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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

Falta convergência no governo, diz Pochmann

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista, Marcio Pochmann, presidente do IPEA, declara que existe divergência de opinião dentro do governo e que um aumento da Selic valorizará o câmbio e impactará nas expectativas dos empresários…  leia mais no artigo abaixo.

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Fátima Fernandes e Claudia Rolli

O aumento da taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, para 11,75% ao ano, mostra que “não há coordenação perfeita dentro do governo Lula”, diz Marcio Pochmann, presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

“A decisão anterior do Banco Central de estancar a queda dos juros e a atual de elevar a Selic mostra que o BC opera em um sentido, e o Ministério da Fazenda, em outro. Isso expressa a ausência de uma maioria política que diga: Nosso projeto é o de crescimento. O governo está tomando decisões olhando somente para as pressões”, diz o presidente do Ipea. Pochmann, que está desde agosto do ano passado na presidência do Ipea e enfrentou críticas, em novembro, devido ao afastamento de quatro pesquisadores do instituto que eram críticos da política econômica, afirma que vê “um governo de disputa”. \ Leia a seguir os principais trechos da entrevista com Pochmann.

ALTA DOS JUROS

A decisão do Copom é claro sinal de que não existe convergência no governo. Há um grupo político que defende a estabilidade monetária a qualquer preço. Essa decisão do Copom talvez tenha sido uma das mais tensas porque o conjunto de forças reunidas em torno de uma economia mais financeira venha de certa maneira tendo processo de decisão sem grande contestação, sem grande reação social e política. Hoje, dentro do sistema financeiro e do governo havia aqueles que defendiam a estabilidade dos juros. Mesmo assim, o BC elevou a taxa básica de juros. Leia o resto do artigo »

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Scheinkman cobra mais transparência

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Scheinkman questiona a eficácia dos modelos usados pelo BC para prever a inflação futura.

Por Luciana Sergeiro 

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Altamiro Silva Júnior 

Mais do que a alta de 0,50 ponto percentual na Selic, anunciada na noite de anteontem, o que mais surpreendeu foi a falta de sinalização do Banco Central de que a elevação seria desta magnitude, avalia o economista José Alexandre Scheinkman, professor da Universidade de Princeton. “Os BCs do mundo todo tendem a sinalizar ao máximo o que vão fazer. Aqui, não é isso o que acontece”, diz ele. “Fiquei surpreso com a surpresa (do mercado).” O consenso dos analistas era de que o BC elevaria o juro em 0,25 ponto. 

Em passagem pelo país, Scheinkman falou ao Valor e questionou a eficácia dos modelos usados pelo BC para prever a inflação futura. “Não sei quão bons são esses modelos. Os bancos centrais mundiais têm dificuldade de prever a inflação futura.” Para o economista, a inflação atual no Brasil não está em nível preocupante e ainda está dentro da meta. “Mas como o Banco Central leva em conta a inflação futura, é preciso saber o que o modelo está dizendo.” 

Para o economista, o BC também deveria levar em conta o impacto fiscal do aumento dos juros. “Um impacto fiscal negativo pode influenciar a inflação futura”, diz ele. A elevação da Selic para 11,75% ao ano vai aumentar em R$ 2,9 bilhões o pagamento do Tesouro com juros.  Leia o resto do artigo »

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Gargalos na infra-estrutura

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“(…) para acabar com os gargalos em infra-estrutura será necessário que os governos continuem a apoiar a maioria dos investimentos necessários(…) os novos investimentos estejam focados nos gargalos principais que afetam tanto a posição competitiva do país como as suas metas sociais e por fim, os governos criem oportunidades para o investimento no setor privado (…)”.

