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	<title>Comentários sobre: O Banco Central recusa-se a acatar os princípios de transparência e promove encontros secretos com o mercado.</title>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 12:00:42 +0000</pubDate>
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		<description>Segundo consta no livro &#039;A globalização e seus malefícios: a promessa não-cumprida de benefícios globais&#039; (Futura, 2002), de Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia,  as relações entre economia e política são de fato complexas.

Na reeleição de Fernando Henrique Cardoso, o governo Clinton acionou o Tesouro norte-americano, que, por sua vez, orientou o seu anexo, o FMI, para colocar US$50 bilhões e garantir a reeleição do sociólogo brasileiro. As desculpas baseadas em “boa teoria econômica” da supervalorização do real em relação ao dólar foram diversas. A questão é saber quem pagou a conta do jantar.

Segundo as estatísticas do sistema ONU, a taxa de precarização das relações de trabalho (desemprego mais informalidade) atinge 49% da população economicamente ativa brasileira. Situação inaceitável nos países democráticos mais desenvolvidos.

FHC e sua equipe econômica de professores-banqueiros passaram oito anos falando em disciplina fiscal. Pois bem, analisem como aquele governo dobrou a relação dívida/PIB em apenas oito anos. Juros altos e endividamente externo. O governo FHC fez pior em termos fiscais do que qualquer ciclo que se possa chamar de populista no Brasil. A ortodoxia tupiniquim dizia nos grandes jornais que não havia problemas em endividar-se externamente, pois isso significava que existia credibilidade na economia brasileira. Pois bem, endividar-se em moeda estrangeira, que não se encontra sob a administração nacional, e praticar recorrentes déficits em transações correntes revelam-se caminhos para a dependência e o subdesenvolvimento.

Como teórico da dependência, FHC não pode alegar tirania das circunstâncias. Ele sabia o que estava fazendo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo consta no livro &#8216;A globalização e seus malefícios: a promessa não-cumprida de benefícios globais&#8217; (Futura, 2002), de Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia,  as relações entre economia e política são de fato complexas.</p>
<p>Na reeleição de Fernando Henrique Cardoso, o governo Clinton acionou o Tesouro norte-americano, que, por sua vez, orientou o seu anexo, o FMI, para colocar US$50 bilhões e garantir a reeleição do sociólogo brasileiro. As desculpas baseadas em “boa teoria econômica” da supervalorização do real em relação ao dólar foram diversas. A questão é saber quem pagou a conta do jantar.</p>
<p>Segundo as estatísticas do sistema ONU, a taxa de precarização das relações de trabalho (desemprego mais informalidade) atinge 49% da população economicamente ativa brasileira. Situação inaceitável nos países democráticos mais desenvolvidos.</p>
<p>FHC e sua equipe econômica de professores-banqueiros passaram oito anos falando em disciplina fiscal. Pois bem, analisem como aquele governo dobrou a relação dívida/PIB em apenas oito anos. Juros altos e endividamente externo. O governo FHC fez pior em termos fiscais do que qualquer ciclo que se possa chamar de populista no Brasil. A ortodoxia tupiniquim dizia nos grandes jornais que não havia problemas em endividar-se externamente, pois isso significava que existia credibilidade na economia brasileira. Pois bem, endividar-se em moeda estrangeira, que não se encontra sob a administração nacional, e praticar recorrentes déficits em transações correntes revelam-se caminhos para a dependência e o subdesenvolvimento.</p>
<p>Como teórico da dependência, FHC não pode alegar tirania das circunstâncias. Ele sabia o que estava fazendo.</p>
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		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://www.desenvolvimentistas.com.br/desempregozero/2008/04/o-banco-central-recusa-se-a-acatar-os-principios-de-transparencia-e-promove-encontros-secretos-com-o-mercado/comment-page-1/#comment-492</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 19:30:01 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente!!</p>
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