prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Archive for abril, 2008

“Desemprego recua para 8,6% em março” é a boa-nova de hoje

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte

Por José Augusto Valente*

A taxa de desemprego brasileira recuou em março, para 8,6%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em março de 2007, a taxa havia ficado em 10,1%.

Na comparação com o mês anterior (8,7%), houve estabilidade no indicador.

Leia mais no G1

A redução do desemprego certamente levará ao aumento do consumo, da produção e, conseqüentemente, da movimentação de cargas.

Como já vimos dizendo há algum tempo é preciso acelerar os investimentos previstos no PAC. Isso será possível com a garantia de pagamento logo após a liquidação da fatura de medição dos serviços e obras de infra-estrutura. É possível também com o aumento de recursos disponíveis para financiamento no BNDES.

Por outro lado, os embarcadores e transportadores têm que aumentar a eficiência das cadeias logísticas, na parte que lhes cabe.

Especialmente, na construção de novos silos e armazéns, para garantir o fluxo adequado das cargas. Para isso existe o Moderinfra do BNDES que está sendo insuficientemente demandado pelas empresas. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, José Augusto Valente, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

Política industrial é adiada de novo e deve sair só em maio

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Pacote de medidas para o setor industrial brasileiro tem seu nascimento adiado ainda por mais um mês…

*Por Elizabeth Cardoso, editora e coordenadora de conteúdo

Publicado originalmente no Diário do Comércio, Indústria e Serviços

Por Paula Andrade

A política industrial será adiada mais uma vez. Em espera há mais de nove meses, ela deveria ter nascido por volta do dia 15 de abril, como havia prometido o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.

Os motivos alegados por fontes do governo para que o programa fosse protelado mais uma vez são dois: a indefinição do orçamento deste ano pelo Congresso Nacional e a demora por parte da Receita Federal em dar o aval para as desonerações fiscais pretendidas pelo Ministério do Desenvolvimento. Diante disso, a nova política industrial deve sair do papel apenas na segunda quinzena do próximo mês.

“A Receita Federal ainda estuda as nossas propostas. Por isso estamos demorando. Como o contingenciamento saiu na semana passada, acredito que não deve demorar mais agora. Falta apenas o aval deles”, informou um dos técnicos do governo.

Apesar da demora, praticamente todo o texto foi divulgado para a imprensa antecipadamente pelos ministros da área econômica. Serão beneficiados 24 setores da economia e estão previstos cerca de R$ 256 bilhões em financiamentos públicos e desoneração de impostos para a indústria até 2010.

Os 24 setores serão divididos em três tipos de abordagem: em primeiro estão os programas mobilizadores em áreas estratégicas (saúde, energia, tecnologia da informação e comunicação, defesa, nanotecnologia e biotecnologia).

Em segundo lugar estão os programas para fortalecer a competitividade, com doze áreas, entre elas: o complexo automotivo, os bens de capital seriados, os bens de capital sob encomenda, têxtil e confecções, móveis e madeira, higiene e perfumaria, construção civil, complexo de serviços, indústria naval e de cabotagem, couros, calçados e artefatos, agroindústria e plásticos.

Em terceiro lugar estão os programas para consolidar e expandir a liderança, onde se inserem setores em que o Brasil já é forte, como aeronáutica, carnes, mineração, papel e celulose, siderurgia e petroquímica.

Em princípio, a nova política visa quatro “macrometas” até 2010: aumentar a taxa de investimento do País de 16,5% do Produto Interno Bruto (PIB), registrado em 2006, para 21% do PIB, em 2010; elevar os gastos em pesquisa de 0,51%, em 2006 para 0,65% do PIB até 2010; acrescer de 1,15% para 1,25% a participação das exportações brasileiras no mercado internacional; e aumentar em 10% o número de micro e pequenas empresas exportadoras do País. Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

Uma política para atravessar fronteiras

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

No Brasil falta uma política para incentivar as empresas atuarem no exterior e faltam profissionais capacitados para operações estrangeiras… e são pouquíssimas empresas que conseguem superar essas dificuldades.  