Por Katia Alves

Por Luis A. Moreno

Publicado no: Valor

O gargalo no setor de infra-estrutura e o investimento no setor continua a crescer na América Latina e no Caribe. Apesar da cobertura e da qualidade da maioria dos serviços de infra-estrutura ter melhorado nas últimas décadas, as deficiências ainda são relevantes. A América Latina e o Caribe estão abaixo da média de países de renda média em relação aos níveis de cobertura de várias categorias de infra-estrutura (como eletricidade, transporte e comunicações). Os níveis atuais de investimento anual no setor representam 2,5% de seu PIB, mas estima-se que a região precise investir entre 4% e 6% do PIB nos próximos 20 anos para atender ao crescimento da demanda, mantendo os serviços existentes. A qualidade é pior que a da concorrência: estudos mostram que a infra-estrutura pública na região é 26% menos efetiva do que a de países industriais devido à má qualidade. Na visão dos investidores, a maioria das nações da região tem índices baixos de competitividade devido sobretudo à deficiente infra-estrutura.

As disparidades na região também são comuns. Enquanto alguns países apresentam serviço em níveis similares aos de países da OCDE (por exemplo, o Chile), outros estão mais próximos de países menos desenvolvidos (como Bolívia, Paraguai e Guiana). Existem também diferenças entre o acesso urbano e a rural à infra-estrutura (na Colômbia, um terço da população rural não tem acesso imediato à malha rodoviária e as residências rurais ficam, em média, a 2,5 Km de rodovias transitáveis durante todas as estações do ano). A cobertura e qualidade são também deficientes em áreas urbanas, com população densa mas sem serviços básicos suficientes. Leia o resto do artigo »

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Economia subterrânea cresce mais que atividade formal

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Não é somente a alta carga tributária brasileira um dos maiores impulsionadores das atividades informais na economia…

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Gazeta Online (restrito a assinantes)

Por: Anna Lúcia França

A economia informal no Brasil já cresce a taxas muito superiores à atividade formal. Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB), que soma todas as riquezas do País, subiu 5,4% em 2007, a chamada economia subterrânea teve alta de 8,7% no ano. O crescimento é explicado pela maior flexibilidade da informalidade. A conclusão é da pesquisa feita pelo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) por solicitação do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco), com objetivo de traçar um Índice da Economia Subterrânea, lançado ontem em São Paulo.

O estudo, que deverá ser utilizado pelo Etco como argumento para se balizar políticas públicas, leva em consideração as diversas variáveis que impulsionam a informalidade, excluindo tráfico e atividades ilícitas como contrabando.

Apesar de constatar que a alta carga tributária brasileira é de fato um dos maiores impulsionadores das atividades paralelas, os pesquisadores perceberam que não era só isso que empurrava o Brasil para a informalidade. Ao contrário do que se pensava, o crescimento do nível de atividade formal também puxa a informalidade. “A economia subterrânea, no Brasil, aproveita o crescimento da formal e seguem paralelas. Isso porque as regras da formalidade são muito rígidas. Já a economia subterrânea é mais flexível e rápida”, afirma o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador Ibre e da FGV do Rio de Janeiro. Ele explica ainda que em países pobres, são os momentos de crise que favorecem a informalidade e não o contrário. Leia o resto do artigo »

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Lula promete 28 estações do metrô no DF até 2010

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou durante inauguração de estação do metrô da Ceilândia, cidade-satélite de Brasília, que além dos R$ 30 milhões aplicados pelo governo federal nas estações, serão destinados mais de R$ 60 milhões para recuperar a BR-450 e mais de R$ 70 milhões para BR-020, rodovias que cortam o Distrito Federal.

O presidente afirmou também que até 2010 estarão funcionando todas as 28 estações previstas do metrô de Brasília, ampliando a meta de transportar 100 mil passageiros diários para 300 mil.

Fonte: Agência Estado

Já o Correioweb, dá a mesma notícia como se não existissem os recursos do Governo Federal.

