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Blog do Desemprego Zero

A CRISE ALIMENTAR PLANETÁRIA

Escrito por leonunes, postado em 14 dEurope/London abril dEurope/London 2008 Imprimir Enviar para Amigo

 

Léo Nunes – Paris – Os principais diários europeus destacam a possibilidade concreta de uma crise alimentar planetária, que pode colocar cerca 100 milhões de pessoas na miséria. O aumento significativo dos preços dos itens alimentícios tem preocupado até as organizações multilaterais. O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, fez um apelo para que os governos intervenham de forma a evitar a escalada dos preços dos alimentos.

 

O Banco Mundial estima que o preço dos alimentos tenha aumentado em 83% nos três últimos anos. Só o trigo aumentou 181% no mesmo período. De fato, uma crise de tal magnitude pode, e deve, agravar as tensões sociais. O diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, alerta para o fato de que tais crises inevitavelmente terminam em guerras.

 

A crise alimentar pode ter três causas. A primeira delas pode ser o aumento considerável da população mundial. A segunda causa seria o fato de que o aumento da produtividade agrícola não se daria de forma satisfatória. Quanto a estes dois pontos, não há muito a fazer no curto prazo. Por fim, a escassez de alimentos está associada ao uso da terra. Um mundo com terras concentradas e / ou utilizadas para fins não alimentares é o palco propício para crises deste tipo. Vale uma reflexão para o governo brasileiro no que tange ao projeto do biodiesel, que significa plantar cana para encher tanque de gasolina para a classe média norte-americana e européia.

 

Clique aqui para ler nosso manifesto.



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2 Respostas para “A CRISE ALIMENTAR PLANETÁRIA”

  1. Rodrigo Medeiros falou:

    Prezado Leonardo

    A FAO mencionou 37% de elevação dos preços das commodities agrícolas em 2007. Henrique Meirelles, presidente do Banco Central do Brasil, acredita que pode combater esse “viés de alta dos alimentos” com juros altos… O BC brasileiro mostra-se incapaz de realizar um razoável trade-off entre inflação, formalidade de emprego, hoje em 51% da população economicamente ativa, segundo dados da CEPAL, e desempenho global da economia.

    O ministro Roberto Mangabeira Unger alerta para o fato de que a atual prosperidade brasileira, decantada em prosa e verso pela idiotia neoliberal, é “aparente”, “superficial” e “frágil”. Segundo consta na coluna do Cristiano Romero, do Valor Econômico (14/04/08), ela é muito dependente, diz o ministro extraordinário de Assuntos Estratégicos, do boom dos preços de commodities e da exportação de produtos primários. Se nada for feito, alerta, o Brasil se transformará no resultado da combinação de uma “grande fazenda” com uma “grande maquiladora”.

    Mangabeira Unger teme que fiquemos presos entre dois paradigmas, o de trabalhadores de baixo custo e o do capital humano. Adversário ferrenho da atual política econômica, Mangabeira evita falar de macroeconomia. “Não vou mentir aqui e dizer que mudei de idéia. Não mudei, mas não estou tratando disso”.

    Parabéns pelo texto! Muito oportuno.

    Um abraço,

    Rodrigo L. Medeiros

  2. Leonardo Nunes falou:

    Caro Rodrigo,

    Concordo com suas palavras. Agora o Lula virou o porta voz dos latifundiários. Imagine o que vai acontecer se este projeto de biocombustíveis vinga? O Brasil vai aprofundar a dualidade Casa Grande e Senzala.

    Abraços, Léo.

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