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Blog do Desemprego Zero

Archive for abril 24th, 2008

O desafio de qualificar os recursos humanos

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Aprovada a hidrelétrica do rio Madeira, um curso especial foi criado

“O crescimento dos investimentos em infra-estrutura ampliou a demanda por profissionais, dos níveis mais básicos e técnicos até os mais especializados e gerenciais.”

Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Gazeta Online (restrito a assinantes)

Por: Paulo Godoy

O retorno do capital privado para mercados de infra-estrutura exigiu uma gigantesca transformação do ambiente para negócios e investimentos. Um amplo arcabouço legal foi instituído, incluindo agências reguladoras, marcos regulatórios, planos de metas e toda uma legislação subseqüente.
Preços e tarifas são regulados e mais realistas. A gestão do meio ambiente tornou-se desafiadora. Um planejamento eficaz, controle de custos e garantia de rentabilidade são fatores fundamentais para manter a liderança em mercados cada vez mais competitivos.

O mercado mudou muito no Brasil e no mundo. Os gestores precisam acompanhar essas transformações. O crescimento dos investimentos em infra-estrutura ampliou a demanda por profissionais, dos níveis mais básicos e técnicos até os mais especializados e gerenciais.

A formação de recursos humanos aptos para gerir os empreendimentos diante de um mercado em rápida mudança é uma responsabilidade conjunta de instituições públicas e privadas. É um desafio posto entre o presente e o futuro do setor.

Esse desafio está, desde 2003, sendo enfrentado pelo EduCorp, programa de educação corporativa para a infra-estrutura, uma iniciativa da Associação Brasileira das Indústrias de Base e Infra-estrutura (Abdib) em parceria com algumas das mais renomadas instituições de ensino. Leia o resto do artigo »

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Itamaraty discute as exceções em acordo Sul-Sul

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Acordo de redução de 20% nas tarifas de importação de bens industrias e agrícolas deve beneficiar as exportações brasileiras de produtos agrícolas processados e produtos industrializados.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por: Agência Brasil, de Acra (Gana)

Para impulsionar as trocas comerciais entre os países em desenvolvimento, cerca de 20 integrantes do G-77 negociam um acordo para redução de 20% nas tarifas de importação de bens industriais e agrícolas que deve beneficiar as exportações brasileiras de produtos agrícolas processados e produtos industrializados – é o chamado acordo Sul-Sul. As novas regras do chamado Sistema Global de Preferências Comerciais entre Países em Desenvolvimento (SGPC) podem ser fechadas durante a 12ª Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), que começou domingo e vai até sexta-feira na cidade africana de Acra, capital de Gana.

“Nas rodadas passadas, a negociação foi feita pelo método de pedidos e ofertas, pelo qual cada país pede produtos e o outro oferece algumas concessões, e os resultados não foram muito significativos. As preferências comerciais não foram muito importantes, portanto o comércio que foi gerado por esse acordo não foi muito grande”, explica o ministro Carlos Márcio Consendey, diretor do Departamento Econômico do Ministério das Relações Exteriores.

Na atual rodada, lançada em 2004 na última reunião da Unctad, em São Paulo, os países decidiram estabelecer uma mesma margem de preferência para praticamente todo o universo de tarifas. As negociações vêm sendo tocadas em Genebra, na Suíça, e não há consenso quanto às exceções – a lista de produtos considerados sensíveis e que não estariam sujeitos à redução tarifária. Alguns países, como a Coréia e a Índia, querem proteger os produtos agrícolas, setor no qual têm menos competitividade. Para outros países, como os do Mercosul, Consendey diz que as sensibilidades estão nas áreas de têxteis, automóveis e eletrônicos.

Segundo o ministro, o Mercosul propõe que 10% do total de produtos tenham preferência tarifária de 10%, em vez dos 20% previstos na regra geral. Cada país ainda teria direito de excluir da lista de preferências 5% dos produtos, definidos a seu critério. A proposta tem o apoio de alguns países. A Índia, no entanto, quer que 30% dos produtos sejam excluídos. Em outras palavras, 70% do universo de produtos teriam a redução tarifária de 20%. Na prática, isso significaria que as tarifas continuariam como estão justamente para os países que mais precisam intensificar suas trocas comerciais. Leia o resto do artigo »

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Provavelmente, Deus não é africano

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Provavelmente, Deus não é africano

“Depois da Guerra Fria e no auge da globalização financeira, o continente africano ficou à margem dos fluxos de comércio e de investimento globais.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Valor Online (restrito a assinantes)

