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	<title>Comentários sobre: Nos balanços corporativos,  a arte de reduzir cabeças</title>
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		<title>Por: Rodrigo Loureiro Medeiros</title>
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		<dc:creator>Rodrigo Loureiro Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 13:52:00 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo artigo da Ceci. Converge com o diagnóstico do professor Márcio Pochmann, presidente do IPEA: “Entre 1980 e 2005, o Brasil ceifou 1/5 do poder aquisitivo do trabalhador enquanto a produtividade permaneceu estagnada, expondo sinais crescentes do atraso nas relações de trabalho” (Antigüidade como impulso à formação, inovação e produtividade. Valor Econômico. 23 de fevereiro de 2008).

No que diz respeito à remuneração dos fatores de produção – capital (K), trabalho (L) e recursos materiais e da natureza (T) -, não se precisa de muito esforço para perceber que há um claro desequilíbrio. Será que as nossas melhores escolas de Administração, Economia e Engenharia de Produção não têm ensinado nada além do paradigma taylorista/fordista?


Cordialmente,

Rodrigo L. Medeiros</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo artigo da Ceci. Converge com o diagnóstico do professor Márcio Pochmann, presidente do IPEA: “Entre 1980 e 2005, o Brasil ceifou 1/5 do poder aquisitivo do trabalhador enquanto a produtividade permaneceu estagnada, expondo sinais crescentes do atraso nas relações de trabalho” (Antigüidade como impulso à formação, inovação e produtividade. Valor Econômico. 23 de fevereiro de 2008).</p>
<p>No que diz respeito à remuneração dos fatores de produção – capital (K), trabalho (L) e recursos materiais e da natureza (T) -, não se precisa de muito esforço para perceber que há um claro desequilíbrio. Será que as nossas melhores escolas de Administração, Economia e Engenharia de Produção não têm ensinado nada além do paradigma taylorista/fordista?</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Rodrigo L. Medeiros</p>
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