prozac 40mg popliteal celexa 20mg cardiac concurrent clonidine 0.1mg test recovery buy exelon Healthy stories buyneurontinonlinehere.com buying abilify online school lipitor online no rx deoxyribonucleic

Blog do Desemprego Zero

Fabricantes locais sucumbem à onda ‘made in China’

Escrito por Imprensa, postado em 3 dEurope/London abril dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Por Marcelo Rehder

em folha on line

A invasão de importados chineses deve chegar a mais de 220 milhões de unidades de 4 mil tipos de produtos

Os fabricantes de aparelhos eletroeletrônicos portáteis de áudio desistiram de produzir rádio portátil, CD player pessoal, rádio toca-fitas de bolso e rádio-relógio no País em 2005. Além dos efeitos do real valorizado, eles estavam desanimados com a concorrência desleal dos produtos contrabandeados da China. A invasão chinesa também atropelou a fabricação de alguns segmentos das indústrias de confecções, de eletrodomésticos e de condicionadores de ar, entre outros.

  A indústria dos “made in China” deve despejar este ano no País mais de 220 milhões de unidades de produtos destinados principalmente às classes de renda D e E, como utensílios domésticos, objetos de decoração, brindes e ferramentas.São mais de 4 mil tipos de produtos, 95% deles fabricados na China, que abastecem cerca de 55 mil pontos-de-venda em todo o território nacional. Esse comércio popular conquistou a simpatia dos consumidores, há cerca de 13 anos, quando surgiram as lojas de R$ 1,99. “Por causa do amadorismo que existia naquela época, o setor carrega o estigma de sonegar imposto e de vender produtos de baixa qualidade e piratas, mas hoje isso está longe da realidade”, afirma Gustavo Dedivitis, presidente da Associação Brasileira de Importadores de Produtos Populares (Abipp).

O faturamento das empresas associadas à entidade deve crescer 15% este ano e atingir R$ 5 bilhões. “Os produtos importados populares resgatam o direito de consumo da população das classes D e E, embora já tenhamos registrado uma grande participação das classes C e B nesse segmento”, observa Dedivitis.

Segundo ele, a desvalorização do dólar impulsionou as importações desse tipo de produto. “Com o dólar baixo, os produtos importados tendem a ser de nível mais elevado pelo mesmo valor.” Com o aquecimento do consumo doméstico, o faturamento das indústrias de produtos populares – entre nacionais e importados – deve atingir R$ 12,6 bilhões neste ano.

Empurrada pelo dólar barato, a indústria brasileira recorre cada vez mais à importação de máquinas, matérias-primas e componentes para compensar parte da perda de competitividade do produto brasileiro. Com o dólar na casa dos R$ 1,70, empresas de diferentes setores desembolsam menos reais para ter acesso a inovações tecnológicas que garantem saltos de produtividade e eficiência em suas fábricas.

Segundo a Funcex, os preços em dólar dos produtos intermediários (bens manufaturados ou matérias-primas processadas que são empregados para a produção de outros bens ou produtos finais) tiveram aumento médio de 10% no período de 12 meses até fevereiro.

Na importação de bens de capital, que refletem investimentos da indústria brasileira na ampliação e modernização de suas fábricas, o aumento de preços foi bem menor, de 4,2% em média.

SEM INOVAÇÕES

No entanto, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, diz que mais de 50% dos produtos que entram no País não traz inovações tecnológicas nem aumento de competitividade da indústria nacional. Para ele, dos quase US$ 15 bilhões em máquinas que o País importou no ano passado, só 45% agregam inovações e melhoram o produto. Os outros 55% são considerados “importações do mal”, procedentes principalmente da China.

Segundo Aubert Neto, esses equipamentos são subfaturados e chegam a entrar o País por US$ 5 o quilo, o que não pagaria sequer o custo da matéria-prima. Para se ter uma comparação, o quilo da máquina produzida no Brasil custa de US$ 20 a US$ 70.



  Imprimir  Enviar para Amigo  Adicionar ao Rec6 Adicionar ao Ueba Adicionar ao Linkto Adicionar ao Dihitt Adicionar ao del.icio.us Adicionar ao Linkk Adicionar ao Digg Adicionar ao Link Loko  Adicionar ao Google Adicionar aos Bookmarks do Blogblogs 

« VOLTAR

Faça um comentário

XHTML: Você pode usar essas tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>