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Blog do Desemprego Zero

EDMUND PHELPS, NOBEL DE ECONOMIA 2006, É ENTREVISTADO NA VEJA

Escrito por Rodrigo Medeiros, postado em 29 dEurope/London abril dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Rodrigo L. Medeiros*

Na sua edição de 30 de abril de 2008, páginas amarelas, a revista Veja entrevista Edmund Phelps, Nobel de Economia 2006. Phelps fala sobre a recessão nos EUA e faz alguns comentários sobre a América Latina e o Brasil.

Na entrevista, a Veja puxa o assunto do “pleno emprego”, sinal de que a gradual oscilação do pêndulo político-ideológico preocupa os conservadores no Brasil. A visita a este blog de anônimos, que se escondem covardemente atrás de pseudônimos, não deve ser encarada como mera coincidência do tempo presente.

Analisando a crise nos EUA, Phelps é enfático: “Seria útil se os Estados Unidos colocassem em prática a regulamentação que já existe. Minha impressão é que o Federal Reserve [o banco central norte-americano] não foi tão crítico quanto deveria ter sido em relação às práticas de empréstimo no mercado” (p.15). Como discordar do doutor Phelps nesse ponto?

Quando perguntado sobre o pleno emprego, que, segundo a Veja, corresponde a uma taxa de desemprego de 0%, Phelps afirmou: “Não é desejável que alguém fique desempregado hoje, saia correndo atrás de outro emprego e esteja empregado amanhã. Numa situação em que há oferta de emprego, é bom olhar, pensar, ponderar diante das opções” (p.15). Infelizmente Phelps não pôde se estender e falar mais sobre o desemprego voluntário, fato que desarmaria a taxa de 0% de desemprego para o pleno emprego da Veja.

Questionado pela Veja se o Brasil é um país pouco inovador, Phelps diz: “Eu diria que não. Talvez o Brasil seja um dos países mais inovadores da América Latina, certamente mais do que a Argentina ou a Venezuela. O Brasil deve ser até admirado pelo espírito empreendedor de seus agentes econômicos, mas não sei se o sistema financeiro é de alto nível, se está capacitado para trabalhar com essa demanda” (p.15). O Nobel de Economia chegou ao nó górdio da questão social-desenvolvimentista brasileira, ou seja, a relação entre sistema financeiro e produção.

Não se pode deixar de ressaltar que o doutor Phelps não foi informado pela Veja de que o Banco Central do Brasil se encontra secretamente com “o mercado” (Cf. PINHEIRO, M.; LIRIO, S. A república distante. ‘CartaCapital’. 28 de março de 2007).  Não há sessões secretas entre Wall Street e o FED.

 

*Doutor em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ, membro da Cátedra e Rede UNESCO-UNU de Economia Global e Desenvolvimento Sustentável e da rede EFE – Economists for Full Employment do Levy Economics Institute of Bard College.



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