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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

O persistente descompasso e o monitoramento da inflação

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

O Banco Central afirma que há um risco de inflação… do outro lado o Ministro da Fazenda, Guido Mantega alega o contrário: não há risco… em quem devemos acreditar?

Por Katia Alves

Por Alcides Leite

Publicado no: Valor

O último relatório de inflação do Banco Central (BC) confirmou o tom de alarme presente na ata do Copom, divulgada uma semana antes. No relatório, o BC afirma que “o persistente descompasso entre o ritmo de expansão da demanda doméstica e da oferta, apresenta risco relevante para o panorama inflacionário, o que requer atento monitoramento por parte da autoridade monetária”. O tom de alarme está presente nos trechos “o persistente descompasso”, “risco relevante” e “atento monitoramento”.

Por outro lado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deixou claro que não há nenhum risco de inflação acima da meta estabelecida, de 4,5%, em 2008. Segundo o ministro, os preços dos alimentos, principais vilões da inflação, começarão a recuar com a entrada da safra agrícola de 2007/2008 e não haverá nenhum descompasso entre a oferta e demanda ao longo do ano.

Os textos do BC e as declarações de Mantega demonstram existir “um persistente descompasso” entre as opiniões do titular do Ministério da Fazenda e a diretoria de sua principal autarquia, o BC. Este descompasso apresenta “risco relevante” para a política monetária do país, de forma que a situação “requer atento monitoramento” do mercado financeiro e da população em geral. Divergências de opinião dentro da equipe econômica geram insegurança entre os agentes econômicos e apreensão por parte dos investidores. Leia o resto do artigo »

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Estudo vê na China mais oportunidades do que ameaças

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Os países que se sentem mais ameaçados em relação à China devem “adotar políticas mais ativas de incentivo às indústrias, melhorias no campo fiscal e de infra-estrutura, maior integração entre os mercados e aproveitar as chances trazidas pela China”.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Sergio Leo

Vista como fonte de ameaças comerciais às indústrias dos países latino americanos, a China começa a ser encarada como fonte de oportunidades, que exigirá adaptação de empresas e governos. Há casos bem-sucedidos de empresas da América Latina que aprenderam a enfrentar a concorrência chinesa, e os governos têm de garantir as condições para que esses exemplos se reproduzam, aponta estudo recém-concluído pelo Centro de Desenvolvimento da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que será divulgado hoje (15/04), no Fórum Econômico Mundial, no México.

“Somos da geração de empresários atropelada pela China, ela já destruiu o que podia destruir”, comenta o vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Juan Quirós, que, amanhã, participa de conferência fechada, no Fórum, sobre o crescimento da China como investidor mundial. “A China está se voltando ao próprio mercado interno, e trocando a ênfase na produção de manufaturas pelo foco na produção e exportação de serviços”, diz Quirós. “É melhor não nos dedicarmos a setores que a China vai enfocar, os serviços intensivos de mão-de-obra, como call centers.”

No discurso do setor privado e nos estudos que circulam pelo Fórum Econômico não se nega o perigo representado pela China, para os países da América Latina, mas empresários e analistas começam a explorar maneiras de aproveitar a consolidação do país asiático como motor do crescimento mundial. Leia o resto do artigo »

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STANDARD & POOR’S AMEAÇA REBAIXAR (?) NOTA DOS PAPÉIS NORTE-AMERICANOS

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris – A empresa de classificação de risco Standard & Poor’s ameaça rebaixar a nota dos títulos de dívida pública do Tesouro norte-americano, sob o pretexto de um sobre-endividamento dos EUA. A ameaça, assim como seu pretexto, parece um tanto quanto inusitada, considerando o funcionamento do capitalismo e o papel diferenciado de sua maior potência.

 

O dinheiro exerce um papel central numa economia monetária. Este símbolo deve possuir os atributos de (i) meio de pagamento, (ii) unidade de conta na denominação de contratos e operações comerciais e/ou financeiras e (iii) reserva de valor, isto é, deve principalmente servir como instrumento de validação da riqueza geral produzida.