Por Kátia Alves

Por Claudia Mancini

Publicado na: Gazeta Mercantil

Vale do Rio Doce, Gerdau e Marcopolo têm superado obstáculos, mas são exceção

Ser um país emergente nunca foi e provavelmente nunca será fácil. Ser empresa de país emergente pode ser ainda mais difícil, em especial se houver pretensões de expandir negócios para o exterior. Empresas como Vale do Rio Doce, Gerdau e Marcopolo têm superado obstáculos, mas fazem parte de seleto grupo no Brasil – tão seleto que indica que algumas coisas estão fora de lugar ou não estão em lugar algum.

Um dos problemas para a empresa brasileira que quer se internacionalizar é a falta de política pública de incentivo a investimentos diretos no exterior. “Se você quiser saber quem lida com esse assunto no Brasil, possivelmente vai acabar na mesa de um funcionário de estatísticas do Banco Central. Não há política formulada e coerente para apoiar quem quer se tornar transnacional”, diz Karl Sawant, diretor executivo do Columbia Program on International Investment (CPII), da Universidade de Columbia.

E o que uma política dessas deve incluir? Para Sawant, o governo deve financiar estudos de viabilidade e oferecer seguro para investimentos. Outro  passo é colocar à disposição das empresas informações sobre oportunidades e ambiente de negócios em outros países. Tudo de maneira organizada e centralizada. É preciso também acordos bilaterais de investimentos que evitem dupla tributação e esclareçam questões trabalhistas, por exemplo. Como demonstraram reportagens da editora de Direito Corporativo da Gazeta Mercantil, Gilmara Santos, países com os quais o Brasil não tem tratados tendem a diminuir suas fatias no bolo de IED que entra aqui (publicação em 12 de março). E só há uma lei sobre o trabalho de brasileiros expatriados por suas firmas (publicação em 26 de março). Ainda por cima é lei para atender primordialmente um setor, o da construção civil. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, O que deu na Imprensa, política industrial | Sem Comentários »

Reservas escassas de recursos podem travar expansão global

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em seu artigo, Paul Krugman questiona se as reservas limitadas de recursos naturais vão representar um obstáculo ao crescimento econômico futuro do mundo. E apresenta três visões para isso e complementa dando a sua opinião.

Por Katia Alves

Por paul krugman do “New York Times”

Publicado na: Folha

Estoques baixos indicam que era das commodities baratas acabou para sempre

NOVE ANOS atrás, a “Economist” publicou grande reportagem sobre o petróleo, que na época era vendido por US$ 10 o barril. A revista avisou que essa situação poderia não durar muito tempo. Sugeriu que, em lugar disso, o preço poderia cair para US$ 5.

De qualquer maneira, disse a revista, o mundo “está diante da perspectiva de petróleo em abundância e a preço baixo durante o futuro previsível”. Na semana passada, o preço do barril chegou a US$ 117. Não se trata só de dizer que o petróleo desmentiu a complacência de alguns anos atrás. Os preços dos alimentos também subiram, assim como os de metais básicos. E o aumento mundial nos preços das commodities está trazendo de volta pergunta que não ouvíamos com freqüência desde os anos 1970: as reservas limitadas de recursos naturais vão representar um obstáculo ao crescimento econômico futuro do mundo?

A resposta que se dá a essa pergunta depende em grande medida do que se acredita que esteja motivando a alta nos preços dos recursos. Há três pontos de vista distintos sobre isso. O primeiro diz que a razão principal é a especulação: que os investidores, interessados em obter retornos altos num período de juros baixos, investiram pesado em futuros de commodities, gerando alta nos preços. Segundo essa visão, a bolha deve se romper em algum momento não distante. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, Internacional, O que deu na Imprensa | Sem Comentários »

“BCs devem ter cautela ao subir juros”

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista, José Luis Machinea, secretário da Cepal, chama atenção que é necessário fazer uma política monetária com cautela, que os países devem ter cuidado em aumentar a taxa de juros e fala da importância do Brasil na ALCA.

