prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

Com juro alto, não há expansão econômica

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Veja abaixo a entrevista com o presidente da FIESP: ele comenta da alta taxa de juros, da política industrial, da pressão de demanda e entre outros assuntos econômicos.

Por Katia Alves

Publicado em: Gazeta mercantil

Por Jaime Soares de Assis

Em seu segundo mandato à frente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, o empresário Paulo Skaf venceu a queda-de-braço contra a CPMF e trava uma nova batalha contra as ameaças de elevação dos juros. Para ele, “não temos porque ter medo de demanda”, que considera combustível para o investimento, e não há razão para continuar a se ter “uma visão monetarista”. Nesta entrevista, Skaf defende a ampliação do Conselho Monetário Nacional (CMN) e aguarda as definições da política industrial, que foi elaborada sem a participação efetiva da indústria. “Vamos ver o que vai acontecer e que projeto é esse que vai sair”.

Gazeta Mercantil – Qual a sua expectativa em relação à política industrial que deve ser anunciada pelo governo; o que se espera deste projeto?

Um projeto de política industrial, na minha visão, deve ser feito, em primeiro lugar, com a indústria. Ele também passa pelas áreas de tecnologia, educação e desoneração tributária. Uma política industrial tem de ser elaborada entre o governo e a indústria, envolvendo todos esses atores e contemplar todas essas visões.

Gazeta Mercantil – O projeto não está sendo feito desta forma?

Não. Não está sendo feito desta forma. Então vou aguardar que ela seja anunciada, vou analisar e depois falo sobre o projeto. Por enquanto, é cedo para falar de um projeto que nós desconhecemos. O que algumas áreas do governo fizeram foi nos pedir algumas informações. Mas isso não é suficiente. A nossa visão é que isso deveria ser feito a quatro mãos, com toda transparência, ouvindo de forma permanente a indústria para que houvesse envolvimento e todos realmente estivessem de acordo. Até o momento não está sendo feito desta forma. Vamos ver o que vai acontecer e que projeto é esse que vai sair. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, Desenvolvimento, Logística e Transporte, Política Econômica, política industrial | 2 Comentários »

Inflação sobe, com ou sem alimentos

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A inflação assusta…

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Cristiano Romero

Uma análise acurada do IPCA em março mostra que, mesmo retirando do índice itens que têm pressionado o custo de vida, como os alimentos, a inflação vem mostrando tendência de alta desde o segundo semestre de 2007. O bom comportamento dos preços administrados, por sua vez, tem ajudado a segurá-la. Mesmo com a alta do petróleo no mercado internacional, o preço da gasolina não tem subido no Brasil. Tarifas de energia, mesmo com o aumento do custo de geração graças ao uso de termelétricas, estão diminuindo de preço para consumidores residenciais.

Não é razoável esperar que os preços administrados continuem a dar, em 2009, a contribuição que deram em 2007 e estão dando agora. Não se sabe, também, até onde vai o atual ciclo de alta dos preços dos alimentos. O fenômeno não diz respeito somente à entressafra no Brasil; é internacional. Há milhões de novos consumidores no mundo e isso está pressionando os preços.

Em março, o IPCA acumulado em 12 meses chegou a 4,73%, acima, portanto, da meta de 4,5% perseguida pelo Banco Central (BC) e bem superior aos resultados alcançados em 2006 (3,14%) e 2007 (4,46%). Nos próximos meses, deve romper a barreira dos 5%, embora não haja ninguém prevendo uma explosão acima disso. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Investimento vai redefinir matriz produtiva

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Cerca de R$ 20 bilhões de investimentos foram anunciados para o Pernambuco desde o ano passado, esses empreendimento vão mudar a infra-estrutura, como também redefinir a matriz produtiva do Estado, sobretudo a indústria de transformação”.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Por Carolina Mandl e Marisa Cauduro

Governador Eduardo Campos: “Estamos fazendo o maior investimento histórico em educação de Pernambuco, quase 26,4% da receita, na escola pública”.

Desde que assumiu o governo de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) tem gasto boa parte de seu tempo recebendo em seu gabinete empresários interessados em investir no Estado. Ao longo do primeiro ano de mandato, conquistou empreendimentos que vão demandar investimentos privados de cerca de R$ 20 bilhões nos próximos anos.

Estão em obras uma refinaria, um estaleiro, dois frigoríficos e até uma fábrica de vacinas. É com a chegada desses projetos que Campos pretende mudar o perfil econômico de Pernambuco, ampliando a indústria de transformação.

