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	<title>Comentários sobre: A sucessão de Lula e o retorno do nacional-popular</title>
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		<title>Por: Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</title>
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		<dc:creator>Gustavo dos Santos (meus artigos clique)</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 17:03:24 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo,
tive dificuldade em encontrar muitos pontos que saíssem do óbvio. Acho que isso decorre do próprio estilo do artigo que foi mais descrever do que propor.
Achei algo que me pareceu original para um sociólogo e que respalda nossa tese de que a Ciência Econômica nada mais é do que &quot;a teoria que fundamenta a política do Estado&quot; e por isso que tem um papel central no debate político e por isso que &quot;os economistas são os intelectuais mais influentes&quot;, abaixo segundo o Werneck Vianna:
&quot;Na esfera pública, tais entreveros têm sido vocalizados e ganham densidade pela ação da fração mais influente dos intelectuais brasileiros - os economistas. São deles que partem, em suas múltiplas formas de intervenção sobre a opinião pública, a mais aguda reflexão sobre o estado de coisas atuais e a precisa fixação dos temas que compõem a controvérsia, ainda abrandada e contida pela vigência do Estado de compromisso que aí está, mas certamente destinada, na próxima sucessão presidencial, a tomar conta dos debates públicos.

     O peso da influência desse tipo de intelectual deriva naturalmente da natureza da controvérsia, que versa, no principal, sobre matéria econômica, embora não omita preferências por modelos do que deva ser uma boa sociedade. Em boa parte, os protagonistas mais evidentes nessa polarização têm inscrição direta ou indireta no mundo sistêmico, e procuram traduzir suas análises e posições em matéria especificamente econômica a fim de que elas exerçam atração sobre as dimensões da política e do social. São, na verdade, essas lideranças intelectuais que apresentam os termos da disputa em jogo, disciplinando os interesses contraditórios que emergem da vida social; são elas que apresentam a alternativa de um projeto inclusivo para os campos que pretendem representar. Aí, também, um retorno, valendo lembrar o papel determinante de lideranças intelectuais desempenhado, no curso dos anos 1950, por economistas como, de um lado, Eugênio Gudin e Roberto Campos, e, de outro, Celso Furtado e Ignácio Rangel.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo,<br />
tive dificuldade em encontrar muitos pontos que saíssem do óbvio. Acho que isso decorre do próprio estilo do artigo que foi mais descrever do que propor.<br />
Achei algo que me pareceu original para um sociólogo e que respalda nossa tese de que a Ciência Econômica nada mais é do que &#8220;a teoria que fundamenta a política do Estado&#8221; e por isso que tem um papel central no debate político e por isso que &#8220;os economistas são os intelectuais mais influentes&#8221;, abaixo segundo o Werneck Vianna:<br />
&#8220;Na esfera pública, tais entreveros têm sido vocalizados e ganham densidade pela ação da fração mais influente dos intelectuais brasileiros &#8211; os economistas. São deles que partem, em suas múltiplas formas de intervenção sobre a opinião pública, a mais aguda reflexão sobre o estado de coisas atuais e a precisa fixação dos temas que compõem a controvérsia, ainda abrandada e contida pela vigência do Estado de compromisso que aí está, mas certamente destinada, na próxima sucessão presidencial, a tomar conta dos debates públicos.</p>
<p>     O peso da influência desse tipo de intelectual deriva naturalmente da natureza da controvérsia, que versa, no principal, sobre matéria econômica, embora não omita preferências por modelos do que deva ser uma boa sociedade. Em boa parte, os protagonistas mais evidentes nessa polarização têm inscrição direta ou indireta no mundo sistêmico, e procuram traduzir suas análises e posições em matéria especificamente econômica a fim de que elas exerçam atração sobre as dimensões da política e do social. São, na verdade, essas lideranças intelectuais que apresentam os termos da disputa em jogo, disciplinando os interesses contraditórios que emergem da vida social; são elas que apresentam a alternativa de um projeto inclusivo para os campos que pretendem representar. Aí, também, um retorno, valendo lembrar o papel determinante de lideranças intelectuais desempenhado, no curso dos anos 1950, por economistas como, de um lado, Eugênio Gudin e Roberto Campos, e, de outro, Celso Furtado e Ignácio Rangel.&#8221;</p>
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