prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Os desafios do etanol

Escrito por Imprensa, postado em 15 dEurope/London abril dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Para o Brasil se consolidar na agroenergia terá que enfrentar vários obstáculos…

Por Katia Alves

Publicado no: blog do Luis Nassif

Por: Luis Nassif

A consolidação da agroenergia brasileira no mundo exigirá uma guerra que exigirá atuação em várias frentes, uma verdadeira guerra mundial que exigirá planejamento, estratégia, marketing e capacidade de desmontar os argumentos técnicos que serão levantados pelos países competidores.

Presidente da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias) e homem de visão sistêmica, Silvio Crestana julga que a ação brasileira deverá se dar nas seguintes frentes:

1. Conflito energia x alimentos.

Hoje em dia é o argumento recorrente contra o etanol. Especialmente na União Européia considera-se que o advento da energia vegetal criará conflitos com alimentos. Em parte poderá ocorrer na própria Europa e nos Estados Unidos, não no Brasil.

O desafio brasileiro será comprovar que o modelo combinado de agricultura pecuária será capaz de permitir aumento substancial na produção de etanol e de alimento simultaneamente. Para tanto, bastará demonstrar o ciclo econômico desse modelo.

Primeiro planta-se – cana, soja, mamona etc -, depois se retira o óleo. Sobra o bagaço, que poderá ser convertido em ração e, na etapa seguinte, em proteína – a carne dos rebanhos em regime de semiconfinamento.

2. A questão da sustentabilidade.

Principalmente na Europa tem-se levantado estudos tentando comprovar que a liberação de carbono, no plantio, não compensaria o seqüestro de carbono nas fases posteriores. Para Crestana não haverá a menor dificuldade em demonstrar a falsidade desse argumento. Principalmente com as novas pesquisas agronômicas, que têm permitido desenvolver espécies que dependem cada vez menos de insumos químicos.

3. A Amazônia.

Um dos principais argumentos brandidos pelos adversários do etanol brasileiro é o risco de ampliação do desmatamento da Amazônia. Resolve-se a questão mobilizando-se a comunidade científica, Embrapa, os institutos estaduais em torno de grandes projetos que permitam a exploração racional da Amazônia e a exploração racional da parte que já foi desmatada.

4. A ação diplomática.

Pela primeira vez as embaixadas brasileiras estão instituindo a figura do adido agrícola – figura comum em outras embaixadas. Cabe a ele o mapeamento das informações do país em que está servindo, o levantamento das reações contrárias à produção agrícola brasileira e a organização de estratégicas de comunicação para esclarecer os formadores de opinião sobre as vantagens do etanol brasileiro.

5. A dependência de insumos.

A visão estratégica da China para o comércio agrícola mundial consiste em controlar os insumos. Têm adquirido fábricas de fertilizantes e de matérias primas ao longo do mundo.

O Brasil ainda é bastante dependente de insumos básicos. Daí a necessidade de estimular investimentos nesta área, especialmente da Petrobrás, que têm condições de produzir alguns dos insumos básicos.

A nova etapa do desenvolvimento nacional exigirá ação integrada, visão sistêmica e estratégia global para a consolidação do país como a grande potência agrícola do terceiro milênio.



  Imprimir  Enviar para Amigo  Adicionar ao Rec6 Adicionar ao Ueba Adicionar ao Linkto Adicionar ao Dihitt Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Linkk Adicionar ao Digg Adicionar ao Link Loko  Adicionar ao Google Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs 

« VOLTAR

Faça um comentário

XHTML: Você pode usar essas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>