Mas os ventos favoráveis não significam tranqüilidade. Mesmo no campo econômico, o governador sabe que ainda precisa levar o desenvolvimento para o interior, o que inclui desbravar um vasto sertão. Hoje, a maioria dos empreendimentos está indo para o Porto de Suape. No campo social, os desafios são ainda maiores. Pernambuco está entre os piores indicadores do país em matéria de educação, segurança pública e saúde.

As empresas que aportaram no Estado já sentiram a dimensão do problema. Para colocar as fábricas para funcionar, estão precisando investir na capacitação da população. Agora, para correr atrás do atraso de muitos anos, Campos também aumenta os investimentos em educação, do ensino básico ao técnico. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, Desenvolvimento, Desenvolvimento Regional, Política Social | Sem Comentários »

Brasil sairá ileso das turbulências mundiais

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O fato de Brasil ser exportador de alimentos valoriza o real e neutraliza as pressões inflacionárias”.

Por Katia Alves

Publicado no: Gazeta Mercantil

Por A.C.G.

O HSBC engrossa o coro de bancos e investidores internacionais que acreditam que o Brasil sairá ileso das turbulências nos mercados mundiais. O economista-chefe do grupo HSBC, Stephen King, justifica o descolamento da economia brasileira dos mercados mundiais “Enquanto o País for exportador de commodities e o preço estiver alto, a economia continuará bem. O fato do Brasil não ter déficit na conta corrente e a fatia do comércio com os Estados Unidos for pequena na balança comercial também são positivos”, disse King. No entanto, o HSBC ressalta que as pressões inflacionárias representam risco para o País e que o Banco Central deve agir rápido. “O aumento nas exportações não foram suficientes para aplacar as pressões inflacionárias e não existe nenhum sinal de que os gastos do governo vão diminuir”, afirma o economista-chefe do HSBC no Brasil, Alexandre Bassoli.

O economista acredita que o Copom (Comitê de Política Monetária) aumente a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual para 11,5% ao ano para desacelerar a demanda doméstica e estima que taxa de juros termine o ano em 13%. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Alta na Selic é apenas o começo de nova série, dizem analistas

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Comentário de Wilson Cano sobre o aumento dos juros: “Essa é uma medida equivocada, estapafúrdia e desnecessária. O juro brasileiro já é elevado, não tem sentido aumentar ainda mais“.

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Denyse Godoy

Efeito imediato a elevação de juros anunciada na noite de ontem não deve ter, explicam especialistas. O que conta mesmo é a mensagem passada para os empresários e o mercado: o BC não deixará a inflação fugir da meta. Espera-se que o Copom dê continuidade ao ciclo de aumento da Selic ao longo do ano  até que ela fique entre 12,75% e 13,25%- para de fato conseguir esfriar o consumo. O crescimento do país só seria afetado em 2009. “O Brasil tem mostrado que consegue crescer mesmo com juro mais alto. Existem outros fatores que limitam o seu avanço, como a infra-estrutura precária e um ambiente regulatório que gera incertezas”, afirma Rafael Guedes, diretor executivo da Fitch Ratings no país. “Não é função de uma agência de classificação de risco avaliar as medidas tomadas, mas lembro que o BC tem um histórico de acertos.”

Como fará a dívida interna do governo se avolumar, a elevação dos juros pode atrasar um pouco a obtenção do tão desejado grau de investimento se a administração federal não se preocupar em cortar e melhorar a qualidade dos seus gastos. Mesmo assim, parte dos analistas considera correta a decisão de voltar a aumentar os juros. “Embora a inflação observada atualmente se deva bastante ao aumento de preços das commodities, dos alimentos, os indicadores também apontam que a economia está aquecida. Esse aumento dos juros já estava sendo considerado pelo mercado financeiro no preço dos ativos. O BC está confirmando as expectativas”, diz Rodrigo Trotta, superintendente de tesouraria do banco Banif. A Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) também divulgou nota de apoio à decisão. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, Desenvolvimento, Política Econômica | Sem Comentários »

O etanol sob ataque

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“O Brasil precisa armar uma contra-ofensiva em defesa dos seus interesses, pois para o País, e para muitos outros em desenvolvimento, os biocombustíveis representam uma oportunidade única de gerar produção, riqueza, renda, empregos e formas renováveis de energia”.

Por Katia Alves

Publicado no: Estado de São Paulo

Por Roberto Macedo

O noticiário internacional recente sobre a alta dos preços dos alimentos deu origem a um descabido ataque contra a produção do etanol e de biocombustíveis em geral produzidos no Brasil, mediante a generalização do argumento de que sua produção restringe a oferta de alimentos ao ocupar terras e outros recursos antes destinados à produção destes últimos.

