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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

Os desafios do etanol

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Para o Brasil se consolidar na agroenergia terá que enfrentar vários obstáculos…

Por Katia Alves

Publicado no: blog do Luis Nassif

Por: Luis Nassif

A consolidação da agroenergia brasileira no mundo exigirá uma guerra que exigirá atuação em várias frentes, uma verdadeira guerra mundial que exigirá planejamento, estratégia, marketing e capacidade de desmontar os argumentos técnicos que serão levantados pelos países competidores.

Presidente da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias) e homem de visão sistêmica, Silvio Crestana julga que a ação brasileira deverá se dar nas seguintes frentes:

1. Conflito energia x alimentos.

Hoje em dia é o argumento recorrente contra o etanol. Especialmente na União Européia considera-se que o advento da energia vegetal criará conflitos com alimentos. Em parte poderá ocorrer na própria Europa e nos Estados Unidos, não no Brasil.

O desafio brasileiro será comprovar que o modelo combinado de agricultura pecuária será capaz de permitir aumento substancial na produção de etanol e de alimento simultaneamente. Para tanto, bastará demonstrar o ciclo econômico desse modelo. Leia o resto do artigo »

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Quando o livre mercado pede socorro

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Para atenuar a crise americana o governo deve intervir, de modo a evitar uma recessão maior.

Por Katia Alves

Publicado no:Valor

Por Cristiane Perini Lucchesi

“Agora somos todos keynesianos”. A famosa frase – dita pelo monetarista Milton Friedman em 1965 à revista “Time” e pelo ex-presidente americano Richard Nixon ao acabar com o padrão ouro, em 1971 – está de volta à ordem do dia. Afinal, o livre e desregulamentado mercado dá sinais de fraqueza inconteste e tem pedido cada vez mais a ajuda do Estado. A inadimplência nas hipotecas americanas gerou uma crise de solvência entre os bancos dos países ricos que foram, pouco a pouco, socorridos pelos diversos governos.

A necessidade de ampliação dos gastos públicos para evitar uma recessão maior passou a ser defendida por personalidades tão díspares quanto o presidente americano George W. Bush, passando por seu secretário do Tesouro, Henry Paulson, pelo diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn, e pelos candidatos democratas à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Barack Obama. Bancos centrais, governos e até mesmo instituições financeiras privadas passaram a discursar em favor de mudanças na regulamentação para o sistema financeiro e de melhorias na atuação de entidades regulatórias em todo o mundo.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e o ministro da Economia, Alistair Darling, tiveram de explicar a nacionalização do Northern Rock em fevereiro, após o socorro público ao banco, com empréstimos que chegaram a 55 bilhões de libras esterlinas (US$ 109 bilhões). O presidente do Fed, Ben Bernanke, teve de ir ao Congresso na semana passada para justificar o empréstimo de US$ 30 bilhões feito para o JPMorgan comprar o quebrado Bear Stearns, aceitando como garantia justamente títulos chamados de “lixo tóxico”, vinculados a hipotecas. Leia o resto do artigo »

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Novidades nas eleições municipais do Rio de Janeiro, Fortaleza e Belo Horizonte

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Do Blog do Jefferson Marinho

No Rio de Janeiro, o candidato líder nas pesquisar, Marcelo Crivella (PRB), da base de sustentação do governo Lula, amplia sua aliança política, o que lhe garante maior tempo no horário gratuito de televisão. A chapa de Crivella contará com PR, PTB e PT do B, além do próprio partido PRB. Segundo Crivella, “estamos procurando apoio dentro da base do governo”. O candidato reforça a idéia de aliança política entre os governos municipal, estadual e federal para enfrentar os desafios e problemas do município. O PTB deverá indicar a vice.  A a vereadora Cristiane Brasil (PTB), filha do ex-deputado cassado Roberto Jefferson, é uma das indicadas para vaga de vice.

O ponto fraco da campanha do senador era o baixo tempo de televisão. Inicialmente, sua aliança restringia ao PRB e PT do B, dois partidos nanicos e com pouco tempo no horário eleitoral gratuito. Com a ampliação da aliança, seu tempo de televisão dá um salto, o que é extremamente positivo para sua candidatura. O grande empecilho agora do candidato é a rejeição bastante elevada, o que pode criar dificuldades num hipotético segundo turno. Leia o resto do artigo »

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Desenvolvimento econômico e Previdência Social

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O número de emprego tem aumentado nos últimos anos, mas cresce junto uma preocupação com o déficit da Previdência Social, que embora tenha tido uma melhora sensível, não se pode acomodar e deve-se buscar o equilíbrio nas contas.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Luiz Marinho

O ciclo de crescimento econômico dos últimos anos tem permitido uma elevação sistemática e homogênea do emprego, tanto setorialmente quanto geograficamente, e a formalização vem batendo sucessivos recordes, com impactos positivos tanto no percentual de cobertura quanto de arrecadação do RGPS. Os dados do Caged/MTE mostram que, em 2007, foi registrado o melhor ano de toda a série histórica, com criação de 1,6 milhão de postos de trabalho com carteira assinada. Em fevereiro, foram 204.963 vagas, ou 38,4% a mais do que no mesmo mês de 2007.