Quem ler a matéria (clique aqui) terá a impressão que os recursos são todos do Governo do Distrito Federal. Não há uma palavra sequer fazendo referência ao financiamento da União. Leia o resto do artigo »

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Eric Hobsbawm – O desafio da razão: Manifesto para a renovação da história

Postado em 21 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Eric Hobsbawn, um dos mais respeitados historiadores contemporâneos, discute o desenvolvimento e evolução do marxismo, sua contribuição para a Historiografia e as ciências sociais e o papel que desempenhou e ainda exerce sobre as diversas correntes de pensamentos e movimentos políticos…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Agência Carta Maior

O desafio da razão: Manifesto para a renovação da história

É tempo de restabelecer a coalizão daqueles que desejam ver na história uma pesquisa racional sobre o curso das transformações humanas, contra aqueles que a deformam sistematicamente com fins políticos e simultaneamente, de modo mais geral, contra os relativistas e os pós-modernos que se recusam a admitir que a história oferece essa possibilidade. A análise é de Eric Hobsbawm.

Por Eric Hobsbawm

“Até agora, os filósofos não fizeram mais do que interpretar o mundo; trata-se de mudá-lo.” Os dois enunciados da célebre “Teses sobre Feuerbach”, de Karl Marx, inspiraram os historiadores marxistas. A maioria dos intelectuais que aderiram ao marxismo a partir da década de 1880 – entre eles os historiadores marxistas – fizeram isso porque queriam mudar o mundo, junto com os movimentos operários e socialistas; movimentos que se transformariam, em grande medida devido à influência do marxismo, em forças políticas de massas.

Essa cooperação orientou de maneira natural os historiadores que queriam transformar o mundo na direção de certos campos de estudo – fundamentalmente, a história do povo ou da população operária – os quais, se bem atraíam naturalmente as pessoas de esquerda, não tinham em sua origem nenhuma relação particular com uma interpretação marxista. Por outro lado, quando esses intelectuais deixaram de ser revolucionários sociais, a partir da década de 1890, com freqüência também deixaram de ser marxistas.

A revolução soviética de outubro de 1917 reavivou esse compromisso. Lembremos que os principais partidos social-democratas da Europa continental abandonaram completamente o marxismo apenas na década de 1950, e às vezes ainda depois disso. Essa revolução gerou, também, o que poderíamos chamar de uma historiografia marxista obrigatória na URSS e nos Estados, que depois foi adotada por regimes comunistas. A motivação militante foi reforçada durante o período do antifascismo.

A partir da década de 1950 essa tendência começou a decair nos países desenvolvidos – mas não no Terceiro Mundo – apesar de que o considerável desenvolvimento do ensino universitário e a agitação estudantil geraram, dentro da universidade, na década de 1960, um novo e importante contingente de pessoas decididas a mudar o mundo. Contudo, apesar de desejar uma mudança radical, muitas delas já não eram abertamente marxistas, e algumas já não eram marxistas em absoluto.

Esse ressurgimento culminou na década de 1970, pouco antes do início de uma reação massiva contra o marxismo, mais uma vez por razões essencialmente políticas. Essa reação teve como principal efeito – exceto para os liberais, que ainda acreditam nisso – o aniquilamento da idéia de que é possível predizer, apoiados na análise histórica, o sucesso de uma forma particular de organizar a sociedade humana. A história havia se dissociado da teleologia. Leia o resto do artigo »

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A ordem criminosa do mundo – Parte 2

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Segunda parte, de um total de quatro, do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta segunda parte, Galeano e Ziegler discorrem sobre o “capitalismo assassino”, que mata milhares de pessoas devido à fome crônica que assola os países pobres, expiatórios das políticas imperialistas e excludentes do capital financeiro. Eles tratam também sobre o pânico característico do nosso tempo, principalmente o pânico relacionado à perda do trabalho, o que tem tornado o trabalhador passivo diante das práticas exploratórias e da restrição de seus direitos.