 

Na economia capitalista contemporânea, este papel é desempenhado pelo dólar, emitido pelo governo dos EUA. Tal privilégio faz com que o governo norte-americano tenha o poder de emitir títulos de dívida ilimitadamente, desde que as convenções corroborem o papel da moeda verde. Desta forma, enquanto o dólar ocupar a especial função de dinheiro do sistema, não faz sentido falar em sobre-endividamento, na medida em que o limite de endividamento é colocado pela vontade da autoridade monetária ianque.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

 Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

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O desastre midiático

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“A desinformação é uma das principais ameaças que pairam sobre as democracias na hora da globalização econômica”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Agência Carta Maior

Por Ignacio Ramonet

O jornalista espanhol Pascual Serrano construiu um “arquivo da vergonha jornalística”, reunindo flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir. Hoje, a verdade informativa é quando toda a mídia (imprensa, rádio, televisão e Internet) diz a mesma coisa sobre um tema, diz que uma coisa é verdade… mesmo que seja mentira.

Epílogo do livro “Pérolas 2. Balelas, disparates e trapaças nos meios de comunicação”, de Pascual Serrano.

Indispensável. Este é um livro indispensável para tomar consciência da amplitude do atual desastre midiático. E temos que agradecer Pascual Serrano pelo talento que esbanjou ao constituir o “arquivo da vergonha jornalística” conseguindo arrebanhar tão flagrantes demonstrações da deterioração de uma profissão que ameaça ruir.

O que Pascual Serrano revela com esta nova coleção de “balelas, disparates e trapaças” é que alguma coisa deixou de funcionar nos nossos meios massivos de comunicação. E que, por isso, a informação – ou, melhor dizendo, a desinformação – passou a ser uma das principais ameaças que pairam sobre nossas democracias na hora da globalização econômica.

Uma das razões desta situação mora no fato de que a maioria dos grandes jornais do mundo, se formos falar da imprensa escrita, não são, hoje, dirigidos por jornalistas. Agora são quase sempre dirigidos por egressos das Escolas de Comércio, de Escolas de “Ciências Empresariais”, que são os que, evidentemente, estão com as rédeas da empresa midiática, que irá se comportar como uma empresa que, antes de mais nada, vai pensar em suas relações com os “clientes”, e os clientes são os compradores dos jornais ou os ouvintes do rádio ou os telespectadores da televisão, mas são percebidos principalmente como “clientes”. Leia o resto do artigo »

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Revogando as leis da economia

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Rubens Ricupero escreve no artigo a seguir que às vezes algum acontecimento na economia leva à ilusão de que tal acontecimento decorreu de alguma mudança estrutural, no entanto, isso não é verdade.

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Rubens Ricupero

Se a lei não foi revogada, a situação vai ficar preta com a alta do juro, dólar caindo, saldo comercial encolhendo

QUASE SEMPRE diz bobagem quem afirma que alguma tendência momentânea “revoga leis da economia”. Nove em dez casos, a frase vem acompanhada de outra ilusão, a de que “houve uma mudança estrutural”. Foi o que pensaram os americanos no entusiasmo pela bolha eletrônica e influenciados pela exuberância irracional do mercado hipotecário. A “nova economia” teria eliminado os ciclos econômicos. A partir de então, viveríamos felizes para sempre, com Bolsas subindo, economias crescendo, preços estáveis por efeito das importações baratas da China. Parece mentira, mas foi anteontem…

Remexendo meu arquivo implacável, um recorte de dez meses atrás proclama peremptório: “Balança comercial está revogando leis da economia, diz governo”. No artigo, esclarece o secretário de Comércio Exterior: “Há certamente uma mudança estrutural da economia brasileira no tocante às exportações”. Elas estariam mais competitivas, compensando a valorização da moeda e tornando “estrutural” o superávit no comércio. Tranqüilizado por essas sábias palavras, parti para longa viagem. Ao voltar, levei um susto ao ler os títulos que me esperavam: “Forte deterioração comercial e cambial”, “Aumenta o déficit em conta corrente”. Leia o resto do artigo »

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Juros altos e desenvolvimento econômico

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Um grande obstáculo para o desenvolvimento é a elevada taxa de juros, disso ninguém tem dúvida, mas no artigo a seguir, João Paulo aponta além desse problema um outro: como o controle de preços usado no país pode pressionar a inflação.

