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	<title>Comentários sobre: O fim de um ciclo político</title>
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		<title>Por: A volta da política dos governadores, o fim do dilema PT x PSDB e o resurgimento do Desenvolvimentismo &#171; Blog do Desemprego Zero</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/o-fim-de-um-ciclo-politico/comment-page-1/#comment-501</link>
		<dc:creator>A volta da política dos governadores, o fim do dilema PT x PSDB e o resurgimento do Desenvolvimentismo &#171; Blog do Desemprego Zero</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 04:29:28 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Recentes Gustavo dos Santos (&#8230; em O fim de um ciclo&#160;polític&#8230;Idade média da frota&#8230; em CURRÍCULO PROFISSIONAL SINTÉTI&#8230;fafa em O infindável [...]</description>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/o-fim-de-um-ciclo-politico/comment-page-1/#comment-500</link>
		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2008 04:08:36 +0000</pubDate>
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		<description>Nassif,
está cada vez mais profundo e genial.
Mas uma coisa que as pessoas ainda não perceberam claramente é que ainda não existe base social para construção de partidos escorados basicamente em base em classes sociais (ou de embate ideológico claro) no Brasil.
Interessante é que a Maria da Conceição Tavares disse que isso é um fenômeno comum a toda as Américas.
e só não compreendemos isso, porque não entendemos o que é a relação de Classe Social na Europa.
eu admito que não entendo como os europeus pensam em relação a isso, mas nós tentamos copiar o modelo deles, principalmente São Paulo.
De fato ela tem razão, os partidos de classe social no Brasil não resistem à realidade política.
Em São Paulo isso faz um pouco mais de sentido, pois na grande ABC
havia um grande operariado.
mas ao Norte de São Paulo a política não se move pela questão de classes, mas tem como referência basicamente a estrutura administrativa-eletiva da federação. As alianças não são entre classes, mas entre estados.
nos últimos 20 anos quando São Paulo hegemonizou completamente a política nacional tentou-se mimetizar o falso dilema de 2 partidos declaramente social-democratas que fazem políticas neoliberais.
Com a decadência do neoliberalismo e da esquerda Paulista da pós-ditadura,
parece que até a política de São Paulo está se guiando mais pela &quot;política dos Governadores&quot; do que pela &quot;luta de classes&quot;.
O incrível (para os Paulistanos) é que isso é muito bom!!
A política dos governadores é mais verdadeira do que a invenção de que o dilema PT X PSDB era uma representação da &quot;luta de classes&quot;.
A política dos governadores é mais construtiva e progressista do que o falso dilema paulistano.
Enquanto o falso dilema paulistanos desvia a atenção dos verdadeiros interesses da população para uma falsa disputa midiática, a política de governadores lida com interesses econômicos, sociais e políticos reais.
Enquanto a primeira é uma política para entreter a classe média, a segunda é uma política de construção de instrumentos de atendimento de interesses diversificados e portanto um política de construção da Nação.
A política dos governadores entende claramente o que o país precisa: de políticas Desenvolvimentistas típicas. Exatamente o que o falso dilema da falsa esquerda Paulistana abominou.
Mas o governo Lula, a China e a Crise Americana estão pondo um fim a essa falsa estrutura política.

A política de governadores não é algo ideal. Mas também não é algo definitivo, mas é a &quot;desordem&quot; de onde nascerá a estrutura ideológica que dará lugar à falsa luta de classes representada pelo PT X PSDB paulistanos.

Não que não exista e não seja importante a luta de classes no Brasil. Ele existe, mas não tem força, representatividade, maturidade e nem legitimidade para suplantar outras necessidades políticas nacionais.
Que outras necessidades?
Em primeiro lugar a industrialização.
a maior parte do Brasil ainda é uma sociedade pré-industrial, portanto, quaisquer tentativas de mimetizar estruturas políticas industrilizadas ou pós-industrializadas não terão sustentação real.
Por isso o sistema partidário e ideológico brasileiro está em completa crise.
ainda bem. A mudança será para melhor. Todos começam a ver que o rei está nu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nassif,<br />
está cada vez mais profundo e genial.<br />
Mas uma coisa que as pessoas ainda não perceberam claramente é que ainda não existe base social para construção de partidos escorados basicamente em base em classes sociais (ou de embate ideológico claro) no Brasil.<br />
Interessante é que a Maria da Conceição Tavares disse que isso é um fenômeno comum a toda as Américas.<br />
e só não compreendemos isso, porque não entendemos o que é a relação de Classe Social na Europa.<br />
eu admito que não entendo como os europeus pensam em relação a isso, mas nós tentamos copiar o modelo deles, principalmente São Paulo.<br />
De fato ela tem razão, os partidos de classe social no Brasil não resistem à realidade política.<br />
Em São Paulo isso faz um pouco mais de sentido, pois na grande ABC<br />
havia um grande operariado.<br />
mas ao Norte de São Paulo a política não se move pela questão de classes, mas tem como referência basicamente a estrutura administrativa-eletiva da federação. As alianças não são entre classes, mas entre estados.<br />
nos últimos 20 anos quando São Paulo hegemonizou completamente a política nacional tentou-se mimetizar o falso dilema de 2 partidos declaramente social-democratas que fazem políticas neoliberais.<br />
Com a decadência do neoliberalismo e da esquerda Paulista da pós-ditadura,<br />
parece que até a política de São Paulo está se guiando mais pela &#8220;política dos Governadores&#8221; do que pela &#8220;luta de classes&#8221;.<br />
O incrível (para os Paulistanos) é que isso é muito bom!!<br />
A política dos governadores é mais verdadeira do que a invenção de que o dilema PT X PSDB era uma representação da &#8220;luta de classes&#8221;.<br />
A política dos governadores é mais construtiva e progressista do que o falso dilema paulistano.<br />
Enquanto o falso dilema paulistanos desvia a atenção dos verdadeiros interesses da população para uma falsa disputa midiática, a política de governadores lida com interesses econômicos, sociais e políticos reais.<br />
Enquanto a primeira é uma política para entreter a classe média, a segunda é uma política de construção de instrumentos de atendimento de interesses diversificados e portanto um política de construção da Nação.<br />
A política dos governadores entende claramente o que o país precisa: de políticas Desenvolvimentistas típicas. Exatamente o que o falso dilema da falsa esquerda Paulistana abominou.<br />
Mas o governo Lula, a China e a Crise Americana estão pondo um fim a essa falsa estrutura política.</p>
<p>A política de governadores não é algo ideal. Mas também não é algo definitivo, mas é a &#8220;desordem&#8221; de onde nascerá a estrutura ideológica que dará lugar à falsa luta de classes representada pelo PT X PSDB paulistanos.</p>
<p>Não que não exista e não seja importante a luta de classes no Brasil. Ele existe, mas não tem força, representatividade, maturidade e nem legitimidade para suplantar outras necessidades políticas nacionais.<br />
Que outras necessidades?<br />
Em primeiro lugar a industrialização.<br />
a maior parte do Brasil ainda é uma sociedade pré-industrial, portanto, quaisquer tentativas de mimetizar estruturas políticas industrilizadas ou pós-industrializadas não terão sustentação real.<br />
Por isso o sistema partidário e ideológico brasileiro está em completa crise.<br />
ainda bem. A mudança será para melhor. Todos começam a ver que o rei está nu.</p>
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