Por Katia Alves

Publicado no: Jornal do Brasil

Entrevista com José Luís Machinea

Secretário da Cepal defende fim de subsídios agrícolas em prol de um

comércio mais justo

Uma discussão sobre juros com vistas ao controle inflacionário gerou polêmica no Brasil. A nossa taxa é a maior do mundo e na semana passada o BC brasileiro a aumentou em 0,5%. Em que medida isso afeta a economia brasileira?

- Hoje há vários países que encontram-se diante de um dilema sobre o que fazer com a política monetária. Nossa posição na Cepal é de que é preciso ser demasiadamente cauteloso na política monetária, levando-se em conta que o aumento da inflação é basicamente ligado ao aumento dos preços dos alimentos e do petróleo. Portanto, não é uma inflação causada por fatores de excessiva demanda. Os países da região devem ter cuidado em aumentar a taxa de juros, tendo em vista que isso vai produzir maior ingresso de capitais exteriores que pressionarão o câmbio. Portanto, se forem aumentar a taxa de juros tem de ser em um contexto onde ponham restrições à entrada de capital de curto prazo para que não ocorra a tradicional pressão da moeda. Isso não é um problema apenas do Brasil, mas também do Chile, da Colômbia e de vários países da região. É complicado fazer uma avaliação pontual do caso brasileiro, mas em termos gerais os bancos centrais devem ser cautelosos em aumentar a taxa de juros nessa conjuntura. Leia o resto do artigo »

Postado em Assuntos, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

DIREITA NÃO CEDE A PRESSÕES DOS “SANS PAPIERS”

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

 

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – O ministro da Imigração francês, Brice Hortefeux, concedeu uma entrevista ao diário francês Le Figaro (clique aqui para ler a entrevista). Nela, Hortefeux deixou claro qual a política imigratória francesa.

 

O ministro rechaçou qualquer possibilidade de um processo de regularização em massa de imigrantes ilegais. O movimento dos “sans papiers” (a tradução mais próxima seria “sem documentação”) luta pela regularização dos mesmos. Como forma de protesto, os “sans papires” entregaram cem mil dossiês nas distintas subfrefeituras francesas, que são responsáveis pela emissão de títulos de estadia.

 

Entretanto, as manifestações não têm surtido efeito. A política do Elysée deve continuar na mesma linha dos últimos tempos, ou seja, regularizações raras e caça aos ilegais. Vale lembrar que o endurecimento da política imigratória é diretamente proporcional ao crescimento econômico. Em momentos de vacas gordas, tal política é relaxada. Quando o ciclo inverte e os imigrantes não se tornam funcionais, aperta-se a política de imigração.

Leonardo Nunes:  Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

Postado em Conjuntura, Desenvolvimento, Internacional, Leonardo Nunes, Política Social | Sem Comentários »

Remessas superam investimentos

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Imprensa normalmente divulga volume de investimentos estrangeiros diretos e remessa de lucros e dividendos, contudo, apenas essas rubricas não expressam a real situação do Balanço de Pagamentos nacional. Quando incorporados à análise as amortizações de empréstimos e o retorno de capital, o BP revela uma diferença negativamente muito grande entre o volume de recursos enviados e os recebidos pelo Brasil em todos os setores da atividade econômica…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente no Jornal do Brasil

Por Ubirajara Loureiro

Multinacionais enviaram ao exterior pelo menos R$ 9 bilhões a mais do que aplicaram no Brasil

Percorrer os labirintos do site do Banco Central e esmiuçar a numerália leva às vezes a fatos aparentemente surpreendentes no que se refere à presença do capital estrangeiro no Brasil. O cotejo dos investimentos diretos com as remessas de lucros, amortizações de empréstimos e retorno de capital mostra que o Brasil é, realmente, país de excepcional rentabilidade para investidores do exterior.