Por José Luis Fiori*

A África ocupou mais da metade do tempo da última reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas nesta terceira semana do mês de abril de 2008. Na pauta: o impasse nas eleições presidenciais do Zimbabwe e as crises políticas da República Democrática do Congo e da Kenya, além dos conflitos armados, na Somália, e em Darfur, no Sudão. Trazendo de volta a imagem de um continente aparentemente inviável com “Estados falidos”, “guerras civis” e “genocídios tribais”, com apenas 1% do PIB mundial, 2% das transações comerciais globais e menos de 2% do investimento direto estrangeiro dos últimos anos. Mas a África não é tão simples nem homogênea, com seus quase 800 milhões de habitantes e seus 53 Estados nacionais, que foram criados pelas potências coloniais européias, e foram mantidos juntos graças à Guerra Fria, que chegou à África Setentrional, com a crise do Canal de Suez, em 1956; à África Central, com a guerra do Congo, dos anos 60; e finalmente, à África Austral, com a independência de Angola e Moçambique, e a sua guerra com a África do Sul nos anos 80.

A independência africana, depois da Segunda Guerra Mundial, despertou grandes expectativas com relação aos seus novos governos de “libertação nacional” e seus projetos de desenvolvimento, que foram muito bem-sucedidos – em alguns casos – durante os primeiros tempos de vida independente. Este desempenho inicial, entretanto, foi atropelado por sucessivos golpes e regimes militares e pela crise econômica mundial da década de 1970, que atingiu todas as economias periféricas e provocou um prolongado declínio da economia africana até o início do Século XXI. Mesmo na década de 90, depois do fim do mundo socialista e da Guerra Fria e no auge da globalização financeira, o continente africano ficou praticamente à margem dos novos fluxos de comércio e de investimento globais. Leia o resto do artigo »

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Biagi: Sucesso do Etanol Provoca Gritaria

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Brasil consegue substituir 50% do consumo de gasolina com 1% das terras agricultáveis.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Conversa Afiada

Por: Paulo Henrique Amorim

Acabei de conversar com Maurílio Biagi, presidente do Conselho da Usina Moema e do Conselho da Única, entidade que reúne os produtores de cana e álcool sobre a acusação de que o etanol brasileiro é responsável pelo aumento do preço dos alimentos no resto do mundo:

Disse Biagi: Essa gritaria é a consagração do modelo brasileiro. Eles não engolem o Brasil conseguir substituir 50% do consumo de gasolina com 1% das terras agriculturáveis.

Então, de quem é a culpa pelo aumento do preço dos alimentos ?

Disse Biagi: O maior responsável é o subsídio à agricultura dos países ricos.

O etanol americano, que usa o milho, também não tem culpa ?

Disse Biagi: Também, mas, há dois anos visitei uma usina na França que produzia etanol a partir de trigo. Trigo ! O engraçado é que eles queimam milho e trigo para fazer etanol e não taxam o petróleo.

Mas é verdade que vocês vão destruir a Amazônia para produzir etanol ?

Disse Biagi: Eu bem que tentei. Nos anos 70, o Governo brasileiro tentou consolidar a ocupação da Amazônia. E eu fui convidado para instalar a usina Abraham Lincoln, no quilômetro 46 da Transamazônica. A usina está lá abandonada, porque a Amazônia não presta para produzir cana. Na Amazônia, chove e faz calor, mas não tem o friozinho que dá a sacarose. Outro dia, na Holanda, me perguntaram a mesma coisa e eu respondi o seguinte: vocês saíram daqui duas vezes para conquistar o Brasil e produzir cana. A distância da Amazônia para São Paulo é menor que a distância da Holanda ao Brasil. Você acha que se desse para produzir cana na Amazônia nós já não teríamos feito isso? Leia o resto do artigo »

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Ponto de inflexão na gestão da economia

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Enquanto os mais importantes países de alta renda tropeçam, o quadro para as economias emergentes é de crescimento modestamente reduzido (…)”.

Por Katia Alves

Por Martin Wolf

Publicado no: Valor

Como observa a mais recente edição da “Perspectiva Econômica Mundial” (PEM), do Fundo Monetário Internacional, “a economia mundial penetrou num território novo e precário”. O mais impressionante talvez sejam os contrastes entre a disparada nos preços das commodities e os colapsos no mercado de crédito e entre o crescimento aquecido nas economias emergentes e a recessão incipiente nos EUA. Como chegamos a esse ponto? E o que deveríamos fazer?