O tom de algumas declarações mostra que a emoção vem prevalecendo sobre a razão e que também há gente atacando generalizadamente o etanol, mal disfarçando que estão a defender seus próprios interesses, como o protecionismo agrícola europeu e o de países produtores de petróleo.

Tome-se, por exemplo, o que disse o suíço Jean Ziegler, que trabalha na ONU em questões ligadas aos alimentos. Ao atacar os subsídios que os EUA dão a seus produtores de etanol a partir do milho, disse tratar-se de ‘um crime contra a humanidade’, ao reduzirem a produção desse cereal. Em seguida, pediu que a União Européia (UE) abandone sua meta de ter 10% dos seus carros movidos a etanol até 2020, abandono esse que pode prejudicar o etanol baseado na cana-de-açúcar, produzido pelo Brasil e por outros países em desenvolvimento. E não fez referências ao protecionismo agrícola que mantém elevados os preços agrícolas na UE.

Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Conjuntura, Desenvolvimento, O que deu na Imprensa | 1 Comentário »

A SEMANA A LIMPO

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris

 

 

Brasil

 

O Movimento dos Sem Terra (MST) promoveu uma semana de manifestações de protesto por todo país para lembrar os 12 anos do massacre de Eldorado dos Carajás. O MST também cobra as promessas não cumpridas pelo governo no que concerne à reforma agrária. As ações são positivas na medida em que trazem à tona a necessidade de uma reforma agrária como condição sine qua non para qualquer projeto de desenvolvimento.

 

Economia

 

No campo econômico, o fato mais relevante foi a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a taxa básica de juros da economia (Selic) em 0,5%. A autoridade monetária argumenta que há pressões de demanda (?) que justificariam tal medida. De fato, o monolistismo do Banco Central nos leva sempre a soluções recessivas. Como resultado disto, o Real foi a moeda que mais se valorizou frente ao dólar no mundo. Bom para os rentistas, ruim para o resto do país.

 

Internacional

 

A descoberta de um novo mega-campo de petróleo no Brasil foi destaque na imprensa internacional, especialmente na Europa. Apesar de a imprensa internacional tratar o Brasil como uma potência do petróleo, o melhor é aguardar. Se os campos tiverem viabilidade, teremos uma arma que poderá ser usada a favor ou contra nós.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

 

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional, Leonardo Nunes, Política Brasileira, Política Econômica, Política Social | Sem Comentários »

Malan eleva o tom

Postado em 18 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“De acordo com Malan, o país só conseguirá crescer a taxas elevadas e sustentáveis se colocar as reformas na ordem do dia.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Revista Época (restrito a assinantes)

Por: José Fucs

O ex-ministro da Fazenda critica a paralisação das reformas e diz que, sem elas, o Brasil não anda

O ex-ministro da fazenda Pedro Malan, que comandou a economia do país durante os dois governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), costuma ser discreto em suas manifestações. Desde que deixou o cargo, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou posse, em janeiro de 2003, são raras suas entrevistas. Malan, hoje presidente do Conselho de Administração do Unibanco, também costuma ser econômico em suas críticas ao atual governo. Durante o 21° Fórum da Liberdade, realizado em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, na semana passada, porém, ele parece ter mudado de tom. Malan fez críticas à total paralisação das reformas econômicas no atual governo.

De acordo com Malan, o país só conseguirá crescer a taxas elevadas e sustentáveis, com a rapidez necessária para enfrentar a competição cada vez mais acirrada no cenário global, se colocar as reformas na ordem do dia. “As reformas são importantes para aumentar a eficiência, a produtividade e a competitividade do país”, afirmou. “É disso que depende, em última instância, o desenvolvimento econômico, social, tecnológico e cultural. Poderemos dar um grande passo se conseguirmos mostrar que elas não são importantes por si mesmas.” Mas Malan se mostrou cético em relação à possibilidade de que isso possa ocorrer no atual governo. “No Brasil, é preciso que as coisas se deteriorem para que as forças políticas se mobilizem. É nossa forma de lidar com os problemas”, disse.

O Fórum da Liberdade, evento promovido pelo Instituto de Estudos Empresariais (IEE), reuniu empresários, autoridades e especialistas do exterior para debater o tema Agora, o Mercado É o Mundo (leia mais na coluna de Paulo Guedes). Diante dessa platéia, Malan clamou urgência nas três principais reformas: tributária, trabalhista e previdenciária. Leia o resto do artigo »

Postado em O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »