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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

A armadilha do juro alto

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista à Carta Capital, o pesquisador do IPEA e professor da UERJ, o economista Miguel Bruno, fala sobre o fenômeno da “financeirização”, regime de crescimento pautado na lógica de acumulação finaceira, que torna a política econômica do Brasil subordinada aos mercados financeiros globalizados, restringindo-lhe a autonomia econômica e relegando a papéis de variáveis de ajuste, variáveis econômicas fundamentais como o nível de emprego…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente na Carta Capital, edição nº 492

Por Maurício Dias

Na quarta-feira 16, o Copom anunciou uma alta de 0,50 ponto porcentual da taxa Selic, para 11,75% ao ano. A decisão de elevar o juro empurrou o Brasil de volta ao topo da lista dos países com as taxas mais altas do mundo. É um círculo vicioso ao qual o País está preso por um regime de “financeirização”, como alerta o economista Miguel Bruno, coordenador do Grupo de Análise e Previsões da Diretoria de Estudos Macroeconômicos do IPEA.

Nos dicionários de língua portuguesa ainda não existe o verbete “financeirizar”. Então, que verbo é esse, pouco conhecido, mas que se tornou objeto de debate dos economistas em todo o mundo?

Num ambiente de financeirização, diz Bruno, o Estado fica subordinado ao mercado e perde autonomia. Mantém prioridade máxima na luta contra a inflação e torna o crescimento e o nível de emprego, por exemplo, meras “variáveis de ajuste da economia”, explica. Professor-adjunto da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ, ele fez do tema o foco da tese de doutorado, título que obteve na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris, França.

Neste contexto, onde a hegemonia é das finanças, surpreende a afirmação de Bruno de que “os banqueiros não são os vilões dessa história”. Seriam, tão-somente, “agentes de uma política de acumulação sustentada pelos juros”. O retrato claro e assustador desse regime ele disseca na entrevista a seguir.

Carta Capital: O Banco Central, mais uma vez, atrai a ira dos que querem taxa de juro menor. O BC é a fonte do mal?

Miguel Bruno: Sob regimes de crescimento dominados pela lógica da acumulação financeira, os bancos centrais são premidos a praticar uma política monetária restritiva. Isto é particularmente o caso nas economias em desenvolvimento e nas desenvolvidas que não são nações hegemônicas no cenário internacional. Neste contexto, com sua autonomia drasticamente reduzida, a política monetária converte-se num expediente de acomodação e validação das expectativas dos mercados financeiros internacionalizados.

Carta Capital: É o que acontece no Brasil?

Miguel Bruno: No caso brasileiro, como o processo de financeirização desenvolve-se predominantemente pela renda de juros, o Banco Central termina aprisionado pelo circuito da acumulação rentista e patrimonial. Daí a enorme dificuldade para baixar expressiva e rapidamente as taxas de juro e mantê-las compatíveis com uma trajetória de desenvolvimento econômico sustentável. Já que a renda de juros é um dos pilares desse tipo de financeirização, sua determinação é estrutural ao modelo.

Carta Capital: Por que o Brasil perdeu a trajetória de crescimento acelerado?

Miguel Bruno: Essa mudança começou nos anos 1980, causada por vários fatores. Um dos mais importantes foi o discurso ideológico sustentado pela idéia básica de que a abertura econômica seria a saída para o Brasil reencontrar essa trajetória perdida de crescimento. Argumentavam que era preciso diminuir o Estado, gastar menos e abrir a economia. Veio depois o programa de privatização. Esse conjunto de transformações estruturais tinha impacto direto na forma como o setor privado se relacionava com o poder público federal. Leia o resto do artigo »

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Não custa nada perguntar: cadê o apagão aéreo?

Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

Uma das missões autodefinidas por este blogueiro que vos fala é demonstrar que não existiu caos aéreo (clique aqui para ler o que já foi publicado no blog a esse respeito) e muito menos os tais de “apagão aéreo” e “apagão logístico” (clique aqui para saber sobre o “não apagão rodoviário” e aqui para o “não apagão portuário“).

É bom que se diga que o principal apagão que temos, diariamente, é no trânsito da cidade de São Paulo. (clique aqui e saiba tudo a respeito)

O único “apagão” constatado, na área de infra-estrutura, ocorrido nos dois últimos anos do governo FHC, foi o “apagão energético.

Todo o resto são bravatas sem fundamentação alguma que, desde 2003, a oposição e a mídia utilizam na luta política contra o governo Lula.

Na contramão dos parlapatões de plantão, os números mostram que nenhum desses “apagões” anunciados pela oposição e pela mídia existiu e, provavelmente, não existirá num futuro próximo.

Dito isso, vamos mostrar os números acumulados de janeiro a março de 2008, na aviação brasileira, somente nos aeroportos da Infraero, que ajudam a comprovar a nossa tese.

Comparando aos números do acumulado no mesmo período de 2007, temos:

  • aumento 3,32% nos pousos e decolagens;
  • aumento de 4,09% no número de passageiros transportados, sendo que 3,53% nos vôos domésticos e 8,07 nos vôos internacionais;
  • aumento de 3,19% na carga transportada (kg);

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Oportunidades de emprego – 23 de abril

Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Semanalmente divulgamos uma lista com oportunidades de emprego aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro

Grife de moda feminina recruta:

VENDEDORA – 2 VAGAS

Pré-requisitos:

- Foco em vendas;

- Carismática;

- Dinâmica;

- Experiência na função;

- Boa postura;

Remuneração: R$ 533,00 (fixo) + comissão (média 400,00) + VT

Horário de trabalho: 14h às 22h (1 folga na semana)

Trabalha domingos alternados

Local de trabalho: Leblon – RJ

As candidatas dentro do perfil devem enviar CV para ehomecv@gmail.com com VENDEDORA LEBLON no assunto.

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Além da estagnação?

Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Seguem abaixo dois artigos, o primeiro escrito por Marcelo Dantas, enfatiza que o governo segue investindo pouco, gastando mal, a Selic alta atrai fluxos financeiros especulativos e valoriza o câmbio prejudicando os exportadores. Em seguida, o artigo publicado por Vinícius Torres Freire, destaca também o câmbio valorizado, a situação das contas externas e os problemas que poderão ocorrer em conseqüência disso.

Por Katia Alves


Publicado originalmente na Folha

Por Marcelo O. Dantas

Estamos diante de uma recuperação episódica ou de fato resgatamos a capacidade de crescer de modo sustentado?

EM 2007, o Brasil voltou a crescer.

A taxa de expansão do PIB (5,4%), embora inferior à de outras economias emergentes, rompeu importante barreira psicológica. As projeções para 2008 apontam um aumento do produto interno na faixa dos 5%. Cabe perguntar: estamos diante de uma recuperação episódica ou de fato resgatamos a capacidade de crescer de modo sustentado? Nossa história recente ajuda a elucidar a questão. Em 1984-1985, após três anos de dura recessão, o Brasil esteve a ponto de retomar o desenvolvimento. Tínhamos uma infra-estrutura moderna e uma base industrial renovada. A democracia voltara e, com ela, a confiança no futuro. O desafio consistia em superar o nó financeiro do endividamento externo e interno.

Não era tarefa impossível, mas uma mistura de oportunismo político e soberba heterodoxa (manipulação do congelamento de preços; descontrole fiscal; desatenção para as variáveis externas da economia; fé excessiva em uma economia fechada) levou ao malogro do Plano Cruzado. O PMDB venceu as eleições de 1986 e o país mergulhou na hiperinflação. Frustração semelhante tornou a ocorrer após a boa performance de 1994-1995. FHC herdara de seu antecessor uma economia estabilizada e um país cheio de otimismo. A base governista vinha aprovando todos os projetos apresentados pelo Planalto. O Brasil poderia ter retomado o crescimento sustentado de longo prazo. Novamente, uma conjunção de interesses políticos e “hybris” tecnocrática (abandono das reformas estruturais em prol da reeleição; âncora cambial; juros exorbitantes; cerceamento do investimento público em infra-estrutura) jogou por terra a oportunidade. As crises externas de 1997-1998 somente contagiaram o Brasil porque, no biênio anterior, o governo do PSDB fizera apostas equivocadas.

Repetirá o governo Lula os erros das gestões anteriores? Vejamos. O crescimento atual deriva destes fatores: 1) forte expansão da demanda externa; 2) aumento do consumo interno (maior salário-mínimo, crédito facilitado à classe média); 3) redução modesta dos juros nominais; 4) aumento tímido do investimento público (PAC). É uma recuperação de caráter keynesiano, ainda sem a marca do crescimento endógeno estruturado. No horizonte, nuvens se acumulam. A turbulência na economia norte-americana ameaça esfriar o ritmo de expansão da demanda internacional, derrubando os preços das commodities. No plano interno, a carga tributária atingiu níveis insuportáveis (37% do PIB), minando a capacidade de expansão do setor privado. Leia o resto do artigo »

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A OBSESSÃO INFLACIONÁRIA TAMBÉM ATINGE O BCE

Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

Léo Nunes – Paris - O diário francês Le Monde publica, na sua versão eletrônica (clique aqui para ler mais), uma reportagem em que discute o papel do Banco Central Europeu (BCE). Segundo o diário, o BCE tem exagerado na mão no que concerne à política monetária.

 

Não satisfeitos com a restritiva política monetária, que valoriza o euro e compromete a competitividade das exportações dos países da zona do euro, há economistas que defendem um aperto ainda maior na política de juros com vistas a conter a crise econômica mundial. Como se vê, o surto obsessivo inflacionário não atinge apenas nossa autoridade monetária.

 Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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A ordem criminosa do mundo – Parte 4

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Última parte do documentário produzido pela RTVE da Espanha, com o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano e o relator da ONU e sociólogo francês, Jean Ziegler.

Este documentário critica as implacáveis e desumanas formas de poder que tem se consolidado no mundo através das políticas e práticas imperialistas realizadas pelas potências mundiais em detrimento dos países e populações pobres, mas sempre a favor do capital financeiro. É uma ampla análise das inúmeras e profundas mazelas que assolam a humanidade. Através de suas colocações pungentes, Galeano e Ziegler examinam a nova ordem mortífera do mundo, que cada vez mais tem concentrado poder e riqueza na mão de uma pequena elite, a que controla o capital financeiro internacional, reservando para uma massa de milhões de pessoas apenas a miséria, a fome, o desemprego, enfim, a exclusão total. Uma nova ordem criminosa que destrói direitos; que desrespeita não apenas os direitos humanos, mas o próprio homem; que mata pessoas ao retirar-lhes mais que o alimento, o emprego, mas principalmente a dignidade e a esperança.

Nesta última parte, Galeano e Ziegler tratam sobre a tortura, enquanto um instrumento empregado para semear o medo e, assim, favorecer a manutenção do poder nas mãos daqueles que já o detêm; pois, este medo semeado, cresce e dá frutos, e seus frutos não são outros que não a apatia política dos povos, o conformismo com as situações de injustiça, a banalização da pobreza e sua aceitação como uma conseqüência natural da incapacidade “técnica”, da “desqualificação” ou “despreparo” dos pobres para o mercado de trabalho, a indiferença ante o sofrimento de tantos acometidos pela fome crônica e pela miséria. Galeano e Ziegler chamam a uma postura diferente, de não-conformismo com esta realidade mortífera e criminosa do mundo, que, mais do que nunca, está sob a égide das práticas imperialistas do capital financeiro internacional.

*Por Elizabeth Cardoso

“Há uma convenção internacional contra a tortura. Existem mecanismos de controle da tortura. Há um artigo na Declaração dos Direitos do Homem [...] que proíbe radicalmente a tortura. E, sem embargo, a maior potência econômica e militar do planeta pratica abertamente a tortura. [...] Há, portanto, uma destruição, não só um retrocesso, de partes inteiras, de capítulos completos dos Direitos Humanos.”
Jean Ziegler

“[...] Se a tortura torturasse somente os culpados não seria eficaz [...] Os símbolos de poder funcionam porque emitem medo, e emitem medo na medida em que podem tocar a qualquer um [...] Não se tortura para obter a informação, isso é falso. Se tortura para semear o medo. E nisso se tem que reconhecer que a tortura é eficaz. E por isso é que agora a tortura é objeto de publicidade incessante, porque a máquina do medo, a máquina de semear o medo, utiliza a tortura para prevenir o delito da dignidade.”
Eduardo Galeano

“[...] essa perversa herança colonial que nos convence que a realidade é intocável… o medo de mudar. Não se pode! [...] Por hoje, existe esta ideologia do tipo de impotência nascida do medo. Não se pode! Eu penso que esse medo de mudar é um medo muito, mas muito, danoso e que é um dos medos mais poderosos, mais importantes, neste tipo de maquinaria mundial do crime porque é um medo que mata a esperança, ou seja, opera contra a vontade democrática de mudança.”
Eduardo Galeano

Duração: 10:54min
Idioma: Espanhol (sem legendas)

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=gAgv1hRm9JI]

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Mais juros, mais gasto público, mais inflação

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em São Paulo existe o “impostômetro” (placar da arrecadação de impostos), mas os cariocas já estão planejando a instalação de um “jurômetro”, para mostrar que são os juros – e não o gasto corrente – que obrigam o governo a aumentar a carga tributária.