*Por Elizabeth Cardoso

Duração: 10:36min

Idioma: Espanhol (sem legendas)

“Todos os dias neste planeta, segundo a FAO [Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação], 100 mil pessoas morrem de fome ou por causa de suas conseqüências imediatas. No ano passado, a cada 5 segundos, uma criança de menos de 10 anos morria de fome e ano passado também, 856 milhões de pessoas, 1 de cada 6, tinham permanecido mal nutridas de forma grave e permanente. As cifras indicam que a pirâmide de mártires aumenta e tudo isso se sucede em um planeta que, segundo a FAO, poderia alimentar em condições normais com 2700 calorias por dia, para um adulto normal, a 12 bilhões de seres humanos, e somos 6 bilhões, quer dizer, a quase o dobro da população atual, ou seja, que nesta matança cotidiana de fome não há fatalidade alguma.”

Jean Ziegler

“Eu não sei se em outras civilizações, se em outras etapas da história humana, as pessoas estavam tão presas ao medo como nós vivemos agora. Temos medo de tudo, todo o tempo. Não se pode fazer nada, é um gás paralisante de medo. O medo, creio, predominante, o que se sente mais na vida cotidiana, é o medo de perder o trabalho. É um típico pânico do nosso tempo, a insegurança laboral. O medo de não encontrar amanhã um posto na fábrica ou na oficina faz com que uma quantidade de direitos sindicais que se haviam tido ao longo de mais de dois séculos de lutas estejam agora correndo um grave perigo de morte, porque ninguém se anima a nada por medo, por pânico, da perda do trabalho que se tem. Os que não têm medo da perda do trabalho tem medo de não encontrá-lo, que é um medo muito semelhante. [...] O pânico é o demônio que nos inventam para nos assustar. [...] O trabalho hoje vale menos que lixo [...] se trabalha cada vez mais em troca de menos, cada vez mais horas em troca de um salário menor. [...] direitos conquistados em muitas batalhas difíceis ao longo do tempo, como o direito à sindicalização [...] esse é um direito aniquilado pela máquina da morte do mundo de hoje, é uma máquina de exterminar direitos, que tem convertido o trabalhador em um mendigo, em um mendigo de emprego, em um mendigo de salário.”

Eduardo Galeano

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=LD0-VtYenLQ&feature=related]

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O que faz as pessoas felizes?

Postado em 20 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“(…) a recessão e o desemprego afetam mais a satisfação das pessoas do que a inflação. (…) Em breve os bancos centrais irão levar estes fatores em consideração nos seus modelos e nas suas decisões, especialmente quando a felicidade começar a ser medida ainda mais precisamente.”

O autor aponta para a preocupação crescente de se verificar os níveis de felicidade dos países como forma de se adequar políticas econômicas à realidade destes.

Por Katia Alves

Publicado no: Valor

Naércio Menezes Filho

A felicidade tem ocupado a mente dos economistas por muito tempo, mas nas últimas décadas as pesquisas nesta área têm se intensificado, com o uso de novas técnicas e novas bases de dados. Alguns economistas argumentam que o sucesso de um país deve ser medido exclusivamente pela felicidade de seus habitantes e que as decisões de política econômica e social têm que se voltar para este objetivo. A satisfação com a vida seria uma medida síntese de bem-estar que agrega vários componentes, como saúde, riqueza e status social. Além disto, a felicidade seria mensurável, já que nós podemos perguntar diretamente para as pessoas se elas estão ou não satisfeitas com a vida. Mas, afinal de contas, o que determina a felicidade? Renda familiar, bens de consumo, casamento, filhos, satisfação no trabalho, desemprego, inflação baixa – quais são os fatores mais importantes para a satisfação das pessoas? E como a política econômica pode afetar estes fatores?

Existem várias bases de dados que tentam medir as percepções das pessoas sobre estas e outras questões. As mais conhecidas são “World Value Surveys”, “Gallup World Polls” e “Latino Barômetro”. Estas pesquisas perguntam para os entrevistados quão satisfeitos estão com a vida, mas também suas condições de saúde e opiniões a respeito da liberdade e democracia, além de colher informações sobre suas características sócio-econômicas. A pergunta sobre felicidade geralmente é feita da seguinte forma: “olhando para sua vida como um todo, você diria que está muito satisfeito, satisfeito, não muito satisfeito ou totalmente insatisfeito com ela?”. Leia o resto do artigo »

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