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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 28th, 2008

Século 21 será de “penúria alimentar”

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Em entrevista à Folha, o economista Bruno Parmentier, afirma que nesse século viveremos uma penúria alimentar, que estamos chegando aos limites dos recursos do planeta, tudo o que antes era abundante se torna limitado.

Assim, em meio à discussão do aumento dos preços dos alimentos e o impacto dos biocombustíveis no preço do alimento (que para alguns isso não passa de conversa fiada para colocar mais obstáculos na produção de biocombustível de países como o Brasil) se torna interessante acompanhar essa entrevista.

Por Katia Alves

Publicado na Folha de S. Paulo

Por Marcelo Ninio  – de Genebra

Economista diz que é preciso uma revolução para reverter crise mundial que eleva preço dos produtos

Crítico da produção de biocombustíveis de cereais e oleaginosas, ele afirma que continuidade da produção vai “converter-se em crime”

Autor de um livro que faz barulho na Europa por dizer que o século 21 será uma era de penúria alimentar, o economista Bruno Parmentier diz que vai ser necessária uma revolução para reverter a atual crise mundial: na agricultura, no comércio, nos hábitos. Diretor da Escola Superior de Agricultura de Angers (ESA), a mais importante do setor na França, Parmentier critica as organizações internacionais que passaram anos desestimulando a produção agrícola e os biocombustíveis, mas isenta o álcool do Brasil.

Em entrevista à Folha, o autor de “Nourrir l’humanité” (Alimentar a humanidade) defendeu os subsídios aos produtores, disse que foi um “erro histórico” confiar a negociação agrícola à OMC (Organização Mundial do Comércio) e questionou a “contradição” do Brasil, que se torna um grande exportador de alimentos, mas não consegue erradicar a fome.  Leia trechos da entrevista, concedida por e-mail.

FOLHA – Teria sido possível evitar a crise atual?

BRUNO PARMENTIER – Com certeza. Em meu livro, eu explico que o século 21 será de penúria alimentar. Por vários motivos. O esgotamento dos recursos naturais faz com que a revolução agrícola dos anos 1960, que usa muita terra, água e energia, não possa ser levada adiante num período de escassez. A química já deu à agricultura tudo o que podia no século 20, com os fertilizantes, os fungicidas, os inseticidas e os herbicidas. Hoje ela custa muito caro em termos de energia e acabou poluindo o solo e as águas. Em matéria agrícola, o século da química está chegando ao fim e é preciso deslanchar o da biologia.   Leia o resto do artigo »

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Política do menor preço inibe novas tecnologias

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Estudos apontam que nem sempre o menor preço nas compras públicas pode ser solução, mas, sim obstáculos para a inovação.

Por Katia Alves

Por Bruno Deiro

 Publicado no: DCI

 Segundo estudo realizado pelo Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (EIA/USP), um dos entraves ao desenvolvimento tecnológico na indústria nacional é o critério de priorizar o menor valor oferecido em licitações públicas.

 ”A política do menor preço inibe o uso de novas tecnologias, pois estimula as empresas a buscarem sempre os custos mais baixos. O mais barato nem sempre é o melhor para o desenvolvimento industrial”, afirma o professor Glauco Arbix, coordenador da pesquisa.

Com um decálogo de políticas de inovação que podem ser implementadas na indústria nacional, o documento sugere a eliminação da regra de aquisição de bens e serviços pelo menor preço. Para Arbix, o custo da inovação é bastante alto e demanda investimentos pesados em experimentação. Como exemplo, o professor cita a nanotecnologia, uma área promissora que depende de recursos e incentivos governamentais à pesquisa de empresas nacionais. Leia o resto do artigo »

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O rastro do Aedes

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

A dengue realmente está assustando, já foram mais de 90 mortes no Estado do Rio de janeiro. E Outros Estados tiveram um crescimento do número de casos notificados bem maior como: Sergipe, Bahia, Rio Grande do Norte, Amazonas e Rondônia.

Por Katia Alves

Por Rodrigo Martins 

Publicado na: Carta Capital

A epidemia de dengue no Rio de Janeiro já é a mais letal da história do estado. Na terça-feira 22, a Secretaria Estadual de Saúde confirmou a 93ª morte atribuída à doença desde o início do ano. Há outros 96 óbitos em investigação. O número é superior ao verificado no último grande surto da doença no estado, quando foram registradas 91 mortes para um universo de 250 mil infectados. Nas contas das autoridades de saúde do Rio, até a penúltima semana de abril, foram contabilizados mais de 110 mil casos de dengue, um terço do total registrado no Brasil em 2008. Como se não bastasse, novos focos da moléstia começaram a aparecer e a trazer preocupação em outras unidades da federação.

Apesar desse quadro grave, um relatório do Ministério da Saúde identifica uma redução de 27% na incidência da doença em todo o País nos três primeiros meses de 2008, demonstrando um retrocesso considerável em relação aos dois primeiros meses do ano. Em janeiro e fevereiro, a queda em relação a 2007 era superior a 40%.