Se computadas algumas das rubricas através das quais os recursos estrangeiros são retirados do Brasil, verifica-se a saída de um total de US$ 43 bilhões, contra investimentos diretos que fecharam o ano na casa dos US$ 34,3 bilhões. E que a indústria é o setor que permite maior retorno de capital aos investidores externos e mais remessas às matrizes.

Algo bem distante do noticiário normal, em que é divulgado apenas o investimento direto e remessas de lucros e dividendos. Por esta metodologia, no ano passado, a entrada de capitais externos no Brasil foi de US$ 34,3 bilhões, ficando a impressão de que o total de saídas teria sido de apenas US$ 16,7 bilhões.

A partir desses números, verifica-se que o movimento corrente de capitais externos tem sentido inverso ao que vem sendo divulgado continuamente. Ou seja, as remessas de capital são bem superiores ao volume de investimentos concretizados no país. Leia o resto do artigo »

Postado em Comentários sobre a Imprensa Brasileira, Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Econômica | Sem Comentários »

Ocupação da indústria, entre a foto e o filme

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Elevação de juros é a pior política para o controle da inflação, pois, se por um lado, contém a demanda, por outro, desestimula o investimento, impedindo a ampliação da oferta; ampliação essa que seria a forma mais saudável de conter as pressões inflacionárias, pois, elevaria o nível de produto e emprego… É preciso olhar para além da simples fotografia, revelada nas pesquisas específicas, da ocupação atual da indústria; deve-se ver seu filme completo, sua possibilidade de ampliação, mas para tal é necessário que haja claras expectativas de elevação da demanda… Justamente o que as políticas restritivas do BaCen pretendem impedir…

*Por Elizabeth Cardoso

Publicado originalmente em O Estado de São Paulo (restrito a assinantes)

Por Antonio Corrêa de Lacerda

A polêmica referente à capacidade do setor industrial em atender ao suprimento da demanda, sem que isso signifique riscos de desabastecimento e/ou pressões inflacionárias, tem ganho dimensão. Ela é relevante porque influencia as decisões de política econômica envolvendo, entre outras questões, a fixação da taxa de juros.

A taxa de ocupação dos vários setores e da indústria em geral é sistematicamente monitorada por pesquisas realizadas pela Fiesp, pela CNI e pela FGV divulgadas mensalmente. Os dados mais recentes indicam uma taxa de ocupação entre 81% e 85%. No entanto, nem sempre ficam claros para os observadores os critérios utilizados, o que pode induzir a interpretações equivocadas.

É preciso destacar que se trata de uma pesquisa que depende fundamentalmente das respostas do universo de empresas auscultadas. As empresas tendem a adequar a sua capacidade produtiva à demanda futura esperada. Quando uma empresa responde que está utilizando 90% da sua capacidade, isso equivale a dizer que ela, num determinado turno de produção, digamos de oito horas, teria a capacidade de produzir 100 unidades e está produzindo 90.

Mas isso não deve ser interpretado como se as empresas só fossem capazes de expandir sua produção em mais 10%. Mediante necessidade, a empresa poderia recorrer a um segundo ou mesmo a um terceiro turno de produção. Poderia ainda trabalhar em finais de semana ou fazer pequenas adaptações nas suas linhas de produção para atender à expansão da demanda. Portanto a primeira informação de ocupação da capacidade de 90% é relevante, mas tem de ser interpretada como uma fotografia estanque de um filme de longa-metragem. Leia o resto do artigo »

Postado em Conjuntura, O que deu na Imprensa, Política Econômica, política industrial, Propostas de Mudanças para o Banco Central | Sem Comentários »