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Blog do Desemprego Zero

A economia brasileira e a dinâmica do setor elétrico em 2007.

Escrito por Imprensa, postado em 16 dEurope/London abril dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

“O artigo descreve a dinâmica da expansão e a evolução macroeconômica da economia brasileira.”

Por: Luciana Sergeiro

No ano de 2007, a economia brasileira apresentou resultado bastante favorável na dinâmica de expansão e evolução dos seus fundamentos macroeconômicos. Superando todas as previsões formuladas no inicio do ano, o PIB apresentou crescimento de 5,4%.

Com este resultado em 2007, a economia brasileira firma um período de crescimento do PIB de cinco anos, fato que não ocorria desde fins da década de 1970. Desta forma, verifica-se uma maior capacidade de sustentabilidade assentada em duas variaves: aumento do consumo interno e da taxa de investimento. Conforme dados divulgados pelo IBGE (2008), o consumo das famílias (que responde por 60% do PIB) e o investimento, cresceram 6,5% e 13,4%, respectivamente. O forte avanço do consumo das famílias foi impulsionado pelas altas taxas de ampliação da massa salarial que atingiu 3,6%, na ampliação de crédito para pessoa física, que cresceu 28,8%, e no aumento das importações, que aumentaram em 20,3%. Segundo Travalglini (2008), ao contrário de outros períodos, a expansão verificada no crédito em 2007 não foi acompanhada pelo aumento percentual da inadimplência, indicando assim maior consistência desta variável. O saldo das operações de empréstimos cresceu 27,9%, nos últimos doze meses. No mesmo período, a taxa de crédito em atraso há mais de 90 dias ficou em 3,2% em janeiro, em relação aos 3,8% no mesmo mês do ano passado. Entre as empresas, caiu de 2,8% para 2%. Entre as pessoas físicas, grande termômetro do mercado para medir o comportamento futuro do crédito, essa relação caiu de 7,5% para 7,1%.

O aumento do investimento em máquinas, equipamentos e gastos em construção civil, variáveis que determinam a formação bruta de capital fixo (FBCF), elevou a taxa de investimento sobre o PIB para 17,6%, a maior dos últimos 12 anos. A importação de bens de capital que impulsiona o investimento cresceu 19,3% enquanto a construção civil cresceu 5,1%.

Pelo lado da oferta, o setor industrial cresceu 4,9% liderado pela indústria de transformação, cuja expansão da produção foi de 5,1%. O setor de serviços, com peso de 60,5% na oferta, cresceu 4,7%. Neste segmento, a intermediação financeira foi a que mais se expandiu, com taxa de 13% refletindo assim o aumento do crédito no sistema financeiro.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra

A economia brasileira e a dinâmica do setor elétrico em 2007.

Por: Nivalde J. de Castro

       Rubens Rosental

       Daniel Bueno



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