Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Publicado originalmente no Blog Logística e Transporte
Por José Augusto Valente*
Uma das missões autodefinidas por este blogueiro que vos fala é demonstrar que não existiu caos aéreo (clique aqui para ler o que já foi publicado no blog a esse respeito) e muito menos os tais de “apagão aéreo” e “apagão logístico” (clique aqui para saber sobre o “não apagão rodoviário” e aqui para o “não apagão portuário“).
É bom que se diga que o principal apagão que temos, diariamente, é no trânsito da cidade de São Paulo. (clique aqui e saiba tudo a respeito)
O único “apagão” constatado, na área de infra-estrutura, ocorrido nos dois últimos anos do governo FHC, foi o “apagão energético“.
Todo o resto são bravatas sem fundamentação alguma que, desde 2003, a oposição e a mídia utilizam na luta política contra o governo Lula.
Na contramão dos parlapatões de plantão, os números mostram que nenhum desses “apagões” anunciados pela oposição e pela mídia existiu e, provavelmente, não existirá num futuro próximo.
Dito isso, vamos mostrar os números acumulados de janeiro a março de 2008, na aviação brasileira, somente nos aeroportos da Infraero, que ajudam a comprovar a nossa tese.
Comparando aos números do acumulado no mesmo período de 2007, temos:
- aumento 3,32% nos pousos e decolagens;
- aumento de 4,09% no número de passageiros transportados, sendo que 3,53% nos vôos domésticos e 8,07 nos vôos internacionais;
- aumento de 3,19% na carga transportada (kg);
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Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Semanalmente divulgamos uma lista com oportunidades de emprego aqui no blog do Desemprego Zero. Confira a lista abaixo com oportunidades para o estado do Rio de Janeiro
Grife de moda feminina recruta:
VENDEDORA – 2 VAGAS
Pré-requisitos:
- Foco em vendas;
- Carismática;
- Dinâmica;
- Experiência na função;
- Boa postura;
Remuneração: R$ 533,00 (fixo) + comissão (média 400,00) + VT
Horário de trabalho: 14h às 22h (1 folga na semana)
Trabalha domingos alternados
Local de trabalho: Leblon – RJ
As candidatas dentro do perfil devem enviar CV para ehomecv@gmail.com com VENDEDORA LEBLON no assunto.
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Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Seguem abaixo dois artigos, o primeiro escrito por Marcelo Dantas, enfatiza que o governo segue investindo pouco, gastando mal, a Selic alta atrai fluxos financeiros especulativos e valoriza o câmbio prejudicando os exportadores. Em seguida, o artigo publicado por Vinícius Torres Freire, destaca também o câmbio valorizado, a situação das contas externas e os problemas que poderão ocorrer em conseqüência disso.
Por Katia Alves
Publicado originalmente na Folha
Por Marcelo O. Dantas
Estamos diante de uma recuperação episódica ou de fato resgatamos a capacidade de crescer de modo sustentado?
EM 2007, o Brasil voltou a crescer.
A taxa de expansão do PIB (5,4%), embora inferior à de outras economias emergentes, rompeu importante barreira psicológica. As projeções para 2008 apontam um aumento do produto interno na faixa dos 5%. Cabe perguntar: estamos diante de uma recuperação episódica ou de fato resgatamos a capacidade de crescer de modo sustentado? Nossa história recente ajuda a elucidar a questão. Em 1984-1985, após três anos de dura recessão, o Brasil esteve a ponto de retomar o desenvolvimento. Tínhamos uma infra-estrutura moderna e uma base industrial renovada. A democracia voltara e, com ela, a confiança no futuro. O desafio consistia em superar o nó financeiro do endividamento externo e interno.
Não era tarefa impossível, mas uma mistura de oportunismo político e soberba heterodoxa (manipulação do congelamento de preços; descontrole fiscal; desatenção para as variáveis externas da economia; fé excessiva em uma economia fechada) levou ao malogro do Plano Cruzado. O PMDB venceu as eleições de 1986 e o país mergulhou na hiperinflação. Frustração semelhante tornou a ocorrer após a boa performance de 1994-1995. FHC herdara de seu antecessor uma economia estabilizada e um país cheio de otimismo. A base governista vinha aprovando todos os projetos apresentados pelo Planalto. O Brasil poderia ter retomado o crescimento sustentado de longo prazo. Novamente, uma conjunção de interesses políticos e “hybris” tecnocrática (abandono das reformas estruturais em prol da reeleição; âncora cambial; juros exorbitantes; cerceamento do investimento público em infra-estrutura) jogou por terra a oportunidade. As crises externas de 1997-1998 somente contagiaram o Brasil porque, no biênio anterior, o governo do PSDB fizera apostas equivocadas.
Repetirá o governo Lula os erros das gestões anteriores? Vejamos. O crescimento atual deriva destes fatores: 1) forte expansão da demanda externa; 2) aumento do consumo interno (maior salário-mínimo, crédito facilitado à classe média); 3) redução modesta dos juros nominais; 4) aumento tímido do investimento público (PAC). É uma recuperação de caráter keynesiano, ainda sem a marca do crescimento endógeno estruturado. No horizonte, nuvens se acumulam. A turbulência na economia norte-americana ameaça esfriar o ritmo de expansão da demanda internacional, derrubando os preços das commodities. No plano interno, a carga tributária atingiu níveis insuportáveis (37% do PIB), minando a capacidade de expansão do setor privado. Leia o resto do artigo »
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Postado em 23 dEurope/London abril dEurope/London 2008
Léo Nunes – Paris - O diário francês Le Monde publica, na sua versão eletrônica (clique aqui para ler mais), uma reportagem em que discute o papel do Banco Central Europeu (BCE). Segundo o diário, o BCE tem exagerado na mão no que concerne à política monetária.
Não satisfeitos com a restritiva política monetária, que valoriza o euro e compromete a competitividade das exportações dos países da zona do euro, há economistas que defendem um aperto ainda maior na política de juros com vistas a conter a crise econômica mundial. Como se vê, o surto obsessivo inflacionário não atinge apenas nossa autoridade monetária.
Leonardo Nunes: Mestre em Economia pela Unicamp e doutorando em Economia pela Universidade Paris-1 Pantheon-Sorbonne. Correspondente do Dezemprego Zero na capital francesa. Meus Artigos
Clique aqui para ler nosso manifesto.
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