 

Especialistas garantem que o aumento do gasto público será de R$ 10 bilhões anuais apenas com a última elevação da Selic em 0,5 ponto percentual. Nenhum choque de gestão poderia economizar um terço desse valor, segundo levantamento do conservador jornal Estado de São Paulo.

 

Para o economista Dércio Garcia Munhoz, a política monetária é “cínica, brutal e inviabiliza investimentos sociais e na infra-estrutura”.

 

Luiz Gonzaga Belluzzo – professor da Unicamp

 

O senhor realmente defende o corte de gastos como alternativa para a política de Meirelles?

Não é bem assim. A atual taxa de juros é uma aberração. O que eu disse é que, tendo em vista a conjuntura de aceleração do crédito e expansão do gasto privado nem o próprio Keynes recomendaria aumentar o gasto público acima do crescimento do PIB. O problema é a aceleração do gasto, mas não o gasto propriamente.

 

O gasto corrente cresceu acima da inflação, mas somente superaria o PIB se fosse incluída a despesa com juros e outras…

Certo, mas o mercado não considera separação entre gasto corrente e gasto com juros, o que não deixa de ser uma espécie de patifaria. O pretexto do gasto público em alta serviu para o Copom elevar os juros, que têm impacto na própria dívida pública. Mas podemos argumentar que o corte de juros reduziria o gasto público. O próprio aumento da arrecadação (acima da inflação e do PIB) permite um superávit fiscal suficiente para baixar juros mais rápido.

 

Qual a melhor alternativa ao regime de metas de inflação?

É preciso coordenar as políticas monetária e fiscal. A taxa Selic poderia estar em torno de 6,5%. O pior é que do jeito que está ela desvaloriza ainda mais o dólar.

 

A inflação realmente preocupa?

Está próxima do centro da meta. A decisão do Copom não foi tecnicamente bem pensada. Pareceu mais uma queda-de-braço, o que não é conveniente para um banco central. É uma atitude pouco madura, que não se justifica. Todo o mercado esperava 0,25 ponto percentual, mas o BC subiu a Selic em meio ponto. Foi um aumento precipitado. Mesmo os industrializados que subiram são em boa medida ligados aos alimentos. A alta atingirá setores que nada tema ver com isso.

 

Dércio Garcia Munhoz – professor da Universidade de Brasília (UnB)

 

Por que o senhor afirma que nossa política monetária é sinistra? Leia o resto do artigo »

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Chineses cobram abertura maior de economias da América Latina

Postado em 22 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“(…) os chineses reclamaram, inclusive do Brasil, da dificuldade para negociar, de regras tributárias excessivas e complicadas, de problemas de infra-estrutura, corrupção

Por Katia Alves

Publicado na: Folha

Por Maria Cristina Frias

Banqueiro diz que há interesse de investir em obras como portos e rodovias

“A América Latina ainda não é tão aberta. A China se abriu para o comércio há 30 anos e se beneficiou muito da globalização”, afirmou ontem o presidente do China Construction Bank, Guo Shuqing, no segundo e último dia do Fórum Econômico Mundial, em sua edição latina, em Cancún, no México. “Interessa- nos participar da construção de portos, rodovias, entre outras obras”, disse Shuqing à Folha. “Não tenham muita expectativa em relação a investimentos da China”, recomendou o diretor do Instituto de Estudos Latino-Americanos, da Academia Chinesa de Estudos Sociais, Jiang Shixue. “Acham que a China tem muito para aplicar, mas está havendo excesso de expectativas.”

O vice-presidente do China Council for the Promotion of International Trade não poupou os anfitriões do evento: “As companhias mexicanas precisam ser mais agressivas do que otimistas”. “O boom sul-sul, entre China e América Latina, ainda está para ocorrer. Por que ainda não aconteceu?,” perguntou Javier Santiso, diretor da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), em Paris. Santiso mediou um dos painéis do Fórum, sobre o crescimento da China como maior exportador de capital. Por dois dias, o Fórum Econômico Mundial reuniu cerca de 500 participantes, de 40 países, em Cancún. Leia o resto do artigo »

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