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Blog do Desemprego Zero

A moeda sul-americana

Escrito por Imprensa, postado em 9 dEurope/London abril dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

Neste artigo, Luis Nassif escreve sobre o Sistema de Moedas Locais que será implantado na América do Sul, ele trata das vantagens que esse novo sistema proporcionará ao exportador brasileiro como também as desvantagens do atual sistema… leia a seguir

*Postado por Kátia Melissa

Publicado no: blog do Luis Nassif

Por Luis Nassif

A decisão de implantar o Sistema de Moedas Locais para as vendas internas na América do Sul é mais um grande passo na direção da integração do continente.

O prazo final de implantação será setembro, segundo informou à Agência Estado a Diretora de Assuntos Internacionais do Banco Central Maria Celina Bernardinelli Arraes.

O sistema atual é insano. Para adquirir produtos argentinos, o importador brasileiro precisa efetuar depósito no Bank of New York e pagar o exportador em dólares. E vice-versa. Depois os dólares chegam na Argentina e são convertidos em pesos; chegam ao Brasil e são convertidos em reais. E se não houver dólares – como no caso da crise cambial de 2002 – não tem como haver comércio bilateral.

O problema principal é que qualquer volatilidade no dólar pegava as duas pontas de calças curtas.Até agora esse problema foi tratado com gambiarras. Uma delas era o CCR (Convênio de Crédito Recíproco). Por ele, os Bancos Centrais dos dois países montavam uma espécie de Câmara de Compensação que garantia aos seus respectivos exportadores o recebimento dos dólares, mesmo em caso de “default” do país comprador.

Esse sistema acabou permitindo fraudes variadas no longínquo ano de 1980. As famosas “polonetas” foram assim. A Polônia estava quebrada. O Brasil mantinha um CCR com a Polônia. Com base nessa garantia, foram fechados muitos negócios obscuros, que acabaram bancados pelo Banco Central, acarretando prejuízos pesados ao pais.

Por conta desses abusos antigos, o CCR acabou marcado. Poderia ter se constituído em uma peça útil, especialmente nas crises cambiais de 1999 e 2002, mas não foi aproveitado.

A partir de setembro, o exportador brasileiro poderá contratar a operação em reais, sem a necessidade da intermediação de um banco que opere contratos cambiais.

Uma outra alternativa será a nova Superbolsa – que surgiu da fusão da BM&F com a Bovespa – passar a operar contratos de câmbio entra as diversas moedas nacionais dos países latino-americanos. Esse modelo tem a vantagem de permitir “hedges”, isto é do exportador vender sua produção futura e poder “travar” o preço – independentemente as oscilações que possam ocorrer entre as moedas dos dois países.

Aguardando a crise

Aparentemente, o governo completou seu pacote anticrise, e de forma insuficiente. Foi uma clara vitória do Banco Central”

1. Contingenciamento de despesas, com aperto fiscal. O Ministério do Planejamento definiu as metas de superávit do governo central em 2,2% do PIB. Como houve uma melhoria na receita, a medida ajudará a enxugar recursos da economia.

2. Aumento da taxa Selic em 0,25 ponto, ampliando o diferencial entre taxas de juros interna e externa e aprofundando a apreciação do câmbio.

3.Tentativa de melhorar o desempenho da balança comercial através de desoneração de exportações e outras medidas de estímulo a setores mais organizados e influentes da economia.

Com isso, fica tudo como dantes no quartel de Abrantes. Vai-se continuar a empurrar a crise internacional com a barriga, torcendo para que a recessão mundial não derrube os preços das commodities.



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Uma Resposta para “A moeda sul-americana”

  1. Bruno falou:

    De novo tem post que eu mandei que não foi publicado. Não vou mandar de novo.

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