Em números correntes, o déficit total na contabilidade tradicional, no ano passado, foi de R$ 44,8 bilhões – a previsão oficial era de mais de R$ 47 bilhões. E se não fosse a antecipação, para dezembro, de metade dos benefícios dos segurados que ganham até 1 SM, o que representou um gasto extra de R$ 2,7 bilhões no ano, teríamos fechado com queda no déficit, fato inédito desde meados da década de 90. Mesmo com a antecipação, o déficit do RGPS caiu de 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) para 1,75%.

As primeiras projeções para 2008 indicaram queda para R$ 43,9 bilhões na necessidade de financiamento. O resultado do primeiro bimestre nos levou a refazer estimativas e reduzi-las em quase R$ 1 bilhão, ou seja, o equivalente a 1,52% do PIB. A confirmarem-se nossas projeções – e vamos trabalhar para isso – poderemos ter, neste ano, uma redução de R$ 3 bilhões no déficit previdenciário. Leia o resto do artigo »

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Prosperidade do país é superficial e frágil, diz Mangabeira

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Segundo Mangabeira, “o país ainda não encontrou o caminho para a reconstrução industrial”, leia abaixo.

Por Katia Alves

Publicado no :Valor

Por: Cristiano Romero

Trabalhando a toque de caixa num “projeto de desenvolvimento” para o país, o filósofo Roberto Mangabeira Unger diz que a atual prosperidade brasileira, decantada em prosa e verso por seu chefe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é “aparente”, “superficial” e “frágil”. Ela é muito dependente, diz o ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, do boom dos preços de commodities e da exportação de produtos primários. Se nada for feito, alerta, o Brasil se transformará no resultado da combinação de uma “grande fazenda” com uma “grande maquiladora”.

“Essa prosperidade superficial e frágil não nos deve enganar a respeito da situação em que estamos. Ainda não encontramos o caminho necessário da reconstrução industrial”, sustenta o ministro, que embarcou há oito meses no governo sob o olhar desconfiado do próprio presidente da República, que o nomeou num gesto de deferência ao vice-presidente José Alencar, colega de partido de Mangabeira – o PRB. Graças à sua ligação com o empresário Daniel Dantas, arquiinimigo de petistas próximos de Lula, o professor quase foi desconvidado na véspera da posse.

O mal-estar da nomeação, segundo atestam assessores diretos do presidente, foi superado. Mangabeira teria conquistado Lula durante reunião, realizada no início do ano, em que fez uma apresentação do esboço do seu projeto de desenvolvimento, baseado em cinco pilares – oportunidade econômica, educação, qualidade da gestão pública, Amazônia e defesa. O presidente, que antes o considerava um “bicho estranho”, nas palavras de um auxiliar, passou a festejar sua presença no governo. Leia o resto do artigo »

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As duas faces da política econômica

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O Governo tem hoje muitos membros não-ortodoxos, porém a pequena parcela ortodoxa tem grande influência na política econômica, como é o caso do Banco Central, e isso faz com que as políticas desenvolvimentistas não sejam feitas integralmente.

*Por Katia Alves

Por: Luiz Sérgio Guimarães

Publicado no: Valor

Os não-ortodoxos predominam na máquina pública, mas essa presença não garante que suas políticas sejam implementadas

O Banco Central é hoje o “bunker” que dá abrigo aos neoliberais remanescentes do primeiro mandato do governo do presidente Lula. A supremacia da doutrina neoliberal foi completa nos primeiros anos. Não é mais. Seus representantes são agora, no segundo mandato, numericamente minoritários. Mas seu poder ainda é invejável. Não é pouca coisa que persistam controlando o BC, o exclusivo autor e executor das vitais políticas monetária e cambial.

Há atualmente no governo Lula economistas pós-keynesianos e desenvolvimentistas em diversas e importantes posições: no BNDES, no Ipea, no Ministério da Fazenda, na Casa Civil, nas representações no FMI, no BID e no Banco Mundial. “Há uma clara hegemonia numérica desse segmento”, afirma o diretor de Estudos Macroeconômicos do Ipea, João Sicsú. Professor da UFRJ, Sicsú é um dos expoentes do pensamento pós-keynesiano brasileiro.