A resposta da PEM à primeira pergunta é que a economia dos EUA poderá encolher em 0,7% entre o 4º trimestre do ano passado e o 4º trimestre de 2008. Isso representa uma grande guinada em relação ao aumento de 0,9% ao longo daquele período, projetado no relatório de janeiro da PEM. Mais do que isso, o crescimento deverá ser de apenas 1,6% ao longo dos próximos quatro trimestres. Enquanto isso, o crescimento na zona do euro deverá cair para apenas 0,9% entre o 4º trimestre de 2007 e o 4º trimestre de 2008. Leia o resto do artigo »

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Mercado agora busca a experiência dos “quarentões”

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Seguem abaixo dois artigos, o primeiro destaca o crescimento da demanda por profissionais com mais de quarenta anos. E no segundo artigo é realizada uma entrevista com a Ana Dutra, que trabalha numa empresa considerada a maior empresa de recrutamento de executivos do mundo, e afirma que “os líderes brasileiros estão extremamente bem posicionados, tem uma formação global, muitos estudaram, trabalharam fora, estão muito preparados para atender a essa globalização dos mercados”.

Por Katia Alves

Por Andrea Giardino

Publicado no: Valor

A falta de executivos preparados para lidar em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e ao mesmo tempo permeado por maiores exigências de governança, vem quebrando um velho paradigma nas empresas: o de que quem chegou aos 40 anos já tem prazo de validade no mercado de trabalho. Esses profissionais não só passaram a ser mais valorizados, como são disputados a peso de ouro pelas companhias.

É o que revela pesquisa feita pela DBM, consultoria especializada em capital humano, com exclusividade para o Valor. “Há uma necessidade de se contratar gente para posições-chave que reúnam conhecimento técnico e experiência”, explica Cláudio Garcia, novo presidente da DBM para o Brasil e América Latina. Uma mudança significativa no que se via até então, sobretudo porque o peso da idade sempre foi um fator negativo na contratação de executivos.

 Antes, quando um profissional chegava aos 40 anos se considerava carta fora do baralho, tinha dificuldade de encontrar um novo emprego caso fosse demitido e não raro se sentia na linha de tiro por, em geral, ocupar cargos de chefia e ter salários altos. Hoje, ele é bastante assediado pelas empresas que pagam o que for preciso para contratá-los. Leia o resto do artigo »

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A Lei Geral em compasso de espera

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

“Se uma empresa está isenta de ICMS, o comprador não tem direito a esse crédito. Essa questão cria resistências para que grandes redes comprem de MPEs. Agora se está tentando resolver a situação com o projeto de lei complementar 126, em tramitação na Câmara.”

*Por Luciana Sergeiro

Publicado em: Blog Nassif

Por: Luis Nassif

O Supersimples pode ser uma revolução. Não apenas pelos benefícios que traz às pequenas e micro empresas, mas pelo fato de ser um ensaio geral para uma ampliação do modelo para outros setores da economia.

Simplifica a tributação, reduz a carga tributária e, com isso, permite a ampliação da formalidade das empresas.

Mas, para ser implantado, há a necessidade da aprovação de leis estaduais e municipais. E aí a roda está emperrando.

O problema é que vários estados implementaram leis de ampliação da arrecadação do ICMS. E as novas determinações – feitas para arrecadar – colidem com o espírito do Supersimples.

Segundo Bruno Quick, gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, as maiores dificuldades estão em instrumentos como a substituição tributária, a antecipação do imposto em fronteira e um entendimento equivocado de que benefícios às MPEs fazem parte da guerra fiscal Leia o resto do artigo »

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O modelo elétrico

Postado em 24 dEurope/London abril dEurope/London 2008

Publicado no: Blog do Nassif

Por Luis Nassif

Em 23 de janeiro, a probabilidade de racionamento era de 22%. Em fevereiro, passou a zero. O que aconteceu nesse período, se nenhuma hidrelétrica foi construída, nenhuma medida tomada? E só mudou o ritmo das chuvas?

O problema maior é o da não uniformização dos critérios de avaliação de riscos no sistema. Essa foi a conclusão unânime dos especialistas que participaram do primeiro painel do seminário do Projeto Brasil sobre Energia Elétrica.

Estavam presentes os principais agentes do sistema.

Os desencontros de informação custarão caro ao consumidor e aos investidores.

A crise foi causada pela interrupção do fornecimento de gás da Bolívia e da Argentina – que tiraram do mercado brasileiro o equivalente a 6,5 mwh.

O Brasil tinha uma alternativa de última instância: desviar todo o gás veicular e das indústrias para produzir energia. Nesse caso, considerando esse gás, o risco de racionamento seria reduzido a zero. Leia o resto do artigo »

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