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Blog do Desemprego Zero

Milagre econômico da Índia começa a perder o seu brilho inicial

Escrito por Imprensa, postado em 25 dEurope/London abril dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

“Índia apresenta grau de desaceleramento em seu crescimento econômico devido ao desaquecimento da economia mundial e ao aumento da inflação.”

*Por Luciana Sergeiro.

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Jackie Range e Paul Beckett

O milagre econômico da Índia está perdendo sua mágica, o que suscita dúvidas sobre a possibilidade de o país realizar sua ambição de tornar-se a próxima superpotência econômica.

Autoridades governamentais e outros entusiastas achavam que a Índia havia se transformado numa daquelas raras economias – como a China de hoje e o Japão nos anos 60 – que podia crescer em torno de 10% ao ano por uma década, não importando o que ocorresse no resto do mundo.

O crescimento do PIB indiano ficou em média um pouco abaixo de 9% nos últimos cinco anos. Chegou a 9,6% no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2007. O governo prevê que a economia cresceu 8,7% no ano fiscal que terminou no mês passado.

Mas, com o desaquecimento da economia mundial e o aumento da inflação, está ficando claro que a rápida expansão se deveu em parte a condições boas que impulsionaram mercados emergentes em todas as partes – e que a Índia continua vulnerável aos ciclos econômicos. Há previsões de que o PIB possa crescer só 7% ou um pouquinho mais que isso este ano e ficar igual no ano que vem.

A diferença entre 7% e 9% de expansão pode não parecer muito grande, principalmente quando alguns países, entre os quais os Estados Unidos, podem sequer estar crescendo. Mas vai fazer uma grande diferença para a Índia.

“Sete por cento é um bom índice – não é estagnação -, mas a economia indiana precisa crescer na base de 9% a 10% durante alguns anos para eliminar o déficit de índices de crescimento anteriores”, diz Ashok Jha, ex-secretário de Finanças e agora diretor-geral da subsidiária indiana da Hyundai.

A expectativa de crescimento é tão alta que qualquer coisa menos do que um desempenho estrondoso pode pôr um freio na força propulsora que alimentou a recente expansão. Uma desaceleração também pode deixar o país menos apto para compensar os efeitos na economia mundial dos problemas nos EUA e na Europa.

Uma desaceleração também deixaria a Índia bem atrás do seu propósito de rivalizar com a China como potência regional e mundial. A economia chinesa cresceu 10,6% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2007, segundo dados do governo.

“Crescer quase tão rápido ou até mais do que a China passou a ser algo como um imperativo nacional”, diz Suman K. Bery, diretor-geral do Conselho Nacional de Pesquisa Econômica Aplicada, em Nova Déli. Se não for assim, “vamos ser completamente obscurecidos numa área que consideramos como nosso quintal”.

 A Índia também tem muito a fazer para reduzir a pobreza e transferir trabalhadores agrícolas para os setores industrial e de serviços. Diferentemente à da China, sua população, de 1,1 bilhão de pessoas, é bem mais jovem.

Mas ela só pode colher esses “dividendos demográficos” se houver emprego suficiente para os que chegam à força de trabalho a cada ano. A generalização do desemprego pode exacerbar as tensões sociais na Índia, principalmente quando a televisão mostra cada vez mais aos desprivilegiados o que eles não têm.

Segundo a Pesquisa Econômica do governo, o índice de emprego cresceu 2,6% por ano entre os anos fiscais de 2000 a 2005. Mas a força de trabalho cresceu 2,8%. Resultado: a taxa de desemprego aumentou de 7,3% para 8,3% durante o período.

Com a desaceleração do crescimento, este ano o principal índice de ações do mercado indiano acumulava queda de 19% no ano até a semana passada. O preço dos imóveis também está baixando. A venda de motonetas e motocicletas encolheu quase 8% nos 12 meses que terminaram em 31 de março, depois de aumentar 11% nos 12 anteriores, segundo a Sociedade Indiana de Fabricantes de Automóveis.

O setor de tecnologia pode registrar crescimento de 22% no ano fiscal encerrado em 31 de março, ante 22% no ano anterior, diz Som Mittal, presidente da Nasscom, a associação que representa essa indústria. As margens de lucro também enfrentam pressão.

A inflação mais alta, provocada pelo preço de alimentos e matérias-primas, é uma preocupação complexa. A inflação no atacado, que é calculada semanalmente, tem ficado acima de 7%. Com um ano ainda de mandato, a coalizão de governo liderada pelo Partido do Congresso afirmou que, pelo menos por enquanto, lutar contra a inflação é mais importante do que manter o crescimento.

O ministro da Fazenda indiano, P. Chidambaram, disse ao Wall Street Journal que o crescimento pode ficar menor neste ano fiscal e que o governo está preparado para proibir mais exportações do que já fez para tentar conter a alta da inflação. O governo já proibiu a exportação de alguns tipos de arroz e aumentou o preço mínimo de exportação do arroz basmati. “Qualquer coisa entre 8% e 9%” de crescimento no PIB para o ano fiscal que terminará em março de 2009 é “bem-vinda e aceitável”, afirmou.



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