Embora os economistas pós-keynesianos e os desenvolvimentistas se unam no combate à doutrina neoliberal, há diferenças importantes entre si. Um economista pós-keynesiano pode ser definido, segundo Sicsú, como aquele que percebe que existem relações claras e bem definidas entre o lado monetário e financeiro da economia e o lado real, principalmente, o investimento. Já um economista desenvolvimentista é aquele que estabelece ligações entre a economia monetária, financeira e real com os processos sociais, políticos e históricos específicos. Era dessa forma que o maior economista brasileiro de todos os tempos, Celso Furtado, organizava suas idéias. Leia o resto do artigo »

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CRISE MUNDIAL: MINISTRA DA ECONOMIA DA FRANÇA NÃO VAI AO PONTO

Postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Léo Nunes – Paris – A ministra da Economia da França, Christine Lagarde, concedeu uma entrevista ao diário francês Le Figaro, publicada na edição de hoje (clique aqui para ler a entrevista). Lagarde ressalta a necessidade de uma intervenção coordenada dos países membros do G7 com vistas a minimizar os impactos da crise econômica iniciada no mercado imobiliário subprime dos EUA.

A ministra também destaca a importância no que se refere à criação de regras de governança e transparência nas transações financeiras e no balanço das instituições financeiras. Entretanto, Lagarde não considera o fato de que a crise é um produto inevitável do capitalismo.

Mais do que isso. Na etapa da globalização financeira, das finanças desregulamentadas, em que imperam os regimes de câmbio flexível, a livre mobilidade dos fluxos de capitais e o desenvolvimento de sofisticados produtos derivativos, que potencializam sobremaneira a capacidade de alavancagem financeira dos agentes, a crise torna-se ainda mais presente e suas conseqüências mais cruéis. Basta olhar a História recente (clique aqui para ler mais sobre esta discussão).

Portanto, talvez seja a hora de repensar o arranjo monetário internacional. A adoção de medidas como regimes cambiais administrados, restrições aos fluxos de capitais de curto prazo, limitação na criação e disseminação de produtos derivativos, poderiam trazer mais estabilidade ao sistema financeiro, privilegiando a “economia real” e aumentando as taxas de crescimento e de emprego das economias.

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Balanço do Neoliberalismo

Postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“…Um balanço de neoliberalismo desde sua origem até os dias de hoje: um movimento ainda inacabado, mas que já fracassou economicamente…”

Postado por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Brasil de Fato

Por: Perry Anderson*

um movimento ainda inacabado, mas que já fracassou economicamenteComecemos com as origens do que se pode definir do neoliberalismo como fenômeno distinto do simples liberalismo clássico, do século passado. O neoliberalismo nasceu logo depois da II Guerra Mundial, na região da Europa e da América do Norte onde imperava o capitalismo. Foi uma reação teórica e política veemente contra o Estado intervencionista e de bem-estar. Seu texto de origem é O Caminho da Servidão, de Friedrich Hayek, escrito já em 1944. Trata-se de um ataque apaixonado contra qualquer limitação dos mecanismos de mercado por parte do Estado, denunciadas como uma ameaça letal à liberdade, não somente econômica, mas também política. O alvo imediato de Hayek, naquele momento, era o Partido Trabalhista inglês, às vésperas da eleição geral de 1945 na Inglaterra, que este partido efetivamente venceria. A mensagem de Hayek é drástica: “Apesar de suas boas intenções, a social-democracia moderada inglesa conduz ao mesmo desastre que o nazismo alemão – uma servidão moderna”.

Três anos depois, em 1947, enquanto as bases do Estado de bem-estar na Europa do pós-guerra efetivamente se construíam, não somente na Inglaterra, mas também em outros países, neste momento Hayek convocou aqueles que compartilhavam sua orientação ideológica para uma reunião na pequena estação de Mont Pèlerin, na Suíça. Entre os célebres participantes estavam não somente adversários firmes do Estado de bem-estar europeu, mas também inimigos férreos do New Deal norte-americano. Na seleta assistência encontravam-se Milton Friedman, Karl Popper, Lionel Robbins, Ludwig Von Mises, Walter Eupken, Walter Lipman, Michael Polanyi, Salvador de Madariaga, entre outros. Aí se fundou a Sociedade de Mont Pèlerin, uma espécie de franco-maçonaria neoliberal, altamente dedicada e organizada, com reuniões internacionais a cada dois anos. Seu propósito era combater o keynesianismo e o solidarismo reinantes e preparar as bases de um outro tipo de capitalismo, duro e livre de regras para o futuro. As condições para este trabalho não eram de todo favoráveis, uma vez que o capitalismo avançado estava entrando numa longa fase de auge sem precedentes – sua idade de ouro -, apresentando o crescimento mais rápido da história, durante as décadas de 50 e 60. Por esta razão, não pareciam muito verossímeis os avisos neoliberais dos perigos que representavam qualquer regulação do mercado por parte do Estado. A polêmica contra a regulação social, no entanto, tem uma repercussão um pouco maior. Hayek e seus companheiros argumentavam que o novo igualitarismo (muito relativo, bem entendido) deste período, promovido pelo Estado de bem-estar, destruía a liberdade dos cidadãos e a vitalidade da concorrência, da qual dependia a prosperidade de todos. Desafiando o consenso oficial da época, eles argumentavam que a desigualdade era um valor positivo – na realidade imprescindível em si -, pois disso precisavam as sociedades ocidentais. Esta mensagem permaneceu na teoria por mais ou menos 20 anos. Leia o resto do artigo »

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