Os números são expressivos, mas o Rio de Janeiro não é o estado que protagonizou o maior aumento da incidência de dengue neste ano. Sergipe, Bahia, Rio Grande do Norte, Amazonas e Rondônia tiveram um crescimento do número de casos notificados bem maior. Leia o resto do artigo »

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Governador comilão

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

José Roberto Arruda, governador do Distrito Federal, consumiu nada menos que “(…) 2,1 toneladas de camarão, 1,5 tonelada de filé mignon e 165 quilos de lagosta. De queijo, foram 4,2 toneladas (…)” Leia mais abaixo.

Por Katia Alves

Por Lendro fortes

Publicado na: Carta Capital

No Congresso, parlamentares da oposição e da base governista continuam a gincana para saber quem fez maiores e mais supérfluos gastos com as verbas do Palácio, se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ou se o atual, Luiz Inácio Lula da Silva. É uma disputa nonsense, útil para alimentar a indignação de uma meia dúzia e justificar o adiamento de discussões relevantes ao País. E que fica sem sentido quando se percebe que sempre é possível extrair um “escândalo” da análise de dados do tipo, sejam federais ou estaduais.

Basta ver os dados oficiais sobre o consumo do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, filiado ao ex-PFL. Em 2007, a residência oficial de Águas Claras registrou compras de alimentos de fazer inveja a qualquer batalhão. Foram consumidos 2,1 toneladas de camarão, 1,5 tonelada de filé mignon e 165 quilos de lagosta. De queijo, foram 4,2 toneladas, sendo mil quilos do tipo Minas, certamente uma homenagem às origens do governador, natural da cidade de Itajubá. Há, em Águas Claras, uma forte preferência por pescados. Além dos camarões e das lagostas, 765 quilos de bacalhau e 114 quilos de carne de siri também fizeram parte do cardápio oficial. Os gastos somam cerca de 700 mil reais.

No papel de oposição no Distrito Federal, coube ao PT levantar as informações sobre os gastos da residência oficial. O responsável pelo levantamento foi Cabo Patrício, líder do partido na Câmara Legislativa do DF. As notas de empenho das despesas foram acessadas por meio do Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo), de registro de movimentação orçamentária e financeira do governo local, disponível apenas aos deputados distritais. É um expediente semelhante ao Siaf, acessado por deputados federais e senadores, no qual ficam registradas as despesas da administração direta federal. Leia o resto do artigo »

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FRANÇA TEM O MAIOR DÉFICIT FISCAL DA ZONA DO EURO

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

RIVE GAUCHE

 

Léo Nunes – Paris – O déficit fiscal francês deve atingir a marca de 3% do PIB no próximo ano, segundo o diário francês Le Figaro (clique aqui para ler a reportagem). Bruxelas ameaça acionar mecanismos de punição, caso Paris não reaja frente à questão.

O Elysée, por sua vez, não sinaliza mudanças significativas na sua política fiscal. Talvez porque o conservador Nicolas Sarkozy detenha o pior índice de popularidade da história da V República (clique aqui para ler reportagem sobre a decadência conservadora). As organizações classistas e estudantis têm colocado o conservador Sarkozy na beira do penhasco. Como o instinto de sobrevivência política fala mais alto, o presidente francês jogou no lixo a cartilha neoliberal para tratar de sua sobrevivência.

Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos

Clique aqui para ler nosso manifesto.

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Chegou o tempo dos idealistas

Postado em 28 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Rodrigo Loureiro Medeiros** & Gustavo Santos *

Todas as sociedades vivem embates internos parecidos com os descritos por José Ingenieros em ‘O homem medíocre’, cuja primeira edição data de 1913 [i]. Ingenieros analisa como duas forças se chocam nas sociedades e definem os rumos da sua evolução. Idealismo e mediocridade são essas forças.

Os idealistas podem ser divididos em dois grupos: românticos (paixão) e estóicos (virtude). A maturidade e o acúmulo de experiências são caminhos que levam os românticos ao estágio dos estóicos. Medíocres são pessoas sem ideais. Possuem idéias que se baseiam no senso comum; são pragmáticas, intransigentes e rejeitam o bom senso.

José Ingenieros argumenta ao longo do seu clássico ser a mediocracia perigosa para as sociedades, pois ela trava os respectivos progressos sociocultural, institucional, econômico e tecnológico. Uma das faces do projeto mediocrático no Brasil é a seguinte: “O custo da mão-de-obra é caro neste país e, por isso, não se tem competitividade global”.

Não é preciso muito esforço para se demonstrar que os custos do fator trabalho nos EUA, no Japão e na União Européia, por exemplo, são mais elevados do que os praticados no Brasil [ii]. A questão górdia do processo evolucionário das organizações está na busca pelo desenvolvimento de sistemas produtivos mais eficientes (grau de utilização dos fatores de produção) e eficazes (alcance dos objetivos a partir da utilização dos fatores de produção). Dificilmente o Brasil se viabilizará como nação a partir do padrão asiático. O enorme giro da mão-de-obra nas empresas traduz a opção tardia pela internalização do fordismo no Brasil. De 1980 a 2005, houve perdas de 20% do poder aquisitivo dos trabalhadores, ao passo que a produtividade permaneceu estagnada [iii]. Como se pode esperar debater seriamente competitividade sistêmica, produtividade e inovação no século XXI a partir da perspectiva mediocrática? Leia o resto do artigo »

Postado em Desenvolvimento, Destaques da Semana, Gustavo Santos, Rodrigo Medeiros | 1 Comentário »