatos estariam na mesma situação. É claro que a situação de Alckmin é mais confortável, pois não foram ainda rejeitadas, apenas o parecer é para sua rejeição. Mas também não foram aprovadas, como diz o texto da nova norma. Leia o resto do artigo »

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Fazendo Media, especial sobre a TV Globo

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Jornalistas sofrem perseguição política na TV Globo

Leia aqui os bastidores das demissões, das ameaças e da reunião de Ali Kamel, diretor de jornalismo, com editores do Jornal Nacional num hotel onde a diária não sai por menos de R$ 600,00. E veja também onde o oligopólio da mídia entra nessa história.

Clique aqui para ler >>

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O AVANÇO DA CENSURA NA TV GLOBO

Postado em 13 dEurope/London abril dEurope/London 2008

do Blog Consciência

Rodrigo Vianna: ex-repórter da TV Globo, demitido após se recusar a assinar um abaixo-assinado defendendo a cobertura eleitoral da emissora, fala com exclusividade ao Fazendo Media e confirma que, de fato, existe interferência política no Jornal Nacional. No final do ano passado, Rodrigo denunciou as distorções praticadas pela TV Globo para prejudicar a campanha de Lula e favorecer Geraldo Alckmin. Mas não aconteceu apenas durante as últimas eleições. Nesta entrevista, Rodrigo conta dois outros episódios em que foi vítima de censura e se pergunta: “Será que a Globo fez uma opção parecida com a da Igreja Católica de Ratzinger: ficar mais coesa, mas também menor e mais reacionária?”.

Entrevista concedida a Marcelo Salles. Leia também a reportagem Jornalistas sofrem perseguição na TV Globo.

Qual é sua formação?
Eu me formei em Jornalismo na Cásper Líbero, em São Paulo, e me formei também em História, na USP.

Qual foi o primeiro veículo de comunicação em que você trabalhou?
Comecei na Folha de S. Paulo como frila e depois contratado em 1990. Entrei alguns dias antes da posse do Collor. Trabalhei na Folha até meados de 1992. Comecei no “suplementos”, no caderno de imóveis. Cobria mercado imobiliário, dicas pra casa, por aí. Depois passei pra “cidades”, que era o caderno que se chama “cotidiano”. Fui redator e depois editor-assistente de fechamento, cuidava de fazer os títulos, as legendas, reescrever os textos, copydesk mesmo. E dava plantão no final de semana, às vezes na “política”.

E você ficou lá até 1993? Saiu com o Collor?
Fiquei lá durante todo o período Collor. Inclusive teve a famosa invasão do jornal, que a Folha chamou de invasão pela Receita Federal. Mandaram a Receita fazer uma devassa nas contas da Folha, saiu um editorial do Octávio Frias Filho [proprietário da Folha de S. Paulo] na primeira página reagindo àquilo, um editorial belíssimo. Quando saí da Folha fui para a TV Cultura, bem no início do processo de impeachment. Minhas primeiras matérias na Cultura eram acompanhar o Pedro Collor, que vinha a São Paulo dar entrevistas.

E ficou na TV Cultura até quando?
Entrei em meados de 92 e fiquei até meados de 95. Três anos.

Aí você foi pra TV Globo? Leia o resto do artigo »

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