Por Katia Alves

Publicado no: Gazeta Mercantil

Por João Paulo de Almeida

O instrumento usado no Brasil para deter preços causa pressões inflacionárias

Existem na política econômica brasileira alguns mistérios que escapam à compreensão. Um deles são as elevadíssimas taxas de juros, que constituem grave obstáculo ao desenvolvimento econômico. Eles são justificados como instrumento essencial ao controle da inflação. Como, todavia, aceitar essa alegação se países asiáticos com inflação não superior à brasileira registram juros extremamente baixos, que não obstaculizam o desenvolvimento. Por que não os imitamos? Como o governo nada faz, vamos nós mesmos explicar o que sucede naqueles países.

A literatura especializada mostra que a inflação pode ter duas causas. A primeira é o aumento da moeda em ritmo superior ao incremento do Produto Interno Bruto (PIB). A segunda é a disputa em torno do PIB pelos agentes econômicos. A primeira cadeia causal é óbvia, dispensando comentários. A segunda deve, porém, ter seus mecanismos explicitados. Suponhamos, para simplificar, que os agentes econômicos sejam apenas dois, empresas e trabalhadores. A inflação resulta, digamos, de os trabalhadores reivindicarem salários que, somados, correspondem a 80% do PIB, enquanto os empresários lutam por lucros cujo montante é igual a 30% do PIB. Como não se pode distribuir 110% de um bolo, surge disputa levada adiante com aumentos sucessivos de salários e preços.
A primeira modalidade de inflação é típica dos desenvolvidos, e a segunda, das economias retardatárias. Nas economias maduras não pode existir disputa em torno do PIB porque a mão-de-obra é relativamente escassa e os sindicatos fortes. Desencadeada a inflação, eles impõem escala móvel de salários, pela qual todo aumento de preços resulta em elevação proporcional e imediata de salários. Isso congela as participações no PIB. Leia o resto do artigo »

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Um jogo de perde-e-perde

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Lula tem erros enormes, como o “mensalão”, mas acertos enormes como a “Bolsa Família” e a incorporação definitiva das classes C e D às políticas públicas. É odiado por uma parte da opinião pública, amado por outra; e há um terceiro grupo que tem a estabilidade e a legalidade como valores maiores. Nesse contexto, jogar todas as fichas na queda de Lula é uma dupla armadilha, da qual não se tem como sair vitorioso. Se Lula fica, a mídia é derrotada. Se Lula cai, a mídia é derrotada.

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por Luis Nassif

Vamos a algumas considerações sobre Lula vs mídia, do ponto de vista exclusivo do posicionamento de mercado dos veículos.

Emir Sader, que é militante assumido, julga que, com a constatação da semelhança de estilos entre o editorial de domingo da “Folha” e Carlos Lacerda, eu estaria provando que o editorial é “lacerdista” e quer derrubar Lula. Ué, é evidente que, neste momento, ocorre uma competição entre praticamente todos os grandes veículos da mídia para saber quem derruba Lula primeiro.

O que vou tentar analisar, nesse post, é visão de competição na mídia.

Momentos de catarse são fundamentais para permitir a consolidação (ou a queda) de veículos. A campanha das diretas e do impeachment são provas cabais do potencial desses momentos.

Vive-se, agora, um novo momento de catarse e existe uma ânsia para se aproveitá-lo e garantir espaço junto ao público nos próximos anos. É uma competição para saber quem se diferencia em torno do mesmo objetivo. Leia o resto do artigo »

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Balanço de pagamentos dá situação ‘confortável’ ao País

Postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Um crescimento sustentado em grandes saldos comerciais poderia ser dado por maiores estímulos nas exportações”. Leia abaixo.

Por Katia Alves

Publicado no: DCI

Por: Rodrigo Lima e Luciano Máximo

Apesar de a diretora da agência de classificação de risco Standard & Poor’s, Lisa M. Schineller, ter mencionado que o gerenciamento da economia brasileira diante do déficit em transações correntes será um dos pontos analisados fundamentais para que o País possa alcançar o grau de investimento, economistas dizem que este fator não poderia ser considerado como uma ameaça aos investidores estrangeiros, especialmente se é compensado pela conta de capitais, não decorrendo em déficit no resultado total do balanço de pagamentos.

Conforme o professor da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite Domingues Júnior, “o déficit em transações correntes é um fator econômico a ser corrigido, mas se é compensado pela conta de capitais, especialmente através de Investimento Estrangeiro Direto (IED), decorrendo em superávit no Balanço de Pagamentos, como vem ocorrendo, não oferece nenhuma ameaça”. Leia o resto do artigo »

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